

LRAD (Dispositivo Acústico de Longo Alcance) é uma arma acústica, produzidas pela American Technology Corporation em os EUA. Principal 2 usa, a emissão de mensagens de difusão e sons dolorosos. É usado em situações de guerra e para controlar fluxos de pessoas. A atual versão 1000 LRAD pode emitir um som de 151 decibéis a uma distância de 1 metro e transmitir instruções para distâncias de até 1.200 metros. O dispositivo é circular, tem um diâmetro de 83 centímetros e pesa 29 kg. Na foto, uma dessas armas acústicas fotografada em uma manifestação na Califórnia.
As forças armadas de Israel utilizam bombas químicas de fósforo branco (como as da foto acima), que são proibidas pela Convenção de Genebra de 1980 devido às graves queimaduras que causa nas pessoas situadas em seu raio de alcance. Esta substância provoca queimaduras diferentes das do fogo que conhecemos, ela penetra na pele e chega até os órgãos internos, queimando tudo. Estas bombas tem efeitos devastadores, pois a Faixa de Gaza é uma das regiões mais densamente povoadas do Planeta.
Israel mostra nervosismo diante de reivindicação palestina
A presidente do CMP, Socorro Gomes, reunida com lideranças locais / crédito: divulgação CMP
Encontro do CMP com lideranças na Palestina / crédito: divulgação CMP
Delegação do CMP em Ramallah / crédito: divulgação CMP
Diniz, Cebrapaz, entrega camiseta da seleção brasileira para a ANP / crédito: divulgação CMP

As reservas nacionais medidas de nióbio (Nb2O5) aprovadas pelo DNPM totalizam 212.487.575 t de minério, com teor médio de 2,02%, ou 4.302.248 t de nióbio contido. Elas estão concentradas nos Estados de Minas Gerais (73,11%), Amazonas (25,42%) e Goiás (1,47%).
Analisando o total de reservas nacionais de nióbio, o percentual de participação dos Estados, com relação à soma de suas reservas medida, indicada e inferida, aponta em primeiro lugar o Amazonas, cujas reservas de nióbio representam 87,36% do total do país e estão localizadas no município de São Gabriel da Cachoeira.
Em Minas Gerais, atingem a 12,47%, distribuídas entre os municípios de Araxá (391.993.876 t) e Tapira (21.590.000 t); e em Goiás as reservas de nióbio coluvionar totalizam 0,18%, situadas no município de Ouvidor, com 3.870.047 t, e Catalão, com 1.997.476 t.
Ou seja, das reservas mundiais de mais de 4,4 milhões de toneladas efetivas, o Brasil possui SÓ 4,3 milhões de toneladas, ou 98% do total. Mesmo assim, a produção mundial aproximada de nióbio é de 90% no Brasil e 10% no Canadá.

São Gabriel da Cachoeira está localizada bem próximo à fronteira com a Colômbia. Esse município deteria, de acordo com o próprio governo, 2,9 bilhões de toneladas do minério.
Considerando-se apenas o teor médio nacional de 2,02 %, seriam inimagináveis 58,58 milhões de toneladas do minério que, cotado a US$ 180,00 O QUILO, com alto grau de pureza – 99,9% -, valeriam espantosos US$ 10,544 trilhões. Isso mesmo! Mais de US$ 10,5 TRILHÕES, ou 5 vezes nosso PIB de 2010!
Entendem agora que é muito barato para os EUA gastarem algumas centenas de milhões de dólares na montagem dessa estrutura toda (as bases na Colômbia) e estarem "do lado" de um tesouro dessas proporções?
Agora, o Brasil, sendo virtualmente o único detentor do nióbio no mundo, não deveria estabelecer o preço desse minério no mercado de acordo com seus próprios interesses?
Não deveríamos, ao invés de exportar minério bruto, atrelar o abastecimento mundial desse mineral estratégico à mais ampla transferência de tecnologia dos países desenvolvidos para a nossa indústria?
Não teríamos, dentro de alguns anos e com maciços investimentos em educação/qualificação profissional, a capacidade de abastecer o mundo com ligas metálicas dos mais variados tipos 100% Made in Brazil?
Na comparação que fazemos sempre entre o petróleo cru no barril e o petróleo já com valor agregado em 40 vezes, um barril equivalente saltaria de US$ 100 para US$ 4 mil.
Como o valor do nióbio é muito mais estratégico para a humanidade que forminhas de plástico para guardar alimentos no freezer, podemos multiplicar essa agregação, digamos, só para dar uma ideia da bobeira brasileira, em mais 5 vezes = 40 x 5 = 200.
Isso se usarmos o metal para fins mais nobres e de alto valor científico do que tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias. Como exemplo, sabemos que o nióbio se converte em um supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas.
Portanto, nessa comparação entre o nióbio bruto e puro com valor agregado em 200 vezes, esse quilo equivalente saltaria de US$ 180 para US$ 36 mil. Assim, nossas reservas de nióbio hoje estimadas em algo como US$ 10,5 trilhões passariam a ser tratadas pelo valor de US$ 2,1 QUADRILHÕES. Esse minério agregado valeria 1 mil vezes o PIB brasileiro de 2010.
A FUNÇÃO DO LEGISLATIVO
Essas opções de recursos também poderão ser desenvolvidas e apresentadas à avaliação do LEGISLATIVO no próximo Congresso Nacional, que poderá criar leis específicas para a destinação de verbas para os 3 Comandos e o Ministério da Defesa já a partir de 2012.
Ressalte-se que o Congresso deverá aprovar uma Lei que vincule a devida aplicação de todos os recursos, impossibilitando cortes futuros de terceiros de modo a não prejudicar, irresponsavelmente, o planejamento e seus empreendimentos construtivos de longo prazo. Outra opção, recentemente levantada, refere-se ao recolhimento direto desses impostos do MD junto aos seus pagadores.
Esse será um enorme progresso e uma vitória para qualquer planejamento a ser feito no Brasil, inclusive sobre os absurdos, irresponsáveis e irrecuperáveis contingenciamentos de projetos (como o do FX-2) sendo feitos desde 2003, e mais ainda sobre os Royalties da MB.

Elementos de risco
O Serviço Geológico Britânico divulgou uma lista de “elementos ameaçados de fornecimento”.
Não é uma lista de elementos raros ou “ameaçados de esgotamento”, mas daqueles elementos mais importantes economicamente com risco de sofrerem quebra na cadeia de fornecimento global.
“A lista dá uma indicação do risco relativo para o fornecimento dos elementos químicos ou grupos de elementos que precisamos para manter nossa economia e nosso estilo de vida,” afirma o órgão britânico, em tom pouco diplomático.
A posição de cada elemento na lista é determinada por fatores que podem impactar sua oferta, incluindo a abundância de cada elemento na crosta terrestre, a localização da produção e das reservas atuais, e a estabilidade política desses locais.
Minerais tecnológicos
Os dados destacam a importância da China na mineração mundial, sobretudo nesta área dos chamados “minerais tecnológicos.
O Brasil está presente entre os elementos com sinal vermelho, graças ao nióbio – o país fornece quase a totalidade do nióbio do mundo, um elemento importante na indústria do aço, eletrônica, supercondutores e até dos experimentos com a fusão nuclear.
A lista é encabeçada por minerais como as terras raras, grupo da platina, o nióbio e o tungstênio.
Segundo os organizadores da lista, não há nenhum risco de esgotamento das reservas de nenhum dos minerais listados, sendo que os maiores riscos ao fornecimento são “fatores de risco humanos” – geopolítica e nacionalismo – e acidentes.

Fonte: Blog do Sorrentino, http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias
/noticia.php?artigo=metais-mais-raros-terra-lista-risco&id=010125110915

Genebra, (Prensa Latina) Cuba reiterou nesta quinta (15) seu compromisso com o desenvolvimento a pesar do bloqueio que por mais de 50 anos mantém os Estados Unidos, em uma intervenção no Conselho de Direitos Humanos (CDH) de Nações Unidas.
O delegado cubano Juan Antonio Quintanilla destacou que o principal obstáculo à realização do direito ao desenvolvimento do povo cubano o constitui o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto por Washington.
Constitui uma violação em massa, flagrante e sistemática dos direitos humanos de todo um povo, em particular o direito ao desenvolvimento, enfatizou.
Entre seus argumentos, o diplomata indicou que o dano econômico direto ocasionado pelo bloqueio até dezembro de 2010, a preços correntes, calculados de forma muito conservadora, supera os 104 bilhões de dólares.
"Cuba continuará denunciando esta política unilateral, absurda, ilegal e moralmente insustentável, que não tem cumprido, nem cumprirá o propósito de doblegar a decisão patriótica do povo cubano de preservar sua soberania", precisou.
De outro lado, comentou que os progressos atingidos graças a iniciativas de cooperação e integração solidarias como a ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América) não dependem da ajuda dos países desenvolvidos, a qual é quase inexistente.
Anotou que o intercâmbio desigual se aprofundou; a assistência oficial ao desenvolvimento contraiu-se em termos reais e a transferência de tecnologia segue sendo muito limitada e altamente condicionada.
A ausência de solução aos problemas mais graves do desenvolvimento e aos padecimentos dos milhares de milhões de pessoas que vivem em condições de pobreza e subdesenvolvimento, afetará também às sociedades industrializadas, sentenciou.

Completamente ignorada pela mídia televisionada e impressa, o movimento se articulou pela internet. Convocada pelo movimento Ocupar Wall Street, dentro do qual se faz presente o Anonymous, a manifestação inclui uma série de demandas que há muito tempo não eram vistas na esfera pública estadunidense:
Mostrando que a democracia dos EUA já não é a mesma, a polícia bloqueou os quarteirões de Wall Street que ficam entre as ruas Broadway e William. Não houve grandes distúrbios neste sábado, mas a polícia nitidamente se confundiu com o caráter descentralizado da manifestação. Vários presentes relataram que era insistente a demanda “queremos falar com o líder”, ante a qual a resposta recebida era invariavelmente “não há líder”.
Há um total blecaute midiático sobre o movimento. Fox News, CNN e MSNBC, os três principais canais de notícias da TV a cabo, não noticiaram nada. As quatro principais emissoras da TV aberta, ABC, CBS, FOX e NBC, também não. Na seção de tecnologia de seu site, a CNN deu uma bizarra matéria que dizia que o movimento "tentava imitar o Irã". O New York Times não deu uma linha no jornal propriamente dito, mas só uma notinha no blogue.
Na noite de sábado, a assembleia popular decidiu passar a noite lá e, neste domingo, espera-se a chegada de mais gente. Muitos manifestantes falam em permanecer em Wall Street durante semanas ou meses, num grito de revolta contra o capital financeiro. Na segunda-feira, evidentemente, a polícia já não terá como fechar Wall Street, e é nisso que o movimento aposta.
Há algumas fontes para acompanhar esse auspicioso acontecimento. A tag no Twitter é #OccupyWallStreet. Neste domingo, deve se reiniciar a transmissão ao vivo do protesto no site do Global Revolution. Também deve haver streaming todo o dia no AdBusters, que é parte da organização. O Anonymous está postando vídeos. A pequena cadeia de televisão de Washington RT Television está cobrindo o evento. Também há notícias e vídeos no Scoop it.
Dada a acumulação de revolta contra o capital financeiro nos EUA, o movimento tem muito potencial para crescer. Pode ser que fique interessante a coisa.



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O chefe da diplomacia sionista não especificou quais seriam essas "consequências", mas o vice-chanceler, Dany Ayalon, assinalou que podem ser novos projetos construção de assentamentos de colonos ou uma mudança no estatus de alguns setores da Cisjordânia, parte dos territórios ocupados por Israel.
Lieberman ameaçou também com que Israel não acatará nenhuma declaração unilateral palestiniana e mostrou-se com esperança de que "o senso comum prevaleça" e seja possível "atingir um modus vivendi que permita as negociações".
O governo sionista mostra assim grande nervossismo já que a nível mundial a causa palestiniana conta com grande simpatia e uma maioria esmagadora de estados apoia a criação de um estado palestiniano frente ao holocausto sionista comandado por Israel.
O titular da ANP, Mahmud Abbas, confirmou no Cairo a decisão "irreversível" de pedir na semana próxima perante a Assembleia Geral da ONU o reconhecimento internacional do estado palestiniano com as fronteiras anteriores à guerra de 1967.
Nesta sexta (16), o negociador palestiniano Mohamed Shtaye confirmou -numa breve declaração perante jornalistas- que Abbas submeterá o pedido ao Conselho de Segurança dantes do seu discurso no seio da ONU, previsto para sexta-feira 23 de setembro.
Os palestinianos pedirão ser membros com pleno direito e "com as fronteiras de 1967", sublinhou disse Shtaye.
De ser aprovado, a Palestina seria o país número 194 em Nações Unidas, agregou o negociador, depois de explicar que por agora não vai pedir-se perante a Assembleia Geral o direito político, mas disse que não se decarta essa possibilidade se o Conselho de Segurança recusa o rendimento, tal como anunciou os Estados Unidos que adiantou o seu veto.
"São coisas que não se podem fazer ao mesmo tempo", enfatizou Shtaye sobre ambas as possibilidades, e agregou que "se não passa no Conselho então veremos que fazer".
"A decisão de ir à ONU faz parte de uma estratégia para passar de um enquadramento bilateral de conversas a um enquadramento multilateral", afirmou Shtaye.
Mais de 140 países apoiam a criação de um Estado palestiniano com as fronteiras de 1967.
Segundo Shtaye, "não há nenhuma contradição entre ir à ONU e as negociações com Israel, às que estamos abertos se há uns termos claros de referência".
Fonte: Patria Latina
Imagem: google

Milhões de pessoas já viram este documentário. “Debtocracy”, “Dividocracia”, na sua versão legendada em português, é um filme grego sobre o caminho através do qual chegamos à crise das dívidas soberanas, sobre o modo perverso como o capitalismo foi protelando as suas crises sucessivas até o momento em que nos encontramos. Um documentário sobre a crise capitalista mundial, não apenas sobre os problemas da Grécia, Portugal ou Irlanda – como se tudo se reduzisse a essas situações, bem ao estilo das teses do “bode expiatório” – mas também sobre as soluções possíveis que têm sido escondidas, travadas, tolhidas pela mentira oficial de governos e comunicação social dominante.
O movimento grego de cidadania “Dividocracia” produziu e disponibilizou mundialmente este trabalho sem encargos para quem dele pode usufruir.
Os jornalistas Katerina Kitidi e Aris Chatzistefanou elaboraram-no com base em pesquisa de Leonidas Vatikiotis.
Indispensável ver para aprofundar reflexões, mobilizar e fazer convergir ações e respostas.
Divulgamo-lo simbolicamente no dia em que se comemoram 222 anos sobre a Tomada da Bastilha e o início da Revolução Francesa.
O mundo é feito de mudança.

A entidade seria modelada no Banco Mundial, em menor escala. Em 2010, os dois governos assinaram um acordo para o estabelecimento de um banco do gênero, com capital inicial de 4 bilhões de dólares. O novo banco teria, também, um escritório em Pequim, o que sugere a intenção de atrair a China para integrá-lo.
Precauções venezuelanasEm meio ao aprofundamento da crise sistêmica global, a proposta se enquadra no contexto de outras iniciativas que vários governos começam a tomar e considerar, no sentido de proteger as economias nacionais dos efeitos de uma implosão do sistema financeiro internacional, que um número crescente de analistas considera uma questão de tempo. A própria Venezuela determinou, recentemente, medidas ousadas, como a repatriação parcial de suas reservas de ouro, a transferência de parte de suas reservas cambiais para a Rússia, China e Brasil e a nacionalização da única mina de ouro de grande porte do país (MSIa Informa, 25/08/2011).
A criação de um banco de fomento para projetos conjuntos já foi, igualmente, considerada pelos integrantes do grupo BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), embora a proposta ainda não tenha passado de conjectura. Se for implementada, uma entidade que funcionasse nos moldes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) brasileiro, um “BNDES do BRICS”, teria duas grandes vantagens. Uma, proporcionar enormes benefícios aos membros do bloco, em termos do financiamento de projetos de infraestrutura e industriais, fora das limitações geralmente impostas pela arquitetura financeira internacional existente, em que os planos nacionais de desenvolvimento ficam em grande medida suabordinados aos apetites voláteis dos “investidores internacionais”. Ademais, ela teria um enorme potencial de influenciar uma mais que necessária “mudança de paradigma” nas práticas financeiras globais, em um momento em que as instituições existentes demonstram cabalmente a sua disfuncionalidade em relação aos requisitos das crescentemente complexas e interdependentes economias do século XXI.
Um importante aspecto adicional seria o fato de que uma instituição do gênero possibilitaria que a China pudesse utilizar uma parcela signficativa das suas colossais reservas internacionais em projetos de desenvolvimento, tornando-a parceira do processo, de uma forma menos intrusiva e com menos efeitos negativos do que as meras transações comerciais envolvendo importações de matérias-primas e recursos energéticos e exportações de produtos industrializados ultrabaratos, indutores de desindustrialização em países como o Brasil. Para os interesses estratégicos de longo prazo da China, a integração física da América do Sul, para a qual poderia contribuir consideravelmente, é perfeitamente harmônica com o desenvolvimento do interior eurasiático (ademais, a mesma estratégia geopolítica gestada em Londres e exportada para a outra margem do Atlântico foi grandemente responsável pelo retardo no desenvolvimento dos dois “hinterlands” continentais).
Movimento de Solidariedade Íbero-americana
Créditos ➞ este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico MSIa INFORMA, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. III, No 16, de 01 de setembro de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.
