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domingo, 20 de novembro de 2011

CHEVRON - GREENPEACE - REVENUE WATCH INSTITUTE

Desde o dia 11 de novembro o Greenpeace em seu site mostra claramente que tinha conhecimento do derramamento de petróleo provocado pela Chevron.








Mas só fizeram manifestos "contra" a Chevron no dia 18 de novembro???

Esperaram uma semana inteira sabendo do vazamento???


Somente uma semana depois é que os "Ambientalistas" resolveram se manifestar fisicamente???

E qual foi o manifesto???





Como podemos ver, o manifesto do GREENPEACE foi sujar o chão com uma tinta não tóxica!!!! Passou-se uma semana e o que vimos foi isso.


Confiram: dia 11 de novembro -

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/onda-negra-do-petrleo/blog/37791/

dia 16 de novembro -

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Petroleo-nada-transparente/

dia 18 de novembro -

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Chevron-seu-petroleo-nossa-sujeira/

Após o vazamento da Chevron, Greenpeace coloca o pré-sal em xeque

Vejam aqui: http://portalmaritimo.com/2011/11/18/apos-o-vazamento-da-chevron-greenpeace-coloca-o-pre-sal-em-xeque/

O mais interessante nisso tudo é que o GREENPEACE está muito "preocupado" com o Pré-Sal no Brasil.

Vejam:

Observando o pré-sal

Postado por Leandra Gonçalves - 4 - nov - 2011 às 16:36

O Greenpeace acaba de integrar o Observatório do Pré-sal e passará a contribuir com a produção de informações sobre exploração de combustíveis fósseis e o conflito com o meio ambiente e sociedade.

O Observatório do Pré-sal integra um conjunto de iniciativas do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), com o apoio do Revenue Watch Institute (RWI), sobre a indústria extrativa mineral. O objetivo das ações é constituir uma rede de parceiros, produzir e divulgar informações sobre empreendimentos e, assim, incentivar formas de controle social dessas empresas e negócios de extração.

O site produz notícias e análises sobre essa indústria, discute os temas atuais do setor e levanta assuntos para o debate. A exploração do pré-sal e outras iniciativas de extração mineral resultam em impacto direto para o já combalido meio ambiente e para populações que vivem nas áreas desses empreendimentos.A escala com que o extrativismo se intensifica no Brasil e no mundo não é sustentável. Gera desigualdades e destrói o planeta. A discussão sobre novos paradigmas de desenvolvimento é urgente. O Observatório também quer contribuir com esse debate. E o Greenpeace será parte dessa construção.

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/observando-o-pr-sal/blog/37679/

Com o apoio do Revenue Watch Institute (RWI)???

Mas o que é Revenue Watch Institute???

O Open Society Institute (Istituto para uma Sociedade aberta), é uma fundação que financia projetos, fundado em 1993 pelo investidor George Soros para dar um suporte as suas fundações na Europa Central e Oriental, e na antiga União Soviética.
A Rede de Fundações Soros abrange hoje mais de 60 países.





O Programa Revenue Watch do Open Society Institute considera a utilização transparente de receitas geradas pela venda e transporte de recursos naturais uma questão de grande importância para o desenvolvimento regional e para a promoção da sociedade civil.
O programa visa produzir e publicar pesquisas, informações, e promover a defesa do direito ao conhecimento sobre como as receitas são investidas e desembolsadas, e como os governos e as companhias extrativas respondem às demandas cívicas pela responsabilidade de prestar contas de seus atos.
O programa também procura capacitar grupos locais para monitorar a gestão governamental das receitas petrolíferas e para garantir que as receitas advindas de recursos naturais existentes e futuros sejam investidas e aplicadas em benefício público.


E quem é George Soros???

George Soros - Judeu secularista nascido em 12 de agosto de 1930 em Budapeste, Hungria, com o nome de Schwartz György, é hoje um dos homens mais ricos do mundo. George Soros também é um dos maiores financiadores do globalismo, para ele, a saida para um mundo melhor é a diminuição do poder dos Estados Nacionais no mundo e a criação e fortalecimento de uma "Sociedade Mundial Aberta", George Soros investe todos os anos Bilhões de dólares em ONGs que promovem suas causas pelo mundo.





Bem, meus amigos Humanos Brasileiros, agora fiquem cientes porque tanta preocupação do GREENPEACE com o PRÉ-SAL e quase nenhuma com a CHEVRON.








Fonte: greenpeace, revenuewatch.org
Imagens: google

LUTEM PELO BRASIL, NÃO CONTRA ELE



Vídeo e texto postado no Youtube por Abbelardo34

Este Vídeo é uma resposta ao vídeo que a Rede Globo vem exibindo contra a Hidrelétrica de Belo Monte.

A melhor forma de acabar com o Brasil, é colocar o brasileiro contra o brasileiro.


É subverter valores, é ridicularizar o interesse vital e estratégico do Brasil em função de uma visão simplista criada e incentivada por ONGs internacionais as quais financiam simbioticamente os interesses de alguns indigenistas que usam ipod e falam inglês, financiam campanhas publicitarias para desmoralizar nosso governo quando este faz o certo. Nunca ví um artista global reclamar por educação de qualidade, incentivo à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, reclamar do dinheiro que será disperdiçado com a copa do mundo... mas quando tem gringo a favor de "lutar pelos índios" alguns de nossos artistas abraçam a causa como se Sigouney weaver ou Cameron, ou DiCaprio fossem brasileiros.

Tornam a necessidade de energia do nosso País inferior a qualquer interesse externo e conclamam aos próprios brasileiros a assinar uma petição contra o desenvolvimento do Brasil.

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"Se internacionalizar a amazonia não será tão facil, então internacionalizem os brasileiros"
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Se vc concorda, e esta disposto a lutar contra os interesses de ONGs internacionais e modinhas de tirar o sutiã pra promover o subdesenvolvimento do Brasil, DISSEMINE ESTE VÍDEO, FAÇAM SEUS PROPRIOS VIDEOS.
COM A INTERNET, ACABOU O MONOPOLIO DE CERTAS EMISSORAS MANIPULADORAS.

LUTE POR TEU PAÍS, NÃO CONTRA ELE.


FAÇAM AS CONTAS.

A UHE Belo Monte terá de área alagada 514,8 Km², dos quais aproximadamente a metade 228 km², correspondem ao leito natural do Rio Xingu.

A área do parque, que conta com mais de 27 000 km² quadrados enquanto que a área da usina alagada totaliza 515 km².

A matemática não mente (ongs internacionais sim)

Belo monte corresponde 1,8% do parque do xingu.

Caberiam 52,5 áreas alagadas de Belo Monte dentro do Parque do Xingu.

Vivem na área do Xingu, aproximadamente, 5 500 índios

São paulo tem 1523 km2 segundo site do IBGE

• Seria necessário 1600 km2 de placa solar numa região de sol aberto, para gerar 11 mil MW de energia (capacidade da hidrelétrica de Belo Monte)

As placas são construidas usando metais tóxicos como mercúrio, indio, cádmio e cromo

• atores e atrizes da Globo reclamam da Belo Monte ser CARA e AMEAÇAR O MEIO AMBIENTE, e sugerem usar energia solar que é 50 vezes mais prejudicial nos 2 sentidos.

• Sério que ainda tem gente que leva a Globo a sério??

Fonte: youtube

Muito obrigado Abbelardo34 por ser um verdadeiro brasileiro.

sábado, 19 de novembro de 2011

WI – Worldwatch Institute

Fundado em 1974, o Worldwatch Institute (Instituto de Vigilância Mundial) tem constituído, juntamente com o WRI e o Centro Mundial de Vigilância da Conservação (baseado em Cambridge, apoiado pala UICN e pelo WWF), entidade pertencente ao PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o centro de inteligência do aparato ambientalista internacional.

Segundo suas próprias publicações, sua função primordial é «alertar os formu­ladores de políticas e o público em geral para as tendências globais emergentes na avaliação e para o gerenciamento de recursos, tanto humanos como naturais».

Presidido desde a sua fundação por Lester R. Brown, cuja especialidade é requentar a falácia malthusiana da escassez de alimentos sob diversas rou­pagens, o Instituto é outra entidade ambientalista cujo pontapé inicial foi proporcionado pela rede “filantrópica” da família Rockefeller.

O instituto publica anualmente o relatório «State of the World» («Estado do Mundo»), um compêndio de retórica e profecias apocalípticas cujo objetivo principal é demonstrar a inviabilidade da expansão industrial a todo o planeta, o qual já foi adotado como livro-texto em mais de 600 centros universitários dos EUA, além de ser regularmente publicado em mais de dez idiomas.

«A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial»



Fonte: retirado do Blog do Ambientalismo

Créditos: este post é matéria apresentada no livro «A Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», em capítulo específico destinado a apresentação das principais ONGs ambientalistas/indigenistas que atuam, de alguma forma, no Brasil.

ONGs e Empresas – Parcerias Brasileiras


Em matéria sobre o polêmico relatório da ONG Global Witness, que acusa o Fundo Mundial para a Natureza (WWF)) de se associar a empresas desmatadoras, assunto que foi tratado na última edição deste Alerta (4/08/2011), o jornal O Estado de São Paulo de 7 de agosto revelou uma série de informações interessantes sobre a ocorrência de casos similares no Brasil. Segundo a reportagem, ONGs ambientalistas que atuam no País têm se associado com empresas do setor petrolífero e de outras áreas tradicionalmente vistas como “inimigas” pelo ambientalistas, em um sinal de “flexibilização” dos seus critérios de atuação, devido à redução dos repasses de verbas de suas matrizes. Nada disso é novidade para os nossos leitores, mas é sempre interessante que a chamada grande mídia destaque o assunto.

A cara-de-pau da Fundação Amazonas Sustentável

Um dos casos citados pelo “Estadão” é a recém-firmada parceria entre a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e a HTR, empresa do setor de petróleo e gás que atua na Amazônia, que prevê um total de R$ 4 milhões em aportes para programas de preservação e educação ambiental, no biênio 2011-2012. Além disto, quando começar a explorar o petróleo na Bacia do Solimões, a HRT vai doar R$ 1 de cada barril de petróleo vendido para projetos da FAS. O superintendente-geral da FAS, Virgílio Sampaio, declarou que é necessário adotar uma postura mais “pragmática”, e qualificou qualquer recusa de financiamento de empresas do ramo do petróleo como “hipócrita”, em vista do fato de que “dependemos de carros e usamos plásticos”.

O Instituto BioAtlântica e Eike Batista

Outro exemplo citado é a parceria firmada entre o grupo EBX, do empresário Eike Batista, com o Instituto BioAtlântica (Ibio) e a empresa Brasil Florestas. O acordo prevê investimentos de R$ 2,3 milhões no Corredor Ecológico do Muriqui, com 400 mil hectares. O corredor fica próximo ao complexo industrial do Porto do Açu, situado no Norte Fluminense, que está sendo desenvolvido pelo grupo de Batista.

Cara-de-pau também do WWF

Nesse quadro, não poderia faltar o indefectível WWF-Brasil, cujo superintendente de Conservação, Carlos Scaramuzza, proporcionou aos leitores do jornal uma manifestação didática do “pragmatismo” dos defensores da natureza. Segundo ele, um comitê da ONG avalia os riscos das parcerias com as empresas e, nos casos que envolvem “muito dinheiro”, estas são solicitadas a apresentar uma análise sobre os seus passivos ambientais. O objetivo, diz ele, é tornar mais sustentável a maneira como se produz no País: «Atuar com as corporações é uma forma de atingir também fornecedores e consumidores. Mas há a necessidade dae avaliação cuidadosa. Posso iniciar uma conversa no marketing, mas se não passar de lá não me interessa. Quero conversar com a área de produção, com a diretoria.»

Ademais, Scaramuzza afirma que o WWF-Brasil não faz parcerias com empresas do setor de mineração e com grandes empreiteiras. Em vez delas, prefere instituições como o HSBC Seguros, Fundação Banco do Brasil e Ambev. Uma visita ao sítio da ONG mostra que, além destas, outros parceiros corporativos são o Itaú/BBA, Unilever, Walmart Brasil, Intercontinentals Hotels Group (IHG) e Boehringer Ingelheim.

Como se percebe, é bastante lucrativa para ambas as partes, a parceria entre ambientalistas em busca de recursos e empresas interessadas em apresentar uma imagem “verde”. Vantagens para todos – menos para o País, que fica à mercê de campanhas orientadas contra o seu pleno desenvolvimento.




Fonte: retirado do Blog do Ambientalismo

Créditos ➞ este post é matéria apresentada no boletim «Alerta Científico e Ambiental»,

Imagemhttp://mercadoetico.terra.com.br

CHEVRON TENTOU ROUBAR PETRÓLEO DO PRÉ-SAL BRASILEIRO


A petroleira norte-americana Chevron, responsável pelo vazamento de óleo que já dura dez dias na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, é suspeita de tentar alcançar a camada de pré-sal no Campo do Frade. Se a suspeita for confirmada, o episódio se revelará num dos mais emblemáticos casos de agressão à soberania nacional promovida por uma empresa estrangeira. A possibilidade é admitida por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, de acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo. A Polícia Federal, que investiga o caso, desconfia inclusive que o acidente possa ter ocorrido justamente devido à possível perfuração de poços além dos limites permitidos.

Segundo a reportagem, a sonda usada pela Chevron tem capacidade para perfurar até 7,6 mil metros, mais que o dobro do necessário para a perfuração dos quatro poços autorizados no Campo do Frade (de até 1.276 metros de profundidade). A ANP quer saber ainda se houve falhas inclusive na construção do poço e se foi utilizado material inadequado. Também não se sabe se foram feitos os testes de segurança antes do início da perfuração.


Responsável pelo inquérito, o delegado Fábio Scliar, titular da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF, disse na reportagem que já existem indícios de que estrangeiros estejam trabalhando ilegalmente no litoral brasileiro. ?É algo sério. Se isso for comprovado e esses estrangeiros em situação irregular estiverem recebendo salários no exterior, por exemplo, já se configura crime de sonegação fiscal e de sonegação previdenciária?, disse o delegado ao Estado de S.Paulo. A empresa nega a irregularidade.

Embora nem mesmo a Chevron saiba dizer quantos litros vazaram da plataforma (as estimativas da ANP indicam que a vazão média de óleo derramado estaria entre 200 e 330 barris/dia no período de 8 a 15 de novembro), o episódio pode acelerar a discussão sobre a segurança nacional em torno de sua principal riqueza. Na internet, começam a surgir manifestações para que a empresa estrangeira seja expulsa do País.


O episódio deixou clara também a situação de vulnerabilidade da exploração de petróleo em alto mar, área onde os órgãos fiscalizadores, como o Ibama, não conseguem monitorar de modo eficiente se as empresas cumprem ou não as normas de segurança, conforme reportagem publicada na sexta-feira no site de CartaCapital.


A preocupação se tornou ainda maior depois da notícia de que a empresa Transocean, que faz os trabalhos de perfuração para a Chevron no Campo de Frade, é a mesma que operava a plataforma da British Petroleum, que explodiu no Golfo do México, causando um dos maiores desastres ambientais da história recente.


Apesar do retrospecto da Transocean, o presidente da concessionária brasileira da Chevron, George Buck, disse que confia na empresa e que continuará a operar com ela no Brasil.


A plataforma da Transocean explodiu e afundou em abril de 2010, no Golfo do México, deixando 11 mortos e causando grandes prejuízos. Cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo foram derramados no mar e o vazamento durou 87 dias.










Se esta hipótese se confirmar não só a Chevron e seus dirigentes terão que pagar caro. Todos os políticos brasileiros ligados à ela terão que ser julgados pelo tribunal da opinião pública e eventualmente pelos Tribunais brasileiros, inclusive e principalmente o senhor José Chevron Serra. NÃO TEM PERDÃO, NEM EXCEÇÃO. Ladrão internacional e agressor à soberania merece cadeia, mas traidor merece algo bem pior.



Fonte: Carta Capital, midiaindependente.org
Imagens: Google, colocadas por este blog

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Quase 10 dias depois é que ONGs resolvem se manifestar

Desde o dia 09 de novembro está acontecendo um vazamento de petróleo no Campo de Frade, operado pela multinacional Chevron.
Só veio a conhecimento do público no dia 14 graças ao blog Tijolaço, onde diz claramente:
Não há uma ONG, um ambientalista, ninguém protestando, ninguém – além da Presidenta Dilma – exigindo apuração completa do acidente.

Quase 10 dias depois é que ONGs resolvem se manifestar, é impressionante como agora passado todos esses dias entram as ONGs para fazerem seus "protestos", uma culpa o governo Lula e a outra faz manifestos em frente a Chevron do Brasil, mas não esquece de colocar no final de seu artigo a mensagem de que o Pré- sal é duvidoso.


O Pré-sal é duvidoso???


Até quando vamos aceitar esse tipo de manipulação da mídia e das ONGs estrangeiras no Brasil?

Leiam o artigo do Greenpeace

O triste episódio da exploração de petróleo em alto-mar que pôs a Chevron no radar dos brasileiros, espalhou óleo por uma área que serve de rota migratória para uma longa lista de espécies de baleias – bryce, piloto, minke-anil, cachalote, francas e jubartes. E é um duro alerta para a necessidade do país de proteger suas jóias de biodiversidade marinha como os Abrolhos, na costa da Bahia.

Maior recife de corais do Hemisfério Sul, Abrolhos é tão importante como recurso natural que foi transformado em Parque Nacional em 1983. É ele que garante a riqueza da pesca e os benefícios do turismo para grande parte do litoral nordestino. E a exploração de petróleo está chegando lá. “O acidente o poço da Chevron é um recado eloquente em favor de uma moratória na exploração petrolífera nos Abrolhos”

Assine e divulgue a petição: Petróleo em Abrolhos, não

Após o vazamento da Chevron, Greenpeace coloca o pré-sal em xeque

A organização ambientalista Greenpeace afirmou que o vazamento na Bacia de Campos mostra que a exploração de petróleo no mar ainda é insegura. A entidade colocou em dúvida o aproveitamento do pré-sal.

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Chevron-seu-petroleo-nossa-sujeira/


Enquanto isso na Angola...


Será que até agora nenhuma ONG "Ambientalista" apareceu para saber quem é o responsável pelo derramamento de petróleo na Angola? Onde pescadores já estão sem o que comer pois vivem somente da pesca.

Será que a Africa não merece defesa ambiental?


Poluição no Soyo avança nas praias

Em 18 de Novembro, 2011

As manchas de petróleo que poluem, há três semanas, uma grande extensão da orla marítima do país, no município do Ambriz, na província do Bengo, passando pelo Nzeto, comuna de Kinzau (Tomboco) até ao Soyo, Zaire, continuam a sua progressão de Sul para Norte, tendo em conta o clima e as correntes marítimas.
O Jornal de Angola apurou na região que não se sabe ao certo se o derrame já foi estancando à partir da fonte, por ausência de uma informação oficial. O disperse teve origem no Bloco 3, em Offshore (mar), no poço petrolífero (Submerso)...

Ver mais em:
http://burgos4patas.blogspot.com/2011/11/chevron-de-novo.html



Em março de 2011

O ministério do Ambiente de Angola poderá levar ao tribunal a petrolífera Chevron por danos ambientais resultantes dos constantes derrames de petróleo ocorridos este ano em Cabinda.

Dois derrames de grandes proporções na base de Malongo e um no mar, envolvendo mais de quatro mil barris de petróleo estão na base da notificação feita a Chevron pelo Ministério do Ambiente segundo Francisco dos Santos director do Serviço Nacional de Fiscalização Ambiental.


Fonte: voanews.com

ONG culpa Lula pelo vazamento da CHEVRON



Ong ambientalista em sua declaração, em nenhum momento culpa Chevron pelo derramamento de petróleo.

Porque será???



"Tragédia anunciada"

18 novembro 2011


Diretor Geral do Instituto Sea Shepherd Brasil

Desde o derrame provocado pela Petrobrás na Baía de Guanabara no ano 2000 que nós, ambientalistas, aguardávamos por outro grande desastre, pois desde então o governo brasileiro não adotou políticas ambientais eficientes e que previssem ou mesmo remediassem tais tragédias. Pelo contrário, a crise ambiental só se agravou a partir de 2002.

Com o aumento da demanda por petróleo no Brasil e no mundo, o governo brasileiro entendeu que aí estava uma grande oportunidade econômica para nosso país, e vendeu essa ideia a todos os brasileiros, intensificando suas propagandas em 2009, baseando-se na “descoberta” do pré-sal. Porém, intencionalmente, omitiu da população os riscos ambientais que tal exploração traria.

Em 2010, quando ocorreu o derrame de petróleo do Golfo do México, governo e empresas fizeram grande alarde sobre a adoção de políticas e estratégias para evitar algo parecido à grande tragédia estadounidense, realizando diversas reuniões interministeriais com a participação de órgão ambientais federais e estaduais, bem como com representantes das petroleiras.

Nos últimos dias, o povo brasileiro conheceu o resultado de tais reuniões e suas ações de contingência para derrames de petróleo, com a ocorrência de mais um acidente.


Continuamos sem nenhum preparo para responder a estes eventos. Não existem planos de contingência, ou se existem, são tão secretos que nem mesmo seus autores sabem em que gavetas se encontram. Não existe tecnologia para o atendimento de emergências a grandes profundidades, não existe interesse do governo brasileiro em endurecer os processos de licenciamento ambiental, não existem investimentos em fiscalização – vide que o IBAMA está sucateado -, não existe sequer respeito a princípios básicos, como prevenção e precaução, que fundamentam nossa legislação ambiental, e, por fim, não existe seriedade alguma, por parte de nosso governo, na conservação da vida marinha. Aliás, o único ato do governo em prol da vida marinha foi o movimento de apoio ao ex-presidente Lula, pois, afinal, Lulas são espécies marinhas.

A Sea Shepherd vem alertando a todos sobre a indolência e falta de seriedade com que estas questões estão sendo tratadas pelo governo brasileiro e as empresas que aqui se encontram para realizar a exploração de petróleo.

Só de 2009 até hoje, já realizamos 17 capacitações para resgatar animais marinhos atingidos por derrames de petróleo, com mais de 400 voluntários capacitados, e em todos estes cursos chamamos a atenção de todos para a inexistência de capacidade brasileira para atender grandes desastres. Por vezes somos criticados por empresas que prestam consultoria nesta área de resgate de fauna, por órgãos públicos, e até mesmo por pessoas da comunidade científica, mas o fato é que temos razão em tudo o que falamos e em todas as ações que desenvolvemos desde o ano 2000.


Está aí a comprovação, um grande derrame de petróleo, em um período crítico para a fauna brasileira, pois é período de reprodução ou migração de diversas espécies, onde as autoridades demoraram cerca de uma semana para tomar conhecimento do vazamento, tendo em vista que já tem dez dias que o derrame se iniciou. Até o momento, as únicas ações tomadas foram sobrevoar a área, usar indiscriminadamente dispersantes químicos e, depois de uma semana de vazamento, quando já não dava mais para salvar o lucro daquele poço, iniciar o processo de concretagem do poço.

Esta é, infelizmente, a nossa realidade: a falta de preparo e seriedade de lidarmos com as questões ambientais. Vide que nos vendem que abastecer nossos carros com combustível fóssil mais barato é mais importante que preservar as vidas de animais marinhos, que estão alheios e inocentes ao nosso modelo predatório de sobrevivência.



2007

Rio de Janeiro, RJ - A equipe do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), organização não governamental sem fims lucrativos, no período de setembro a dezembro de 2007, voltará à Bacia de Campos para desenvolver mais um programa de mobilização comunitária em derrames de óleo.

O Programa será desenvolvido em 15 municípios litorâneos dos estados do RJ e ES e deve atender cerca de 400 pescadores de comunidades artesanais de pesca e aproximadamente 600 alunos de escolas municipais.

“Temos como objetivo dar continuidade ao projeto da Sea Shepherd Brasil de treinar, e mobilizar comunidades litorâneas visando a prevenção e recuperação de ecossistemas e animais marinhos afetados por vazamentos de óleo”, diz a Diretora Geral da ONG, Sandra Severo.

Um derrame de petróleo no mar é uma situação de emergência que coloca em risco todo o ambiente afetado, a vida marinha e a vida das pessoas que vivem no local. As situações críticas que envolvem um derrame de petróleo requerem um envolvimento da comunidade local e de voluntários. Por isso, é muito importante que a comunidade esteja mobilizada para que possa colaborar e diminuir os danos causados ao meio ambiente.

“Os técnicos e voluntários da Sea Shepherd Brasil sabem muito bem dos horrores que derrames de óleo causam a vida marinha. Em 2000 auxiliamos nas atividades de recuperação da Baía de Guanabara afetada pelo derramamento de mais de 1.000 toneladas de petróleo”, comenta Daniel Vairo, fundador do ISSB. “A ONG nesta ocasião foi responsável pela criação do plano para salvar golfinhos em situações de derrames de óleo na Baía da Guanabara/RJ”.

O Instituto Sea Shepherd Brasil trabalha desde 1999 com técnicos de organizações não governamentais e governamentais, universitários, comunidades tradicionais de pescadores e comunidade em geral visando a formação da Primeira Rede de Voluntários apta para agir e salvar animais marinhos em casos de derrames de óleo.

Em 8 anos o ISSB treinou mais de 1.000 voluntários e diversas organizações foram equipadas pela ONG com um kit de equipamentos de resgate e salvamento da fauna marinha em casos de derrames de óleo.

Esta iniciativa conjunta do Instituto Sea Shepherd Brasil, com apoio da Chevron Brasil e da Devon Energy, continua sendo única, repercutindo de forma bastante positiva e estimulando comunidades e voluntários a tomarem parte de ações efetivas de conservação dos recursos marinhos.






Fonte: Ambienteja, seashepherd.org


Para quem não sabe:

Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras
protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

Noam Chomsky no Brasil em 1996


Vale a pena ver de novo! 2

CHEVRON de novo???


Angola


As manchas de petróleo que poluem, há três semanas, uma grande extensão da orla marítima do país, no município do Ambriz, na província do Bengo, passando pelo Nzeto, comuna de Kinzau (Tomboco) até ao Soyo, Zaire, continuam a sua progressão de Sul para Norte, tendo em conta o clima e as correntes marítimas.
O Jornal de Angola apurou na região que não se sabe ao certo se o derrame já foi estancando à partir da fonte, por ausência de uma informação oficial. O disperse teve origem no Bloco 3, em Offshore (mar), no poço petrolífero (Submerso), denominado por Wombo, que tem como operadores a Total e a Sonangol.
O derrame, que está por esclarecer por quem de directo, continua a estender-se de Sul para Norte da região, tendo em conta as correntes marítimas, afectando grande extensão da costa do país, cujas consequências no âmbito da fauna e flora estão por se determinar.
As manchas, que se movimentam a grande velocidade, além de já terem afectado a orla marítima do município do Ambriz, também já causam problemas em toda costa do Zaire e está a atingir a foz do rio com o mesmo nome, no município do Soyo. A acontecer, coloca em risco a biodiversidade, uma vez que o rio Zaire é tido como habitat e local de desova de muitas espécies marinhas, como tartarugas e cágados, entre outros.
Manuel Salvador, do departamento provincial do Ambiente no município do Soyo, que acompanha de perto o sucedido, referiu ser prematuro fazer-se um esclarecimento sobre a situação, uma vez que o governo do Zaire se prepara para fazer uma declaração sobre o caso. Enquanto se trabalha na contenção do derrame, está suspensa a actividade pesqueira ao longo da costa da província do Zaire, no sentido de se prevenir eventuais consequências que possam advir do consumo de peixe contaminado pelo petróleo bruto.
Na sequência das manchas que se apoderam da costa e que estão a afectar os meios dos pescadores da região, sobretudo as redes, estes já começam a ressentir-se dos efeitos do referido derrame e antevêem uma situação que pode complicar as suas vidas, já que dependem unicamente da pesca, disse o especialista pelo Ambiente.
O ancião Bernardo Yaba, pescador de profissão que comandava um grupo de homens do mar que se preparava para lançar o arrastão, disse à reportagem do Jornal de Angola ainda não ter recebido qualquer notificação dando conta da proibição da actividade pesqueira na região.

“Enquanto não houver uma proibição oficial por parte de quem de direito, não podemos parar, porque não sabemos como garantir a alimentação das nossas famílias. Nós só dependemos da pesca, não temos outra profissão”, sublinhou.
Questionado sobre os perigos que o derrame pode causar à vida das pessoas, disse não ter outra alternativa de momento, mas garantiu que se a sua actividade for afectada na totalidade vai ter de parar e salvaguardar a vida humana.
Bernardo Yaba considera que as autoridades administrativas da região devem responsabilizar os responsáveis pelo derrame, para se estancar a progressão das referidas manchas que afectam a costa e a actividade pesqueira, e colocam em risco a fauna marinha e os seres humanos que têm o mar como uma das suas principais fontes de alimentação.
“Nós, que fazemos pesca de arrastão, o que por vezes nos obriga a mergulhar e puxar a rede, podemos ser afectados por doenças dermatológicas, pelo que pedimos ao governo da província que faça alguma coisa, para pôr termo aos derrames. Como se pode ver, toda a praia do Quinfuquena está muito afectada pelas manchas do petróleo”, disse Bernardo Yaba.
Igualmente preocupado está o pescador da localidade do Tombe, António Nkutxi, 27 anos, que referiu ser a terceira vez que um derrame do género ocorre naquela localidade, sem que alguém faça alguma coisa para responsabilizar os culpados. Razão pela qual pede às autoridades competentes que chamem à responsabilidade os causadores, no sentido de se evitarem incidentes semelhantes no futuro.
“Estamos muito preocupados com a situação, porque esta é terceira vez que se verifica um derrame que afecta a nossa costa e as nossas vidas, pelo facto de vivermos da pesca. Desde sábado que não vamos ao mar e a consequência é a fome. Estamos a ser prejudicados”, acrescentou. Para ele, se não for estancado o derrame vai haver penúria alimentar na localidade do Tombe. “Eu perdi uma rede. Como vêem, esta rede foi contaminada pelo petróleo bruto que vem do mar e que está a afectar toda a areia da praia”, acrescentou.
Por seu turno, o conselheiro do soba do Tombe, António Malúndama, disse que os habitantes já passam fome, porque não há nenhum pescador que se faça ao mar por o derrame estar a afectar todos os recursos de pesca que utilizam.
“Enquanto dura o derrame, vivemos de alguns produtos do campo, o que não é suficiente, porque estamos na fase de preparação dos campos para posteriormente lançar as sementes”, acrescentou.

Somoil preocupada
A Somoil FSFT, empresa petrolífera de direito angolano que opera em Onshore (terra) no município do Soyo, mostrou-se preocupada com o sucedido e predispôs-se a ajudar no combate das manchas que afectam a costa marítima da região. O superintendente geral da referida empresa no Soyo, José Maria, disse ao Jornal de Angola terem sido surpreendidos por uma informação telefónica, no passado dia 3, que dava conta da presença de manchas de petróleo ao longo da costa do Soyo, mais precisamente na localidade do Tombe.
Ao constatar o sucedido, a empresa accionou o seu sistema contra derrames que se deslocou de imediato ao terreno e constatou o que designou de “triste realidade”.
“Ao fiscalizarmos a costa toda, constatamos que as praias da Sereia e Kinfuquena evidenciavam pequenas manchas de petróleo, mas a do Tombe apresentava uma enorme quantidade.
De seguida, verificámos o nosso sistema para avaliarmos se, por acaso, o derrame tinha proveniência das nossas instalações, mas concluímos que não vinha de lá”, disse. Uma vez que as manchas não tinham origem nas instalações da Somoil, informaram a equipa de combate a derrames da Sonangol Pesquisa e Produção, que se deslocou de seguida ao terreno e garantiu que a qualquer momento começava a combatê-las.
De acordo com José Maria, não é possível precisar a quantidade de óleo derramado no mar e a dimensão das manchas, mas elas continuam a progredir.
“Ao longo desta semana, as manchas atingiram em grande quantidade a orla marítima das praias da Sereia e Quinfuquena, no Soyo, mas não podemos assegurar exactamente qual a sua origem, só sabemos que elas vêm do mar. A informação chegou-nos ontem à noite e logo pela manhã nos deslocámos ao terreno. Constatámos a existência de uma enorme quantidade de manchas ao longo das referidas praias, mas a equipa de combate aos derrames da Sonangol Pesquisa e Produção já está informada”, acrescentou.
A reportagem do Jornal de Angola no Soyo continua a encetar esforços junto da Sonangol Pesquisa e Produção, no sentido de obter mais esclarecimentos relacionados com o derrame, uma vez ser a subsidiária da Sonangol E.P.



Fonte: Jornal de Angola

Um exemplo de COOPERAÇÃO




Fonte: pravda.ru

Debate - Noam Chomsky e Michel Foucault


Vale a pena ver de novo!

Ocorrido na Escola Superior de Tecnologia de Eindhoven (Países-Baixos), em novembro de 1971.

Um debate muito interessante sobre sociedade, natureza e a criatividade humana, sobre as istituiçoes (escolas, universidades, governos e exercitos) que servem como instrumento para as elites que, utilizando-as, conseguem manter o poder em suas maos.

Duas grandes mentes que mereceriam programas diarios em rede nacional de TV. Mas obviamente o futebol, mulheres semi-nuas e programas de distraçao de massa sao muito mais funcionais para a alienaçao popular. Divertimento para o povo que, paradoxalmente, no mesmo tempo em que o diverte, perpetua o seu proprio penar.

Avram Noam Chomsky (Filadélfia, 7 de dezembro de 1928) é um linguista, filósofo e ativista político estadunidense. Além da sua investigação e ensino no âmbito da linguística, Chomsky é também conhecido pelas suas posições políticas de esquerda e pela sua crítica da política externa dos Estados Unidos. Chomsky descreve-se como um socialista libertário, havendo quem o associe ao anarcossindicalismo.

Paul Michel Foucault foi um importante filósofo e professor da cátedra de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France desde 1970 a 1984. Todo o seu trabalho foi desenvolvido em uma arqueologia do saber filosófico, da experiência literária e da análise do discurso. Seu trabalho também se concentrou sobre a relação entre poder e governamentalidade, e das práticas de subjetivação.

Parte 1


Parte 2

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

ONU: Morte de Muammar Gaddafi é considerada “Crime de Guerra”

A morte do líder líbio Muammar Gaddafi foi descrito por Juan Mendez, Relator da ONU, como um "crime de guerra", com base em provas e vídeos de redes diferentes que circularam após a sua captura e posterior morte mostrando a crueldade com que foi tratado Gaddafi.

Juan Méndez, Relator da ONU sobre a Tortura

"
Muammar Gaddafi foi submetido a tratamento que poderia ser caracterizado como tratamento cruel, desumano e degradante, proibido pelo direito internacional para que haja boa evidência com a qual você poderia começar a investigar", disse o advogado.

Mendez disse que é de responsabilidade do governo ilegítimo da Líbia até as últimas conseqüências investigar o crime e para esclarecer os fatos para a comunidade internacional, caso contrário, a concorrência Internacional.a Tribunal Criminal.

"E se a CNT não faz, o bom, Mendez disse, é que este caso tem jurisdição porque o Tribunal Penal Internacional é um dos casos que caem sob a sua jurisdição e, eventualmente, sob o princípio da complementaridade, se o Estado nacional da Líbia não investigou, então fará o Tribunal Internacional. "

Um dos atos mais claros que se qualificam como crimes de guerra, disse Mendez é aquele em que Gaddafi é rendido, desarmado e posteriormente executado.

"Primeiro há um claro crime de guerra, porque ele vê (Gaddafi) rendeu-se, desarmado e, em seguida, aparece morto", disse Mendez em declarações à Notimex.

O
governo líbio visto por Mendez é ilegítimo e tem muito a esclarecer, porque as contradições em que caíram
desde o início sobre a morte do ex-líder , disseram que morreu em combate, então ele não sabiam como ele morreu, ou quem fez isso?



Fonte: libia-sos.blogspot.com
Tradução: Google

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A luta contra o ventre da barbárie capitalista

Com o arsenal nuclear existente, uma escalada militar global terá consequências imprevisíveis. Mais uma vez o mercado se aproxima do ventre que pariu a Besta. Os primeiros dias de novembro acenam para um perigoso redesenho do cenário internacional.

Por Gilson Caroni Filho


Liga Árabe suspende a Síria; Israel, com o apoio dos EUA, se prepara para atacar o Irã; consórcio franco-alemão toma o poder na Grécia e ameaça soberania italiana; corporações midiáticas censuram repressão policial aos movimentos sociais nos EUA. Com o arsenal nuclear existente, uma escalada militar global terá consequências imprevisíveis. Mais uma vez o mercado se aproxima do ventre que pariu a Besta. Os primeiros dias de novembro acenam para um perigoso redesenho do cenário internacional.

O roteiro, de tão açodado, não deixa qualquer espaço para dúvidas quanto aos reais interesses que movem as marionetes do teatro macabro. O relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) contendo acusações contra o governo do Irã foi divulgado um dia antes de a imprensa inglesa anunciar que o governo de Benjamin Netanyahu planeja uma ampla ofensiva contra as instalações iranianas. Estados Unidos e União Européia prontamente defenderam a adoção de medidas adicionais. São muitas as variáveis em jogo, mas há dados conjunturais que não podemos ignorar.

Em primeiro lugar, é preciso voltar no tempo, para entender o xadrez geopolítico no Oriente Médio. É fundamental reconhecer os motivos que levariam o governo israelense, respaldado pelo imperialismo norte-americano na região, a jogar todo o seu peso em uma aventura bélica de alto risco. E estes motivos só podem ser encontrados na derrota dos EUA na revolução iraniana e, principalmente, na derrocada militar do seu então representante, o Iraque, frente às massas iranianas imbuídas (apesar dos desvios da direção islâmica) de uma proposta anti-imperialista. Passados tantos anos, é plausível trabalharmos com essa hipótese? A resposta é afirmativa.


Se na época, a derrota não veio sozinha, mas sim juntamente com um ascenso dos trabalhadores na região, que passava pelo surgimento do movimento "Paz Agora" em Israel – primeiro movimento de massa israelense a questionar a própria essência do Estado de Israel como um "estado policial" dos EUA – o fato que atualiza o quebra-cabeças foi a bem sucedida ofensiva diplomática do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abbas, pedindo ao Conselho de Segurança o reconhecimento de um Estado independente. Somando-se a isso a adesão da Palestina como membro pleno da Unesco, as reações foram imediatas: os Estados Unidos suspenderam seu apoio financeiro à entidade. E Israel, sabotando qualquer possibilidade de paz, acelerou o processo de colonização em Jerusalém Oriental.

A perspectiva de isolamento, ainda que conte com o apoio incondicional dos principais países da União Européia, levou os ianques e seus títeres, a organizarem uma aventura ousada e perigosa que, se levada a cabo, contará com o apoio do Partido Trabalhista, de "oposição", em Israel. O alcance desta operação, com toda sorte de atrocidades que comporta, liberará forças que dividirão mais ainda a própria sociedade israelense e a comunidade judaica em geral.


Os ensaios fascistas, que se alastram perigosamente em escala mundial, precisam ser detidos e só serão evitados com o movimento de protesto de milhões de pessoas e governos progressistas, unidos com um único objetivo: banir as guerras, banir as armas de extermínio, impondo, pela força dos povos, a paz e o desarmamento. A luta contra o ventre que pariu inúmeras Bestas é cada vez mais um confronto contra a lógica capitalista.



Fonte: Carta Maior, vermelho.org

Irã denuncia nova manobra dos EUA na ONU

O Irã denunciou nesta quarta-feira (16) a intenção dos Estados Unidos de apresentarem perante a Assembleia Geral um projeto de resolução sobre um suposto complô contra o embaixador de Arábia Saudita em Washington.




Trata-se de uma ação sem precedentes, com sérios desdobramentos para a credibilidade das Nações Unidas, afirma uma carta distribuída na sede da organização e assinada pelo representante permanente do Irã, Mohammad Khazaee.







A mensagem está dirigida ao secretário-geral da ONU, Ban-Ki-moon, ao presidente da Assembleia Geral, Nassir Abdulaziz Al-Nasser, e aos chefes de todas as missões permanentes.

O texto acusa o governo norte-americano de convidar o órgão da ONU a considerar suposições insustentáveis em um ato que subverte o papel, a autoridade, a integridade e a credibilidade das Nações Unidas.

A proposta estadunidense consiste em um projeto de resolução, intitulado "Ataques terroristas contra pessoas internacionalmente protegidas", para ser discutido no tema 118: "Estratégia global da ONU contra o terrorismo".

O Irã estima que Washington pretende inserir assuntos hipotéticos, circunstanciais e sem base na agenda da Assembleia Geral.

A carta reitera que nenhum órgão ou funcionário de governo iraniano está envolvido no suposto complô contra o embaixador saudita nos Estados Unidos, Adel Al-Jubeir.

Além disso, adverte a respeito das péssimas consequências que a pretensão estadunidense causará ao contradizer o espírito e letra da Carta da ONU e outros textos fundamentais da organização mundial.

Em 11 de outubro, porta-vozes oficiais norte-americanos alardearam a existência de um suposto complô iraniano para assassinar o embaixador de Arábia Saudita em Washington e dinamitar também a sede diplomática de Israel.


Naquela ocasião, o representante do Irã na ONU recusou as acusações e disse também que elas são denúncias fabricadas e sem fundamentos, baseadas nas suspeitas expostas por uma pessoa.

O Irã também advertiu o secretário-geral Ban Ki-moon sobre sua responsabilidade em esclarecer a opinião pública internacional sobre as "consequências perigosas das políticas belicistas do governo dos Estados Unidos para a paz e a segurança internacional".



Fonte: Prensa Latina, Vermelho.org
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