Minha lista de blogs

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sucre: Uma moeda virtual contra a ditadura do dólar


Criado em 2010, o Sucre (Sistema Único de Compensação Regional de Pagamentos), moeda virtual para o comércio entre os países da Alba (Alternativa Bolivariana para os Povos da Nossa América), além de fortalecer as economias do bloco é um forte mecanismo de integração regional. Em conversa com o Vermelho, o economista e professor da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila), Luciano Severo, esclarece como funciona este sistema.


Por Vanessa Silva


Ideais integracionistas não são novidade no continente latino-americano. A primeira medida rumo a uma integração efetiva ocorreu com o pacto do ABC, firmado em 1905. Já em 1909, o tratado foi usado quando os Estados Unidos impuseram ao Chile o pagamento de uma multa absurda de 1 milhão de dólares, que deveria ser paga em 10 dias. Brasil e Argentina saíram em defesa do país vizinho, se posicionaram contra os Estados Unidos e venceram a contenda. Isso ocorria no tempo do pan-americanismo, sob hegemonia dos Estados Unidos.

Um século depois, o continente trabalha propostas de união que reforcem a independência dos países latino-americanos e caribenhos com relação, principalmente, ao império do norte. Esse é o propósito principal do Sucre: diminuir a dependência dos países da Alba — Bolívia, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas e Venezuela — com relação ao dólar e qualquer outra moeda estrangeira.


A iniciativa, além de fortalecer as economias locais frente à crise econômica que assola a Europa e os Estados Unidos, é um forte mecanismo de integração, na medida em que incentiva o comércio e o desenvolvimento das economias locais, fazendo o dinheiro circular na região. O Brasil tem uma iniciativa semelhante, criada no âmbito do Mercosul, que é o Sistema de Moedas Locais (SML).


Ao economizar dólares nesse tipo de transação, os países integrantes desses sistemas podem utilizar essas divisas para combater a pobreza, a exclusão social e investir em infraestrutura e educação. Além disso, esse e outros projetos de integração, ao criar alternativas ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial, reforçam a independência e a autonomia regional frente às políticas neoliberais impostas pelos países desenvolvidos.


Esses propósitos são encontrados nos discursos dos mandatários idealizadores do projeto. De acordo com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, a moeda virtual “libertará os países da Alba da ditadura do dólar imposta pelo capitalismo”. Já o presidente do Banco Central do Equador, Diego Borja, observou que se trata da “construção de um conjunto de instrumentos que permitam defender nossos povos e nossas economias de uma crise que não provocamos, mas que somos os mais atingidos”.


O Sucre não é, no entanto, a primeira iniciativa neste sentido em nosso continente. Em meados dos anos 1960, os países membros da Aladi (Associação Latino-Americana para a Integração) criaram um mecanismo para possibilitar a realização do comércio intra-regional com a utilização de menos dólares. Assim, foi criado, em 1966, o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR). Os bancos centrais de 12 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela) participaram da iniciativa. Durante o final da década de 1980, entre 80 e 90% das transações inter-regionais foram realizadas por meio desse convênio. Hoje, o sistema está totalmente subutilizado.

Para entender melhor como funciona e qual é o objetivo do Sucre, o Vermelho entrevistou, por telefone, o professor e economista Luciano Severo. Acompanhe a seguir os principais tópicos abordados nesta conversa:

O Sucre é uma moeda?



O Sucre, na verdade, é um instrumento para desafogar e criar formas de facilitar o comércio entre os países que fazem parte do mecanismo. É também uma forma de enfrentar um problema crônico que os nossos países têm que é não emitir moeda conversível [como são consideradas as moedas emitidas por países ‘estáveis’]. Com o Sucre diminuímos esse problema que em economia chama-se ‘restrição externa’. Tem este nome porque você precisa vender cada vez mais para conseguir dólar e como vendemos produtos que têm preços muito voláteis, já que são commodities, então esses produtos têm uma vulnerabilidade muito grande no mercado internacional. O sucre é uma forma de reduzir a pressão externa através do estímulo do comércio compensado.

Outras iniciativas regionais

No caso do Brasil, está sendo criado, no âmbito do Mercosul, junto com a Argentina, Uruguai e Paraguai, um mecanismo similar ao Sucre, que se chama SML (Sistema de Moedas Locais). Hoje, o Brasil já faz transações com a Argentina neste sistema. O Brasil paga em reais e os argentinos, em peso. Vou dar um exemplo: eu sou argentino e você brasileira. Eu compro um produto e o Banco do Brasil te paga em reais. Eu, que sou argentino, pago em peso. O Banco Central da Argentina transforma em dólar e manda em dólares para o Banco Central do Brasil. Um Banco Central passa dólares para o outro, mas as pessoas recebem na moeda local. Já com o SML, o Banco Central da Argentina só passa para o Brasil a diferença que não foi compensada. Se em um mês compramos 1 milhão de dólares para cada lado, então um Banco Central não passa nada para o outro. É uma forma de compensação.

Equilíbrio comercial


Funciona assim: se você compra mil e o outro país compra mil, se ficou empatado, não tem transferência de dólares, então a ideia é, e isso está muito claro, quanto maior for o equilíbrio do comércio, maior é a efetividade do Sucre. Quanto maior for o equilíbrio, mais você está utilizando o sistema. Se for totalmente equilibrado não precisará transferir nada. Será 100% troca. E esse é um problemão que a gente tem porque o comércio na América do Sul é totalmente desequilibrado. No caso do Sucre, a Venezuela compra muito menos do que vende para os países da Alba.

Integração comercial X produtiva

Enquanto houver assimetria, não dá para usar [esses mecanismos]. Ela [a assimetria] é um entrave para o processo de integração. O Brasil compra muito petróleo, mas compra da Nigéria, não compra da Venezuela. Então existem formas, através da razoabilidade, da lógica do mercado, de conseguir fazer uma matriz onde se priorize a integração. E a integração comercial está depois, o foco deve ser a integração produtiva, que é você conseguir integrar produtivamente a região, o que é um desafio bárbaro. O Brasil é bem maior que a Venezuela e bem maior que os demais países do Sucre também.

A Venezuela aumentou muito as compras de Cuba, Bolívia, Nicarágua e Equador. E isso faz com que ela esteja utilizando mais o Sucre. Tem que haver um esforço desses países para identificar coisas que eles podem comprar entre eles e deixar de comprar dos outros que não fazem parte do sistema. Por exemplo, o Brasil compra fertilizantes da Ucrânia, quando poderia comprar da Venezuela. Então esse é um esforço de inteligência comercial que precisa ser feito, sobretudo das instâncias que são criadas para pensar isso. Porque se deixar, o mercado vai comprar da Ucrânia porque foi feito um acordo... Mas tem que haver uma racionalidade para perceber que temos que estimular a relação com a Venezuela.

A chave do negócio é a grande diferença que existe no comércio da região. Um começa a ter interesse de que o outro se desenvolva para usar menos a moeda internacional que não somos emissores.


Esse é o espírito da coisa: um precisa do outro, de alguma forma, não só pelo histórico de integração, mas pelo bolso também, porque se eles conseguirem construir uma matriz, existe uma possibilidade grande de diminuir o uso de dólares no comércio internacional deles. Assim, o que quer dizer a informação de que aumentou o uso do Sucre? [Estima-se que 2011 o montante negociado, em Sucres, tenha sido de 300 milhões] Isso quer dizer que tudo isso foi feito sem usar o dólar. Do ponto de vista bem prático, está sobrando dólares para usar em gastos sociais, investimento em educação, para construir indústria, ou para fazer obras de infraestrutura de integração...


Reação dos Estados Unidos

Nos anos 1960, a América Latina, muito influenciada por Celso Furtado, criou, no âmbito da Aladi, o chamado Convênio de Créditos Recíprocos (CCR). Dez Bancos Centrais da América do Sul mais a República Dominicana e o México aceitaram o CCR, que existe até hoje. Nos anos 1980, ocorre a crise da dívida externa e, durante esse período, os governos recorrem a esse sistema de crédito recíproco para fazer intercâmbio entre si. Esse convênio chegou a realizar 80% do comércio da região.

Nesta época, os países estavam em crise. Vários deles decretaram moratória porque não tinham como pagar a dívida. Os americanos, por meio do Acordo de Basileia [firmado em 1988 para melhorar a qualidade da supervisão bancária e fortalecer a ‘segurança’ do sistema bancário internacional], definiram que os Bancos Centrais não podiam utilizar esse convênio porque isso aumentava o grau de exposição desses países. Esse acordo foi uma forma de constranger o CCR e, através desse Banco Central dos Bancos Centrais, coagir os governos da América Latina a deixar de fazer isso.


Primeiro foi o Fernando Henrique [ex-presidente do Brasil entre 1995 e 2002] e depois o Carlos Menen [ex-presidente da Argentina entre 1989 e 1999]. Eles começaram a cumprir os acordos de Basileia e desestimularam o uso do CCR, que de cerca de 80 caiu para 2% das transações do comércio local. Essa foi uma das formas que os Estados Unidos conseguiram bancar que esse comércio era prejudicial. Eles entraram de sola para impedir que os países realizassem essas iniciativas. Já com relação ao Sucre, eu desconheço, não sei o que os Estados Unidos estão fazendo, como estão se mexendo.

O Banco do Sul rompe com Betton Woods?

Na minha interpretação, quem rompeu com o [Sistema de] Bretton Woods [acordo que definiu as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo ainda durante a 2ª Guerra Mundial, em 1944] e já faz 40 anos, foi o governo dos Estados Unidos. Bretton Woods criou o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial, estabeleceu o dólar como moeda mundial e que todas as moedas deveriam ser conversíveis em dólar para fazer transações. Para emitir em dólar, era preciso ter um valor determinado dólar-ouro.

Em 1971, os americanos, de maneira unilateral, decidiram romper com o acordo de 1944 que definia essa necessidade de ouro para emitir o dólar. O lastro em ouro foi arrebentado. Eles acabaram com Bretton Woods, isso em 1971. O que ficou dessa estrutura é o ‘dólar-dólar’, ‘dólar flexível’ ou ‘dólar bomba’. A única coisa que tem de vínculo, lastro, é o poder militar dos americanos. A única coisa que sobrou daquela estrutura é o FMI, que é um emprestador de última instância.

FMI do Sul e Banco Mundial do Sul


Quando um país precisa de dinheiro e não tem dinheiro, ele recorre ao FMI. Mas, para liberar os empréstimos, o FMI exige uma série de políticas: privatização, abertura comercial e desregulamentação do mercado de trabalho, para citar algumas. O FMI do Sul seria um organismo para emprestar dinheiro sem as exigências do FMI americano. A questão é que hoje é possível minimizar, diminuir a influência do FMI com a criação de um ‘FMI do Sul’, que é uma proposta da Venezuela e do Equador, criada no âmbito da Unasul, que é a Nova Arquitetura Financeira Regional. Eles estão trabalhando nessa arquitetura para potencializar o Flar (Fundo Latino-Americano de Reservas), composto por Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela, como um FMI do Sul, mas isso quem pode decidir é o Conselho de Ministros de Economia da Unasul.

Quanto ao Banco Mundial, temos três alternativas na região: uma é a CAF (Corporação Andina de Fomento), formada por 18 países da América Latina e do Caribe. Ela foi criada no âmbito da CAN (Comunidade Andina de Nações) e tem um viés mais liberal, com a presença de capital chinês, americano, japonês e financia muitos projetos de desenvolvimento na América Latina. Temos também o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), que tem desempenhado um papel importante e até maior que o Banco Mundial no financiamento de projetos de desenvolvimento e infraestrutura na região.


Hoje o BNDES tem mais de 15 bilhões de dólares em financiamentos na América Latina. A CAF tem um montante semelhante, mas um pouco menor. Agora, a alternativa que vejo para a região é a criação do Banco do Sul, já que esse seria um projeto comum sul-americano. Faltam os avais dos Parlamentos de Brasil e Uruguai. Os demais países que compõem o Banco do Sul já aprovaram sua criação nos seus parlamentos. Então essa tem que ser nossa prioridade: aprovar a criação do Banco do Sul, que teria já em sua fundação, 20 bilhões de dólares para aplicar na região.




Fonte: vermelho.org
Imagem: google (colocadas por este blog)

sábado, 21 de janeiro de 2012

Ritalina® (medicamento para Déficit de Atenção – DDAH) está vinculada a um aumento de 500 % para risco da Morte Súbita em Crianças





Por Mike Adams, Editor do NaturalNews

Trad.: José Carlos Brasil Peixoto


(NaturalNews) Quão perigosas são as drogas estimulantes anfetamínicas prescritas para crianças com o tão chamada déficit de atenção e hiperatividade? De acordo com pesquisa científica subsidiada pelo FDA e pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, substâncias como a Ritalina® aumentam o risco de morte súbita em quinhentos por cento entre crianças e adolescentes.


Nestes casos de morte súbita, a criança repentinamente desacorda e vem a morrer, e somente será descoberta mais tarde pelos pais ou irmãos. É isso que aconteceu com Matthew Hohmann em 2004 (Conheça esse assunto), E de acordo com esta nova pesquisa, isso se mantém ocorrendo para cada vez mais crianças em uma taxa que é 500 por cento mais elevada do que seria considerada típico para crianças com uma idade e condição de saúde semelhante.


ADHD droga como a Ritalina® são, obviamente, estimulantes anfetamínicos. Eles costumavam ser vendidos na rua como "entorpecentes" mas agora eles são prescritos por psiquiatras para crianças depois do subjetivo diagnóstico de uma doença fictícia: DDHA - uma "desordem" que não tem nenhuma evidência biológica mensurável.


De forma curiosa, o FDA proibiu ephedra, um estimulante herbário, depois que um punhado de consumidores morreu por consumir quantias enormes da erva por um esforço desesperado para perder peso. Naquele caso, ao proibir a erva, o FDA anunciou "os riscos excedem as vantagens dos benefícios," declarando que "ephedra não seria seguro em qualquer dose."


Em grande contraste a isso, mesmo quando crianças literalmente estão caindo mortas depois de tomar medicamentos para DDHA, o FDA está agora insistindo "os benefícios superam os riscos."


Sobre mas que benefícios, exatamente, eles estão falando? Não existe nenhum estudo científico confiável que demonstre que as drogas para DDAH como a Ritalina® tenham qualquer efeito positivo a longo prazo para crianças. De fato, os estudos disponíveis mostram que as drogas anti DDAH retardam o crescimento físico de crianças ao mesmo tempo que prejudicam o desenvolvimento do cérebro. As crianças que tomam estas drogas, em outras palavras, não estão meramente com uns 500 por cento de aumento do risco de morte súbita; eles são praticamente assegurados que serão retardados em seu desenvolvimento físico e cerebral, por essa perigosa droga estimulante anfetamínica.



Os únicos benefícios reais para esses medicamentos anti DDAH, no final de contas, são os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas. Com as centenas de milhões de doses dessas drogas sendo vendidas ao redor do mundo, a cada ano, a Big Pharma (conjuntos das grandes empresas farmacêuticas) estão se banhando em dinheiro com seus lucros enquanto crianças estão jazendo mortas em suas próprias casas. Então enquanto o FDA afirma que "os benefícios valem a pena sobre os riscos”, o que eles querem dizer é que os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas são mais valiosos que os riscos para as vidas das crianças.


Produtos farmacêuticos posam como perigo iminente para nossas crianças


Quando pais levam suas crianças para psiquiatras e são informados para colocá-los sob o uso de produtos como a Ritalina®, a maioria dos pais acredita no que os médicoss dizem. Eles acreditam que o FDA não aprovaria uma droga tão perigosa, que poderia matar seu filho sem aviso prévio. E eles acreditam que as companhias farmacêuticas nunca venderiam produtos que prejudicassem pessoas.


Mas tais convicções são tolas. Na realidade, o FDA, as companhias de medicamentos e os psiquiatras estão todos trabalhando em conluio, conscientemente empurrando drogas perigosas, mortais sobre famílias com o propósito exclusivo de lucros geradores. Enquanto crianças sofrem e morrem, eles tirar bom proveito da ilusão da DDAH, primeiro promovendo uma doença fictícia e então mais tarde pelos altos lucros de um charlatanismo farmacêutico.


E ainda, incrivelmente, a mídia popular não diz nada. Os senadores e congressistas permanecem mudos. Psiquiatras corruptos, desonestos, mantêm-se empurrando as pílulas goela a baixo e farmacêuticos continuam enchendo os frascos, enquanto crianças morrem, dia após dia, pelo uso dos medicamentos que teriam sido indicados como uma forma de ajudá-las.


A medicalização em massa de nossos próprios filhos é o maior crime não elucidado de nosso tempo. É o holocausto químico dos dias atuais sendo perpetrado pelo nosso próprio sistema de saúde!


Hoje, a indústria farmacêutica opera como uma associação organizada de drogas, inventando doenças fictícias, para então capitalizar com os "tratamentos" para tais doenças embora os tratamentos em última instância prejudicam muito mais pessoas do que elas concebivelmente ajudariam. Para impulso adicional a seus lucros, as companhias de medicamentos oferecem testes gratuitos (free "screening") - baseados em uns questionários totalmente não científicos, suficientemente equipados para rotular virtualmente todo mundo como DDAH (adultos incluídos).

O cenário geral do Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade (DDA/DDAH) é um circo de “junk” ciência (ciência podre), corporações lucrativas e traição do FDA. Se isso não fosse tão trágico e mortal, seria absolutamente cômico. Mas ao final, infelizmente, o envenenamento químico em massa de nossas crianças continua hoje, e aqueles que lucram continuam a chamar isto de "tratamento."


Ajude a pôr fim ao abuso químico de crianças




Uma organização está lutando mais do que qualquer outra para parar com os operadores criminosos da psiquiatria moderna: CCHR (a Comissão de Cidadãos em Direitos Humanos).


Sobre o tema vale a pena assistir o impactante documentário: THE DRUGGING OF OUR CHILDREN, de Gary Null.




Fonte: umaoutravisao.com.br
Imagem: google (colocadas por este blog)


EUA - UM MILHÃO DE CRIANÇAS SÃO ERRADAMENTE DIAGNOSTICADAS COMO DDAH




Monica G. Young, jornalista

Fonte: (NaturalNews)

Trad.: José Carlos Brasil Peixoto


Quase um milhão de crianças nos Estados Unidos são potencialmente mal diagnosticadas como DDHA (Distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade) simplesmente porque elas são as mais jovens em sua classe, de acordo com um estudo recente por um economista da Universidade do Estado de Michigan, Todd Elder.

Usando uma amostragem de cerca de 12.000 crianças, ele comparou o diagnóstico de DDHA e as taxas de medicalização entre os mais jovens e mais velhos em cada série escolar. Elder verificou que as crianças mais jovens do jardim de infância (tipicamente mais imaturos) têm 60 por cento mais probabilidades de serem diagnosticados como DDAH do que as mais velhas nessa etapa. E quando os alunos estão entre a quinta série e a oitava série, os mais jovens tem mais do que duas vezes a chance de receberem prescrições de estimulantes.

"Se uma criança está se comportando mal, se ela for desatenta, se ela não consegue ficar sentada e quieta, pode simplesmente ser porque ele tem cinco anos e as outras crianças têm seis," disse o professor (assistente de economia) Elder. "Muitos diagnósticos de DDAH podem ser dirigidos pelas percepções dos professores de um comportamento insatisfatório entre os mais jovens em uma sala de aula de jardim de infância."

Ele assinalou que embora os professores não possam diagnosticar DDAH, suas opiniões ajudam nas decisões de enviar uma criança para uma avaliação de sua saúde mental.

Este estudo sugere que 20 por cento - ou 900.000 - das 4.5 milhões de crianças atualmente rotuladas como DDAH têm sido mal diagnosticadas com base em sua idade comparativamente aos seus colegas.


Nenhum exame de sangue ou outras análises médicas são utilizados para diagnosticar DDAH (Desordem Déficit de Atenção e Hiperatividade). Crianças assim rotuladas têm habitualmente a prescrição de psico estimulantes de alto risco, apesar dos documentados efeitos adversos que podem variar desde perda de apetite, ansiedade e insônia até retardo no crescimento, pressão alta e insuficiência cardíaca.


Em 1987, a Associação Psiquiátrica Americana adicionou o DDAH no DSM-IV (Manual de Diagnósticos e Estatísticas de Desordens Mentais - 4° edição - a bíblia psiquiátrica utilizada para prescrição de medicamentos) como uma legítima "doença mental". Não existia nenhuma evidência científica para sustentar isso como um mau funcionamento do cérebro, uma enfermidade, um desequilíbrio químico ou uma condição neuro- biológica. Na realidade, os psico-estimulantes amplamente prescritos para DDAH alteram a química natural do cérebro e do corpo e podem ter impactos a termo longo na saúde das crianças.


A grande indústria farmacêutica (Big Pharma) gasta bilhões para convencer o público, as escolas, os legisladores e a imprensa de que coisas como o DDHA, DDA e outras assim chamadas de distúrbios mentais, são doenças comparáveis em paridade com condições médicas aferíveis como a diabete ou uma doença do coração.


Como tudo isso veio a acontecer? O mito da DDAH e seus medicamentos caros trazem para as indústrias farmacêuticas e psiquiátricas bilhões de dólares por ano em rendimentos.


Esta fraude de marketing não é restrita aos Estados Unidos. Um recente estudo canadense sugere que muitos meninos recebam prescrição de medicamentos para DDAH apenas por, bem..., serem meninos. (Os sintomas chaves usados para o diagnóstico são a inabilidade de manter o foco e o comportamento hiperativo e impulsivo.) Em 18 de outubro de 2010 Publicado o Canadian Globe and Mail publicou

"Nós estamos medicando uma enfermidade ou tratando a juventude como uma doença?"


"No ano passado, mais de dois milhões de prescrições de Ritalina® e outros medicamentos para DDAH foram prescritos especificamente para crianças com menos de 17 anos, e pelo menos 75 por cento delas eram jovens do sexo masculino", escreveu o autor. A investigação do jornal mostra que as prescrições com drogas para DDAH no Canadá cresceu rapidamente para 2,9 milhões em 2009, um salto de mais de 55 por cento em quatro anos. E as prescrições para DDAH para o sexo masculino aumentaram em 50 por cento desde 2005.



As fontes para esta história incluem:

http://news.msu.edu/story/8160/
http://www.cchrint.org/2010/10/30/1...
http://www.theglobeandmail.com/news...
http://www.adhdtesting.org/



Sobre a autora

Monica G. Young é uma permanente advogada para os direitos humanos. Ela é uma pesquisadora e escritora educacional que tem proposto expor a verdade sobre as indústrias farmacêuticas e psiquiátricas. Ela encoraja alternativas terapêuticas não baseadas em medicamentos, mas sim em estilos de vida saudável e postura humanista.



Tradução: José Carlos Brasil Peixoto (040111)

Fonte:umaoutravisao.com.br

Imagem: google (colocadas por este blog)

Malvinas voltam a virar foco de tensão 3 décadas após guerra


A recente troca de acusações entre dirigentes da Argentina e da Grã-Bretanha ameaça deteriorar e relação entre os dois países e reacende os temores de uma possível escalada na tensão entre as nações, que foram à guerra há quase 30 anos atrás.

Mais uma vez, o centro da discórdia são as Ilhas Malvinas, o pequeno arquipélago 500 km ao leste do extremo sul da Argentina, anexado pela Grã-Bretanha desde 1833.

Nesta semana, o premiê britânico, David Cameron, respondendo a novas iniciativas do governo Cristina Kirchner para pressionar por negociações sobre o futuro das Malvinas (chamadas de ilhas Falkland pelos britânicos), acusou a Argentina de estar adotando uma postura "colonialista", afirmação respondida no mesmo tom de acusação por ministros argentinos.

Desde o fim do conflito, deflagrado em abril de 1982, a Argentina insiste que negociações bilaterais sejam abertas para tratar da soberania das ilhas, enquanto a Grã-Bretanha diz que não há o que discutir, já que os moradores do local (chamado em inglês de ilhas Falkland) querem permanecer cidadãos britânicos.

No entanto, enquanto David Cameron mantém a postura de seus antecessores, tanto conservadores quanto trabalhistas, seus colegas argentinos vêm preparando uma ofensiva diplomática para fortalecer a sua posição.

Recentemente, o requerimento de Buenos Aires obteve o apoio da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) e da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), assim como da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Além disso, os países do Mercosul aderiram a uma moção para não permitir a entrada de barcos que levem a bandeira das Malvinas em seus portos, medida que Londres inicialmente classificou de "bloqueio".

Em ocasiões anteriores, ambos os países afirmaram que, acima de tudo, está o interesse de manter a paz. Mesmo a Argentina, que é parte demandante, disse várias vezes que sua reivindicação é pacífica.

Declarações ásperas
Observadores dentro e fora do Cone Sul concordam que a situação geopolítica mudou muito desde os anos 1980, quando ocorreu a guerra. Em geral, há um consenso de que um novo conflito armado é improvável. No entanto, as declarações recentes de ambas as partes chamam a atenção pela aspereza.

David Cameron disse que a questão das Malvinas foi tratada na última terça-feira com o Conselho de Segurança Nacional. "Devo me certificar de que nossas defesas estão em ordem", disse o primeiro-ministro aos parlamentares britânicos.

Já no início desta semana, um navio de cruzeiro que se dirigia à Antártida, ocupado por centenas de passageiros de diversas nacionalidades, foi impedido de desembarcar nas Malvinas por supostas questões de saúde.

O governo das ilhas afirmou que vários passageiros apresentavam um quadro de gastroenterocolite, motivo pelo qual foram impedidos de desembarcar. Relatos publicados na mídia indicaram a surpresa dos integrantes da tripulação do navio, diante do que consideraram uma medida extremamente rigorosa.

O episódio foi referido pela chancelaria argentina, que emitiu um comunicado criticando a ação do "governo ilegítimo e autodenominado" das Malvinas, acrescentando que esperavam que este não se tratasse "do enésimo ato hostil".

Colonialismo
As rusgas mais recentes foram verificadas na última terça-feira, quando a postura argentina foi chamada de "colonialista" pelo primeiro-ministro britânico. "Essas pessoas (os habitantes das Malvinas) querem continuar sendo britânicos, e a Argentina pretende o contrário", disse Cameron.

A resposta argentina veio por meio do ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman. "Chama a atenção que a Grã-Bretanha fale de colonialismo, quando é um país sinônimo de colonialismo", disse ele, durante viagem a El Salvador.< p> "Chama a atenção também que a Grã-Bretanha acuse um país como a Argentina, que é vítima de uma situação colonial, como expressaram as Nações Unidas ao definir as Malvinas como uma questão de soberania e colonialismo", acrescentou Timerman.

O ministro se refere a uma resolução da ONU emitida em 1965, onde a postura britânica é descrita como uma forma de colonialismo. Desde então, as Nações Unidas pedem que as duas partes negociem uma saída.

Em visita ao Brasil, o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, disse que a posição de seu país sobre as ilhas é "bem conhecida" e não vai mudar. "Acreditamos na autodeterminação do povo das ilhas Falkland e apoiamos seus direitos", afirmou Hague na quarta-feira, após um almoço com seu colega brasileiro, Antonio Patriota.

Apoio brasileiro

Por sua vez, o chanceler brasileiro reiterou o apoio brasileiro à posição argentina. "As decisões da Unasul e do Mercosul são públicas, e o ministro Hague sabe que o Brasil e a Unasul apoiam a soberania argentina sobre as Malvinas, e nós apoiamos as resoluções das Nações Unidas para que os dois países discutam a questão", disse, após a reunião com seu colega britânico.

No entanto, as próprias ilhas parecem apoiar amplamente a posição britânica. "Temos o direito absoluto à autodeterminação. Ninguém nos pode tirar isso", disse à BBC Dick Sawle, representante das ilhas no Parlamento, em Londres. "Temos o direito estabelecido na ata da ONU que a Argentina decidiu seguir ignorando."

As Malvinas também foram motivo de tensão renovada entre Argentina e Grã-Bretanha a partir de 2010, quando empresas britânicas começaram a prospectar petróleo nas águas profundas próximas às ilhas. Vários projetos de exploração de petróleo estão em curso na região, mas ainda não foi comprovada a existência de reservas de hidrocarbonetos.

Cortes orçamentários
O jornal britânico Financial Times afirmou recentemente, citando analistas, que o interesse do governo de Cristina Kirchner no tema das Malvinas visa desviar a atenção do público para uma agenda de cortes orçamentários, mesmo depois de ter aumentado gastos em sua campanha para a reeleição.

No entanto, segundo apurou a BBC Mundo em Buenos Aires, há uma espécie de acordo político entre grupos governistas e de oposição sobre a polêmica das ilhas. Na última campanha presidencial, quando questionados sobre as Malvinas, todos os principais candidatos disseram que manteriam a estrategia implementada por Cristina.

Já as declarações de Cameron sobre sua reunião com o Conselho de Segurança Nacional coincidem com o anúncio de cortes nos gastos militares.

Apesar da recente tensão entre os dois países, acredita-se que a possibilidade de uma escalada que culmine num eventual enfrentamento militar, como em abril de 1982, seja remota.

"Politicamente, a escalada não é uma opção. Da parte dos britânicos, seria algo muito custoso, e vários países, inclusive o próprio Reino Unido, estão reformulando seus gastos militares", disse à BBC Brasil Luis Fernando Ayerbe,coordenador do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Unesp. "Já a Argentina não faria isso, por ter um poderio desproporcionalmente menor do que a Grã-Bretanha."

Para Ayerbe, a Argentina tem instrumentos fracos para pressionar os britânicos a negociar uma saída para as Malvinas. "A postura do Mercosul de banir navios britânicos é um passo, mas não é algo que vá colocar a Grã-Bretanha contra a parede. Se eles não quiserem abrir o diálogo, nada vai acontecer, a Grã-Bretanha não vai ser isolada ou retaliada", afirma.

Segundo o especialista, as medidas argentinas têm um maior efeito político ao levantar questões sobre o colonialismo e recordando casos como o de Hong Kong, que a Grã-Bretanha devolveu à China após mais de 150 anos de domínio.



Fonte: defesanet.com.br

Exército dos EUA e as Armas Biológicas

Relembrando 2003

Exército dos EUA patenteia granada para lançar armas biológicas, violando a Convenção internacional

Austin e Hamburgo (08/Mai/2003) – O exército norte-americano desenvolveu e patenteou uma nova granada de disparo que pode ser usada para travar guerra biológica, violando a Convenção de Armas Biológicas que explicitamente proíbe o desenvolvimento de equipamentos de lançamento de armas biológicas.

A patente norte-americana #6,523,478 , concedida em 25 de Fevereiro de 2003, cobre um “distribuidor de carga não letal lançado por disparo” que está concebido para lançar aerosóis, entre os quais, segundo a patente, “agentes de controlo de motins, agentes biológicos, (e) agentes químicos”.

O desenvolvimentos de dispositivos de entrega de agentes biológicos está absolutamente proibido — sob qualquer circunstância — pelo artigo I da Convenção de Armas Biológicas e Tóxicas de 1972 Biological and Toxin Weapons Convention , da qual os EUA fazem parte. Esta proibição não tem excepção, nem para fins de defesa, nem para os chamados agentes não letais.


“O desenvolvimento de armas para cargas biológicas gera incerteza sobre o compromisso dos EUA no que respeita à Convenção de Armas Biológicas”, afirma Edward Hammond do Projecto Sunshine, EUA. “Trinta e quatro anos após a renúncia dos EUA às armas biológicas, o Pentágono está novamente ao negócio”.

“Hans Blix teria menos dificuldades para encontrar armas biológicas se inspeccionasse Baltimore em vez de Bagdad”, disse o biólogo Jan van Aken, do Projecto Sunshine da Alemanha, referindo-se ao facto de dois dos inventores trabalharem no Arsenal Edgewood do Exército, a norte de Baltimore, Maryland. Outros inventores trabalham numa empresa de engenharia em Orlando, Florida, onde operam as Forças Especiais dos EUA operam, da Base da Força Aérea MacDill.

Esta granada constitui por sua vez outro indício de projectos proibidos de desenvolvimento de armas biológicas e químicas nos EUA. Vem na sequência de um programa ilícito de armas químicas que se concentra nos denominados agentes não letais — trazido à luz do dia em Setembro passado pelo Projecto Sunshine; com as actividades de investigação em microorganismos degradantes de materiais por parte das Forças Armadas dos EUA, e com um conjunto de actividades de defesa biológica questionáveis que seriam muito adequadas para fins ofensivos (ver New York Times, 4 de Setembro de 2001).

Desgaste da Proibição: As chamadas armas não letais estão a tornar difusos os limites entre a investigação permitida e a ilegal. O exército defende que a nova granada é para difusão de agentes “não letais”. As reivindicações constituem a parte mais cuidadosamente elaborada e legalmente crucial de uma patente. O exército está totalmente consciente das suas obrigações face à Convenção de Armas Biológicas e, mesmo assim, um novo dispositivo de armas biológicas foi patenteado. Isto põe em evidência a razão pela qual as armas “não letais” representam uma ameaça tão séria. O Pentágono considera que o trabalho em armas biológicas, que esteve totalmente proibido durante três décadas, é agora permitido se a expressão “não letal” for acrescentada. Mas não se trata só de muitos agentes não letais violarem os próprios tratados, é pior: a investigação norte-americana “não letal” está a criar e a testar hardware capaz de entregar todo o espectro de armas biológicas e químicas.

Diplomacia Preventiva: A coordenação da política diplomática e militar dos EUA quanto às armas “não letais” pode ser observada pela sua firme oposição aos esforços para incluir o tema na agenda do controlo internacional de armas. Em Setembro de 2002, os diplomatas norte-americanos vetaram a acreditação do Projecto Sunshine à reunião da Convenção de Armas Químicas porque o Sunshine pretendia debater as armas “não letais” químicas (e biológicas). Na semana passada, os diplomatas norte-americanos impediram a discussão de armas “não letais” quando bloquearam o discurso do Comité Internacional da Cruz Vermelha a sua apresentação na Chemical Weapons Convention Review Conference .

“Esta granada é outro exemplo de como os programas denominados “não letais” do Pentágono estão a reduzir paulatinamente as restrições sobre duas das mais mortais classes de armas: as biológicas e químicas. Os programas que desenvolvem as armas biológicas e químicas “não letais” deveriam simplesmente ser abolidos” disse Hammond.

O original encontra-se em http://www.sunshine-project.org/

Acerca da sabotagem americana à Organização das Nações Unidas para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ver http://resistir.info/varios/opaq_spguimaraes.html


Este artigo encontra-se em http://resistir.info .


Isso tudo em 2003,

imaginem agora em 2012 como deve estar o Arsenal do Exército do "Império" Americano.






EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas???


Autores suspendem estudo polêmico de gripe aviária por 2 meses

Pausa voluntária tem objetivo de dar tempo para debates.

EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas.

Os cientistas que conduzem um estudo sobre a transmissão do vírus da gripe aviária (H5N1) anunciaram nesta sexta-feira (20) que vão suspender a pesquisa por dois meses. A pausa nos trabalhos é voluntária, de acordo com a carta publicada pelas revistas científicas "Nature" e "Science".

A pesquisa liderada por Ron Fouchier, do centro médico Erasmus, da Holanda, se tornou polêmica devido ao medo de que ela possa ser usada por bioterroristas.

"Estamos cientes de que organizações e governos em todo o mundo precisam de tempo para achar as melhores soluções para as oportunidades e os desafios que derivam do trabalho. Para dar tempo para essas discussões, concordamos com uma pausa voluntária de 60 dias em qualquer pesquisa envolvendo os vírus altamente patogênicos H5N1 da gripe aviária, levando à geração de vírus que são mais transmissíveis em mamíferos", disseram os pesquisadores na carta.

Histórico

Em setembro, a equipe anunciou a criação de uma mutação do H5N1, que teria a capacidade de ser transmitido entre mamíferos, para suas análises. Esse vírus já matou 340 pessoas no mundo. O trabalho foi encaminhado para publicação na "Science" e também na "Nature" – passo necessário para o reconhecimento da pesquisa pela comunidade científica.

Em 30 de novembro, no entanto, o Painel Consultivo sobre Biossegurança dos Estados Unidos (NSABB, na sigla em inglês) pediu que as revistas omitissem detalhes sobre a metodologia científica do trabalho que permitiriam que ele fosse copiado, por questões de segurança.

Desde então, as duas publicações estudam como e se vão divulgar o estudo. Na época, a "Science" disse que compreendia o pedido do painel, mas que estava preocupada “por censurar informação potencialmente importante para a saúde pública”.


Fonte: Correio do Estado

EUA temem que mutação do vírus H5N1 seja usada por bioterroristas???

EUA, os maiores lançadores de armas biológicas estão preocupados??? Ou estão já querendo cometer um atentado e colocar a culpa em outros

Relembro a todos o Post que publiquei aqui em 08/12

China se une a Rússia, e ordena ao exército para se preparar para a Terceira Guerra Mundial

Um Boletim preocupante do Ministério da Defesa da Rússia chegou ao Primeiro Ministro Vladimir Putin e ao Presidente Dmitry Medvedev no dia 8 assinalando que o Presidente da China Hu Jintao está "convencido em princípio" que a única forma de deter a agressão do Ocidente encabeçado pelos EUA é por meio de "Ação Militar Direta e Imediata" e que o Líder Chinês tem ordenado suas Forças Navais "preparar-se para a guerra".

O chamado de Hu Jintao para a guerra se une ao do Contra-Almirante chinês proeminente porta-voz militar Zhang Zhaozhong que, igualmente, advertiu a semana passada que "a China não hesitará em proteger o Irã mesmo que isso requeira uma Terceira Guerra Mundial", e o General russo Nikolai Makarov que fatídicamente declarou a semana passada "Não descarto que conflitos armados locais e regionais desemboquem em uma guerra de grande escala, incluindo o uso de armas nucleares".

Crescentes tensões globais entre Oriente e Ocidente explodiu na quinzena passada, quando o Embaixador Russo Vladimir Titorenko e dois de seus assistentes que regressavam da Síria foram brutalmente atacados e enviados ao hospital pelas forças de segurança do Qatar auxiliados por agentes da CIA e M16 Britânico que tentavam obter acesso as maletas diplomáticas que continham informações da inteligência Síria de que os EUA estavam inundando a Síria e o Irã com mercenários do al Qaeda com respaldo Estaduniense que derrubou o governo da Líbia.

Diz o boletim que há mais evidências nessas maletas diplomáticas, revela que os EUA está preparando uma "solução final" para a crise no Oriente Médio, para explodir uma guerra nuclear com a Síria, atacando mortalmente com agentes biológicos com a intenção de matar dezenas de milhões de cidadãos inocentes.

A descoberta do
agente biológico utilizado pelo Ocidente foi revelado há duas semanas pelo holandes virologista Ron Fouchier do Erasmus Medical Center, na Holanda, que lidera um grupo de cientistas que
descobriu cerca de cinco mutações do vírus da gripe aviária sãosuficientes para dispersar muito mais facilmente e fazer o assassino mais mortal que a humanidade jamais inventou.

Diz o boletim também que,
s
e os EUA iniciar um ataque usando o vírus mortal, o método mais provável de dispersão seria através do seu RQ-170 Dron Sentinela, que é operado pela CIA.

As aterradoras suposições de futuras ações dos EUA contra seus inimigos foram revelados neste boletim de notícias com base na análise feita pelos analistas da inteligência russa do avião Dron Sentinela UAV RQ-170 que foi abatido sobre o território iraniano na semana passada com o sistema eletrônico de bloqueio e inteligência com base em terra de Avtobaza, usado contra veículos aéreos não tripulados com danos mínimos e demonstrou estar equipado com um sistema sofisticado de dispersão de aerossóis.

Carta Secreta de Obama a Teerã: É a guerra contra o Irã em espera? "A estrada para Teerã Passa por Damasco"



Por
Mahdi Darius Nazemroaya

Tradução google

O New York Times anunciou que a Administração Obama enviou uma carta importante para a liderança do Irã em 12 de janeiro de 2012.
[1]

Em 15 de janeiro de 2012, o porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros reconheceu que a carta tinha sido entregue a Teerã por meio de três canais diplomáticos:

(1) uma cópia da carta foi entregue ao embaixador iraniano na ONU, Mohammed Khazaee, pelo seu homólogo dos EUA, Susan Rice, em Nova York;

(2) uma segunda cópia da carta foi entregue em Teerã pelo embaixador suíço para o Irã, Livia Leu Agosti, e

(3) uma terceira cópia foi para o Irã por meio de Jalal Talabani do Iraque. [2]

Na carta, a Casa Branca enunciados a posição dos Estados Unidos, enquanto as autoridades iranianas disseram que era um sinal das coisas como elas realmente são: os EUA não podem dar ao luxo de travar uma guerra contra o Irã.

Dentro da carta escrita pelo presidente Barak Hussein Obama foi um pedido dos EUA para o início das negociações entre Washington e Teerã para acabar iraniano-EUA hostilidades.

"Na carta, Obama anunciou a disposição para negociações e resolução de divergências mútuas", Ali Motahari, um parlamentar iraniano, disse à agência de notícias Mehr. [3] De acordo com outro parlamentar iraniana, desta vez o vice-presidente de Segurança Nacional do Parlamento iraniano e Comitê de Política Externa, Hussein Ebrahimi (Ibrahimi), a carta passou a pedir iraniano-EUA a cooperação ea negociações com base no interesse mútuo de ambas as Teerã e Washington. [4]

A carta de Obama também tentou assegurar a Teerã que os Estados Unidos não se envolver em qualquer ação hostil contra o Irã. [5] De fato, no mesmo prazo, o Pentágono cancelados ou atrasados ​​grandes exercícios conjuntos com Israel. [6]

Para os iranianos, no entanto, os gestos são sem sentido, porque as ações do governo Obama com o Irã sempre contradiziam suas palavras. Além disso, o Irã acredita que os EUA não atacou, porque sabe que os custos de uma guerra com um adversário como o Irã são muito altos e as suas consequências muito arriscado.

Isto, entretanto, não significa que uma. Iraniano-U.S confronto foi evitado ou não, eventualmente, acontecer. As correntes podem ir de qualquer forma, por assim dizer. Isso também não significa que a Administração Obama não está travando uma guerra contra os iranianos e seus aliados. Na verdade, Washington bloco e bloco do Irã têm lutado uma guerra sombra da arena digital e ondas de rádio de televisão para os vales do Afeganistão e agitadas ruas de Beirute e Bagdá.


A Guerra contra o Irão começou anos atrás

A guerra no Irã não começou em 2012 ou mesmo 2011. A revista Newsweek até mesmo declarou o seguinte em um título de capa em 2010: "Assassinatos, ataques cibernéticos, sabotagem - tem a guerra contra Teerã já começou?" A guerra real pode ter começado em 2006.

Em vez de atacar o Irã diretamente, os EUA iniciaram uma guerra secreta e proxy. As dimensões secretas da guerra estão a ser combatido por meios de inteligência, ataques cibernéticos, vírus de computador, as unidades militares secretos, espiões, assassinos, agentes provocadores, e sabotadores. O seqüestro e assassinato de cientistas iranianos e comandantes militares, que começou há vários anos é uma parte desta guerra secreta. Nesta guerra sombra, diplomatas iranianos no Iraque foram seqüestrados e iranianos visitam Geórgia, Arábia Saudita e Turquia foram detidos ou sequestrados. As autoridades sírias, várias figuras palestinas, e Imad Fayez Mughniyeh do Hezbollah também têm sido assassinado nesta guerra sombra.

O guerras começaram em 2006, quando Israel atacou o Líbano com a intenção de expandir a guerra contra a Síria. A estrada de Damasco passa por Beirute, Damasco, enquanto está a caminho de Teerã. Após o seu fracasso em 2006, percebendo que a Síria foi o eixo central do Bloco de Resistência, que dominou o Irã, os EUA e seus aliados passaram os próximos 5-6 anos tentando de-link Síria do Irã.

Os EUA estão lutando também o Irã e seus aliados nas frentes diplomática e econômica através da manipulação de organismos internacionais e Estados proxy. No contexto de 2011-2012, a crise na Síria em um nível geo-político é uma frente na guerra contra o Irã. Mesmo o conflito israelo-U.S. drill Desafio Austere 2012 ea implantação das tropas EUA eram principalmente destinadas a Síria como um meio de combater o Irã.


Síria não é o olho da tempestade

O que Washington está fazendo é exercer pressão psicológica sobre o Irã como um meio de distanciamento a partir da Síria, de modo que os Estados Unidos e seus companheiros podem ir para o matar. Até o início de Janeiro de 2012, os israelenses têm sido continuamente se preparando para lançar uma invasão da Síria em uma revanche de 2006, enquanto EUA e UE funcionários têm continuamente tentado negociar com Damasco que um acordo de ligação do Irã e do Bloco de Resistência. Os sírios, no entanto, sempre recusou.

Política Externa, a revista do Council on Foreign Relations, publicou um artigo em agosto de 2011 afirmando que estava na mente do rei saudita sobre Síria no contexto de atacar o Irã: "O rei sabe que além do colapso da República Islâmica [do Irão ] em si, nada iria enfraquecer o Irã mais do que perder a Síria ". [7] Se a afirmação acima realmente veio de Abdul Aziz Al-Saud, ou não, essa visão estratégica é o representante das razões para o direcionamento da Síria. Conselheiro de segurança do próprio Obama também disse a mesma coisa, apenas alguns meses após a peça por Política Externa foi lançado, em novembro de 2011. Conselheiro de Segurança Nacional Donilon fez um discurso dizendo que o "fim do regime de Assad constituiria o maior revés do Irã na região -. Um golpe estratégico que ainda alterar o equilíbrio de poder na região contra o Irã" [8]

O Kremlin também fez declarações que corroboram que Washington quer de-link Síria a partir de seu aliado iraniano. Um dos mais altos funcionários de segurança da Rússia anunciou que a Síria está sendo punido, por causa de sua aliança estratégica com o Irã. O Secretário do Conselho de Segurança Nacional da Federação Russa, Nikolai (Nikolay) Platonovich Patrushev, declarou publicamente que a Síria é o assunto da pressão de Washington devido à geo-política interesses ligados a cortar relações da Síria com o Irã e não devido a qualquer preocupação humanitária . [9]

O Irã também deu sinais de que os sírios devem ser atacados, não hesitará em intervir militarmente a vir em socorro da Síria. Washington não quer isso. O Pentágono seria muito melhor engolir a Síria em primeiro lugar, antes de virar a sua atenção plena e total para o Irã. Objetivos do Pentágono estão a lutar suas metas fragmentada. Apesar da doutrina militar dos EUA de combater guerras simultâneas em múltiplos teatros e toda a literatura do Pentágono sobre o assunto, os EUA ainda não está pronto para travar uma guerra convencional regional contra o Irã ea Síria ou o risco de uma guerra ampliada com aliados russos e chineses do Irã ainda. A marcha para a guerra, no entanto, está longe de terminar.
Por enquanto o governo dos EUA terá de continuar a guerra contra o Irã sombra e intensificar os meios de comunicação, diplomático e guerra econômica.


Mahdi Darius Nazemroaya é um sociólogo e premiado autor. Ele é um pesquisador associado do Centro de Pesquisas sobre a Globalização (CRG), Montreal. Ele é especialista no Oriente Médio e Ásia Central. Ele tem sido um colaborador e convidado a discutir o Oriente Médio mais amplo sobre vários programas e redes internacionais como a Al Jazeera, TV Prima e Russia Today. Seus escritos foram publicados em mais de dez idiomas. Ele também escreve para o Strategic Fundação de Cultura (SCF), Moscou.


NOTAS

[1] Elisabeth Bumiller et al. "EUA enviam líder máximo do Irã alerta sobre ameaça de Hormuz," The New York Times, 12 de janeiro de 2012.
[2] Agência de Notícias Mehr, "Detalhes da carta de Obama ao Irã libertado", 18 de janeiro de 2012.
[3] Ibid.
[4] Ibid.
[5] Ibid.
[6] Yakkov Katz, "Israel, EUA cancelar a broca de defesa antimísseis," Jerusalem Post, 15 de janeiro de 2012.
[7] John Hannah, "Resposta a Síria: A declaração do rei, a hesitação do presidente," Política Externa, 09 de agosto de 2011.
[8] Natasha Mozgovaya, "Aide Obama: Fim do regime Assad servirá duro golpe para o Irã", Haaretz, 22 de novembro de 2011.
[9] Ilya Arkhipov e Henry Meyer, "A Rússia diz que NATO, no Golfo Pérsico Nações pretende procurar No Fly-Zone para a Síria", Bloomberg, 12 de janeiro de 2012.

Fonte: globalresearch.ca
Imagem: google
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...