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sábado, 29 de outubro de 2011

"Humanitarista" Obama na rota de UGANDA




E após a Líbia? A "Primavera Árabe" sob as rédeas da OTAN

por Husc em 28/10/2011

A morte de Muammar Kadafi, executado por seus captores após 216 dias de ataques aéreos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e quase um mês de um violento cerco à sua cidade natal, Sirte, que a transformou em um monte de ruínas fumegantes, deixa o futuro da Líbia pendurado em muitas incertezas e o mundo às voltas com uma interrogação: quem será o próximo alvo da “responsabilidade de proteger”, o novo eufemismo para justificar intervenções motivadas pelo controle de recursos naturais?

Não por outro motivo, a Rússia e a China não se melindraram em vetar a mais recente tentativa de imposição de sanções contra a Síria, onde o governo de Bashar al-Assad também está às voltas com uma rebelião interna (para a qual alguns integrantes da OTAN têm proporcionado um considerável apoio externo). “A resolução ocidental está carregada com a repetição de um cenário líbio, embora seus coautores estejam tentando convencer-nos do contrário”, disse sem rodeios o chanceler russo Sergei Lavrov, em 22 de outubro (Novosti, 22/10/2011).

Entretanto, o governo dos EUA não esperou o desfecho da batalha em Sirte para anunciar o próximo objetivo de sua agenda “humanitária”. Em 14 de outubro, o presidente Barack Obama anunciou o envio de 100 militares das forças especiais a Uganda, para atuar como “assessores” do governo do presidente Yoweri Museveni, na luta contra o grupo armado Exército de Resistência do Senhor (LRA, na sigla em inglês). Embora o LRA se assemelhe mais a um bando de salteadores e estupradores do que a uma força guerrilheira e esteja em ação desde o final da década de 1980, poucos acreditam que Obama teria se incomodado em ajudar seu colega ugandense, no poder desde 1986, se a África não estivesse no centro da agenda estratégica de uma renovada disputa por recursos naturais. Além do fato de uma importante jazida petrolífera ter sido descoberta em território ugandense, no início deste ano, outra motivação da Casa Branca é a crescente presença chinesa no continente. Como afirma o veterano jornalista estadunidense Eric Margolis, especialista na estratégia geopolítica de seu país: “Os EUA também estão preocupados com a penetração chinesa na região, com o fato de que eles vão engolir todos os recursos econômicos e ganhar influência nos governos regionais. Então, talvez, os EUA queiram deter esse avanço chinês na África Central (Russia Today, 19/10/2011).”

Com o assassinato de Kadafi, após a sua rendição e, portanto, um prisioneiro de guerra que fazia jus às normas da Convenção de Genebra, os EUA e seus aliados da OTAN transmitem ao mundo um claro “recado”, quanto ao que poderão esperar quaisquer líderes que se oponham aos seus planos hegemônicos. A todas as luzes, tal agenda transcende qualquer consideração por um arremedo de ordem jurídica civilizada, como, aliás, os EUA já haviam demonstrado, no final de setembro, com o assassinato extrajudicial de Anwar al-Awlaki, clérigo islâmico de cidadania estadunidense ligado à rede Al-Qaida no Iêmen, alvo de um ataque com um veículo aéreo não tripulado (drone) – modalidade que vem se tornando a mais nova especialidade estadunidense.

Por outro lado, sendo a Líbia uma sociedade essencialmente tribal e sem instituições intermediárias entre o Estado – antes encarnado na liderança de Kadafi – e a sociedade como um todo, a presença física da OTAN poderá acabar representando a única força institucional capaz de impedir que o país mergulhe em uma guerra civil ainda mais virulenta e destrutiva do que a campanha contra Kadafi. Com isso, a Aliança Atlântica também asseguraria uma base de operações no Norte da África, fundamental para o “novo Grande Jogo” no continente, como já o apelidam alguns observadores.

Da mesma forma, com a intervenção na Líbia, os estrategistas da OTAN asseguram um “enquadramento” dos movimentos sociais da Primavera Árabe nos moldes convenientes à sua agenda hegemônica. A propósito, vale observar o cândido e revelador comentário do sítio israelense Debka File (24/10/2011), tido como um porta-voz informal do serviço de inteligência Mossad: “É crescentemente óbvio que sem a intervenção ativa dos EUA, Grã-Bretanha, França e Alemanha, por si mesmos, os rebeldes anti-Kadafi nunca teriam derrotado Kadafi ou sido capazes de acabar com a sua vida. A maneira em como o episódio líbio se desdobrou ao seu final tem duas importantes mensagens para o Oriente Médio e o Norte da África:

1) os EUA e seus aliados da OTAN não têm quaisquer escrúpulos quanto a erradicar ditaduras, de um jeito ou de outro. A oposição na Síria apanhou rapidamente a mensagem…;

2) um objetivo da Primavera Árabe, tal como promovida pelos EUA e a Aliança Ocidental é a substituição dessas ditaduras por regimes muçulmanos fundamentalistas, cujos líderes introduzam francamente a lei islâmica sharia nos países "libertados.”



Movimento de Solidariedade Íbero-americana



Fonte: Blog do Ambientalismo
Imagem: retiradas do google e colocadas por este blog

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

LÍBIA - Médicos URGENTEEEEEE!!!

MÉDICOS

PRECISA-SE COM URGÊNCIA NA LÍBIA



Médicos Sem Fronteiras não atendem aos combatentes resistentes, nem a população civil queimada pelas bombas de fósforo branco e pelas bombas de fragmentação.

A Cruz Vermelha Internacional está sendo boicotada, proíbida de ajudar os líbios.


Alguém conhece algum médico que esteja disposto a ser voluntário em território libio?

Ajudem por favor, são milhares de crianças, mulheres, idosos e soldados resistentes.

Entre em contato pelo link ou email:

http://leonorenlibia.blogspot.com/


leonormassanet@gmail.com


Espero que todos os Blogs se solidarizem e divulguem !

Governo Brasileiro preocupado com invasão em Plataformas de Petróleo?


Exercício de Incidente de Proteção Marítima


A Esquadra realizou, no período de 17 a 21 de outubro, um exercício de Incidente de Proteção Marítima, em uma área próxima a Vitória (ES).

O propósito do evento foi adestrar um grupamento operativo e avaliar seu desempenho na tarefa de retomar uma plataforma dominada por elementos adversos.

A condução do exercício ficou a cargo do Comando da 2ª Divisão da Esquadra.

Além de Mergulhadores de Combate, participaram da ação os helicópteros UH-14 Super Puma, AH-11A Super Lynx e UH-13 Esquilo, as Fragatas Independência e Bosísio, além dos navios da Operação “TROPICALEX”, que se encontravam próximo a área do exercício. A Capitania dos Portos do Espírito Santo apoiou o evento, servindo de base para as operações das aeronaves Super Puma e Super Lynx.

O cenário criado para o exercício foi o sequestro de um navio mercante estrangeiro por um grupo terrorista, com o propósito de realizar ataques contra plataformas de petróleo na Bacia de Campos.

No início do exercício, foi simulado o acionamento do Sinal de Alerta de Proteção do Navio (SSAS), indicando um possível comprometimento da segurança em um navio mercante. Em consequência desse fato, o Comando de Operações Navais determinou o suspender para o Navio de Serviço da Esquadra (Fragata Independência) para investigar o ocorrido. O navio mercante foi representado pela Fragata Bosísio.

A Fragata Independência realizou contato com o navio “mercante” e constatou a presença de um grupo terrorista a bordo. Este grupo fez, então, diversas exigências e afirmou que, caso não fossem atendidas, a tripulação do navio “mercante” sofreria as consequências.

Tendo em vista essa ameaça e a aproximação do navio sob controle dos terroristas às plataformas de petróleo, foi decidido, então, que o navio deveria ser retomado.

A ação ocorreu na manhã do dia 21, tendo a infiltração do Grupo Especial de Retomada e Resgate dos Mergulhadores de Combate sido realizada pelo helicóptero UH-14 por meio de “Fast Rope”. O assalto foi um sucesso, o navio “mercante” foi libertado e os sequestradores presos.

O exercício foi proveitoso em diversos aspectos, além de ter sido uma oportunidade de familiarizar os meios da Esquadra com os documentos que regulam o assunto, inclusive a legislação internacional.

O Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, esteve a bordo da Fragata Independência para acompanhar e avaliar o exercício






Fonte: naval.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Efeitos colaterais do remédio chamado "DEMOCRACIA"

Você já tomou sua pílula de democracia hoje???

Não?


Então corra para as melhores farmácias da OTAN!!!


E você vai ver seu mundo se transformar como a Líbia.



Informações sobre o medicamento "DEMOCRACIA"

Formas farmacêutica: Mísseis, Bombas de fragmentação, Mercenários e Mídia

Informação ao Paciente: Reune efeito devastador para toda a sua família e combate (literalmente) toda a dignidade de um povo.

Indicações: É indicado no tratamento do povo que tem um índice de desenvolvimento acima da média internacional.

Precauções e Advertências: Poderão ser necessários ajustes psicológicos (feitos pela mídia) de acordo com a remissão ou exacerbação da "democracia" com a resposta individual do povo ao tratamento ou com a exposição do povo a situações de estresse emocional.

Reações adversas:
As reações adversas a "Democracia" são semelhantes as relatadas em guerras anteriores.


Posologia:
A dose da substância "democracia" deve ser coletiva e ajustada de acordo com a condição imposta pela OTAN, ONU, EUA, INGLATERRA, FRANÇA, etc... Em crianças a dose será letal (como vemos no caso da Líbia).

O remédio "DEMOCRACIA" é produzido e embalado com exclusividade pelo
Laboratório White House

Filho de Kadhafi quer ir para o Tribunal de Haia

E agora Obama?

E se Saif contar tudo que sabe?

E agora Hillary?

Saif será queima de arquivo também?


Filho de Kadafi quer avião para se entregar, diz fonte líbia


O filho foragido de Muammar Kadafi, Saif al-Islam, quer que um avião o tire do deserto no sul da Líbia para que ele possa se entregar ao tribunal de crimes de guerra de Haia, informou uma fonte do Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio na quinta-feira.

Saif al-Islam, 39 anos, fugiu por volta do mesmo dia em que seu pai foi morto, há uma semana, supostamente por combatentes líbios. Ele deu indícios de que estava pronto para se entregar à Justiça, assim como o ex-chefe de inteligência líbia Abdullah al-Senussi, disseram autoridades do CNT.

Os dois homens são procurados pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade cometidos durante o levante iniciado em fevereiro.

Relatos conflitantes do paradeiro de Saif al-Islam circulam desde que ele desapareceu de Bani Walid, no norte do país, e houve quem dissesse que ele e Senussi estavam no Níger.

Um advogado internacional que diz representar um membro da família questionou a confiabilidade dos relatos do CNT, mas não quis comentar a suposta rendição.

A fonte do CNT disse que Saif al-Islam não havia deixado a Líbia e estava sendo abrigado por uma figura proeminente entre o povo tuaregue do deserto, que ele havia ajudado financeiramente no passado.

A região deserta perto da fronteira com o Níger e a Argélia ofereceram uma rota de fuga para outros parentes dele. No entanto, como indiciado pelo TPI, Saif al-Islam encontraria mais dificuldade do que seus familiares de encontrar asilo no exterior.

"Saif está preocupado com a própria segurança", disse a fonte do CNT. "Ele acredita que se entregar é a melhor opção para ele". A fonte disse que Saif al-Islam queria o envolvimento de um terceiro país - possivelmente a Argélia ou a Tunísia - em um acordo para levá-lo até Haia. "Ele quer (ir para Haia) em um avião", disse a fonte, falando da Líbia por telefone. "Ele quer garantias".

O CNT não tem capacidade logística de interceptar fugitivos no deserto. Por isso pediu ajuda dos aliados da Otan. Mas autoridades da aliança militar deixaram claro que querem suspender sua missão na Líbia.




Fonte: Terra

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Os magnicídios de Lumumba e Kadafi e a evidência do colonialismo



Patrice Lumumba foi um excepcional líder africano anticolonialista que teve o privilégio de lutar pela independência de sua nação e chegar a ser o primeiro africano e desempenhar o cargo de primeiro-ministro na República Democrática do Congo, que hoje é chamada de Zaire.



Por Alberto Salazar, no Rebelión

A independência da Bélgica que se alcançou oficialmente em junho de 1960, após a nova república assumir a dívida externa da Bélgica. Uma dívida que jamais adquiriu e que a impossibilitava de alcançar seu pleno desenvolvimento.

Quando Lumumba tentou limpar o exército da administração de resíduos belgas que ainda obedeciam a essa nação europeia começou o conflito. A Bélgica tentou dividir o Congo e uma província, rica em jazidas minerais, demandou sua independência da jovem república. Em resposta, Lumumba buscou o apoio da extinta União Soviética e a CIA estadunidense lhe taxou a imagem de comunista, pretexto suficiente para tirá-lo do poder.

Um memorando interno da CIA, do ano de 1960, escrito pelo diretor de então, Allen Dulles, contém um parágrafo que retira qualquer dúvida sobre o intervencionismo das grandes potências: "Nos altos níveis do governo concluímos que se [Lumumba] segue no poder, as consequências serão catastróficas ... para o mundo livre. Por isso, nossa conclusão é que urge retirá-lo assim que possível".

O restante da história é parte do roteiro tradicional, um levante militar e rebeldia na polícia, instabilidade política, destituição ilegal de Lumumba, participação errônea da ONU, detenção, escape, e novamente prisão de Lumumba por parte dos sublevados e, finalmente, seu selvagem execução na presença de agentes belgas e estadunidenses. Lumumba foi torturado, deixou-o sangrar por horas sem atenção médica até que finalmente o executaram. A história registra poucas fotografias desse magnicídio e relatos contados de quão cruel foi esse bárbaro episódio.

Posteriormente o mundo disse que os assassinos tinham sido "camponeses furiosos", mais tarde indicou-se que o haviam executado foram "seus inimigos congolenses" e assim se foi embaralhando o ambiente, confundindo as pessoas e diluindo a verdadeira responsabilidade. Hoje os historiadores descrevem como mesmo o presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower, deu luz verde ao assassinato de Lumumba e, que em 2002, a Bélgica reconheceu sua participação no horrendo crime e pediu desculpas à família de Lumumba.

Entretanto, os anos passaram e muitas gerações nem sequer conhecem o nome de Lumumba, muito menos a tragédia. A direita voltou a adiar o enredo da investigação do crime, deixar passar o tempo e reconhecê-lo muito depois. Isso, unido com o fomento do esquecimento dos fatos deprimentes e de proclamar que há que se olhar ao futuro e não ao passado, permite à direita que nunca se faça justiça e que volte a repetir essas táticas uma ou outra vez.

Talvez, as duas únicas mudanças que hoje vemos com os magnicídios, como o do líbio, Muamar Kadafi, são: primeiro que são documentados segundo a segundo com câmeras digitais e divulgados nas redes de informação e de televisão em nível mundial. E segundo, que agora as testemunhas celebram descaradamente o crime e não escondem seus reais interesses.

O desumano riso da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton e as declarações sem vergonha do senador Lindsey Graham, sobre o magnicídio na Líbia, despejam qualquer dúvida possível.

Há horas Hillary disse na CBS News sorrindo e orgulhosa: "Chegamos, vimos e ele morreu" e mais tarde Graham declarou no canal Fox: Vamos à terra. Há muito dinheiro para ser colocado no futuro da Líbia. Muito petróleo será produzido. Vamos à terra e ajudemos as pessoas a estabelecer a democracia e o funcionamento de uma economia baseada nos princípios do livre mercado."

Um ponto à parte nesta menção merece o curioso fato de que a morte de Osama bin Laden – que havia sido homicídio, não magnicídio – não conta com registro gráfico algum. A morte do suposto pior inimigo do mundo civilizado aconteceu em completo silêncio e devemos acreditar que ocorreu assim porque assim nos dizem quem proclamou ser seu inimigo.

De modo que não venha o enganador de ofício, Barack Obama, a mentir com o conto de que há uma nova liderança dos Estados Unidos, é a mesma opressão colonial de séculos atrás a que perdura. Só que agora não há que aguardar décadas para que se revele a trágica verdade; agora esta surge em horas. Razão tinha o Ernesto Che Guevara quando disse: "Nossa liberdade e sua sustentação cotidiana têm a cor de sangue e estão inchadas de sacrifício."



Fonte: Diário Liberdade

Secretário de Defesa dos EUA faz provocações à Coreia do Norte

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, fez nesta quarta-feira (26) declarações provocadoras sobre a Coreia do Norte, considerando o país socialista asiático como uma "ameaça séria", em meio a contradições e um clima de desconfiança entre os militares norte-americanos com relação à atual reaproximação diplomática com Pyongyang.

Representantes dos dois países se reuniram nesta semana em Genebra para discutir os termos para a retomada de um processo de diálogo multilateral sobre a questão nuclear na Peníncula Coreana.

Neste mês os EUA e a Coreia do Norte também chegaram a um acordo para reiniciar a recuperação dos corpos de soldados norte-americanos mortos na Guerra da Coreia (1950-53), atividade que estava paralisada desde 2005.

Em sua primeira visita à Ásia desde que assumiu o cargo, Panetta elogiou esses fatos, mas usou termos duros para descrever a Coreia do Norte. Disse que o governo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) é "imprudente" e escreveu, em artigo publicado num jornal da Coreia do Sul nesta quarta, que a RPDC continua sendo uma "séria ameaça".

"Venho aqui porque sob muitos aspectos esta é a linha de frente", disse Panetta, dirigindo-se a centenas de soldados norte-americanos e sul-coreanos em Seul.

Uma fonte de alto escalão que acompanha Panetta na viagem disse ser importante que os preparativos militares estejam "alinhados com o processo diplomático" por causa da natureza cíclica dessas relações.

A Coreia do Sul é a última escala de Panetta na viagem de uma semana, que incluiu também o Japão e a Indonésia. Ele usou todas as oportunidades possíveis para assegurar aos aliados regionais que os EUA manterão uma presença sólida no Pacífico, apesar dos iminentes cortes no orçamento de defesa.

Isso é particularmente importante na Coreia do Sul e no Japão, onde os EUA têm cerca de 80 mil soldados e onde os aliados de Washington observam com nervosismo o fortalecimento militar da China.

Segundo Panetta, a retirada das forças dos EUA do Iraque, ainda neste ano, e a gradual retirada das forças do Afeganistão permitirão que os EUA dediquem mais atenção à Ásia oriental.



Fonte: Vermelho.org

Das guerras do ópio às guerras do petróleo

Por Domenico Losurdo

O domínio imperialista na seqüência das guerras do ópio. "A morte de Kadafi é uma viragem histórica", proclamam em coro os dirigentes da OTAN e do Ocidente, sem se incomodarem sequer em guardar distâncias em relação ao bárbaro assassinato do líder líbio e das mentiras desavergonhadas que proferiram os chefes dos "rebeldes". Sim, efetivamente trata-se de uma viragem. Mas para entender o significado da guerra contra a Líbia no âmbito do colonialismo é preciso partir de longe...

Quando em 1840 os navios de guerra ingleses surgem diante das costas e das cidades chinesas, os agressores dispõem de um poder de fogo de milhares de canhões e podem semear destruição e morte em grande escala sem temer a artilharia inimiga, cujo alcance é muito reduzido. É o triunfo da política das canhoneiras: o grande país asiático e sua civilização milenar são obrigados a render-se e começa o que a historiografia chinesa denomina acertadamente como "o século das humilhações", que termina em 1949 com a chegada ao poder do Partido Comunista e de Mao Zedong.

Nos nossos dias, a chamada Revolution in Military Affairs (RMA) criou em muitos países do Terceiro Mundo uma situação parecida com a que a China enfrentou no seu tempo. Durante a guerra contra a Líbia de Kadafi, a OTAN pôde consumar tranquilamente milhares de bombardeamentos e não só não sofreu baixas como sequer correu o risco de sofrê-las. Neste sentido a força militar da OTAN, mais do que um exército tradicional, parece-se a um pelotão de execução. Assim, a execução final de Kadafi, mais do que um fato causal ou acidental, revela o sentido profundo da operação em conjunto.

É algo palpável: a renovada desproporção tecnológica e militar reaviva as ambições e as tentações colonialistas de um Ocidente que, a julgar pela exaltada autoconsciência e falsa consciência que continua a ostentar, nega-se a saldar contas com a sua história. E não se trata só de aviões, navios de guerra e satélites. Ainda é mais clara a vantagem com que Washington e seus aliados podem contar em capacidade de bombardeamento mediático. Também nisto a "intervenção humanitária" contra a Líbia é um exemplo de manual: a guerra civil (desencadeada, entre outras coisas, graças ao trabalho prolongado de agentes e unidades militares ocidentais e no decorrer da qual os chamados "rebeldes" podiam dispor desde o princípio até de aviões) apresentou-se como uma matança perpetrada pelo poder contra uma população civil indefesa. Em contrapartida, os bombardeamentos da OTAN que até o fim assolaram a Sirte assediada, faminta, sem água nem medicamentos, foram apresentados como operações humanitárias a favor da população civil da Líbia!

Hoje em dia este trabalho de manipulação, além de contar com os meios de informação tradicionais de informação e desinformação, vale-se de uma revolução tecnológica que completa a Revolution in Military Affairs. Como expliquei em intervenções e artigos anteriores, são autores e órgãos de imprensa ocidentais próximos ao Departamento de Estado os que celebram que o arsenal dos EUA se enriqueceu com novos e formidáveis instrumentos de guerra. São jornais ocidentais e de comprovada fé ocidental que contam, sem nenhum sentido crítico, que no decorrer das "guerras internet" a manipulação e a mentira, assim como a instigação à violência de minorias étnicas e religiosas, também mediante a manipulação e a mentira, estão na ordem do dia. É o que está a acontecer na Síria contra um grupo dirigente mais acossado do que nunca por haver resistido às pressões e intimidações ocidentais e se ter negado a capitular diante de Israel e a trair a resistência palestina.


Mas voltemos à primeira guerra do ópio, que termina em 1842 com o Tratado de Nanquim. É o primeiro dos "tratados desiguais", ou seja, imposto com as canhoneiras. No ano seguinte chega à vez dos Estados Unidos. Também envia canhoneiras para arrancar o mesmo resultado que a Grã-Bretanha e inclusive algo mais. O tratado de Wahghia (nas proximidades de Macau) de 1843 sanciona o privilégio da extraterritorialidade para os cidadãos estado-unidenses residentes na China: mesmo que cometam delitos comuns, subtraem-se à jurisdição chinesa. O privilégio da extraterritorialidade, evidentemente, não é recíproco, não vale para os cidadãos chineses residentes nos Estados Unidos. Uma coisa são os povos colonizados e outra muito diferente a raça dos senhores. Nos anos e décadas posteriores, o privilégio da extraterritorialidade amplia-se aos chineses que "dissidem" da religião e da cultura do seu país e convertem-se ao cristianismo (com o que teoricamente passam a ser cidadãos honorários da república norte-americana e do Ocidente em geral).

Também nos nossos dias o duplo critério da legalidade e da jurisdição é um elemento essencial do colonialismo: os "dissidentes", ou seja, os que se convertem à religião dos direitos humanos tal como é proclamada de Washington a Bruxelas, os Quisling potenciais ao serviço dos agressores, são galardoados com o prêmio Nobel e outros prêmios parecidos depois de o Ocidente ter desencadeado uma campanha desaforada para subtrair os premiados à jurisdição do seu país de residência, campanha reforçada com embargos e ameaça de embargo e de "intervenção humanitária".

O duplo critério da legalidade e da jurisdição alcança suas cotas mais altas com a intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI). Os cidadãos estado-unidenses e os soldados e mercenários de faixas e estrelas espalhados por todo o mundo ficam e devem ficar fora da sua jurisdição. Recentemente a imprensa internacional revelou que os Estados Unidos estão dispostos a vetar a admissão da Palestina na ONU, entre outras coisas, para impedir que a Palestina possa denunciar Israel perante o TPI: seja como for, na prática quando não na teoria, deve ficar claro para todo o mundo que só os povos colonizados podem ser processados e condenados. A seqüência temporal é em si mesma eloqüente. 1999: apesar de não haver obtido autorização da ONU, a NATO começa a bombardear a Jugoslávia; pouco depois, sem perda de tempo, o TPI tratar de incriminar não os agressores e responsáveis da ruptura da ordem jurídica internacional estabelecida após a II Guerra Mundial e sim Milosevic. 2011: violentando o mandato da ONU, longe de se preocupar com o destino dos civis, a OTAN recorre a todos os meios para impor a mudança de regime e ganhar o controle da Líbia. Seguindo uma pauta já ensaiada, o TPI trata de incriminar Kadafi. O chamado Tribunal Penal Internacional é uma espécie de apêndice judicial do pelotão de execução da OTAN. Poder-se-ia dizer inclusive que os magistrados de Haia são como padres que, sem perder tempo a consolar a vítima, esmeram-se diretamente em legitimar e consagrar o verdugo.

Uma última observação. Com a guerra contra a Líbia, perfilou-se numa nova divisão do trabalho no âmbito do imperialismo. As grandes potências coloniais tradicionais, como a Inglaterra e a França, valendo-se do decisivo apoio político e militar de Washington, centram-se no Médio Oriente e na África, ao passo que os Estados Unidos deslocam cada vez mais seu dispositivo militar para a Ásia. E assim voltamos à China. Depois de haver deixado para trás o século de humilhações que começou com as guerras do ópio, os dirigentes comunistas sabem que seria insensato e criminoso faltar pela segunda vez ao encontro com a revolução tecnológica e militar: enquanto liberta centenas de milhões de chineses da miséria e da fome a que os havia condenado o colonialismo, o poderoso desenvolvimento econômico do grande país asiático é também uma medida de defesa contra a agressividade permanente do imperialismo. Aqueles que, inclusive na "esquerda", se põem a reboque de Washington e Bruxelas na tarefa de difamação sistemática dos dirigentes chineses demonstram que não se preocupam nem com a melhoria das condições de vida das massas populares nem com a causa da paz e da democracia nas relações internacionais.


O original em italiano e as versões em francês e castelhano encontram-se em http://www.domenicolosurdo.blogspot.com/

Fonte: resistir.info e Pátria Latina
Imagens: google

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Auto-Suficiência


Humanos

Façam a diferença!!! Sejam Auto-suficientes


Swadeshi – O Movimento Auto-Suficiente

Swadeshi - É uma doutrina altruísta, com as suas raízes no mais puro ahimsa (amor).”

Nunca é demasiado estudar e recordar alguém que, caso não houvesse documentação cinematográfica e fotográfica na época, seria certamente já considerado uma lenda ou um mito: Mahatma Gandhi. Raros são os humanos que nascem com tais características espirituais, por isso, apesar de ter sido uma figura controversa, amada e odiada, não são raros os que o olham como uma referência a seguir.

Uma grande maioria de nós sente, de uma maneira ou de outra, que algo está errado nas nossas sociedades. Uns acham que isto é inalterável e que pouco há a fazer. Outros acreditam numa mudança e tentam resistir. Há ainda aqueles que gostam do sistema consumista actual, continuando a alimentar-se da desgraça alheia enquanto lucram financeiramente com isso, mas todos nós, enquanto participantes activos deste tipo de economia, fazemos parte do problema.

Mas é essencial irmos beber sabedoria, estudar o melhor que a humanidade alcançou, instruindo-nos, assim, nas práticas e filosofias que, por mais utópicas que pareçam, podem, se bem pensadas e conjugadas com outras filosofias, edificar uma sociedade mais justa e equilibrada. Temos que ter a convicção de que existem gestos simples que, se forem postos em prática nas escolhas do dia-a-dia, começarão a fazer a diferença.

Quem vai refletir sobre a Globalização Económica em que vivemos – quem perdeu o seu emprego devido à deslocalização de multinacionais em busca de trabalhadores miseravelmente pagos no estrangeiro ou ao encerramento de fábricas com falta de encomendas face à rivalidade das estrangeiras, quem pensar na agricultura, nos terrenos abandonados e improdutivos, nas pescas, nos têxteis, na nossa dependência energética e divida externa e em toda a austeridade que nos é imposta em prol de uma economia distante que não passa de um rodopio de crises de cariz financeiro – não pode, pelo menos, deixar de achar curioso que, há cerca de um século atrás, Gandhi tivesse idealizado uma filosofia preventiva destes mesmos acontecimentos: O Movimento Swadeshi.

O que é o Swadeshi:

Swadeshi é o espírito interior que nos diz que devemos servir o nosso vizinho mais próximo antes dos outros e consumir produtos dos nossos vizinhos em vez de produtos vindos de lugares remotos. Fazendo isto, podemos servir a humanidade no máximo das nossas capacidade. Não podemos servir a humanidade negligenciando o nosso vizinho.Young India - 1919.

É pecaminoso comprar e usar produtos provenientes de trabalho precário. É pecaminoso comer cereais americanos e deixar o meu vizinho, comerciante de cereais, passar fome por falta de clientes. Da mesma maneira, é pecaminoso usar a ultima moda de Regent Street, quando sei que se tivesse usado artigos de fiadeiras e tecelões locais, ter-me-iam vestido, alimentado e agasalhado. - Young India, Oct. 13, 1921.

A definição de Swadeshi é bastante simples. Não posso servir um vizinho distante em detrimento do meu vizinho mais próximo. Não é algo vingativo ou punitivo, e de nenhuma maneira me impede de comprar, de qualquer parte do mundo, o que eu necessitar. Apenas me recuso a comprar seja de quem for, por mais bonito ou barato que seja, um produto que interfira com o meu desenvolvimento ou que prejudique indiretamente aqueles que a Natureza fez com que fossem os meus mais chegados. – Gandhi

O sistema económico que todos os dias alimentamos é movido pelo petróleo, uma energia relativamente barata que permite que um produto proveniente de um pais distante consiga, implicando trabalho precário e outros jogos fraudulentos de corporações que não respeitam de forma alguma a dignidade humana, chegar às nossas casas com um preço mais baixo que o daquele que nosso vizinho mais próximo produz. Sim, esses são os maus da fita, mas… somos nós que compramos os seus produtos.

O Swadeshi, para Gandhi, era muito mais que um indivíduo ou uma família ser auto-suficiente. O seu sonho era a criação de Comunidades Auto-suficientes, tendo chegado mesmo a propor que, a cada vila, fosse dado o estatuto de Republica Comunitária.

A razão era simples: Gandhi sabia que, com a Globalização Económica, cada nação iria querer exportar mais e importar menos para manter o balanço dos pagamentos a seu favor, e que isso iria gerar crises económicas sucessivas, desemprego constante, e um descontentamento crescente por parte das populações.

E agora que tudo parece um emaranhado de impossibilidades, que podemos nós fazer? Será possível reavivar o Swadeshi? Como poderemos nós, nas nossas comunidades, despertar as consciências para a importância das economias, artes e ofícios locais… para tentarmos, pelo menos tentarmos?

Para muitos, isto pode soar a Nacionalismo, mas não, pelo contrário. Gandhi também nos ensinou, através das suas palavras:

Até o Swadeshi, como qualquer outra coisa boa, pode conduzir à morte se for levado apenas como um fetiche. É um perigo que tem de se ter em conta. Rejeitar produtos, meramente porque são estrangeiros, ou desperdiçar tempo e dinheiro ao País para promover produtos nacionais que não são apropriados é um crime, e é também a negação do espírito Swadeshi. Um verdadeiro seguidor do Swadeshi nunca vai demonstrar hostilidade para com um estrangeiro: ele nunca vai atuar com antagonismo para com ninguém na Terra. Swadeshi não é um culto de ódio. É uma doutrina altruísta, com as suas raízes no mais puro ahimsa (Signif: Amor).

Se refletirmos bem, o objectivo não é cortarmos todas as ligações com o mundo. Não se trata de nos isolarmos ou de nos voltarmos a fechar numa economia onde ficaríamos todos pobrezinhos e pouco mais. É apenas um princípio que explora positivamente os recursos de cada região e a potencialidade das suas respectivas populações, privilegiando e fomentando as actividades locais, contribuindo, assim, e muito, para o aproveitamento dessas qualidades e para o combate ao desperdício energético.

Gandhi apostou no Khadi, através de um recurso que a Índia possui em abundância: o algodão. Este passou a ser o símbolo e o veiculo da resistência ao Império Britânico, provindo as populações que praticavam o Swadeshi. Um dos primeiros passos que teremos de dar será precisamente reflectir acerca de qual é o nosso Khadi, qual o produto em que devemos investir para diminuir a nossa dependência exterior.

Claro que estas ideias acabam sempre por trazer ao de cima uma das questões mais antigas enraizadas no ser humano, o pensamento comparativo que provém da inveja e da cobiça, do qual provém o seguinte raciocínio: “a comunidade do meu vizinho é mais rica do que a minha”. Mas Gandhi deixou-nos alguns alertas:

Um certo grau de conforto físico é necessário, porém, acima de um determinado nível, torna-se um obstáculo em vez de uma ajuda. Por isso é que o ideal de criar um número ilimitado de desejos e de satisfazê-los é um engano e uma armadilha. A satisfação própria das necessidades físicas deve chegar a um ponto e parar, antes que degenere em decadência física. Os europeus terão de remodelar as suas perspectivas se não quiserem perecer sob o peso dos confortos dos quais se estão a tornar escravos.

Olhando para esta imagem, não parece tarefa fácil. Como implementar ideias tão simples e que acabam por contribuir para o bem de todos nós num mundo cada vez mais desigual e desumano?

É simples: com a nossa escolha, a capacidade de decisão que nos é proporcionada pelo livre arbítrio. Após termos reduzido a nossa Agricultura e Pescas, começou-se, há uns anos, a ouvir que “o que é nacional é que é bom”. Mas não somos só nós que o dizemos. Por todo o mundo, muitas nações iniciaram campanhas de promoção do seu mercado interno.

Não lhe chamam Swadeshi, mas o princípio é o mesmo. O da racionalidade prática e da visão de um futuro melhor.

Não adianta pensarmos que Gandhi era um ser humano à parte, que como ele não há muitos, e que tem têm de aparecer outros líderes para nos orientarem. Não. Nós podemos ser a mudança. Estando informados e tomando as opções certas. Ao lado de Gandhi, estiveram milhares de homens e mulheres que hoje são completamente anónimos. Eles fizeram a sua escolha e o seu sacrifício. Gandhi não está cá, mas as suas palavras e ensinamentos são eternos enquanto os recordarmos. É deles que precisamos, não de andar às atrás de mais um líder. Cada um de nós pode fazer uma pequena mudança, e todas juntas farão a diferença.



Agradecimentos a Maria

Fonte: http://terrasolta.org/2010/08/swadeshi-o-movimento-auto-suficiente
Imagem: google


domingo, 23 de outubro de 2011

O Sionismo, o Islã e as religiões, quem está por trás de tudo?

Imran Nazar Hussain - Cientista e filósofo


Acredito que o recente anúncio do Presidente dos EUA de um aumento dramático na tropas dos EUA para ser enviado para ocupar o Afeganistão, foi camuflada com manobras psicológicas. Isso não foi surpreendente, pois aqueles que realmente tem controle da mídia nos EUA - o poder de escolher alguém, ungí-lo e torná-lo presidente - os americanos são um povo que tem doutorado em decepções.

O uso de mídia de com suas palavras suaves, por exemplo, é um truque inteligente para diminuir a atenção a partir da dura realidade da significativa e muito perigosa escalada militar dos EUA naquela região volátil do mundo. Os leitores devem saber que o Afeganistão é o coração da antiga Khorasan, e tem a distinção única de nunca ter sido vítima da ocupação ocidental. Eles também devem saber que os "corretores" do poder que controlam a Casa Branca estão imprudentemente mergulhando toda a humanidade para um abismo, coisa que que nunca foi experimentado antes na história - certamente muito pior do que qualquer coisa experimentada com George Bush.Há um truque na esperança confiante de Obama de que oito anos sangrentos da guerra dos Estados Unidos ricos, sobre o país mais pobre do mundo, agora pode terminar nos próximos três anos. Este anúncio foi feito para instilar esperança (falsa) no povo americano para o fim da ocupação dos EUA que está cada vez mais impopular e injusto, desse país sitiado e empobrecido, mas ainda assim desafiante. Faz parte também da sua pretensão enviar uma mensagem (dupla) de esperança para o Afeganistão, bem como para o vizinho Paquistão, que os EUA estariam agora procurando por uma estratégia de saída que permita uma retirada militar daquela região do mundo dentro desse prazo de três anos - Daí a necessidade das negociações com a resistência afegã.

Há uma razão pela qual o governo dos EUA teve que recorrer a tais manobras enganosas para apoiar a sua perigosa e irresponsável escalada militar. É porque a justificação 11/09 para guerra no Afeganistão há muito tempo evaporou quando os americanos perceberam que os atentados eram uma fraude. Na verdade, a única razão pela qual o ressentimento americano contra a guerra injusta ainda não explodiu em todo o país é pelo uso da poderosa e altamente eficaz da mídia ocidental controlando notícia para lavagem cerebral nas pessoas ao redor do mundo (incluindo o Paquistão e os meus próprios nativos Trinidad e Tobago). Sem televisão, rádio, jornais, e os articulistas até mesmo os norte-americana com a chamada "guerra ao terror" há muito teriam se dado conta que se trata de uma "guerra contra o Islã" que é travada em nome de Israel.
É quase certo que escalada militar dos E.U.A no Afeganistão constitui mais um sinal tangível de preparação pela tripla aliança anglo-americana-israelense para o ataque há muito planejado, em conjunto com a Índia, no Paquistão e nas proximidades. Este escritor tem prendido por muito tempo a visão de que o ataque 11/09 de falsa bandeira terrorista à América era para pavimentar o caminho para o ataque ao Paquistão, que agora consideramos iminente.

O seu principal objetivo no ataque ao Paquistão seria procurar destruir as centrais nucleares do país e as armas nucleares para remover permanentemente o Paquistão do clube nuclear. No entanto, a fim de conseguir a desnuclearização permanente do Paquistão também seria necessário procurar desmenbrá-lo para que ficasse apenas com forças inofensivas. Só assim eles podem ter a certeza de que o Paquistão não representa qualquer ameaça para Israel que está agora pronta para substituir os EUA como a terceira e última potência de Estado no mundo moderno.

A misteriosa agenda imperial israelita messiânica foi explicado no meu livro intitulado "Jerusalém no Alcorão".
É um assunto que está fora do escopo da erudição secular, portanto, po isso há o profundo silêncio daqueles que exercem o escrever, pois é necessário manter oculto, já que é assunto estratégico.
Se as perecepções que este escritor expressou anteriormente sobre os eventos que estão a se desenrolar estiverem corretos, então para o Paquistão em breve chegará momento da verdade. Paquistaneses que, erroneamente têm apoiado seu governo e suas forças armadas em uma aliança com os EUA, e na participação na norte-americana chamada "guerra ao terror", vão perceber tarde demais que foram enganados e, consequentemente, estiveram grosseiramente equivocados.
Acredito que plano maligno do inimigo é para o noroeste da fornteira do Paquistão, bem como a Província do Baluchistão, a ser ocupado por tropas dos EUA. Os EUA, então vão procurar separar esse território do Paquistão e para incorporá-lo em um Afeganistão que já está sob ocupação dos EUA. No entanto, tal união para criar um Afeganistão ainda pode sair pela culatra para cumprir uma profecia Khorasan do Profeta Muhammad (que a paz esteja com ele), referida mais adiante neste ensaio.

Quase todos os paquistaneses (excetuando o Presidente Asif Zardari e o ex-presidente Pervez Musharraf, assim como os homens e mulheres que voluntariamente os serviram) se anteciparam que a Índia vai juntar-se alegremente aos EUA em um ataque ao Paquistão, e iria aproveitar a oportunidade para tentar reunir
o resto da Caxemira, bem como, pelo menos, parte do território adjacente indiano do Punjab e Sind indiana, com a mãe-Índia. Se esse plano maligno tiver êxito, um Paquistão dividido permaneceria impotente para evitar a hegemonia indiana.

Outro objetivo da tentativa de desnuclearizar e dividir o Paquistão seria, então, psicologicamente intimidar e desmoralizar todo o mundo do Islã como para tornar os muçulmanos incapazes de oferecer qualquer resistência à ditadura universal política e econômica que agora está alcançando o mundo.
Se estes três objetivos principais da guerra contra o Paquistão são alcançados, em seguida, o caminho estaria claro para Israel prosseguir a sua agenda messiânica misteriosa e imperial. Infelizmente, dado o péssimo desempenho da liderança do Paquistão pró-americano político e militar que sempre apoiou e continua apoiando aos norte-americanos na chamada "guerra ao terror", por conta disso muitas coisas são agora possíveis.

Israel terá de travar grandes guerras sangrentas, a fim de aumentar drasticamente o seu território até que abrange as fronteiras (falso) Bíblicos da Terra Santa (".. Desde o rio do Egito até o rio Eufrates").
Israel pode, então, tomar medidas para livrar-se da sua população não-judáica e os palestinos que se tornariam ainda mais totalmente intransigente e hostis à dramatica expansão do -Estado Euro-judaico. Fiel ao seu património europeu, Israel poderia recorrer à limpeza étnica dos palestinos tais que replicar ao Euro (branco) a mesma limpeza étnica americana ao nativo (vermelho) dos povos indígenas das Américas. O mundo não pode ter que esperar muito tempo para testemunhar este êxodo dos pobres refugiados palestinos fugindo de suas próprias vidas por contar da bárbara máquina de guerra israelense.

A alternativa a outro êxodo palestino poderia naturalmente ser a escravização do povo em uma forma que lembra a escravidão ocidental do povo Africano.
Os africanos foram escravizados e explorados para com o qual construiram um mundo novo nas Américas, África do Sul e em outros lugares no mundo para o homem branco dominante. Os palestinos seriam escravizados por razões semelhantes na nova Pax Judaica.

O mundo agora provavelmente testemunha um aumento contínuo das tropas no Afeganistão - britânicos, franceses, canadenses, alemães, italianos, australianos, japoneses, etc - e com a Índia se preparando para atacar simultaneamente a partir do Oriente, o Paquistão será cercado de ambos os lados
. Prevejo que Israel estaria escondido com cuidado em esperar até o último momento, quando ele sair de trás das cortinas com ataques de mísseis nas usinas nucleares do Paquistão. Em seguida, com talvez mais de metade de um milhão de soldados da NATO aconteceria a invasão do ocidente, e um número igual de tropas indianas invasoras do leste, que vai ser um assunto tão sangrento e confuso que pode possivelmente resultar em violentos e maciços levantes contra governos ocidentais em todo o mundo (pró-ocidental) com os quais os muçulmanos mantém relações.

Eu suspeito que este é precisamente o tipo de colossal distração em todo o mundo que o governo dos EUA procurará ativamente explorar para dominar a onda de ressentimento americano contra o colapso simultâneo do dólar dos EUA que agora estaria acontecendo. Enquanto empobrecida a América negra certamente sofrerá com a queda do dólar dos EUA, já a rica América branca é quem realmente sofrerá com a perda da maior parte de sua riqueza. Que a perda de riqueza ocorreria em conseqüência de 'substituir o dinheiro "a ser oferecido para em troca do dólar com um deságio a uma taxa de câmbio de cerca de 5 centavos por dólar. Agora pode-se entender por que os tubarões ao redor do mundo estão comprando o ouro e tudo quanto podem, enquanto as sardinhas indefesas e inocentes continuam à espera de serem sacrificados no altar messiânico de Israel. Na verdade, graças ao Federal Reserve dos EUA, a história se repete. O Federal Reserve fez isso ao povo americano em abril de 1931 e eles estão prestes a fazê-lo novamente hoje.

Nosso estudo sobre o assunto de Dajjal o falso Messias ou Anti-Cristo, assim como Gog e Magog, levou-nos à conclusão a mais de 15 anos atrás, que o dólar dos EUA deve ter o seu colapso em nossos dias, a fim de abrir caminho para um novo
sistema monetário internacional. Novo sistema monetário que acabaria por ser baseado em invisível e intangível moeda eletrônica que seria controlado por um sistema bancário internacional em grande parte sob o controle de judeus dos seus tentáculos na Europa. Aqueles que controlam o novo pós-Bretton Woods do sistema monetário internacional, então poderão usá-lo para a vantagem de Israel e em nome de Israel. O controle de Israel sobre o sistema monetário do mundo, por sua vez ajudará a fornecer a Israel o estatuto de terceiro e último Estado governante do mundo.
Se, e quando os eventos descritos acima não ocorrerem, são susceptíveis de ter um impacto positivo para o Islã, uma vez que iria separar o 'trigo' do 'joio' muçulmano. As fileiras dos "grãos" que iriam apoiar ou participar da resistência armada islâmica contra a opressão, agressão e ocupação, aumentaria dramaticamente. Além disso, tão importante, os "grãos" iriam finalmente perceber a natureza falsa e fraudulenta de quem criou o dinheiro e agora estariam dispostos a travar o esforço para recuperar o uso do dinar de ouro e prata como dinheiro.
A 'casca', de capitão para cozinhar, continuaria a adorar no altar de um visto dos EUA, Green Card e Passport, e continuaria seus esforços para migrar para as terras de leite e mel. Eles considerariam a sua residência nos países ocidentais a ser equivalente à residência no paraíso, e que desdenhosamente rejeita qualquer chamada para voltar para casa para o "inferno" no Paquistão. Alguns deles, ainda na fila de espera para ir para a América, seria mesmo que adquirir um sotaque americano perfeito, sem nunca pôr os pés em solo americano.
Deve ser particularmente prejudicial para que a elite ocidentalizada e secularizada, tanto dentro como fora do Paquistão, que ensaios como este devem ser escritos por estudiosos do Islã, que não têm medo de proclamar a verdade nos rostos dos maiores tiranos do mundo.
Na verdade, esta separação de 'grão' de 'casca' muçulmanos já está acontecendo e irá acelerar à medida que as verdadeiras razões para aumento das tropas de Obama são realizados no Afeganistão.
Os inimigos que agora estão travando guerra contra o Islã devem ter calculado mal. Eles subestimaram o Profeta Muhammad (que a paz esteja com ele), que profetizou que um exército muçulmano iria libertar a Terra Santa da opressão judaica. Cada "grão" muçulmano sabe que o exército iria sair de Khorasan, e que o Noroeste do Paquistão é uma parte da antiga Khorasan.
Algumas respostas:

1. "Grain" os muçulmanos agora residente nos EUA, Reino Unido, Canadá, Europa, Austrália, Singapura, etc, cujos corações são tocados por esses pontos de vista a ser encontrada neste ensaio humilde agora devem tentar escapar das garras de Dajjal, de modo que eles possam recuperar a liberdade para apoiar ou participar da resistência armada islâmica à opressão que defender a honra do Islã.

2. Muçulmanos paquistaneses não devem perder tempo em livrar-se dos líderes pró-americanos políticos e militares e de informação e os novos czares que lhes são impostos por seus inimigos. Eles provavelmente têm apenas um ano para deixar de fazê-lo. Afinal, seus inimigos não teriam investido tanto na promoção do dia do juízo final em 2012 se não tivessem desenhado coisas sinsitras para explorá-la em seu benefício. Este escritor respondeu a um traidor como aqui em Trinidad, um líder de talão de cheques de uma organização pró-americano islâmico, declarando publicamente que "eu não iria orar sobre seu corpo, nem que eu iria ficar em seu túmulo" (a menos que ele faça Taubah e se desvie de sua conduta de traição).

3. Os muçulmanos de todo o mundo devem exigir o rompimento das relações diplomáticas e consulares com todos os países, cujas tropas estão em guerra no Afeganistão e em outras partes do mundo muçulmano. Eu mesmo parei de viajar para esses países - mesmo quando em trânsito para outros lugares.

4. Alguém localizado em uma distante ilha caribenha de Trinidad (como eu), não pode oferecer uma análise detalhada dos eventos rápidos e os desdobramentos sobre o Paquistão. Em vez disso, há analistas competentes e articulistas que já está fazem isso. Aconselho no entanto, que os leitores devem proteger-se de tais rádios, televisães e jornais que são os porta-vozes da mera propaganda desses mesmos que agora estão prontos para tacar o Paquistão ..

Apêndice:

Aqui é a minha resposta para a vitória eleitoral de Obama fazendo-o Presidente dos EUA:
A cúpula financeira / monetária que agora está sendo organizada é certamente ligada à fase Dajjal de três.

É através de um estudo de eventos que levou à passagem da fase de Dajjal é um para a fase dois que podemos antecipar e reconhecer os eventos que agora estão se desenvolvendo, e logo a se desenrolar no processo histórico, o que indicaria a passagem para a fase três.

Há muito tempo antecipou-se que a criação de um novo sistema monetário internacional para substituir o cambaleante acordo de Bretton Woods e seria este justamente o sinal.
Agora temos de olhar com cuidado para tentar reconhecer o que são as evidências cuidadosamente escondidas que confirmam a transferência do capital financeiro do mundo de Washington para Jerusalém.
Também devemos antecipar que grandes guerras também irrompem em que Israel iria mostrar a sua superioridade militar sobre o resto do mundo - incluindo Reino Unido e EUA.

Não só a eleição de Obama como presidente dos EUA tentando agora 'branquear' a terrivelmente suja imagem dos EUA no mundo, mas também permite que a cabala para explorar seu compromisso de ampliar a guerra no Afeganistão para sua vantagem. É, portanto, uma administração Obama preto que seria liderada pelo nariz para atacar instalações nucleares do Paquistão (talvez em conjunto com um ataque de hidus no Paquistão), enquanto que Israel explora a oportunidade de atacar simultaneamente as usinas nucleares iranianas. O resultado imediato de uma guerra seria o aumento astronômico no preço do petróleo e ouro e consequente colapso total do dólar dos EUA e da economia dos EUA e sabidamente deixaria aleijado o Partido Democrata para as próximas décadas.

Discurso de John McCain de concessão indica que ele (assim como a liderança do Partido Republicano) estão bem conscientes de que eles levaram Obama / Afro-Américano / o Partido Democrata por um caminho para serem sacrificados e abatidos como uma vaca. Obama e os afro-americanos têm apresentado inocência completa do fato de que nunca poderiam ter sucesso tanto porque a cabala branca tinha feito a escolha de ter um homem negro eleito como Presidente.
Não foi por acaso que a atual fase da crise financeira iniciada no início de setembro e imediatamente seu impacto sobre o concurso para a Casa Branca em uma maneira que, eventualmente, garantiu a vitória para Obama.




Retirado do blog:

http://prezadocarapalida.blogspot.com/2011/10/o-sionismo-e-o-isla-e-as-religioes-quem.html

Texto original em:
http://imranhosein.org/articles/islam-and-politics/175-obamas-afghan-surge-pakistans-moment-of-truth-and-death-of-the-us-dollar-.html

Morte de Kadafi foi queima de arquivo


por Pedro Estevam Serrano

A morte do ditador Muamar Kaddafi põe fim, indiscutivelmente, a um período histórico da nação líbia. A esperança do mundo é que daí nasça um período de paz e democracia para este povo já tão sofrido

Kaddafi é um líder que não deixa saudades. Um terrorista de Estado, exemplo fácil de ser lembrado em sala de aula para ilustrar as formas de se usar o poder para cometer crimes lesa-humanidade.

Entretanto, o grau de civilização de um sociedade é medido pela forma como trata seus culpados. E, convenhamos, a morte de Kaddafi, na forma como ocorreu, em meio a um tratamento indigno, degradante e cruel com o prisioneiro (como registraram as imagens divulgadas) foi o retrato de uma governabilidade global que cada vez mais se aproxima em métodos do mais rasteiro banditismo.

Se as forças internacionais, agindo como força policial e não como Forças Armadas, optaram, corretamente ou não, ao arrepio da soberania do povo líbio, por intervir militarmente no conflito civil daquele país, por evidente haveriam de se responsabilizar pelo tratamento jurídica e humanamente adequado dos prisioneiros que de alguma forma contribuíram para com seu aprisionamento.

Com a sofisticação dos instrumentos tecnológicos que dispõem os serviços de inteligência das nações envolvidas nas operações é difícil acreditar que tudo tenha ocorrido ao mero acaso, como declarou o comandante das tropas insurretas líbias – que aprisionaram Kaddafi. Mais improvável ainda é supor que o descontrole tenha sido tanto ao ponto de o referido comandante presente no local não ter conseguido controlar seus subordinados.

Para convalidar as suspeitas, cito a indesculpável decisão do atual governo líbio de vedar qualquer exumação ou perícia no corpo (decisão mais tarde revista).

Da mesma forma que ocorreu na morte do terrorista Bin Laden, não apenas direitos humanos fundamentais do prisioneiro foram desconsiderados, mas suprimiu-se algo que seria de todo interesse público: o legítimo processo junto ao Tribunal Penal Internacional.

No caso de Kaddafi a situação é mais instigante. Kaddafi foi chefe de Estado por décadas. Durante este período contou com o apoio, suporte ou tolerância de Estados ocidentais às atrocidades que praticou.

Seria de toda importância para a opinião publica global ouvir seus depoimentos na Corte Penal Internacional. As culpas de Kaddafi são conhecidas e evidentes, mas não as de seus parceiros em diferentes momentos históricos. Certamente lideres de países ocidentais de diferentes matizes ideológicas ao menos teriam suas biografias maculadas.

Por conta deste evidente e relevante interesse político em eliminar Kaddafi é que a utilização da expressão “queima de arquivo”, jargão usado para designar o homicídio de testemunha ou comparsa para evitar seu depoimento, me parece adequada ao menos como suspeita a ser verificada com relação à morte do prisioneiro.

Diversos autores contemporâneos já têm apontado como as forças armadas dos Estados nacionais das nações ocidentais, em especial as de primeiro mundo, vêm se transformando paulatinamente, de forças de defesa territorial e da soberania de países em força policial a serviço de uma governabilidade global que tem mais feição Schimittiana que liberal, insubmissa que é a qualquer regra de direito.

Ocorre que nos casos das mortes de Bin Laden e Kaddafi vemos estas forças se degradando até mesmo do já degradado papel de força policial global para adotar atitudes de verdadeiro banditismo, “queimando arquivos” às abertas e sem qualquer contestação dos órgãos da mídia comercial.

Diga-se, estes terroristas mortos não deixam saudades, mas a ausência de seus depoimentos perante uma corte internacional, no devido processo legal, que certamente os condenariam, deixa um vácuo histórico insuscetível de reparação, além da evidente agressão aos direitos fundamentais do homem perpetrada por nações que se dizem civilizadas.

Pedro Estevam Serrano é advogado e professor de Direito Constitucional da PUC de São Paulo.


Fonte: Carta capital, viomundo

A VERDADEIRA FORÇA DA MUDANÇA

(Reproduzo aqui esse maravilhoso post do Blog O Tempo Chegou...)

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Uma gota de água...

Sozinha não é capaz de fazer praticamente nada.

No entanto se for capaz de se juntar a milhões de outras gotas como ela

consegue formar uma parede imensa... com uma força imensurável... apenas porque se juntou a outras gotas, que sozinhas não conseguem nada...

Mas juntas... juntas,


juntas... têm o poder de transformar tudo... juntas são capazes de moldar, são capazes de voar... juntas,



Juntas são capazes de transformar em areia fina a mais dura das rochas... juntas são poderosas... mas apenas se estiverem juntas...


SÓ JUNTOS
seremos capazes de ser a
FORÇA DA MUDANÇA
pois sozinhos somos apenas uma gota de água...







Agradeço ao amigo
Fonte: O Tempo Chegou... - http://otempoquehadevir.blogspot.com/

Assassinato de Moatassem Gaddafi



Filho de Muamar Gadaffi, Moatassem Gaddafi liderou as forças ainda leais ao seu pai nos confrontos contra a OTAN.
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