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sábado, 21 de janeiro de 2012

Malvinas voltam a virar foco de tensão 3 décadas após guerra


A recente troca de acusações entre dirigentes da Argentina e da Grã-Bretanha ameaça deteriorar e relação entre os dois países e reacende os temores de uma possível escalada na tensão entre as nações, que foram à guerra há quase 30 anos atrás.

Mais uma vez, o centro da discórdia são as Ilhas Malvinas, o pequeno arquipélago 500 km ao leste do extremo sul da Argentina, anexado pela Grã-Bretanha desde 1833.

Nesta semana, o premiê britânico, David Cameron, respondendo a novas iniciativas do governo Cristina Kirchner para pressionar por negociações sobre o futuro das Malvinas (chamadas de ilhas Falkland pelos britânicos), acusou a Argentina de estar adotando uma postura "colonialista", afirmação respondida no mesmo tom de acusação por ministros argentinos.

Desde o fim do conflito, deflagrado em abril de 1982, a Argentina insiste que negociações bilaterais sejam abertas para tratar da soberania das ilhas, enquanto a Grã-Bretanha diz que não há o que discutir, já que os moradores do local (chamado em inglês de ilhas Falkland) querem permanecer cidadãos britânicos.

No entanto, enquanto David Cameron mantém a postura de seus antecessores, tanto conservadores quanto trabalhistas, seus colegas argentinos vêm preparando uma ofensiva diplomática para fortalecer a sua posição.

Recentemente, o requerimento de Buenos Aires obteve o apoio da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) e da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), assim como da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Além disso, os países do Mercosul aderiram a uma moção para não permitir a entrada de barcos que levem a bandeira das Malvinas em seus portos, medida que Londres inicialmente classificou de "bloqueio".

Em ocasiões anteriores, ambos os países afirmaram que, acima de tudo, está o interesse de manter a paz. Mesmo a Argentina, que é parte demandante, disse várias vezes que sua reivindicação é pacífica.

Declarações ásperas
Observadores dentro e fora do Cone Sul concordam que a situação geopolítica mudou muito desde os anos 1980, quando ocorreu a guerra. Em geral, há um consenso de que um novo conflito armado é improvável. No entanto, as declarações recentes de ambas as partes chamam a atenção pela aspereza.

David Cameron disse que a questão das Malvinas foi tratada na última terça-feira com o Conselho de Segurança Nacional. "Devo me certificar de que nossas defesas estão em ordem", disse o primeiro-ministro aos parlamentares britânicos.

Já no início desta semana, um navio de cruzeiro que se dirigia à Antártida, ocupado por centenas de passageiros de diversas nacionalidades, foi impedido de desembarcar nas Malvinas por supostas questões de saúde.

O governo das ilhas afirmou que vários passageiros apresentavam um quadro de gastroenterocolite, motivo pelo qual foram impedidos de desembarcar. Relatos publicados na mídia indicaram a surpresa dos integrantes da tripulação do navio, diante do que consideraram uma medida extremamente rigorosa.

O episódio foi referido pela chancelaria argentina, que emitiu um comunicado criticando a ação do "governo ilegítimo e autodenominado" das Malvinas, acrescentando que esperavam que este não se tratasse "do enésimo ato hostil".

Colonialismo
As rusgas mais recentes foram verificadas na última terça-feira, quando a postura argentina foi chamada de "colonialista" pelo primeiro-ministro britânico. "Essas pessoas (os habitantes das Malvinas) querem continuar sendo britânicos, e a Argentina pretende o contrário", disse Cameron.

A resposta argentina veio por meio do ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman. "Chama a atenção que a Grã-Bretanha fale de colonialismo, quando é um país sinônimo de colonialismo", disse ele, durante viagem a El Salvador.< p> "Chama a atenção também que a Grã-Bretanha acuse um país como a Argentina, que é vítima de uma situação colonial, como expressaram as Nações Unidas ao definir as Malvinas como uma questão de soberania e colonialismo", acrescentou Timerman.

O ministro se refere a uma resolução da ONU emitida em 1965, onde a postura britânica é descrita como uma forma de colonialismo. Desde então, as Nações Unidas pedem que as duas partes negociem uma saída.

Em visita ao Brasil, o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, disse que a posição de seu país sobre as ilhas é "bem conhecida" e não vai mudar. "Acreditamos na autodeterminação do povo das ilhas Falkland e apoiamos seus direitos", afirmou Hague na quarta-feira, após um almoço com seu colega brasileiro, Antonio Patriota.

Apoio brasileiro

Por sua vez, o chanceler brasileiro reiterou o apoio brasileiro à posição argentina. "As decisões da Unasul e do Mercosul são públicas, e o ministro Hague sabe que o Brasil e a Unasul apoiam a soberania argentina sobre as Malvinas, e nós apoiamos as resoluções das Nações Unidas para que os dois países discutam a questão", disse, após a reunião com seu colega britânico.

No entanto, as próprias ilhas parecem apoiar amplamente a posição britânica. "Temos o direito absoluto à autodeterminação. Ninguém nos pode tirar isso", disse à BBC Dick Sawle, representante das ilhas no Parlamento, em Londres. "Temos o direito estabelecido na ata da ONU que a Argentina decidiu seguir ignorando."

As Malvinas também foram motivo de tensão renovada entre Argentina e Grã-Bretanha a partir de 2010, quando empresas britânicas começaram a prospectar petróleo nas águas profundas próximas às ilhas. Vários projetos de exploração de petróleo estão em curso na região, mas ainda não foi comprovada a existência de reservas de hidrocarbonetos.

Cortes orçamentários
O jornal britânico Financial Times afirmou recentemente, citando analistas, que o interesse do governo de Cristina Kirchner no tema das Malvinas visa desviar a atenção do público para uma agenda de cortes orçamentários, mesmo depois de ter aumentado gastos em sua campanha para a reeleição.

No entanto, segundo apurou a BBC Mundo em Buenos Aires, há uma espécie de acordo político entre grupos governistas e de oposição sobre a polêmica das ilhas. Na última campanha presidencial, quando questionados sobre as Malvinas, todos os principais candidatos disseram que manteriam a estrategia implementada por Cristina.

Já as declarações de Cameron sobre sua reunião com o Conselho de Segurança Nacional coincidem com o anúncio de cortes nos gastos militares.

Apesar da recente tensão entre os dois países, acredita-se que a possibilidade de uma escalada que culmine num eventual enfrentamento militar, como em abril de 1982, seja remota.

"Politicamente, a escalada não é uma opção. Da parte dos britânicos, seria algo muito custoso, e vários países, inclusive o próprio Reino Unido, estão reformulando seus gastos militares", disse à BBC Brasil Luis Fernando Ayerbe,coordenador do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Unesp. "Já a Argentina não faria isso, por ter um poderio desproporcionalmente menor do que a Grã-Bretanha."

Para Ayerbe, a Argentina tem instrumentos fracos para pressionar os britânicos a negociar uma saída para as Malvinas. "A postura do Mercosul de banir navios britânicos é um passo, mas não é algo que vá colocar a Grã-Bretanha contra a parede. Se eles não quiserem abrir o diálogo, nada vai acontecer, a Grã-Bretanha não vai ser isolada ou retaliada", afirma.

Segundo o especialista, as medidas argentinas têm um maior efeito político ao levantar questões sobre o colonialismo e recordando casos como o de Hong Kong, que a Grã-Bretanha devolveu à China após mais de 150 anos de domínio.



Fonte: defesanet.com.br

Exército dos EUA e as Armas Biológicas

Relembrando 2003

Exército dos EUA patenteia granada para lançar armas biológicas, violando a Convenção internacional

Austin e Hamburgo (08/Mai/2003) – O exército norte-americano desenvolveu e patenteou uma nova granada de disparo que pode ser usada para travar guerra biológica, violando a Convenção de Armas Biológicas que explicitamente proíbe o desenvolvimento de equipamentos de lançamento de armas biológicas.

A patente norte-americana #6,523,478 , concedida em 25 de Fevereiro de 2003, cobre um “distribuidor de carga não letal lançado por disparo” que está concebido para lançar aerosóis, entre os quais, segundo a patente, “agentes de controlo de motins, agentes biológicos, (e) agentes químicos”.

O desenvolvimentos de dispositivos de entrega de agentes biológicos está absolutamente proibido — sob qualquer circunstância — pelo artigo I da Convenção de Armas Biológicas e Tóxicas de 1972 Biological and Toxin Weapons Convention , da qual os EUA fazem parte. Esta proibição não tem excepção, nem para fins de defesa, nem para os chamados agentes não letais.


“O desenvolvimento de armas para cargas biológicas gera incerteza sobre o compromisso dos EUA no que respeita à Convenção de Armas Biológicas”, afirma Edward Hammond do Projecto Sunshine, EUA. “Trinta e quatro anos após a renúncia dos EUA às armas biológicas, o Pentágono está novamente ao negócio”.

“Hans Blix teria menos dificuldades para encontrar armas biológicas se inspeccionasse Baltimore em vez de Bagdad”, disse o biólogo Jan van Aken, do Projecto Sunshine da Alemanha, referindo-se ao facto de dois dos inventores trabalharem no Arsenal Edgewood do Exército, a norte de Baltimore, Maryland. Outros inventores trabalham numa empresa de engenharia em Orlando, Florida, onde operam as Forças Especiais dos EUA operam, da Base da Força Aérea MacDill.

Esta granada constitui por sua vez outro indício de projectos proibidos de desenvolvimento de armas biológicas e químicas nos EUA. Vem na sequência de um programa ilícito de armas químicas que se concentra nos denominados agentes não letais — trazido à luz do dia em Setembro passado pelo Projecto Sunshine; com as actividades de investigação em microorganismos degradantes de materiais por parte das Forças Armadas dos EUA, e com um conjunto de actividades de defesa biológica questionáveis que seriam muito adequadas para fins ofensivos (ver New York Times, 4 de Setembro de 2001).

Desgaste da Proibição: As chamadas armas não letais estão a tornar difusos os limites entre a investigação permitida e a ilegal. O exército defende que a nova granada é para difusão de agentes “não letais”. As reivindicações constituem a parte mais cuidadosamente elaborada e legalmente crucial de uma patente. O exército está totalmente consciente das suas obrigações face à Convenção de Armas Biológicas e, mesmo assim, um novo dispositivo de armas biológicas foi patenteado. Isto põe em evidência a razão pela qual as armas “não letais” representam uma ameaça tão séria. O Pentágono considera que o trabalho em armas biológicas, que esteve totalmente proibido durante três décadas, é agora permitido se a expressão “não letal” for acrescentada. Mas não se trata só de muitos agentes não letais violarem os próprios tratados, é pior: a investigação norte-americana “não letal” está a criar e a testar hardware capaz de entregar todo o espectro de armas biológicas e químicas.

Diplomacia Preventiva: A coordenação da política diplomática e militar dos EUA quanto às armas “não letais” pode ser observada pela sua firme oposição aos esforços para incluir o tema na agenda do controlo internacional de armas. Em Setembro de 2002, os diplomatas norte-americanos vetaram a acreditação do Projecto Sunshine à reunião da Convenção de Armas Químicas porque o Sunshine pretendia debater as armas “não letais” químicas (e biológicas). Na semana passada, os diplomatas norte-americanos impediram a discussão de armas “não letais” quando bloquearam o discurso do Comité Internacional da Cruz Vermelha a sua apresentação na Chemical Weapons Convention Review Conference .

“Esta granada é outro exemplo de como os programas denominados “não letais” do Pentágono estão a reduzir paulatinamente as restrições sobre duas das mais mortais classes de armas: as biológicas e químicas. Os programas que desenvolvem as armas biológicas e químicas “não letais” deveriam simplesmente ser abolidos” disse Hammond.

O original encontra-se em http://www.sunshine-project.org/

Acerca da sabotagem americana à Organização das Nações Unidas para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ver http://resistir.info/varios/opaq_spguimaraes.html


Este artigo encontra-se em http://resistir.info .


Isso tudo em 2003,

imaginem agora em 2012 como deve estar o Arsenal do Exército do "Império" Americano.






EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas???


Autores suspendem estudo polêmico de gripe aviária por 2 meses

Pausa voluntária tem objetivo de dar tempo para debates.

EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas.

Os cientistas que conduzem um estudo sobre a transmissão do vírus da gripe aviária (H5N1) anunciaram nesta sexta-feira (20) que vão suspender a pesquisa por dois meses. A pausa nos trabalhos é voluntária, de acordo com a carta publicada pelas revistas científicas "Nature" e "Science".

A pesquisa liderada por Ron Fouchier, do centro médico Erasmus, da Holanda, se tornou polêmica devido ao medo de que ela possa ser usada por bioterroristas.

"Estamos cientes de que organizações e governos em todo o mundo precisam de tempo para achar as melhores soluções para as oportunidades e os desafios que derivam do trabalho. Para dar tempo para essas discussões, concordamos com uma pausa voluntária de 60 dias em qualquer pesquisa envolvendo os vírus altamente patogênicos H5N1 da gripe aviária, levando à geração de vírus que são mais transmissíveis em mamíferos", disseram os pesquisadores na carta.

Histórico

Em setembro, a equipe anunciou a criação de uma mutação do H5N1, que teria a capacidade de ser transmitido entre mamíferos, para suas análises. Esse vírus já matou 340 pessoas no mundo. O trabalho foi encaminhado para publicação na "Science" e também na "Nature" – passo necessário para o reconhecimento da pesquisa pela comunidade científica.

Em 30 de novembro, no entanto, o Painel Consultivo sobre Biossegurança dos Estados Unidos (NSABB, na sigla em inglês) pediu que as revistas omitissem detalhes sobre a metodologia científica do trabalho que permitiriam que ele fosse copiado, por questões de segurança.

Desde então, as duas publicações estudam como e se vão divulgar o estudo. Na época, a "Science" disse que compreendia o pedido do painel, mas que estava preocupada “por censurar informação potencialmente importante para a saúde pública”.


Fonte: Correio do Estado

EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas???

EUA, os maiores lançadores de armas biológicas estão preocupados??? Ou estão já querendo cometer um atentado e colocar a culpa em outros

Relembro a todos o Post que publiquei aqui em 08/12

China se une a Rússia, e ordena ao exército para se preparar para a Terceira Guerra Mundial

Um Boletim preocupante do Ministério da Defesa da Rússia chegou ao Primeiro Ministro Vladimir Putin e ao Presidente Dmitry Medvedev no dia 8 assinalando que o Presidente da China Hu Jintao está "convencido em princípio" que a única forma de deter a agressão do Ocidente encabeçado pelos EUA é por meio de "Ação Militar Direta e Imediata" e que o Líder Chinês tem ordenado suas Forças Navais "preparar-se para a guerra".

O chamado de Hu Jintao para a guerra se une ao do Contra-Almirante chinês proeminente porta-voz militar Zhang Zhaozhong que, igualmente, advertiu a semana passada que "a China não hesitará em proteger o Irã mesmo que isso requeira uma Terceira Guerra Mundial", e o General russo Nikolai Makarov que fatídicamente declarou a semana passada "Não descarto que conflitos armados locais e regionais desemboquem em uma guerra de grande escala, incluindo o uso de armas nucleares".

Crescentes tensões globais entre Oriente e Ocidente explodiu na quinzena passada, quando o Embaixador Russo Vladimir Titorenko e dois de seus assistentes que regressavam da Síria foram brutalmente atacados e enviados ao hospital pelas forças de segurança do Qatar auxiliados por agentes da CIA e M16 Britânico que tentavam obter acesso as maletas diplomáticas que continham informações da inteligência Síria de que os EUA estavam inundando a Síria e o Irã com mercenários do al Qaeda com respaldo Estaduniense que derrubou o governo da Líbia.

Diz o boletim que há mais evidências nessas maletas diplomáticas, revela que os EUA está preparando uma "solução final" para a crise no Oriente Médio, para explodir uma guerra nuclear com a Síria, atacando mortalmente com agentes biológicos com a intenção de matar dezenas de milhões de cidadãos inocentes.

A descoberta do
agente biológico utilizado pelo Ocidente foi revelado há duas semanas pelo holandes virologista Ron Fouchier do Erasmus Medical Center, na Holanda, que lidera um grupo de cientistas que
descobriu cerca de cinco mutações do vírus da gripe aviária sãosuficientes para dispersar muito mais facilmente e fazer o assassino mais mortal que a humanidade jamais inventou.

Diz o boletim também que,
s
e os EUA iniciar um ataque usando o vírus mortal, o método mais provável de dispersão seria através do seu RQ-170 Dron Sentinela, que é operado pela CIA.

As aterradoras suposições de futuras ações dos EUA contra seus inimigos foram revelados neste boletim de notícias com base na análise feita pelos analistas da inteligência russa do avião Dron Sentinela UAV RQ-170 que foi abatido sobre o território iraniano na semana passada com o sistema eletrônico de bloqueio e inteligência com base em terra de Avtobaza, usado contra veículos aéreos não tripulados com danos mínimos e demonstrou estar equipado com um sistema sofisticado de dispersão de aerossóis.

Carta Secreta de Obama a Teerã: É a guerra contra o Irã em espera? "A estrada para Teerã Passa por Damasco"



Por
Mahdi Darius Nazemroaya

Tradução google

O New York Times anunciou que a Administração Obama enviou uma carta importante para a liderança do Irã em 12 de janeiro de 2012.
[1]

Em 15 de janeiro de 2012, o porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros reconheceu que a carta tinha sido entregue a Teerã por meio de três canais diplomáticos:

(1) uma cópia da carta foi entregue ao embaixador iraniano na ONU, Mohammed Khazaee, pelo seu homólogo dos EUA, Susan Rice, em Nova York;

(2) uma segunda cópia da carta foi entregue em Teerã pelo embaixador suíço para o Irã, Livia Leu Agosti, e

(3) uma terceira cópia foi para o Irã por meio de Jalal Talabani do Iraque. [2]

Na carta, a Casa Branca enunciados a posição dos Estados Unidos, enquanto as autoridades iranianas disseram que era um sinal das coisas como elas realmente são: os EUA não podem dar ao luxo de travar uma guerra contra o Irã.

Dentro da carta escrita pelo presidente Barak Hussein Obama foi um pedido dos EUA para o início das negociações entre Washington e Teerã para acabar iraniano-EUA hostilidades.

"Na carta, Obama anunciou a disposição para negociações e resolução de divergências mútuas", Ali Motahari, um parlamentar iraniano, disse à agência de notícias Mehr. [3] De acordo com outro parlamentar iraniana, desta vez o vice-presidente de Segurança Nacional do Parlamento iraniano e Comitê de Política Externa, Hussein Ebrahimi (Ibrahimi), a carta passou a pedir iraniano-EUA a cooperação ea negociações com base no interesse mútuo de ambas as Teerã e Washington. [4]

A carta de Obama também tentou assegurar a Teerã que os Estados Unidos não se envolver em qualquer ação hostil contra o Irã. [5] De fato, no mesmo prazo, o Pentágono cancelados ou atrasados ​​grandes exercícios conjuntos com Israel. [6]

Para os iranianos, no entanto, os gestos são sem sentido, porque as ações do governo Obama com o Irã sempre contradiziam suas palavras. Além disso, o Irã acredita que os EUA não atacou, porque sabe que os custos de uma guerra com um adversário como o Irã são muito altos e as suas consequências muito arriscado.

Isto, entretanto, não significa que uma. Iraniano-U.S confronto foi evitado ou não, eventualmente, acontecer. As correntes podem ir de qualquer forma, por assim dizer. Isso também não significa que a Administração Obama não está travando uma guerra contra os iranianos e seus aliados. Na verdade, Washington bloco e bloco do Irã têm lutado uma guerra sombra da arena digital e ondas de rádio de televisão para os vales do Afeganistão e agitadas ruas de Beirute e Bagdá.


A Guerra contra o Irão começou anos atrás

A guerra no Irã não começou em 2012 ou mesmo 2011. A revista Newsweek até mesmo declarou o seguinte em um título de capa em 2010: "Assassinatos, ataques cibernéticos, sabotagem - tem a guerra contra Teerã já começou?" A guerra real pode ter começado em 2006.

Em vez de atacar o Irã diretamente, os EUA iniciaram uma guerra secreta e proxy. As dimensões secretas da guerra estão a ser combatido por meios de inteligência, ataques cibernéticos, vírus de computador, as unidades militares secretos, espiões, assassinos, agentes provocadores, e sabotadores. O seqüestro e assassinato de cientistas iranianos e comandantes militares, que começou há vários anos é uma parte desta guerra secreta. Nesta guerra sombra, diplomatas iranianos no Iraque foram seqüestrados e iranianos visitam Geórgia, Arábia Saudita e Turquia foram detidos ou sequestrados. As autoridades sírias, várias figuras palestinas, e Imad Fayez Mughniyeh do Hezbollah também têm sido assassinado nesta guerra sombra.

O guerras começaram em 2006, quando Israel atacou o Líbano com a intenção de expandir a guerra contra a Síria. A estrada de Damasco passa por Beirute, Damasco, enquanto está a caminho de Teerã. Após o seu fracasso em 2006, percebendo que a Síria foi o eixo central do Bloco de Resistência, que dominou o Irã, os EUA e seus aliados passaram os próximos 5-6 anos tentando de-link Síria do Irã.

Os EUA estão lutando também o Irã e seus aliados nas frentes diplomática e econômica através da manipulação de organismos internacionais e Estados proxy. No contexto de 2011-2012, a crise na Síria em um nível geo-político é uma frente na guerra contra o Irã. Mesmo o conflito israelo-U.S. drill Desafio Austere 2012 ea implantação das tropas EUA eram principalmente destinadas a Síria como um meio de combater o Irã.


Síria não é o olho da tempestade

O que Washington está fazendo é exercer pressão psicológica sobre o Irã como um meio de distanciamento a partir da Síria, de modo que os Estados Unidos e seus companheiros podem ir para o matar. Até o início de Janeiro de 2012, os israelenses têm sido continuamente se preparando para lançar uma invasão da Síria em uma revanche de 2006, enquanto EUA e UE funcionários têm continuamente tentado negociar com Damasco que um acordo de ligação do Irã e do Bloco de Resistência. Os sírios, no entanto, sempre recusou.

Política Externa, a revista do Council on Foreign Relations, publicou um artigo em agosto de 2011 afirmando que estava na mente do rei saudita sobre Síria no contexto de atacar o Irã: "O rei sabe que além do colapso da República Islâmica [do Irão ] em si, nada iria enfraquecer o Irã mais do que perder a Síria ". [7] Se a afirmação acima realmente veio de Abdul Aziz Al-Saud, ou não, essa visão estratégica é o representante das razões para o direcionamento da Síria. Conselheiro de segurança do próprio Obama também disse a mesma coisa, apenas alguns meses após a peça por Política Externa foi lançado, em novembro de 2011. Conselheiro de Segurança Nacional Donilon fez um discurso dizendo que o "fim do regime de Assad constituiria o maior revés do Irã na região -. Um golpe estratégico que ainda alterar o equilíbrio de poder na região contra o Irã" [8]

O Kremlin também fez declarações que corroboram que Washington quer de-link Síria a partir de seu aliado iraniano. Um dos mais altos funcionários de segurança da Rússia anunciou que a Síria está sendo punido, por causa de sua aliança estratégica com o Irã. O Secretário do Conselho de Segurança Nacional da Federação Russa, Nikolai (Nikolay) Platonovich Patrushev, declarou publicamente que a Síria é o assunto da pressão de Washington devido à geo-política interesses ligados a cortar relações da Síria com o Irã e não devido a qualquer preocupação humanitária . [9]

O Irã também deu sinais de que os sírios devem ser atacados, não hesitará em intervir militarmente a vir em socorro da Síria. Washington não quer isso. O Pentágono seria muito melhor engolir a Síria em primeiro lugar, antes de virar a sua atenção plena e total para o Irã. Objetivos do Pentágono estão a lutar suas metas fragmentada. Apesar da doutrina militar dos EUA de combater guerras simultâneas em múltiplos teatros e toda a literatura do Pentágono sobre o assunto, os EUA ainda não está pronto para travar uma guerra convencional regional contra o Irã ea Síria ou o risco de uma guerra ampliada com aliados russos e chineses do Irã ainda. A marcha para a guerra, no entanto, está longe de terminar.
Por enquanto o governo dos EUA terá de continuar a guerra contra o Irã sombra e intensificar os meios de comunicação, diplomático e guerra econômica.


Mahdi Darius Nazemroaya é um sociólogo e premiado autor. Ele é um pesquisador associado do Centro de Pesquisas sobre a Globalização (CRG), Montreal. Ele é especialista no Oriente Médio e Ásia Central. Ele tem sido um colaborador e convidado a discutir o Oriente Médio mais amplo sobre vários programas e redes internacionais como a Al Jazeera, TV Prima e Russia Today. Seus escritos foram publicados em mais de dez idiomas. Ele também escreve para o Strategic Fundação de Cultura (SCF), Moscou.


NOTAS

[1] Elisabeth Bumiller et al. "EUA enviam líder máximo do Irã alerta sobre ameaça de Hormuz," The New York Times, 12 de janeiro de 2012.
[2] Agência de Notícias Mehr, "Detalhes da carta de Obama ao Irã libertado", 18 de janeiro de 2012.
[3] Ibid.
[4] Ibid.
[5] Ibid.
[6] Yakkov Katz, "Israel, EUA cancelar a broca de defesa antimísseis," Jerusalem Post, 15 de janeiro de 2012.
[7] John Hannah, "Resposta a Síria: A declaração do rei, a hesitação do presidente," Política Externa, 09 de agosto de 2011.
[8] Natasha Mozgovaya, "Aide Obama: Fim do regime Assad servirá duro golpe para o Irã", Haaretz, 22 de novembro de 2011.
[9] Ilya Arkhipov e Henry Meyer, "A Rússia diz que NATO, no Golfo Pérsico Nações pretende procurar No Fly-Zone para a Síria", Bloomberg, 12 de janeiro de 2012.

Fonte: globalresearch.ca
Imagem: google

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cameron aprova plano de aumentar presença militar nas Malvinas


O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, aprovou um plano de contingência para ampliar a presença militar nas ilhas Malvinas por causa do aumento da tensão entre o Reino Unido e a Argentina pela soberania na região, informou nesta quinta-feira o jornal britânico “The Times”.

Segundo a publicação, Cameron dedicou um dia para avaliar com sua cúpula militar a retórica cada vez mais agressiva do governo argentino liderado por Cristina Kirchner.

Na quarta-feira, o premiê detalhou no Parlamento que havia convocado o Conselho Nacional de Segurança para abordar o tema e acusou a Argentina de "colonialismo" por reivindicar a soberania das ilhas, discussão que se repete desde 1833.

O Reino Unido tem planos de enviar em breve novo efetivo à região através da Ilha da Ascensão, no Oceano Atlântico, que pertence ao Reino Unido, acrescentou "The Times".


“Estamos traçando uma estratégia de contingência. Temos certeza de que a mesma está correta”, disse uma fonte de Defesa ao jornal.

De acordo com o "Times" – que dedicou toda sua capa ao conflito com a chamada “Novo alerta nas Malvinas”–, o governo de Cameron considerou que as ilhas estão agora melhor protegidas do que em 1982, quando a Junta militar argentina decidiu ocupá-las em 2 de abril, uma ação que provocou uma guerra entre os países.

DISPUTA

As ilhas dispõem de quatro aviões Typhoon em Mount Pleasant, base aérea que tem um radar, e sempre há uma fragata ou um destróier patrulhando a região, informou o jornal, que acrescentou que o Ministério de Defesa britânico não revelou onde estão os submarinos nucleares.

Em uma surpreendente declaração parlamentar, Cameron disse ontem que convocou o Conselho Nacional de Segurança e que a Argentina não devia subestimar sua determinação em defender os habitantes das ilhas.

"O que os argentinos disseram recentemente é muito mais colonialismo, porque os moradores querem continuar sendo britânicos e os argentinos querem que eles façam outra coisa", afirmou no Parlamento.


Em resposta, o Governo argentino disse que tais afirmações eram “absolutamente ofensivas, principalmente se tratando do Reino Unido”. “A história mostra claramente qual foi sua atitude frente ao mundo”, declarou o ministro do Interior argentino, Florencio Randazzo.


MERCOSUL

Há 11 dias, o premiê indicou que descartava uma negociação com a Argentina sobre a soberania das ilhas e sustentou que seu país deve manter a “vigilância”, em clara referência à decisão de vários países latino-americanos de bloquear o acesso aos portos de navios com bandeira das Malvinas.

Em uma cúpula em dezembro em Montevidéu, os países que compõe o Mercosul concordaram em bloquear o acesso de navios com bandeira das Malvinas aos seus portos.

Em 2012, serão completados 30 anos da guerra entre os dois países pela posse das Malvinas, que terminou em 14 de junho de 1982 com a rendição da Argentina. No conflito bélico morreram 255 militares britânicos e mais de 650 argentinos.


Em fevereiro, o príncipe William, segundo na linha de sucessão à coroa britânica, viajará às Malvinas para participar de treinamentos como piloto de helicóptero de resgate.



Fonte: naval.com.br

Imagem: google, colocadas por este blog


Pelo jeito o Primeiro Ministro Britânico não estudou sobre a história do Colonialismo Britânico no mundo.

Já não basta termos que aturar o "Império" Belicista Falido Americano ameaçando o mundo com sua "democracia" e agora ainda temos que aguentar a arrogância da Inglaterra que se acha dona de uma ilha da América do Sul.

Até quando vamos aguentar esse tipo de coisas???

Até quando vamos baixar a cabeça???

Burgos Cãogrino

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Paul Craig: Guerra contra Irã pode acabar com vida na Terra


Um ex-funcionário norte-americano advertiu que seu país quer responsabilizar Israel pela possível guerra de Washington contra o Irã, que poderia acabar com a vida na Terra.


As advertências dos Estados Unidos a Israel para não atacar o Irã visam evitar a responsabilidade para a guerra que Washington preparou, escreveu o ex-assistente do Secretário de Tesouro, Paul Craig Roberts, em um artigo em Global Research.

“Se a guerra sai de controle, e se Rússia e China intervêm ou armas nucleares começam a voar, Washington quer responsabilizar Israel. E o país parece estar disposto a aceitar a culpa”, disse Craig Roberts. Na última semana, The Wall Street Journal afirmou que os EUA pediram garantias para líderes israelenses de que não promoveria ações militares contra o Irã.

“Se Washington não quisesse uma guerra contra o Irã não teria fornecido as armas necessárias a Israel. Não teria enviado tropas para Israel”, argumentou o ex-funcionário, que continuou.

“Washington não teria desenvolvido um sistema de defesa antimísseis para Israel e não estaria conduzindo exercícios conjuntos com o exército israelense para ter certeza de que funciona”, advertiu Craig Roberts.

“Washington não impedirá a guerra que deseja tão fervorosamente. Tampouco o fará a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), marionetes de Washington”, disse.

“A Grã-Bretanha faz o que lhe é dito; a Alemanha é submissa e ocupada; França está falida; Itália está ocupada com bases aéreas dos EUA e um governo infiltrado pela CIA e Espanha e Grécia estão em caso de falência. Todos têm a esperança de uma chuva de dólares dos EUA e desprovidos de qualquer dignidade ou honra, apóiam a nova guerra que poderia acabar com a vida na Terra”, disse Paul Craig Roberts.




Fonte: Cuba Debate

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Rotweiller paraquedista entra para o Exército brasileiro





Fonte: www.forte.jor.br

Fechamento dos portos a navios das Malvinas


Em apoio à Argentina, Mercosul fechou os portos para embarcações das Ilhas Malvinas. Uma decisão simbólica e de teor político, já que na prática o efeito é mínimo: os navios do arquipélago atracam com bandeira britânica.

Trinta anos após o conflito armado entre Reino Unido e Argentina, as Ilhas Malvinas – ou Falkland, como frisam os ingleses – ainda são objeto de disputa entre os dois países. Apesar de derrotada na guerra de 1982, a Argentina continua reivindicando a soberania sobre o arquipélago, localizado a cerca de 500 quilômetros da costa do país.

Como forma de pressionar o governo britânico a abrir o diálogo, a presidente Cristina Kirchner conseguiu o apoio formal dos demais países do Mercosul – Brasil, Uruguai e Paraguai – para proibir a ancoragem de navios com a bandeira das Ilhas Falkland nos portos do bloco econômico.

O compromisso solidário a Buenos Aires foi oficializado no fim de dezembro passado, na cúpula do Mercosul em Montevidéu. Na declaração, os quatro integrantes garantiram que adotarão as medidas necessárias para impedir o ingresso, em seus portos, de embarcações que tragam a "bandeira ilegal" das Ilhas Malvinas.

O governo brasileiro afirma que o impedimento já era adotado pelo país – apesar de nenhum navio com bandeira do arquipélago ter tentado ancorar na costa brasileira nos últimos anos, diz o Itamaraty.

Cientes da situação, muitos navegadores simplesmente trocam a bandeira do arquipélago pela do Reino Unido, que é aceita pelas autoridades brasileiras. Segundo o governo das Malvinas, há apenas 28 barcos registrados no país – dos quais 20 são embarcações pesqueiras. Ou seja, na prática, a decisão é simbólica.

"Foi um movimento muito importante para afirmar internacionalmente uma postura de convergência na América do Sul em torno de questões políticas e estratégicas que afligem os países da região. Hoje é uma questão que envolve a Argentina, mas amanhã pode ser algo relacionado a qualquer outro membro do bloco", avalia Antônio Carlos Lessa, professor do Departamento de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB). "A medida, na verdade, não tem muitos efeitos práticos", completa.

Lessa ressalta ainda que o assunto Malvinas é extremamente delicado e importante para a Argentina. "A reintegração das ilhas é tratada como uma questão de interesse nacional, escrita na Constituição."

Para inglês ver

A declaração do Mercosul, no entanto, provocou reação imediata do Reino Unido, que considerou a decisão "preocupante e injustificada". Na semana passada, o secretário de Estado de Assuntos Exteriores, William Hague, advertiu os países sul-americanos sobre a continuidade do "bloqueio econômico" ao arquipélago. Ele desembarca em Brasília nesta quarta-feira (18/01) para uma visita de dois dias e a proibição deve ser um dos temas abordados.

No entanto, como Brasil, Chile e Uruguai já declararam aceitar barcos oriundos das Malvinas em seus portos – desde que não usem a bandeira do arquipélago – o assunto não deve render mais discussões acaloradas. Segundo Hague, o governo britânico estaria "satisfeito" com a solução.

Os moradores das ilhas Malvinas, porém, lamentam o embargo nos portos sul-americanos, de acordo com a parlamentar Jan Cheek. "Estamos decepcionados que uma grande democracia, como a Argentina, ache que seja necessário tentar um bloqueio econômico sobre seu pequeno vizinho. É um ato muito pouco amistoso e que não vai ajudar na causa deles", reclamou Cheek.

À época da declaração conjunta, a parlamentar, nascida nas Malvinas, emitiu uma nota em protesto à decisão. "Somos um povo com recursos, não vamos nos curvar à Argentina em suas tentativas de enfraquecer nossa casa e nosso modo de vida."

Petróleo

A Argentina pretende ainda expandir sua política de obtenção de apoio no continente. Desde o sábado passado até o próximo dia 21, o chanceler argentino, Héctor Timerman, realiza visitas oficiais a vários países da América Central para agradecer o apoio em fóruns internacionais sobre a questão das Malvinas.

Para Claudia Zilla, especialista em América Latina do Instituto Alemão para Política Internacional e Segurança, em Berlim, o fechamento dos portos é uma reação à exploração econômica britânica nas proximidades das ilhas.

"É uma questão que irritou a Argentina e se pode prever que, com uma maior exploração dos recursos naturais das Malvinas, haverá cada vez mais barcos com necessidades de entrar nos portos da América do Sul. Então os países dizem: tudo bem, se vocês querem explorar unilateralmente estes recursos, então os barcos não poderão entrar em nossos portos", afirma Zilla.

"Mas não tem grande efeito, porque o Reino Unido encontrou uma forma de escapar dessa proibição", diz, referindo-se ao fato de os navios das Malvinas usarem a bandeira britânica em vez de a do arquipélago.

Companhias inglesas investem numa possível extração de petróleo na região. A empresa Rockhopper divulgou estar procurando sócios para seu projeto de dois milhões de dólares, cuja intenção seria transformar o arquipélago num centro de produção petrolífera. Entre abril e maio de 2010, a empresa fez a primeira descoberta de petróleo na Bacia de Falkland Norte.

Cheek ressalta que, há 15 anos, empresas como a Shell fizeram as primeiras descobertas de petróleo na região. Explorações recentes confirmaram a presença de gás e combustível sob as águas do sul. "Mais perfurações estão planejadas para o ano que vem", afirma a parlamentar.



Fonte: DefesaNet

Autora: Mariana Santos
Revisão: Alexandre Schossler

Imagem: google


Defesa das fronteiras do Brasil - Será?

Defesa Bilionária

Maior visibilidade mundial do País faz Exército reforçar a proteção das fronteiras com programa de R$11,9 bilhões que movimenta a indústria bélica.

A fronteira brasileira é tão vasta que descrevê-la evoca superlativos: 16.886 quilômetros separando o Brasil de 11 países vizinhos, numa faixa que abrange dez Estados e 27% do território nacional. Uma área tão extensa que vigiá-la tornou-se quase impossível. Mas com a maior projeção do Brasil na economia global, a proteção dos limites do País tornou-se um assunto prioritário na estratégia de defesa nacional. Para evitar o trânsito de traficantes de drogas, contrabandistas e guerrilheiros, o governo montou um ambicioso projeto com o objetivo de manter os confins brasileiros sob permanente vigília.



Numa estimativa inicial, serão gastos R$ 11,9 bilhões ao longo dos próximos dez anos para montar o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). A Amazônia, por exemplo, cuja internacionalização é tema recorrente no noticiário mundial, receberá atenção especial. A gigantesca floresta, hoje vigiada por 21 Pelotões Especiais de Fronteira (PEFs), receberá 28 novos postos de vigilância em seis Estados da Amazônia Legal. Cada um tem um custo estimado de construção de R$ 8,5 milhões. “Com a escassez de recursos naturais, a proteção do território é cada vez mais uma questão de soberania”, diz o general João Roberto de Oliveira, assessor especial do Comando do Exército para o Sisfron.

Além de, literalmente, demarcar território, o projeto das Forças Armadas chega num momento importante para a indústria mundial de defesa. Com a recessão nos países ricos, a perspectiva de um contrato de longo prazo no Brasil tornou-se bastante atraente. As empresas do setor já começaram a se movimentar, desfilando um portfólio de produtos de última geração para o Exército, encarregado de implementar o projeto. As empresas estrangeiras, porém, não poderão concorrer sozinhas pelos recursos. Pelas regras definidas na Estratégia Nacional de Defesa (END) é obrigatório formar parcerias com indústrias nacionais e transferir a tecnologia que vem de fora.

Foi a deixa para iniciar uma onda de fusões e associações de olho no projeto bilionário do Exército. A Embraer Defesa e Segurança, a maior do setor, comprou a fabricante paulista de radares Orbisat e 50% do controle da Atech, especializada em integração de sistemas e responsável pelo projeto básico do Sisfron, concluído em dezembro. Três meses antes, a companhia de São José dos Campos desembolsou R$ 85 milhões para firmar uma joint venture com a gaúcha AEL Sistemas, subsidiária da israelense Elbit, criando a Harpia, para desenvolver veículos aéreos não tripulados (Vants) nacionais.


Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança, diz que os investimentos mostram o interesse firme da companhia em participar do Sisfron e de abrir novos mercados. ”Temos a oportunidade de desenvolver, no longo prazo, novas tecnologia de defesa no Brasil”, disse Aguiar à DINHEIRO. O Sisfron representa um avanço tecnológico sem precedentes, garante Vitor Puglia Neves, vice-presidente de operações da AEL Sistemas.Tão logo começou a ser projetado, há um ano, o programa atraiu uma respeitável leva de empresas mundiais no setor.


Entre elas, a americana Rockwell Collins, a alemã Rheinmettal, a espanhola Indra e a italiana Selex. Desde então, o Exército já recebeu a visita de pelo menos 100 companhias interessadas. Mas o tabuleiro se agitou depois de setembro, com a criação da Empresa Estratégica de Defesa, que nada mais é que uma pessoa jurídica à qual qualquer companhia estrangeira deve obrigatoriamente se associar para projetos acima de R$ 50 milhões – como é o caso do Sisfron. O movimento mais recente foi da francesa Thales, uma gigante com faturamento de € 13,1 bilhões que, em dezembro, anunciou uma parceria com a construtora Andrade Gutierrez.


Com negócios nas áreas de defesa, segurança aeroespacial e transportes, a Thales tem no currículo o desenvolvimento do sistema de vigilância da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), uma aliança militar entre a Europa, os Estados Unidos e o Canadá. “Temos muita experiência nessa área”, afirma Laurent Mourre, diretor da Thales para o Brasil. “O Sisfron é tão complexo que, quando estiver pronto, vai mudar radicalmente o modo como o Exército atua na defesa do País”, afirma. Quando for concluído, o sistema de defesa compreenderá numa intrincada rede de radares estacionários e móveis, sistemas de comunicações e veículos aéreos não tripulados.


Os equipamentos terão de se comunicar e serão integrados numa grande teia, que dará subsídio aos centros de decisão do Exército. Simples no papel, extremamente complicado na prática. “Não há no planeta uma empresa capaz de fornecer o sistema completo”, diz o general João Roberto de Oliveira. “Isso estimula as empresas a se unirem.” Desde a edição da Estratégia Nacional, em 2009, o monitoramento permanente das fronteiras firmou-se como diretriz das Forças Armadas e se tornou uma das principais frentes de investimento do Ministério da Defesa. Soma-se a isso a necessidade de desenvolver parte significativa das tecnologias que serão empregadas até 2022 no Sisfron.


Uma estimativa feita pela Embraer Defesa e Segurança aponta que o Brasil domina apenas 60% do conhecimento necessário para montar o sistema. Os demais 40% são considerados tecnologias críticas, que ainda terão que ser desenvolvidas. É aí que moram as oportunidades – tanto para as empresas brasileiras quanto para as multinacionais. Cerca de 30 indústrias nacionais estão hoje capacitadas para fornecer equipamentos e tecnologias para o Sisfron. Mas, quando se fala em companhias para se associar aos gigantes estrangeiros, esse universo se torna bastante restrito.


Além de Embraer e Andrade Gutierrez, a mais adiantada nesse processo é a Odebrecht, que criou em 2011 sua divisão de defesa e segurança depois da joint venture com a francesa Cassidian, do grupo EADS. Outras construtoras, como Camargo Corrêa e OAS, já foram procuradas por interessadas estrangeiras – esta última sondada por uma americana do ramo de radares. A sueca Saab, que vem consolidando sua presença no Brasil para além da concorrência dos jatos do combate no programa F-X2, no qual disputa com seu Gripen NG, está em busca de parceiros.


“Vamos nos associar a uma empresa brasileira, compartilhando e desenvolvendo tecnologias”, diz Åke Albertsson, vice-presidente mundial de marketing e gerente-geral para o Brasil. A Saab entrará na parceria como fornecedora de radares, sistemas eletrônicos e soluções. Embora já busquem se posicionar para o lançamento do Sisfron, as empresas ainda não sabem exatamente qual será o seu desenho, mesmo com o projeto básico concluído pelo Exército, um calhamaço de 57 volumes. Ele só será conhecido com a divulgação das especificações técnicas.


“Só então saberemos quais são as tecnologias que o Brasil precisa, quais serão os equipamentos básicos e como serão integrados”, diz Jairo Cândido, diretor do departamento de indústria de defesa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Como será implementado ao longo de uma década, o Sisfron sairá do papel aos poucos. Neste semestre, devem ser conhecidos os detalhes técnicos do projeto piloto que será lançado numa faixa de fronteira de 650 quilômetros, na divisa entre Mato Grosso do Sul e a Bolívia e o Paraguai.

Lá devem funcionar 12 radares, cada um com alcance de 60 quilômetros, ligados ao Comando Militar do Oeste, em Dourados (MS)
. O Orçamento da União de 2012 aloca R$ 172,8 milhões para essa finalidade. Essa fase experimental será a primeira iniciativa de integração das diversas plataformas de vigilância, dos radares aos Vants, com o centro de comando. Se der certo, o modelo será replicado nos outros 16 mil quilômetros de fronteira.





Fonte: Blog DefesaBr

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

África, um continente sem história?



Não há região do mundo mais vítima da naturalização da miséria do que a África. Na concepção eurocêntrica, bastaria cruzar o Mediterraneo para se ir da “civilização” à “barbárie”. Como se a África não tivesse história, como se seus problemas fossem naturais e não tivessem sido resultado do colonialismo, da escravidão e do neocolonialismo.

Por Emir Sader

Continente mais pobre, mais marcado por conflitos que aparecem como conflitos étnicos, região que mais exporta mão de obra – a África tem todas as características para sofrer a pecha de continente marcado pelo destino para a miséria, o sofrimento, o abandono.


Depois de séculos de despojo colonial e de escravidão, os países africanos acederam à independência política na metade do século passado, no bojo da decadência definitiva das potências coloniais europeias. Alguns países conseguiram gerar lideranças políticas nacionais, construir Estados com projetos próprios, estabelecer certos níveis de desenvolvimento econômico, no marco do mundo bipolar do segundo pós-guerra.


Mas essas circunstâncias terminaram e o neocolonialismo voltou a se abater sobre o continente africano, vítima de novo da pilhagem das potências capitalistas. A globalização neoliberal voltou a reduzir o continente ao que tinha sido secularmente: fornecedor de matérias primas para as potências centrais, com a única novidade que agora a China também participa desse processo.


Mas o continente, que nunca foi ressarcido pelo colonialismo e pela escravidão, paga o preço desses fenômenos e essa é a raiz essencial dos seus problemas. Mesmo enfrentamentos sangrentos, atribuídos a conflitos étnicos, como entre os tutsis e os hutus, se revelaram na verdade expressão dos conflitos de multinacionais francesas e belgas, com envolvimento dos próprios governos desses países.


Hoje a África está reduzida a isso no marco do capitalismo global. Salvo alguns países como a Africa do Sul, por seu desenvolvimento industrial diferenciado e alguns países que possuem matérias primas ou recursos energéticos estratégicos, tem um papel secundário e complementar, sem nenhuma capacidade de assumir estratégias próprias de desenvolvimento e de superação dos seus problemas sociais.


A globalização neoliberal acentuou a concentração de poder e de renda no centro em detrimento da periferia. Os países emergentes – em particulares latino-americano e alguns asiáticos – conseguiram romper essa tendência, mas não os africanos, porque não conseguiram eleger governos que rompessem com a lógica neoliberal predominante.


O novo ciclo da crise capitalista e a primavera no mundo árabe podem trazer novidades que permitam a países africanos somar-se aos governos progressistas da América Latina.






Fonte: Carta Maior, vermelho.org
Imagens: google, colocadas por este blog

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A Subespécie Americana - "Livres" para urinar "Democraticamente" no Mundo


Esses são os americanos que estão lutando pela "democracia e liberdade" no mundo.
ONU e OTAN, duas organizações voltadas uma para a Paz e outra para a União e o resultado é isso.

A maioria dos humanos devería baixar a cabeça e ter vergonha da espécie "evoluida" em que se tornaram.

Os verdadeiros humanos deveriam se revoltar com uma coisa dessa, os americanos estão urinando LITERALMENTE no mundo todo já faz muito tempo, mas muitos precisam ver para crer, e agora não há mais dúvidas, não bastou a desgraça que fizeram no Japão, no Vietnã, no Iraque, na Líbia e em tantos outros países???

Até quando vamos permitir tantas humilhações???


Eu, que sou um animal fiquei envergonhado da raça Sub-humana que os ditos Seres "Racionais" se transformaram, o mundo animal "irracional" está chocado.

Burgos (Cãogrino)

URINANDO SOBRE O MUNDO





Laerte Braga

Soldados da democracia cristã e ocidental aparecem num vídeo feito no Afeganistão urinando sobre corpos de supostos guerrilheiros talibãs mortos. São bestas/feras. No processo de transformação dos EUA em um grande complexo terrorista – a maioria do controle acionário é de sionistas – o episódio foi logo minimizado pela mídia de mercado e poucos veículos noticiaram o fato no Brasil.

O vídeo está disponível no Youtube e pode ser visto em

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/article1242969.ece

O governo Bush terceirizou funções militares, tais como recrutamento, treinamento e ações de campo a empresas privadas. Serviços de inteligência são hoje praticamente controlados por essas empresas.

A guerra deixou de ser um negócio disfarçado para se transformar em alavanca do império em decadência.

Toda a indústria armamentista norte-americana é privada e hoje, na chamada nova estratégia de defesa do presidente Barack Obama (um Bush com jogo de cintura, cínico e perverso), esse tipo de negócio tende a prosperar com a fantástica tecnologia de destruição que os norte-americanos detêm e ampliam cada vez mais.

Em breve as bestas/feras que urinam sobre todo o mundo estarão portando armas nucleares de pequeno porte, mas de efeito devastador e carregadas em mochilas. Ao lado do chocolate, dos cigarros e dos enlatados. E lógico, dos chicletes. É indispensável ao jeito de ser boçal e arrogante dos norte-americanos.

A visita do presidente do Irã a países da América Latina não incluiu o Brasil. Ahmadinejad sondou o governo brasileiro sobre seu interesse em estar com Dilma Roussef. O ministro das Relações Exteriores não é mais Celso Amorim, mas atende pelo nome apropriado de Antônio Patriota. Faz parte da turma que se precisar tirar o sapato e cai de quatro para ser revistado em aeroportos dos EUA., tira e cai.

O governo Dilma conta jogar um jogo de nem faz e nem deixa de fazer em relação ao Irã de olho em eventuais benesses norte-americanas diante da crise econômica que afeta o mundo. Não passou ainda com intensidade pelo Brasil, mas já pode ser avistada em forma de tormenta vinda de outras partes do planeta. Como entreposto do capital internacional o Brasil cai na armadilha do capitalismo e é guardado como reserva para futuros saques.

A sorte da presidente é que a oposição é débil, composta de notórios corruptos comprometidos com o neoliberalismo de Washington e o populismo inaugurado na era Lula vai servir de rede para Dilma e seu PT cada vez mais PSDB por sua cúpula.

Esse jogo duplo, sem cara, começou com Lula, no acordo de livre comércio firmado com o governo de Israel. Isso significou abrir os portos brasileiros à ocupação sionista. A indústria bélica brasileira já é desses grupos.

Richards J. Roberts, prêmio Nobel de Medicina, em entrevista pública, entre outras coisas disparou contra a indústria farmacêutica.

“Os medicamentos que curam completamente não dão lucros.

“A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas”.

“Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença ...

as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas ​​na cura, mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crônica. Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga”.

“Pararam investigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas”.

“Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os "seus filhos" se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.

O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados ​​em multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas.

O resto são palavras...”

É óbvio que o modelo cubano afeta o capitalismo, amedronta essa estrutura cruel e boçal. Busca a cura e a despeito do bloqueio imposto pelos que urinam sobre o mundo e obtém resultados fantásticos.

Ralph Nader, precursor na luta pelos direitos do consumidor e depois pelos direitos fundamentais do cidadão, chegou a afirmar na década de 70 que a GOODYEAR poderia fabricar pneus com alta durabilidade, pelos menos dez mais que os atuais modelos, mas não se interessava, pois o lucro sumiria.

É por isso que a crise é de modelo. O capitalismo transforma o ser humano em “não pessoas”. A afirmação é de Noam Chomsky, judeu e notável professor dos EUA. Faz parte do um por cento de norte-americanos que consegue acreditar em vida inteligente para além e fora dos sanduíches da rede Mcdonalds acompanhados de Coca Cola.

O resto já nem acredita mais em Superman. A mediocridade que resulta da arrogância é tanta, que acham que Silvester Stalone mesmo resolve.

As coisas no Brasil andam em correntezas ou grandes pastos secos. O ministro Fernando Bezerra está sendo acusado de favorecer com verbas públicas o seu estado natal, Pernambuco. Não há uma linha sobre os recursos orçamentários para o combate a “desastres naturais” transferidos para a Fundação Roberto Marinho, laranja da quadrilha Marinho e que opera a lavagem de dinheiro das operações do grupo.

Nem Bezerra e nem Marinho são flores que possam ser cheiradas.

Protestos estudantis contra o aumento das tarifas de transportes coletivos urbanos em Vitória no Espírito Santo e Teresina, no Piauí, são reprimidos com a costumeira “gentileza” das polícias militares. Aberrações em qualquer democracia que se pretenda como tal, instrumentos de defesa das elites e forças corruptas, o que se vê, diariamente, até na mídia de mercado. Borduna, gás de pimenta, gás lacrimogênio, o de sempre. O governador do Piauí nem sei quem é, nem é necessário saber seu nome para saber que é como a maioria. Coronel político posto em cargo público a serviço de bancos, grandes corporações e latifúndio. O do Espírito Santo, ao contrário, chamam de Renato Casagrande. É governador nominal. Paulo Hartung governa de fato. Casagrande leva tranqüilo o troféu banana do ano até então em mãos de Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas.

Não apita nem sobre seu almoço. Pelo contrário, atende a apitos de Hartung. Como não usa “tigre”, vive fazendo flexões. O Espírito Santo, por suas características, inclusive dimensões territoriais, resta sendo a síntese explícita das máfias políticas que atuam no Brasil. Executivo, Legislativo e Judiciário.

Um desses “meganhas”, transformado em estudante (deve ter sido um esforço sobre humano), nas velhas táticas das ditaduras, colocou fogo num ônibus em Vitória e transformou estudantes em baderneiros. Casagrande se refugiou na despensa enquanto Hartung comandava a operação. Comeu latas de salsichas enquanto aguardava as ordens para voltar a ser objeto de decoração visível ao público.

Um PM (uai, esperava o que?) agrediu um estudante negro na USP. A universidade é controlada pela Polícia Militar (Polícia?) Pô meu! O governador do estado é um pastel de vento disfarçado, vem com a roupa da OPUS DEI, organização criminosa que opera nos porões e palácios do Vaticano.

Os modelos são desenhados pela DASLU e financiados pela FIESP.

A propósito de modelos, as FARCs-EP (FORÇAS ARMADAS REVOLUCIONÁRIAS COLOMBIANAS-EXÉRCITO POPULAR) desenvolveram há décadas um projeto de casa popular (a sobrevivência na selva) que países como o Canadá aprimoraram. O projeto original era de 48 metros quadrados, com garantia de 20 anos contra qualquer problema comum a casas construídas por quadrilhas/empreiteiras. Podem se transformar em mansões se estendidas.

E não só no Canadá o projeto ganhou força, em vários outros países do mundo. Um prefeito de uma cidade atingida pelas águas disse que o difícil e atrair empreiteiras para obras de reconstrução, pois o lucro é pequeno.

Grande é a ganância, urinam sobre o mundo inteiro.

O vídeo de bestas/feras chamadas de mariners urinando sobre os corpos de supostos guerrilheiros talibãs é a definição pronta e acabada do que os EUA fazem sobre todo o mundo. Urinam montados em arsenais nucleares, sobre os quais querem o privilégio. O monopólio do terror.

Qualquer problema é só organizar uma carreata de integrantes do BBB – existe no mundo capitalista inteiro exatamente para isso – e pronto, tudo resolvido. Viram heróis.

É uma “mijada” e tanto. O corriqueiro do dia a dia sobre “não pessoas”.


Fonte: Gilson Sampaio

O que é o SOPA (Stop Online Piracy Act) e porque ele é tão perigoso.



Reproduzo aqui o post que lí no blog do amigo jaderresende.blogspot.com para que chegue ao conhecimento de um maior número de pessoas.



A entrevista abaixo foi publicada no Blog do Zé Dirceu e explica o que é o projeto de lei chamado Stop Online Piracy Act (SOPA) que está para ser votado na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. No próximo dia 18/01, o Reddit está chamando um black out na rede para protestarmos contra a possibilidade de censura e de bloqueio aos sites pelas autoridades norte-americanas. Aqui, no Trezentos, vamos começar uma grande campanha contra os projetos SOPA e PIPA.

A entrevista abaixo ajuda a esclarecer o que está em jogo.

Qual é o conteúdo desse projeto de lei? Por que é tão polêmico?

[ Sérgio Amadeu ] O SOPA, apresentado em outubro de 2011 na Câmara dos Deputados dos EUA, é praticamente um complemento do Protect IP Act (PIPA), apresentado quatro meses antes no Senado norte-americano. As duas propostas legislativas visam bloquear o acesso a sites e aplicações na Internet que sejam consideradas violadoras da propriedade intelectual norte-americana. A indústria do copyright percebeu que os principais buscadores, provedores de conteúdo e redes sociais online estão sediadas nos EUA. Por isso, acreditam conseguir no ciberespaço algo semelhante ao bem sucedido bloqueio econômico à Cuba.


Na prática, o que acontecerá se ela for aprovada?

[ Amadeu ] Nenhuma empresa sediada nos EUA poderá permitir o acesso a um número de IP (ou seja, do protocolo de internet) ou a um domínio de um site acusado de “roubar” imagem, vídeo, música, texto ou software de cidadãos ou corporações norte-americanas, sob pena de ser considerado um verdadeiro cúmplice. Mais do que aplicar a técnica chinesa do bloqueio aos endereços dos sites, a lei exige que, em cinco dias, todas as referências a estes sites sejam apagadas. Isto quer dizer que se meu blog for acusado de violar o copyright de algum americano, o Google e o Yahoo serão obrigados a deletar todas as referências a ele. Também a Wikipedia deverá suprimir todos os links que teriam para o meu blog, mesmo que os enlaces tratassem de outro tema.


Além disso, são completamente impeditivos os custos para se recorrer na Justiça norte-americana dessa ação de bloqueio administrativo. O pior é que os dois projetos de lei visam controlar a criatividade e a inovação também na área de aplicações na rede. Imagine se a Microsoft acusar o Wordpress de violar determinadas patentes de software (que são aceitas nos EUA). Como ficarão os blogs que usam a plataforma wordpress em todo o planeta? Certamente terão seus IPs bloqueados em solo americano e os mecanismos de busca deverão suprimir qualquer link que os indique.

Qual o impacto disso para a rede como um todo?

[ Amadeu ] Se o SOPA e o PIPA forem aprovados, será a primeira grande derrota da cultura da liberdade diante da cultura da permissão e do vigilantismo. Será um grande retrocesso para a criatividade e para a inovação da comunicação em rede. A Internet poderá ser afetada nos seu sistema de DNS (sistema de nomes de domínio) e isto poderá alterar profundamente a sua dinâmica. Por isso, enquanto lutamos contra os traficantes do copyright, temos que utilizar a estratégia das comunidades de software livre. É preciso pensar e construir também novas tecnologias de rede que possam anular a truculência do Estado norte-americano. Resistir, mobilizar, denunciar, sem esquecermos que, talvez, o decisivo seja hackear. E vale lembrar que hackear é hipertrofiar. Borrar as fronteiras dos inimigos da liberdade. Elevar ao extremo seus absurdos. Não têm nada a ver com crackear, roubar e invadir. Um exemplo é o plano para lançar o primeiro satélite hacker (leia mais https://twitter.com/#!/samadeu/status/153940138530062336).

Quais são os interesses por trás da lei?

[ Amadeu ] Esta medida é defendida por membros do Partido Republicano e do Partido Democratas que querem subordinar todos os direitos sociais e culturais ao enrijecimento e extensão da propriedade intelectual. São lobistas de associações como a MPAA (indústria cinematográfica), RIAA (indústria fonográfica), BSA (Business Software Aliance) que articulam deputados e senadores para apoiar tais medidas que são consideradas anti-constitucionais por diversos analistas. Todavia, os deputados defensores do SOPA e do PIPA defendem que tais medidas não se aplicam em território americano, são para bloquear sites fora de sua jurisdição, portanto, não fere a Constituição. Por trás dessas propostas está a certeza de que não adianta atuar contra o usuário da Internet, pois esse não acredita que compartilhar música, textos e vídeos seja uma atividade criminosa. Por isso, querem atuar na própria infraestrutura de conexão e de provimento de acesso da rede.


Há reação dos movimentos sociais?

[ Amadeu ] Há uma grande reação nos EUA contra o SOPA e o Protect IP Act. O principal articulador da luta contra o bloqueio da Internet é a Electronic Frontier Foundation. Ativistas do mundo inteiro se mobilizam contra essas medidas. Organizações sem fins lucrativos, tais como a Wikipedia e a Mozilla Foundation se mobilizam igualmente junto com corporações como o Google e o Yahoo. No Brasil, os ativistas da liberdade na Internet que lutam contra o AI-5 Digital se mobilizam desde o ano passado para denunciar o SOPA. Diversos blogueiros também têm denunciado essas investidas que visam censurar e bloquear a rede. Existe até um aplicativo para celulares Android (veja) que permite o usuário identificar as empresas que apóiam o SOPA, conforme tenho relatado no Twitter ( http://twitter.com/samadeu ).




Fonte: Trezentos, reproduzido de
Jader Resende
Imagem: google, colocadas por este blog

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