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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"IMPÉRIO" FALIDO AMERICANO ENVIA 12 MIL SOLDADOS PARA "CONTROLAR" O PETRÓLEO DA LÍBIA

EUA iniciam a ocupação da Líbia

Os Estados Unidos enviaram 12 mil soldados para a Líbia na primeira fase de mobilizações para ocupação da nação do Norte da África. De acordo com o diário árabe Asharq Alawsat, as tropas chegarão a Brega, sob a suposta premissa de gerar "estabilidade" e "segurança".

No entanto, se espera que as tropas tomem o controle dos principais poços de petróleo e demais portos estratégicos, como resenhou a agência Press TV.

Brega, cidade portuária, está localizada no oriente da Líbia e conta com um dos cinco terminais de petróleo da região, além de ser uma importante refinaria.

A chegada da marinha estadunidense coincide com a explosão de uma bomba de "fabricação caseira" na sede do autoproclamado Conselho Nacional de Transição (CNT), localizado na cidade de Benghazi, ao Noroeste, depois que pelo menos 200 pessoas protestaram diante de seus escritórios denunciando a falta de transparência no sistema judiciário.

Responsáveis do CNT asseguraram que "reforçaram as medidas de segurança" e que investigam quem foram os responsáveis pelo ataque.

Posicionamento estadunidense
No dia 20 de outubro, o então presidente líbio, Muammar Kadafi, foi capturado pelas forças da Organização do Atlântico Norte (OTAN) e entregue a mercenários rebeldes que o executaram. Dois dias antes, a Secretária de Estado dos EUA, Hilary Clinton havia feito uma visita a Trípoli para reunir-se com o CNT.

A OTAN vinha realizando um forte bombardeio ao país norte-africano, logo após a aprovação da Resolução 1.973 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas que só se referiam a criar uma zona de segurança aérea, o que ocasionou uma forte crítica ao redor do mundo, incluídas as potências Rússia e China, porque os mísseis ocasionaram a morte de mais de 50 mil pessoas, na maior parte deles, civis.

Além disso, organizações de direitos humanos denunciaram os crimes de guerra e violações contra civis líbios por parte das tropas da OTAN e seus mercenários. Dez dias depois da morte de Kadafi, o CNT designou Abdel-Rahim Al-Kib como primeiro-ministro líbio. Al-Kib lecionou em universidades estadunidenses. Algumas de suas pesquisas em engenharia elétrica foram financiadas pelo Departamento de Energia dos EUA, antes de unir-se ao CNT em meados de 2011.


Fonte: Agência Venezuelana de Notícias, Vermelho.org

Imagem: Google

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

“Genocídio e escravização consolidaram a riqueza dos EUA”



Em um painel sobre que debateu a pobreza, na Universidade George Washington, Michael Moore declarou que a rica classe empresarial dos Estados Unidos necessitam da probreza para sobreviver, especialmente dos negros”.

Por Christiane Marcondes*

“Suas botas estão sobre os pescoços dos negros, asfixiando-os desde os primórdios da nossa história”, disse Moore enquanto o auditório presente à palestra aplaudia. Continuou: “Esta é uma nação fundada sobre o genocídio e construída sobre as costas do escravos, assim demos início ao problema racial”.

"Este país nunca teria a riqueza que tem hoje se não mantivesse a escravatura por centenas de anos", analisou. Moore debateu essa e outras questões com os demais companheiros de mesa, como o professor de Princeton, Cornel West, que qualificou a pobreza nos EUA como "moralmente obscena", resumiu.


"Se se a pobreza atingisse apenas o negro, marrom ou roxo, essa gente estaria rodando em círculos no deserto da desatenção", disse West, "porque enquannto houver um rosto negro ou marrom na pobreza, nós o ignoramos (...) Mas se o rosto do miserável é o de uma branco de classe média então a conversa muda para ´oh não, temos um problema agora e temos que lidar com ele".


West avaliou que o movimento "Ocupar", inciado em Wall Street, mostrou que existe a possibilidade de insurgir-se contra e falar sobre pobreza e desigualdade econômica. Ainda durante o evento, West e Moore incitaram o grupo de ouvintes a promover a revolução social e política a partir de movimentos de oposição às empresas estadunidenses.

O painel de debate foi patrocinado pelo apresentador de TV Travis Smiley, da emissora PBS, e transmitido pela TV pública.



*com informações do Cubadebate, reproduzido originalmente de El Correo del Orinoco

Fonte: vermelho.org

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Em operação de guerra, 2000 policiais avançam para desocupar Pinheirinho.

Moradores resistem com paus e pedras. De acordo com a Prefeitura de São José, um homem foi baleado em confronto com a Guarda Civil.

O Bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo, ocupado há oito anos por mais de 1600 famílias, acordou as seis horas da manhã deste domingo com uma operação da Polícia Militar que contou com 2 helicópteros, dezenas de carros e 2000 de polícias para cumprir a reintegração de posse da área.

Neste momento, os moradores resistem a força policial e enfrentam o efetivo com paus e pedras. De acordo com a Prefeitura de São José, um homem foi baleado em confronto com a Guarda Civil e está gravemente ferido. A polícia também avança em bairros vizinhos para que os moradores recuem. O clima é de tensão.






O terreno pertence ao especulador Naji Nahas preso em julho de 2008 pela Polícia Federal durante a operação denominada Satiagraha. Na ocasião, Nahas foi preso junto com o banqueiro Daniel Dantas por crimes financeiros e lavagem de dinheiro.












Na última, quarta-feira dia 18, a Justiça suspendeu por 15 dias a ordem de desocupação. A decisão foi em resposta ao pedido do senador Eduardo Suplicy, deputado federal Ivan Valente (PSOL) e os deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL). A própria massa falida da Selecta, que reivindica a área ocupada, concordou com a suspensão. No entanto, horas depois, outro juiz federal, Carlos Alberto Antônio Júnior, substituto da 3ª Vara Federal, cassou a liminar que suspendia a reintegração de posse e a PM agiu rapidamente para cumprir a reintegração de posse.


Fonte: blog do professorjeovaneesquerdopata

É o sistema, amigos é o sistema




Isso que aconteceu ontem na comunidade Pinheirinho em São José dos Campos nada mais é do que o recado do sistema.

O sistema é bestial, mais bestial que a cobertura da mídia.

De nada adianta culpar a justiça.

Nem o governador ou o prefeito, e muito menos a presidente.

Eles nada mais são do que mensageiros do sistema.

A crueldade da ação da policia militar só tem um similar.

A ferocidade das tropas de Israel contra os palestinos.

Justiça e governos são filhotes do sistema.
Mas para não ser injusto, eximo a presidente Dilma porque ela, ao contrario do governador e do prefeito, não odeia o diferente e nem execra os desvalidos.

Porém a diferença não passa disso porque, como já disse o outro, ela não é poder, mas governo.

Para sair da mesmice precisa tomar atitudes que vão alem do conforto do gabinete, caso contrario corre o risco de terminar o seu mandato como apenas mais um que por ali passou e depois se acomodou.

Sei que isso é cruel, mas é a realidade.

É preciso fazer algo para quebrar as correntes.

Haverá coragem para isso?



Fonte: blog do bourdoukan, indicado pelo amigo P.P.P.

Diego Garcia é crucial para a guerra dos Estados Unidos e da Inglaterra




(infelizmente não consegui o vídeo traduzido em português)


Fonte Google

A Guerra Mundial Contra a Democracia


No início da década de 1960, o governo trabalhista de Harold Wilson aceitou secretamente uma exigência de Washington de que o arquipélago de Chagos, uma colônia britânica, fosse "varrido" e "higienizado" dos seus 2500 habitantes para que uma base militar pudesse ser construída na ilha principal, Diego Garcia. Lisette e a sua família e centenas de ilhéus foram empurrados para dentro de um vapor ferrugento com destino para a Maurícia, a uma distância de 2500 milhas

Por John Pilger*


Hoje, Diego Garcia é crucial para a guerra dos Estados Unidos e da Inglaterra contra a democracia.

Lisette Talate morreu outro dia. Lembro-me de uma mulher rija, tremendamente inteligente que mascarava a sua dor com uma determinação que marcava presença. Ela incorporava a resistência popular à guerra contra a democracia. Entrevi-a pela primeira vez nos anos 1950 num filme do departamento colonial sobre os ilhéus Chagos, uma nação crioula muito pequena localizada no Oceano Índico a meio caminho entre a África e a Ásia.


A câmera garimpou através de aldeias prósperas, uma igreja, uma escola, um hospital, no meio de um fenômeno de beleza natural e paz. Lisette lembra-se do produtor dizer a ela e às suas amigas adolescentes: "continuem a sorrir meninas!"


Sentada na sua cozinha na Maurícia muitos anos depois, disse: "não era preciso dizerem-me para sorrir. Era uma criança feliz porque as minhas raízes estavam no fundo das ilhas, o meu paraíso. A minha bisavó tinha nascido lá; fiz seis filhos lá. Por isso é que eles não podiam atirar-nos legalmente para fora das nossas próprias casas; tiveram de aterrorizar-nos para nos fazer partir ou arrancar-nos à força. Primeiro tentaram fazer-nos passar fome. Os barcos com comida deixaram de chegar [depois] eles espalharam rumores de que íamos ser bombardeados, depois começaram com os nossos cães".


No início dos anos 1960, o governo trabalhista de Harold Wilson aceitou secretamente uma exigência de Washington de que o arquipélago de Chagos, uma colônia britânica, fosse "varrido" e "higienizado" dos seus 2500 habitantes para que uma base militar pudesse ser construída na ilha principal, Diego Garcia. "Eles sabiam que éramos inseparáveis dos nossos animais de estimação", disse Lisette, e "quando os soldados americanos chegaram para construir a base, encostaram a traseira dos seus grandes caminhões contra o abrigo de tijolo onde preparávamos os cocos; centenas dos nossos cães tinham sido juntos e presos aí. Então gasearam-nos com os tubos de escape dos caminhões. Nós conseguíamos ouvi-los a ladrar".


Lisette e a sua família e centenas de ilhéus foram empurrados para dentro de um vapor ferrugento com destino para a Maurícia, a uma distância de 2500 milhas. Foram obrigados a dormir no porão sobre um carregamento de fertilizante: caca de pássaro. O tempo estava mau; toda gente estava doente; duas mulheres abortaram. Despejados nas docas de Port Louis, os filhos mais novos de Lisette, Jollice e Regis, morreram com um espaço de uma semana, um em relação ao outro. "Morreram de tristeza", disse ela. "Tinham ouvido toda a conversa e tinham visto o horror do que tinha acontecido aos cães. Sabiam que estavam a deixar a sua casa para sempre. O doutor na Maurícia disse que não conseguia tratar a tristeza".


Este ato de rapto em massa foi executado em alto segredo. No arquivo oficial, sob o título "Mantendo a ficção," o conselheiro legal do Ministério dos Negócios Estrangeiros exorta os seus colegas a encobrir as suas ações "reclassificando" a população como "flutuante" e a "fazer as regras à medida que avançarmos." O artigo 7 dos estatutos do Tribunal Penal Internacional diz que "a deportação ou a transferência forçada de população" é um crime contra a humanidade. Que a Inglaterra tenha cometido tal crime - em troca de um desconto de 14 milhões de dólares num submarino nuclear americano Polaris - não constava da agenda de um grupo de correspondentes britânicos "da defesa" enviados de avião para Chagos pelo Ministério da Defesa quando a base dos Estados Unidos ficou concluída. "Não há nada nos nossos arquivos", disse um funcionário do ministério, "sobre habitantes ou sobre uma evacuação."


Hoje, Diego Garcia é crucial para a guerra da América e da Inglaterra contra a democracia. O bombardeamento mais forte do Iraque e do Afeganistão foi desencadeado a partir das suas pistas vastas, para além das quais o cemitério e a igreja abandonados dos ilhéus se erguem como ruínas arqueológicas. O jardim com terraço onde Lisette riu para a câmera é agora uma fortaleza que aloja as bombas "rebenta-bunkers" transportadas pelo avião B-2 em forma de morcego em direção a objetivos em dois continentes; um ataque ao Irã começará aqui. Como para rematar este emblema de poder desenfreado, criminoso, a CIA acrescentou uma prisão ao estilo de Guantânamo para a “entrega” das suas vítimas e chamou-lhe Camp Justice [Campo da Justiça].


O que foi feito ao paraíso de Lisette tem um significado urgente e universal, já que representa a natureza violenta, cruel de todo um sistema por trás duma fachada democrática e a escala da nossa própria doutrinação aos seus pressupostos messiânicos, descritos por Harold Pinter como "um ato de hipnose brilhante, engenhoso mesmo, altamente bem sucedido". Mais longa e mais sangrenta do que qualquer guerra desde 1945, empreendida com armas demoníacas, um gangsterismo travestido de política econômica e por vezes conhecido como globalização, a guerra contra a democracia é mantida sem menção em círculos de elite Ocidentais. Tal como Pinter escreveu, "nunca aconteceu mesmo enquanto estava a acontecer". Em julho passado, o historiador americano William Blum publicou o seu "sumário atualizado da história da política externa dos Estados Unidos".

Desde a Segunda Guerra Mundial, os EUA têm:


1. Tentado derrubar mais de 50 governos, a maior parte deles democraticamente eleitos.


2. Tentado suprimir movimentos populistas ou nacionais em 20 países.


3. Interferido grosseiramente em eleições democráticas em pelo menos 30 países.


4. Largado bombas sobre povos de mais de 30 países.


5. Tentado assassinar mais de 50 líderes estrangeiros.


No total os Estados Unidos levaram a cabo uma ou várias dessas ações em 69 países. Em quase todos os casos a Inglaterra foi colaboradora. O "inimigo" muda de nome - de comunismo para islamismo - mas ele é acima de tudo a ascensão da democracia independente do poder ocidental ou uma sociedade que ocupa território estrategicamente útil, considerado dispensável, como as Ilhas Chagos.


A simples escala do sofrimento, sem falar na criminalidade, é pouco conhecida no Ocidente, apesar da presença das comunicações mais avançadas do mundo, do jornalismo nominalmente mais livre e do mundo acadêmico mais admirado. É inenarrável que as vítimas mais numerosas do terrorismo - o terrorismo ocidental - sejam muçulmanas, se isso for conhecido. Que quinhentas mil crianças iraquianas morressem nos anos 1990 em consequência do embargo imposto pela Inglaterra e pelos Estados Unidos não tem qualquer interesse. Que o jihadismo extremista, que levou ao 11 de setembro, foi alimentado como uma arma da política ocidental ("Operação Ciclone") é coisa conhecida de especialistas, mas de contrário suprimida.


Enquanto a cultura popular na Inglaterra e nos Estados Unidos imerge a Segunda Guerra Mundial num banho ético para os vencedores, o holocausto resultante da dominação anglo-americana sobre regiões ricas em recursos é entregue ao esquecimento. Sob o regime do tirano indonésio Suharto, ungido como "o nosso homem" por Thatcher, mais de um milhão de pessoas foram mortas. Descrito pela CIA como "o pior assassinato em massa da segunda metade do séc. 20", a estimativa não inclui um terço da população de Timor-Leste que foi morta de fome ou assassinada com a conivência ocidental por bombardeiros e metralhadoras britânicos.


Estas histórias verdadeiras são contadas em registos do Public Record Officei tornados públicos, contudo representam uma dimensão interna da política e do exercício do poder excluída da apreciação pública. Isto foi conseguido através de um regime não-coercivo de controle de informação, desde o mantra evangélico da publicidade para o consumidor até aos sound bites das notícias da BBC e, agora, das notícias de interesse passageiro dos meios de comunicação.


É como se os escritores enquanto jornalistas de denúncia estivessem extintos, ou servos de um zeitgeisti sociopata, convencidos de que são demasiado inteligentes para ser levados. Presenciem o estampido de bajuladores ansiosos por deificar Christopher Hitchens, um adorador da guerra que ansiava poder justificar os crimes dum poder ávido. "Quase pela primeira vez em dois séculos", escreveu Terry Eagleton, “que não há nenhum poeta britânico eminente, dramaturgo ou romancista preparado para interrogar os fundamentos do modo de vida ocidental". Nenhum Orwell avisa que não temos de viver numa sociedade totalitária para sermos corrompidos pelo totalitarismo. Nenhum Shelley fala em nome dos pobres; nenhum Blake profere uma visão; nenhum Wilde nos lembra que "a desobediência, aos olhos de alguém que leu a história, é a virtude original do homem". E, dolorosamente, nenhum Pinter se enfurece com a máquina de guerra, como em "Futebol Americano":


Hallelujah.


Praise the Lord for all good things ...

We blew their balls into shards of dust,
Into shards of fucking dust …

[Aleluia.
Louvem o Senhor por todas as coisas boas...

Rebentámos-lhes os tomates em estilhaços de pó,

Em estilhaços de pó dum raio...]


A estilhaços de pó dum raio vão foram parar todas as vidas atiradas por Barack Obama, o Hopey Changeyiii da violência ocidental. Sempre que um dos drones de Obama limpa uma família inteira numa região tribal distante do Paquistão, ou da Somália, ou do Iêmen, os controladores americanos à frente das suas telas tipo jogo de computador escrevem "Bugsplat"iv. Obama gosta de drones e gracejou sobre eles com jornalistas. Uma das suas primeiras ações como presidente foi ordenar uma vaga de ataques de drones Predator no Paquistão o qual matou 74 pessoas. Desde então matou milhares, na maior parte civis; os drones disparam mísseis Hellfire que sugam o ar dos pulmões das crianças e deixam partes de corpos a engrinaldar a vegetação rasteira.


Lembram-se dos títulos de notícias manchados de lágrimas quando o 'Marca' Obama foi eleito: "importantíssimo, de fazer arrepiar a espinha": The Guardian, Reino Unido. "O futuro americano," escreveu Simon Schama, "é todo ele visão, sublime, informe, espírito leve..." O colunista do jornal San Francisco Chronicle viu um espiritual "ser com luz interior e apaziguador [que pode ser] portador de um novo modo de estar no planeta." Além do disparate, como o grande whistleblowerv Daniel Ellsberg tinha predito, um golpe militar decorria em Washington e Obama foi o seu homem. Tendo seduzido o movimento anti-guerra para um silêncio virtual, tem dado poderes de Estado e de compromisso sem precedentes à classe de oficiais militares corruptos da América. O que inclui a perspetiva de guerras na África e oportunidades de provocações contra a China, o maior credor dos Estados Unidos e o novo "inimigo" na Ásia. Sob Obama, a velha fonte da paranoia oficial, a Rússia, foi cercada com mísseis balísticos e a oposição russa infiltrada. Equipes de assassinatos militares e da CIA foram enviadas em missão para 120 países; ataques há muito planejados na Síria e no Irã incitam a uma guerra mundial. Israel, o exemplar de violência e ilegalidade dos Estados Unidos por procuração, acaba de receber o seu dinheiro de bolso anual de 3 bilhões de dólares em conjunto com a permissão de Obama para roubar mais terra palestina.


O feito mais "histórico" de Obama é trazer a guerra contra a democracia para dentro de casa nos Estados Unidsos América. Na véspera do Ano Novo assinou a lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA , na sigla em inglês), uma lei que concede ao Pentágono o direito legal de raptar tanto estrangeiros como cidadãos dos EUA e de os deter indefinidamente, interrogar e torturar, ou até matar. Só precisam de se “associar" com os "beligerantes" em relação aos Estados Unidos. Não haverá nenhuma proteção da lei, nenhum julgamento, nenhuma representação legal. Isto é a primeira legislação explícita a abolir o habeas corpus (o direito ao devido processo da lei) e efetivamente revogar a Lei dos Direitos de 1789.


No dia 5 de Janeiro, num discurso extraordinário no Pentágono, Obama disse que os militares estariam não só prontos para "proteger território e populações" além mar, como para lutar "na sua terra" e fornecer "apoio às autoridades civis". Por outras palavras, as tropas dos Estados Unidos serão redistribuídas pelas ruas de cidades americanas quando o desassossego civil inevitável as tomar.


Os Estados Unidos são agora uma terra de pobreza epidêmica e prisões selvagens: a consequência de um extremismo "de mercado" que, sob Obama, incitou a transferência de 14 trilhões de dólares de dinheiro público a empresas criminosas em Wall Street. As vítimas são na maioria pessoas jovens desempregadas, sem abrigo, afro-americanos encarcerados, traídos pelo primeiro presidente negro.


Corolário histórico de um estado de guerra perpétuo, isto não é fascismo, ainda não, mas tão pouco é democracia sob qualquer forma reconhecível, apesar da política de placebo que consumirá as notícias até novembro. A campanha presidencial, diz The Washington Post, "apresentará um choque de filosofias enraizadas em visões distintamente diferentes da economia". Isto é evidentemente falso. A tarefa circunscrita do jornalismo dos dois lados do Atlântico é criar a pretensão duma escolha política onde não existe nenhuma.


A mesma sombra se estende pela Grã-Bretanha e muita da Europa, onde a democracia social, um artigo de fé duas gerações atrás, caiu em favor dos ditadores dos bancos centrais. Na "grande sociedade” de David Cameron, o roubo de 84 bilhões de libras em empregos e serviços até excede o montante do imposto "legalmente" evitado por grandes grupos econômicos piratas. A culpa não é da extrema direita, mas duma cultura política liberal covarde que permitiu que isto acontecesse, a qual, escreveu Hywel Williams no rastro dos ataques do 11 de setembro, "pode ser uma forma de fanatismo moralista”. Tony Blair é um desses fanáticos. Na sua indiferença gestionária para com as liberdades por que clama para ter grande carinho, a Inglaterra da Blairite burguesa criou um estado de vigilância com 3000 novas ofensas criminais e leis: mais do que para todo o século anterior. A polícia claramente acredita que tem impunidade para matar. Por exigência da CIA, casos como o de Binyam Mohamed, um residente britânico inocente torturado e depois mantido por cinco anos na baía de Guantânamo, serão tratados em tribunais secretos na Inglaterra "para proteger as agências de espionagem" - os torturadores.


Este estado invisível permitiu que o governo de Blair lutasse contra os ilhéus de Chagos à medida que se ergueram do seu desespero no exílio e exigiram justiça nas ruas de Port Louis e de Londres. "Só quando se vai para a ação direta, face a face, até quebrar leis, é que alguma vez nos faremos notar", disse Lisette. "E quanto menor se for, maior o seu exemplo para os outros." Uma resposta tão eloquente para aqueles que ainda perguntam "O que eu posso fazer?"

Vi pela última vez a figura muito pequena de Lisette de pé sob forte chuva ao lado dos seus camaradas fora do Parlamento. O que me impressionou foi a duradoura coragem da sua resistência. É esta recusa em desistir que o poder podre teme, acima de tudo, sabendo que ela é a semente debaixo da neve.


Artigo publicado originalmente em truthout, traduzido por Paula Sequeiros para esquerda.net

*Jornalista , escritor e diretor de cinema nascido na Austrália e residente em Londres.
Pelas suas reportagens sobre guerras, que vão do Vietnã e Camboja até o Oriente Médio, ganhou por duas vezes o maior prémio de jornalismo da Inglaterra. Pelos seus documentários ganhou um prémio da Academia Britânica e um Emmy americano. Em 2009 foi-lhe concedido o prêmio de direitos humanos da Austrália, o Prémio Sydney da Paz. O seu último filme é "Guerra contra a democracia".



Fonte: esquerda.net
Imagem google

Homenagem ao 1° Oficial


Bom-dia Caro 1º Oficial,


Este vídeo é uma homenagem a você meu fiel amigo.
Desejo que comece o seu dia pela manhã com toda a disposição antes de bater continência para o seu "Melivra".


Um abraço meu irmão


Sucre: Uma moeda virtual contra a ditadura do dólar


Criado em 2010, o Sucre (Sistema Único de Compensação Regional de Pagamentos), moeda virtual para o comércio entre os países da Alba (Alternativa Bolivariana para os Povos da Nossa América), além de fortalecer as economias do bloco é um forte mecanismo de integração regional. Em conversa com o Vermelho, o economista e professor da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila), Luciano Severo, esclarece como funciona este sistema.


Por Vanessa Silva


Ideais integracionistas não são novidade no continente latino-americano. A primeira medida rumo a uma integração efetiva ocorreu com o pacto do ABC, firmado em 1905. Já em 1909, o tratado foi usado quando os Estados Unidos impuseram ao Chile o pagamento de uma multa absurda de 1 milhão de dólares, que deveria ser paga em 10 dias. Brasil e Argentina saíram em defesa do país vizinho, se posicionaram contra os Estados Unidos e venceram a contenda. Isso ocorria no tempo do pan-americanismo, sob hegemonia dos Estados Unidos.

Um século depois, o continente trabalha propostas de união que reforcem a independência dos países latino-americanos e caribenhos com relação, principalmente, ao império do norte. Esse é o propósito principal do Sucre: diminuir a dependência dos países da Alba — Bolívia, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas e Venezuela — com relação ao dólar e qualquer outra moeda estrangeira.


A iniciativa, além de fortalecer as economias locais frente à crise econômica que assola a Europa e os Estados Unidos, é um forte mecanismo de integração, na medida em que incentiva o comércio e o desenvolvimento das economias locais, fazendo o dinheiro circular na região. O Brasil tem uma iniciativa semelhante, criada no âmbito do Mercosul, que é o Sistema de Moedas Locais (SML).


Ao economizar dólares nesse tipo de transação, os países integrantes desses sistemas podem utilizar essas divisas para combater a pobreza, a exclusão social e investir em infraestrutura e educação. Além disso, esse e outros projetos de integração, ao criar alternativas ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial, reforçam a independência e a autonomia regional frente às políticas neoliberais impostas pelos países desenvolvidos.


Esses propósitos são encontrados nos discursos dos mandatários idealizadores do projeto. De acordo com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, a moeda virtual “libertará os países da Alba da ditadura do dólar imposta pelo capitalismo”. Já o presidente do Banco Central do Equador, Diego Borja, observou que se trata da “construção de um conjunto de instrumentos que permitam defender nossos povos e nossas economias de uma crise que não provocamos, mas que somos os mais atingidos”.


O Sucre não é, no entanto, a primeira iniciativa neste sentido em nosso continente. Em meados dos anos 1960, os países membros da Aladi (Associação Latino-Americana para a Integração) criaram um mecanismo para possibilitar a realização do comércio intra-regional com a utilização de menos dólares. Assim, foi criado, em 1966, o Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR). Os bancos centrais de 12 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela) participaram da iniciativa. Durante o final da década de 1980, entre 80 e 90% das transações inter-regionais foram realizadas por meio desse convênio. Hoje, o sistema está totalmente subutilizado.

Para entender melhor como funciona e qual é o objetivo do Sucre, o Vermelho entrevistou, por telefone, o professor e economista Luciano Severo. Acompanhe a seguir os principais tópicos abordados nesta conversa:

O Sucre é uma moeda?



O Sucre, na verdade, é um instrumento para desafogar e criar formas de facilitar o comércio entre os países que fazem parte do mecanismo. É também uma forma de enfrentar um problema crônico que os nossos países têm que é não emitir moeda conversível [como são consideradas as moedas emitidas por países ‘estáveis’]. Com o Sucre diminuímos esse problema que em economia chama-se ‘restrição externa’. Tem este nome porque você precisa vender cada vez mais para conseguir dólar e como vendemos produtos que têm preços muito voláteis, já que são commodities, então esses produtos têm uma vulnerabilidade muito grande no mercado internacional. O sucre é uma forma de reduzir a pressão externa através do estímulo do comércio compensado.

Outras iniciativas regionais

No caso do Brasil, está sendo criado, no âmbito do Mercosul, junto com a Argentina, Uruguai e Paraguai, um mecanismo similar ao Sucre, que se chama SML (Sistema de Moedas Locais). Hoje, o Brasil já faz transações com a Argentina neste sistema. O Brasil paga em reais e os argentinos, em peso. Vou dar um exemplo: eu sou argentino e você brasileira. Eu compro um produto e o Banco do Brasil te paga em reais. Eu, que sou argentino, pago em peso. O Banco Central da Argentina transforma em dólar e manda em dólares para o Banco Central do Brasil. Um Banco Central passa dólares para o outro, mas as pessoas recebem na moeda local. Já com o SML, o Banco Central da Argentina só passa para o Brasil a diferença que não foi compensada. Se em um mês compramos 1 milhão de dólares para cada lado, então um Banco Central não passa nada para o outro. É uma forma de compensação.

Equilíbrio comercial


Funciona assim: se você compra mil e o outro país compra mil, se ficou empatado, não tem transferência de dólares, então a ideia é, e isso está muito claro, quanto maior for o equilíbrio do comércio, maior é a efetividade do Sucre. Quanto maior for o equilíbrio, mais você está utilizando o sistema. Se for totalmente equilibrado não precisará transferir nada. Será 100% troca. E esse é um problemão que a gente tem porque o comércio na América do Sul é totalmente desequilibrado. No caso do Sucre, a Venezuela compra muito menos do que vende para os países da Alba.

Integração comercial X produtiva

Enquanto houver assimetria, não dá para usar [esses mecanismos]. Ela [a assimetria] é um entrave para o processo de integração. O Brasil compra muito petróleo, mas compra da Nigéria, não compra da Venezuela. Então existem formas, através da razoabilidade, da lógica do mercado, de conseguir fazer uma matriz onde se priorize a integração. E a integração comercial está depois, o foco deve ser a integração produtiva, que é você conseguir integrar produtivamente a região, o que é um desafio bárbaro. O Brasil é bem maior que a Venezuela e bem maior que os demais países do Sucre também.

A Venezuela aumentou muito as compras de Cuba, Bolívia, Nicarágua e Equador. E isso faz com que ela esteja utilizando mais o Sucre. Tem que haver um esforço desses países para identificar coisas que eles podem comprar entre eles e deixar de comprar dos outros que não fazem parte do sistema. Por exemplo, o Brasil compra fertilizantes da Ucrânia, quando poderia comprar da Venezuela. Então esse é um esforço de inteligência comercial que precisa ser feito, sobretudo das instâncias que são criadas para pensar isso. Porque se deixar, o mercado vai comprar da Ucrânia porque foi feito um acordo... Mas tem que haver uma racionalidade para perceber que temos que estimular a relação com a Venezuela.

A chave do negócio é a grande diferença que existe no comércio da região. Um começa a ter interesse de que o outro se desenvolva para usar menos a moeda internacional que não somos emissores.


Esse é o espírito da coisa: um precisa do outro, de alguma forma, não só pelo histórico de integração, mas pelo bolso também, porque se eles conseguirem construir uma matriz, existe uma possibilidade grande de diminuir o uso de dólares no comércio internacional deles. Assim, o que quer dizer a informação de que aumentou o uso do Sucre? [Estima-se que 2011 o montante negociado, em Sucres, tenha sido de 300 milhões] Isso quer dizer que tudo isso foi feito sem usar o dólar. Do ponto de vista bem prático, está sobrando dólares para usar em gastos sociais, investimento em educação, para construir indústria, ou para fazer obras de infraestrutura de integração...


Reação dos Estados Unidos

Nos anos 1960, a América Latina, muito influenciada por Celso Furtado, criou, no âmbito da Aladi, o chamado Convênio de Créditos Recíprocos (CCR). Dez Bancos Centrais da América do Sul mais a República Dominicana e o México aceitaram o CCR, que existe até hoje. Nos anos 1980, ocorre a crise da dívida externa e, durante esse período, os governos recorrem a esse sistema de crédito recíproco para fazer intercâmbio entre si. Esse convênio chegou a realizar 80% do comércio da região.

Nesta época, os países estavam em crise. Vários deles decretaram moratória porque não tinham como pagar a dívida. Os americanos, por meio do Acordo de Basileia [firmado em 1988 para melhorar a qualidade da supervisão bancária e fortalecer a ‘segurança’ do sistema bancário internacional], definiram que os Bancos Centrais não podiam utilizar esse convênio porque isso aumentava o grau de exposição desses países. Esse acordo foi uma forma de constranger o CCR e, através desse Banco Central dos Bancos Centrais, coagir os governos da América Latina a deixar de fazer isso.


Primeiro foi o Fernando Henrique [ex-presidente do Brasil entre 1995 e 2002] e depois o Carlos Menen [ex-presidente da Argentina entre 1989 e 1999]. Eles começaram a cumprir os acordos de Basileia e desestimularam o uso do CCR, que de cerca de 80 caiu para 2% das transações do comércio local. Essa foi uma das formas que os Estados Unidos conseguiram bancar que esse comércio era prejudicial. Eles entraram de sola para impedir que os países realizassem essas iniciativas. Já com relação ao Sucre, eu desconheço, não sei o que os Estados Unidos estão fazendo, como estão se mexendo.

O Banco do Sul rompe com Betton Woods?

Na minha interpretação, quem rompeu com o [Sistema de] Bretton Woods [acordo que definiu as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo ainda durante a 2ª Guerra Mundial, em 1944] e já faz 40 anos, foi o governo dos Estados Unidos. Bretton Woods criou o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial, estabeleceu o dólar como moeda mundial e que todas as moedas deveriam ser conversíveis em dólar para fazer transações. Para emitir em dólar, era preciso ter um valor determinado dólar-ouro.

Em 1971, os americanos, de maneira unilateral, decidiram romper com o acordo de 1944 que definia essa necessidade de ouro para emitir o dólar. O lastro em ouro foi arrebentado. Eles acabaram com Bretton Woods, isso em 1971. O que ficou dessa estrutura é o ‘dólar-dólar’, ‘dólar flexível’ ou ‘dólar bomba’. A única coisa que tem de vínculo, lastro, é o poder militar dos americanos. A única coisa que sobrou daquela estrutura é o FMI, que é um emprestador de última instância.

FMI do Sul e Banco Mundial do Sul


Quando um país precisa de dinheiro e não tem dinheiro, ele recorre ao FMI. Mas, para liberar os empréstimos, o FMI exige uma série de políticas: privatização, abertura comercial e desregulamentação do mercado de trabalho, para citar algumas. O FMI do Sul seria um organismo para emprestar dinheiro sem as exigências do FMI americano. A questão é que hoje é possível minimizar, diminuir a influência do FMI com a criação de um ‘FMI do Sul’, que é uma proposta da Venezuela e do Equador, criada no âmbito da Unasul, que é a Nova Arquitetura Financeira Regional. Eles estão trabalhando nessa arquitetura para potencializar o Flar (Fundo Latino-Americano de Reservas), composto por Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela, como um FMI do Sul, mas isso quem pode decidir é o Conselho de Ministros de Economia da Unasul.

Quanto ao Banco Mundial, temos três alternativas na região: uma é a CAF (Corporação Andina de Fomento), formada por 18 países da América Latina e do Caribe. Ela foi criada no âmbito da CAN (Comunidade Andina de Nações) e tem um viés mais liberal, com a presença de capital chinês, americano, japonês e financia muitos projetos de desenvolvimento na América Latina. Temos também o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), que tem desempenhado um papel importante e até maior que o Banco Mundial no financiamento de projetos de desenvolvimento e infraestrutura na região.


Hoje o BNDES tem mais de 15 bilhões de dólares em financiamentos na América Latina. A CAF tem um montante semelhante, mas um pouco menor. Agora, a alternativa que vejo para a região é a criação do Banco do Sul, já que esse seria um projeto comum sul-americano. Faltam os avais dos Parlamentos de Brasil e Uruguai. Os demais países que compõem o Banco do Sul já aprovaram sua criação nos seus parlamentos. Então essa tem que ser nossa prioridade: aprovar a criação do Banco do Sul, que teria já em sua fundação, 20 bilhões de dólares para aplicar na região.




Fonte: vermelho.org
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sábado, 21 de janeiro de 2012

Ritalina® (medicamento para Déficit de Atenção – DDAH) está vinculada a um aumento de 500 % para risco da Morte Súbita em Crianças





Por Mike Adams, Editor do NaturalNews

Trad.: José Carlos Brasil Peixoto


(NaturalNews) Quão perigosas são as drogas estimulantes anfetamínicas prescritas para crianças com o tão chamada déficit de atenção e hiperatividade? De acordo com pesquisa científica subsidiada pelo FDA e pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, substâncias como a Ritalina® aumentam o risco de morte súbita em quinhentos por cento entre crianças e adolescentes.


Nestes casos de morte súbita, a criança repentinamente desacorda e vem a morrer, e somente será descoberta mais tarde pelos pais ou irmãos. É isso que aconteceu com Matthew Hohmann em 2004 (Conheça esse assunto), E de acordo com esta nova pesquisa, isso se mantém ocorrendo para cada vez mais crianças em uma taxa que é 500 por cento mais elevada do que seria considerada típico para crianças com uma idade e condição de saúde semelhante.


ADHD droga como a Ritalina® são, obviamente, estimulantes anfetamínicos. Eles costumavam ser vendidos na rua como "entorpecentes" mas agora eles são prescritos por psiquiatras para crianças depois do subjetivo diagnóstico de uma doença fictícia: DDHA - uma "desordem" que não tem nenhuma evidência biológica mensurável.


De forma curiosa, o FDA proibiu ephedra, um estimulante herbário, depois que um punhado de consumidores morreu por consumir quantias enormes da erva por um esforço desesperado para perder peso. Naquele caso, ao proibir a erva, o FDA anunciou "os riscos excedem as vantagens dos benefícios," declarando que "ephedra não seria seguro em qualquer dose."


Em grande contraste a isso, mesmo quando crianças literalmente estão caindo mortas depois de tomar medicamentos para DDHA, o FDA está agora insistindo "os benefícios superam os riscos."


Sobre mas que benefícios, exatamente, eles estão falando? Não existe nenhum estudo científico confiável que demonstre que as drogas para DDAH como a Ritalina® tenham qualquer efeito positivo a longo prazo para crianças. De fato, os estudos disponíveis mostram que as drogas anti DDAH retardam o crescimento físico de crianças ao mesmo tempo que prejudicam o desenvolvimento do cérebro. As crianças que tomam estas drogas, em outras palavras, não estão meramente com uns 500 por cento de aumento do risco de morte súbita; eles são praticamente assegurados que serão retardados em seu desenvolvimento físico e cerebral, por essa perigosa droga estimulante anfetamínica.



Os únicos benefícios reais para esses medicamentos anti DDAH, no final de contas, são os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas. Com as centenas de milhões de doses dessas drogas sendo vendidas ao redor do mundo, a cada ano, a Big Pharma (conjuntos das grandes empresas farmacêuticas) estão se banhando em dinheiro com seus lucros enquanto crianças estão jazendo mortas em suas próprias casas. Então enquanto o FDA afirma que "os benefícios valem a pena sobre os riscos”, o que eles querem dizer é que os benefícios financeiros para as companhias farmacêuticas são mais valiosos que os riscos para as vidas das crianças.


Produtos farmacêuticos posam como perigo iminente para nossas crianças


Quando pais levam suas crianças para psiquiatras e são informados para colocá-los sob o uso de produtos como a Ritalina®, a maioria dos pais acredita no que os médicoss dizem. Eles acreditam que o FDA não aprovaria uma droga tão perigosa, que poderia matar seu filho sem aviso prévio. E eles acreditam que as companhias farmacêuticas nunca venderiam produtos que prejudicassem pessoas.


Mas tais convicções são tolas. Na realidade, o FDA, as companhias de medicamentos e os psiquiatras estão todos trabalhando em conluio, conscientemente empurrando drogas perigosas, mortais sobre famílias com o propósito exclusivo de lucros geradores. Enquanto crianças sofrem e morrem, eles tirar bom proveito da ilusão da DDAH, primeiro promovendo uma doença fictícia e então mais tarde pelos altos lucros de um charlatanismo farmacêutico.


E ainda, incrivelmente, a mídia popular não diz nada. Os senadores e congressistas permanecem mudos. Psiquiatras corruptos, desonestos, mantêm-se empurrando as pílulas goela a baixo e farmacêuticos continuam enchendo os frascos, enquanto crianças morrem, dia após dia, pelo uso dos medicamentos que teriam sido indicados como uma forma de ajudá-las.


A medicalização em massa de nossos próprios filhos é o maior crime não elucidado de nosso tempo. É o holocausto químico dos dias atuais sendo perpetrado pelo nosso próprio sistema de saúde!


Hoje, a indústria farmacêutica opera como uma associação organizada de drogas, inventando doenças fictícias, para então capitalizar com os "tratamentos" para tais doenças embora os tratamentos em última instância prejudicam muito mais pessoas do que elas concebivelmente ajudariam. Para impulso adicional a seus lucros, as companhias de medicamentos oferecem testes gratuitos (free "screening") - baseados em uns questionários totalmente não científicos, suficientemente equipados para rotular virtualmente todo mundo como DDAH (adultos incluídos).

O cenário geral do Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade (DDA/DDAH) é um circo de “junk” ciência (ciência podre), corporações lucrativas e traição do FDA. Se isso não fosse tão trágico e mortal, seria absolutamente cômico. Mas ao final, infelizmente, o envenenamento químico em massa de nossas crianças continua hoje, e aqueles que lucram continuam a chamar isto de "tratamento."


Ajude a pôr fim ao abuso químico de crianças




Uma organização está lutando mais do que qualquer outra para parar com os operadores criminosos da psiquiatria moderna: CCHR (a Comissão de Cidadãos em Direitos Humanos).


Sobre o tema vale a pena assistir o impactante documentário: THE DRUGGING OF OUR CHILDREN, de Gary Null.




Fonte: umaoutravisao.com.br
Imagem: google (colocadas por este blog)


EUA - UM MILHÃO DE CRIANÇAS SÃO ERRADAMENTE DIAGNOSTICADAS COMO DDAH




Monica G. Young, jornalista

Fonte: (NaturalNews)

Trad.: José Carlos Brasil Peixoto


Quase um milhão de crianças nos Estados Unidos são potencialmente mal diagnosticadas como DDHA (Distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade) simplesmente porque elas são as mais jovens em sua classe, de acordo com um estudo recente por um economista da Universidade do Estado de Michigan, Todd Elder.

Usando uma amostragem de cerca de 12.000 crianças, ele comparou o diagnóstico de DDHA e as taxas de medicalização entre os mais jovens e mais velhos em cada série escolar. Elder verificou que as crianças mais jovens do jardim de infância (tipicamente mais imaturos) têm 60 por cento mais probabilidades de serem diagnosticados como DDAH do que as mais velhas nessa etapa. E quando os alunos estão entre a quinta série e a oitava série, os mais jovens tem mais do que duas vezes a chance de receberem prescrições de estimulantes.

"Se uma criança está se comportando mal, se ela for desatenta, se ela não consegue ficar sentada e quieta, pode simplesmente ser porque ele tem cinco anos e as outras crianças têm seis," disse o professor (assistente de economia) Elder. "Muitos diagnósticos de DDAH podem ser dirigidos pelas percepções dos professores de um comportamento insatisfatório entre os mais jovens em uma sala de aula de jardim de infância."

Ele assinalou que embora os professores não possam diagnosticar DDAH, suas opiniões ajudam nas decisões de enviar uma criança para uma avaliação de sua saúde mental.

Este estudo sugere que 20 por cento - ou 900.000 - das 4.5 milhões de crianças atualmente rotuladas como DDAH têm sido mal diagnosticadas com base em sua idade comparativamente aos seus colegas.


Nenhum exame de sangue ou outras análises médicas são utilizados para diagnosticar DDAH (Desordem Déficit de Atenção e Hiperatividade). Crianças assim rotuladas têm habitualmente a prescrição de psico estimulantes de alto risco, apesar dos documentados efeitos adversos que podem variar desde perda de apetite, ansiedade e insônia até retardo no crescimento, pressão alta e insuficiência cardíaca.


Em 1987, a Associação Psiquiátrica Americana adicionou o DDAH no DSM-IV (Manual de Diagnósticos e Estatísticas de Desordens Mentais - 4° edição - a bíblia psiquiátrica utilizada para prescrição de medicamentos) como uma legítima "doença mental". Não existia nenhuma evidência científica para sustentar isso como um mau funcionamento do cérebro, uma enfermidade, um desequilíbrio químico ou uma condição neuro- biológica. Na realidade, os psico-estimulantes amplamente prescritos para DDAH alteram a química natural do cérebro e do corpo e podem ter impactos a termo longo na saúde das crianças.


A grande indústria farmacêutica (Big Pharma) gasta bilhões para convencer o público, as escolas, os legisladores e a imprensa de que coisas como o DDHA, DDA e outras assim chamadas de distúrbios mentais, são doenças comparáveis em paridade com condições médicas aferíveis como a diabete ou uma doença do coração.


Como tudo isso veio a acontecer? O mito da DDAH e seus medicamentos caros trazem para as indústrias farmacêuticas e psiquiátricas bilhões de dólares por ano em rendimentos.


Esta fraude de marketing não é restrita aos Estados Unidos. Um recente estudo canadense sugere que muitos meninos recebam prescrição de medicamentos para DDAH apenas por, bem..., serem meninos. (Os sintomas chaves usados para o diagnóstico são a inabilidade de manter o foco e o comportamento hiperativo e impulsivo.) Em 18 de outubro de 2010 Publicado o Canadian Globe and Mail publicou

"Nós estamos medicando uma enfermidade ou tratando a juventude como uma doença?"


"No ano passado, mais de dois milhões de prescrições de Ritalina® e outros medicamentos para DDAH foram prescritos especificamente para crianças com menos de 17 anos, e pelo menos 75 por cento delas eram jovens do sexo masculino", escreveu o autor. A investigação do jornal mostra que as prescrições com drogas para DDAH no Canadá cresceu rapidamente para 2,9 milhões em 2009, um salto de mais de 55 por cento em quatro anos. E as prescrições para DDAH para o sexo masculino aumentaram em 50 por cento desde 2005.



As fontes para esta história incluem:

http://news.msu.edu/story/8160/
http://www.cchrint.org/2010/10/30/1...
http://www.theglobeandmail.com/news...
http://www.adhdtesting.org/



Sobre a autora

Monica G. Young é uma permanente advogada para os direitos humanos. Ela é uma pesquisadora e escritora educacional que tem proposto expor a verdade sobre as indústrias farmacêuticas e psiquiátricas. Ela encoraja alternativas terapêuticas não baseadas em medicamentos, mas sim em estilos de vida saudável e postura humanista.



Tradução: José Carlos Brasil Peixoto (040111)

Fonte:umaoutravisao.com.br

Imagem: google (colocadas por este blog)

Malvinas voltam a virar foco de tensão 3 décadas após guerra


A recente troca de acusações entre dirigentes da Argentina e da Grã-Bretanha ameaça deteriorar e relação entre os dois países e reacende os temores de uma possível escalada na tensão entre as nações, que foram à guerra há quase 30 anos atrás.

Mais uma vez, o centro da discórdia são as Ilhas Malvinas, o pequeno arquipélago 500 km ao leste do extremo sul da Argentina, anexado pela Grã-Bretanha desde 1833.

Nesta semana, o premiê britânico, David Cameron, respondendo a novas iniciativas do governo Cristina Kirchner para pressionar por negociações sobre o futuro das Malvinas (chamadas de ilhas Falkland pelos britânicos), acusou a Argentina de estar adotando uma postura "colonialista", afirmação respondida no mesmo tom de acusação por ministros argentinos.

Desde o fim do conflito, deflagrado em abril de 1982, a Argentina insiste que negociações bilaterais sejam abertas para tratar da soberania das ilhas, enquanto a Grã-Bretanha diz que não há o que discutir, já que os moradores do local (chamado em inglês de ilhas Falkland) querem permanecer cidadãos britânicos.

No entanto, enquanto David Cameron mantém a postura de seus antecessores, tanto conservadores quanto trabalhistas, seus colegas argentinos vêm preparando uma ofensiva diplomática para fortalecer a sua posição.

Recentemente, o requerimento de Buenos Aires obteve o apoio da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) e da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), assim como da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Além disso, os países do Mercosul aderiram a uma moção para não permitir a entrada de barcos que levem a bandeira das Malvinas em seus portos, medida que Londres inicialmente classificou de "bloqueio".

Em ocasiões anteriores, ambos os países afirmaram que, acima de tudo, está o interesse de manter a paz. Mesmo a Argentina, que é parte demandante, disse várias vezes que sua reivindicação é pacífica.

Declarações ásperas
Observadores dentro e fora do Cone Sul concordam que a situação geopolítica mudou muito desde os anos 1980, quando ocorreu a guerra. Em geral, há um consenso de que um novo conflito armado é improvável. No entanto, as declarações recentes de ambas as partes chamam a atenção pela aspereza.

David Cameron disse que a questão das Malvinas foi tratada na última terça-feira com o Conselho de Segurança Nacional. "Devo me certificar de que nossas defesas estão em ordem", disse o primeiro-ministro aos parlamentares britânicos.

Já no início desta semana, um navio de cruzeiro que se dirigia à Antártida, ocupado por centenas de passageiros de diversas nacionalidades, foi impedido de desembarcar nas Malvinas por supostas questões de saúde.

O governo das ilhas afirmou que vários passageiros apresentavam um quadro de gastroenterocolite, motivo pelo qual foram impedidos de desembarcar. Relatos publicados na mídia indicaram a surpresa dos integrantes da tripulação do navio, diante do que consideraram uma medida extremamente rigorosa.

O episódio foi referido pela chancelaria argentina, que emitiu um comunicado criticando a ação do "governo ilegítimo e autodenominado" das Malvinas, acrescentando que esperavam que este não se tratasse "do enésimo ato hostil".

Colonialismo
As rusgas mais recentes foram verificadas na última terça-feira, quando a postura argentina foi chamada de "colonialista" pelo primeiro-ministro britânico. "Essas pessoas (os habitantes das Malvinas) querem continuar sendo britânicos, e a Argentina pretende o contrário", disse Cameron.

A resposta argentina veio por meio do ministro das Relações Exteriores, Héctor Timerman. "Chama a atenção que a Grã-Bretanha fale de colonialismo, quando é um país sinônimo de colonialismo", disse ele, durante viagem a El Salvador.< p> "Chama a atenção também que a Grã-Bretanha acuse um país como a Argentina, que é vítima de uma situação colonial, como expressaram as Nações Unidas ao definir as Malvinas como uma questão de soberania e colonialismo", acrescentou Timerman.

O ministro se refere a uma resolução da ONU emitida em 1965, onde a postura britânica é descrita como uma forma de colonialismo. Desde então, as Nações Unidas pedem que as duas partes negociem uma saída.

Em visita ao Brasil, o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, disse que a posição de seu país sobre as ilhas é "bem conhecida" e não vai mudar. "Acreditamos na autodeterminação do povo das ilhas Falkland e apoiamos seus direitos", afirmou Hague na quarta-feira, após um almoço com seu colega brasileiro, Antonio Patriota.

Apoio brasileiro

Por sua vez, o chanceler brasileiro reiterou o apoio brasileiro à posição argentina. "As decisões da Unasul e do Mercosul são públicas, e o ministro Hague sabe que o Brasil e a Unasul apoiam a soberania argentina sobre as Malvinas, e nós apoiamos as resoluções das Nações Unidas para que os dois países discutam a questão", disse, após a reunião com seu colega britânico.

No entanto, as próprias ilhas parecem apoiar amplamente a posição britânica. "Temos o direito absoluto à autodeterminação. Ninguém nos pode tirar isso", disse à BBC Dick Sawle, representante das ilhas no Parlamento, em Londres. "Temos o direito estabelecido na ata da ONU que a Argentina decidiu seguir ignorando."

As Malvinas também foram motivo de tensão renovada entre Argentina e Grã-Bretanha a partir de 2010, quando empresas britânicas começaram a prospectar petróleo nas águas profundas próximas às ilhas. Vários projetos de exploração de petróleo estão em curso na região, mas ainda não foi comprovada a existência de reservas de hidrocarbonetos.

Cortes orçamentários
O jornal britânico Financial Times afirmou recentemente, citando analistas, que o interesse do governo de Cristina Kirchner no tema das Malvinas visa desviar a atenção do público para uma agenda de cortes orçamentários, mesmo depois de ter aumentado gastos em sua campanha para a reeleição.

No entanto, segundo apurou a BBC Mundo em Buenos Aires, há uma espécie de acordo político entre grupos governistas e de oposição sobre a polêmica das ilhas. Na última campanha presidencial, quando questionados sobre as Malvinas, todos os principais candidatos disseram que manteriam a estrategia implementada por Cristina.

Já as declarações de Cameron sobre sua reunião com o Conselho de Segurança Nacional coincidem com o anúncio de cortes nos gastos militares.

Apesar da recente tensão entre os dois países, acredita-se que a possibilidade de uma escalada que culmine num eventual enfrentamento militar, como em abril de 1982, seja remota.

"Politicamente, a escalada não é uma opção. Da parte dos britânicos, seria algo muito custoso, e vários países, inclusive o próprio Reino Unido, estão reformulando seus gastos militares", disse à BBC Brasil Luis Fernando Ayerbe,coordenador do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Unesp. "Já a Argentina não faria isso, por ter um poderio desproporcionalmente menor do que a Grã-Bretanha."

Para Ayerbe, a Argentina tem instrumentos fracos para pressionar os britânicos a negociar uma saída para as Malvinas. "A postura do Mercosul de banir navios britânicos é um passo, mas não é algo que vá colocar a Grã-Bretanha contra a parede. Se eles não quiserem abrir o diálogo, nada vai acontecer, a Grã-Bretanha não vai ser isolada ou retaliada", afirma.

Segundo o especialista, as medidas argentinas têm um maior efeito político ao levantar questões sobre o colonialismo e recordando casos como o de Hong Kong, que a Grã-Bretanha devolveu à China após mais de 150 anos de domínio.



Fonte: defesanet.com.br

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