Repressão policial em Espanha/Valencia contra as manifestações dos estudantes
























Fonte: blogdoprofessorjeovaneesquerdopata
Imagens: Google


“Não podemos pagar essa dívida, primeiro porque, se não pagarmos, os credores não morrem. Isso é garantido. Mas se pagarmos, morremos nós. Isso também é garantido” – disse ele. E continuou: “Os que nos empurraram para que nos endividássemos, jogaram como se estivessem num cassino. Enquanto ganharam, ninguém discutiu coisa alguma. Mas agora, que estão perdendo muito, exigem pagamento. E nós só falamos de crise. Não, Sr. Presidente. Eles jogaram e perderam. É a regra do jogo. Não pagaremos. E a vida continua.”
Como eco dos protestos contra as medidas de ‘austeridade’ na Grécia, ouve-se outra vez a voz de Sankara, o Che Guevara da África. O herói que desafiou seus credores.
Mas Sankara também sabia muito bem que não poderia estar sozinho na resistência. E portanto conclamou os demais chefes de Estado africanos a seguir seu exemplo:
“Se Burkina Faso for o único Estado que se recusa a pagar a dívida, eu não estarei aqui, na nossa próxima Conferência”, disse ele, profético. E todos riram.
Hoje, está acontecendo outra vez.
O Parlamento Grego reuniu-se no domingo à noite (na madrugada da 2ª-feria, para ser bem preciso) para votar um novo memorando que imporá ainda mais restrições à classe média e aos mais pobres naquele país, que já enfrentam terríveis dificuldades. E, isso, para obter mais um empréstimo, 70% do qual será gasto para pagar o serviço da dívida anterior. A sessão foi orquestrada por um governo preposto (não eleito) – comandado por um primeiro-ministro banqueiro (também preposto, não eleito) – formado, dentre outros, de gente da extrema direita.
As novas medidas incluem corte de 22% no salário mínimo (32% para os de menos de 25 anos), 15.000 demissões no setor público em 2012 e 150 mil até 2015 (num país cuja taxa de desemprego já é superior a 20%!), cortes em serviços públicos (saúde, educação e assistência social), privatização de patrimônio público (rentável!), mais a promessa assinada de que as medidas serão implementadas, seja qual for o resultado das eleições previstas para abril – como decretou recentemente “Sua Alteza” Wolfgang Schäuble.
Na rua, à frente do Parlamento, centenas de milhares de pessoas (entre as quais Manolis Glezos e Mikis Theodorakis, heróis da resistência grega) reuniram-se para manifestar sua oposição ao memorando, à “Troika”, ao modelo econômico dominante e àqueles políticos gregos que votavam, no Parlamento. No que gritavam, ouvia-se um eco que chegava de Addis Abbeba e do fundo dos tempos: “Não podemos pagar essa dívida, primeiro porque, se não pagarmos, os credores não morrem. Isso é garantido. Mas se pagarmos, morremos nós. Isso também é garantido.”
À primeira vista, parece que não fez diferença alguma. O memorando foi aprovado pelo Parlamento. Mas, agora, a “Troika” está em pânico, com medo de ser derrubada pelo poder do povo, nas eleições de abril. Então, os credores tentam pateticamente adiar o pagamento do ‘resgate’ para depois das eleições, quando o novo governo grego, depois de eleito, tiver sido obrigado a jurar que também cumprirá os termos do memorando.
Temam o povo! Vivemos grandes tempos para a democracia!
Thomas Sankara, o homem que acreditava que revolucionários podem ser assassinados, mas não suas ideias, não chegou à Conferência da Organização da Unidade Africana do ano seguinte. Foi assassinado três meses depois daquele famoso discurso em Addis Abbeba, por seu ex-amigo e companheiro em armas, Blaise Compaoré, que continua lá, presidente de Burkina Faso, até hoje.
Fonte: rededemocratica.org

Destino preferencial das Kalashnikov de $1.500 em 2012: a Síria. Rede: a al-Qaeda na Terra dos Dois Rios, também conhecida como AQI. Compradores: jihadis infiltrados que operam ombro a ombro com o chamado Exército Sírio Livre (Free Syrian Army, FSA).
Também operam como correia de transmissão entre Síria e Iraque as explosões de carros e os suicidas-bomba, como as duas explosões recentes nos subúrbios de Damasco e o suicida-bomba, sexta-feira passada, em Aleppo.
Quem imaginaria que o que a Casa de Saud deseja ver na Síria – um regime islâmico – é exatamente o que a al-Qaeda também deseja para a Síria?
Ayman "O Cirurgião" al-Zawahiri, número 1 da al-Qaeda, em vídeo de oito minutos, intitulado "Avante, Leões da Síria", acaba de convocar à luta os muçulmanos no Iraque, Jordânia, Líbano e Turquia, para derrubar o "regime pernicioso, canceroso", de Bashar al-Assad. De fato, já estavam alistados, em geral, mesmo antes de O Cirurgião entrar em cena. E não só eles, mas principalmente os "combatentes da liberdade" líbios transplantados, conhecidos antigamente como "os rebeldes".
Quem imaginaria que o que o CCG-Otan (Conselho de Cooperação do Golfo+Organização do Tratado do Atlântico Norte) deseja ver na Síria é exatamente o que a al-Qaeda também deseja para a Síria?
Portanto, quando, apesar de todos os horríveis ataques militares que matam sobretudo os civis apanhados no fogo cruzado, o governo de Assad diz que está combatendo "terroristas", ele, em termos precisos, não está mentindo. Até aquela entidade onipresente, proverbial, "funcionário do governo dos EUA que não quis identificar-se" já culpa a al-Qaeda na Terra dos Dois Rios, AQI, pelas recentes explosões. E, além desses, também o vice-ministro do Interior do Iraque Adnan al-Assadi: "Temos informações de inteligência de que vários jihadists iraquianos partiram para a Síria."
Assim sendo, se não deu para fazer da Síria a nova Líbia, no sentido de uma resolução da ONU autorizar o bombardeamento humanitário – vetada por dois BRICs, Rússia e China –, a Síria pelo menos já é uma nova Líbia, no sentido dos escandalosos laços entre "os rebeldes" e os jihadis salafistas linha-dura.
E dado que o ocidente absolutamente adora situações de ganha-ganha, mesmo que pré-fabricadas, é perfeitamente possível que aí esteja, prontinho, o casus belli que o Pentágono esperava – libertar a Síria de uma "al-Qaeda" que, antes, não estava lá. Não esqueçam que – apesar de todo o alarde sobre a "deriva" do governo Obama/Pentágono, afastando-se do Médio Oriente e voltando-se para o Leste da Ásia, toda a "guerra global ao terror" (global war on terror, GWOT), que Obama rebatizou de "operações contingenciais além-mar" ("overseas contingency operations", OCO), continua bem viva, vivíssima.
Libertem-me, para eu matar à vontade
No ano passado, o Asia Times Online advertiu inúmeras vezes que a Líbia "libertada" – e "libertada" pelos chamados "rebeldes da OTAN" – rapidamente se transformaria em inferno povoado de milícias armadas. Exatamente o que lá se vê hoje: há pelo menos 250 milícias diferentes, só em Misurata, segundo o Human Rights Watch; as milícias são polícia, juízes e carrascos-executores, tudo ao mesmo tempo. Por falar nisso, não há Ministério da Justiça na Líbia "libertada". Se você for preso e chegar à cela, ali mesmo será executado; e se for africano subsaariano, ainda ganha, de brinde, longo período de tortura, num campo libertado de prisioneiros, antes de ser executado.
Como se viu acontecer na Líbia – porque é questão estratégica para o eixo Casa de Saud/sunitas do Qatar –, já não há qualquer possibilidade de autêntico diálogo entre a insurreição (armada) e o regime de Assad. Afinal, o objetivo chave é derrubar o regime de Assad. Então, a propaganda reina absoluta, nos media árabes controlados quase todos ou pelos sauditas ou pelos qataris.
Por exemplo: o muito louvado Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede em Londres, e que vive de vomitar estatísticas sem qualquer comprovação, números e mais números, sem fim, dos "massacres" cometidos pelo governo sírio – falaram até em "genocídio" –, é mantido com dinheiro de uma entidade sediada em Dubai e financiada por obscuros doadores ocidentais e do Conselho de Cooperação do Golfo.
Para completar, os 'especialistas' mediáticos da "oposição" orientam com precisão de mira a laser toda a cobertura da imprensa-empresa ocidental. A rede CNN atribuiu as bombas de Aleppo, na 6ª-feira, a "terroristas" – assim, entre aspas. Imaginem a histeria total, se fosse a Zona Verde dos EUA, no Iraque, atacada à bomba pela resistência sunita, em meados da década dos 2000. A BBC acreditou realmente na versão de propaganda que a Fraternidade Muçulmana Síria distribuiu, segundo a qual o governo sírio se autobombardeara: tão verossímil como a 'notícia' de que o Pentágono se autobombardeava na Zona Verde. Quanto aos media árabes – em grande parte controlada por sauditas e qataris –, ignorou completa e absolutamente a conexão al-Qaeda.
A Liga do Conselho de Cooperação do Golfo – antiga Liga Árabe –, depois de bombardear o próprio relatório da própria comissão sobre a Síria, porque não reproduzia a narrativa pré-fabricada sobre um governo "do mal" que bombardeava unilateralmente o próprio povo, anda agora propagandeando um supostamente humanitário Plano B: uma missão de paz árabes/ONU, para "supervisionar a execução do cessar-fogo". Mas que ninguém se deixe enganar: a agenda ainda é a mudança de regime, como antes.
O príncipe Saud al-Faisal, ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, já começou a fazer os ruídos certos, descartando qualquer intervenção humanitária. Simultaneamente, é muito edificante ouvir a Casa ("oh, como somos progressistas") de Saud a lamentar a "falta de comprometimento do governo sírio" e a pontificar que "a Síria passa hoje, não por uma guerra de guerrilha, nem racista nem sectária, mas por matança em massa, sem qualquer consideração humanitária".
Imaginem o quanto seriam "humanitárias" as "considerações" da Casa de Saud, no caso de emergir um movimento pró-democracia entre a maioria xiita que habita a província Leste (já aconteceu; o movimento emergiu e foi reprimido com violência extrema). Melhor ainda: lembrem como os sauditas tinham ar "humanitário", quando invadiram o Bahrain.
A agenda do CCG-OTAN permanece inalterada: mudança de regime, por não importa qual meio. Até o Guerreiro-em-Chefe e presidente dos EUA Barack Obama já disse isso, ele mesmo, em pessoa. Os fantoches do CCG obedecerão servis e felizes. Portanto, só resta esperar uma inflação de Kalashnikovs através da fronteira, mais carros-bomba, mais suicidas-bomba, mais civis mortos no fogo cruzado e a lenta, imensamente trágica, fragmentação da Síria.
*Pepe Escobar é jornalista do Asia Times Online
Fonte: Resistir.info
Tradução: Vila Vudu
Imagem: rededemocratica.org

Isto aqui a imprensa canalha nacional e internacional não mostra! Quando é para promover a propaganda sionista de Israel sobre a Síria e Irã, todos os meios de comunicação em conjunto divulgam as mesmas imagens falsas para convencer a opinião pública a apoiar invasões e pilhagens.
As emissoras de TV simplesmente ignoram completamente a violenta repressão ao povo grego que já está passando fome, porque agora, já não interessa mais mostrar imagens do povo sendo surrado, pois os bancos já controlam totalmente o país e exterminaram sua soberania. O objetivo foi alcançado.
Ninguém fala que o que levou a Grécia a este ponto foi um golpe de estado financeiro realizado pelos banqueiros, principalmente o banco Goldman Sachs, comprovadamente uma instituição financeira criminosa e sionista.
Isto é nada menos que a ascensão do IV Reich Nazi-Sionista tomando o controle da Europa e do planeta. As imagens abaixo o leitor pode ter certeza que vão ocorrer também em Portugal, Espanha, Itália, depois se alastrará pelo mundo até chegar a outros países que jamais imaginaram passar por condições humilhantes como estas.
As imagens mostram claramente que o povo está desarmado, são cidadãos de todas as idades, até os idosos são surrados impiedosamente pela força polícial.
Essa é a “democracia” que os pseudo-intelectuais da mídia e meios acadêmicos defendem com unhas e dentes. Democracia nunca existiu, isso foi uma farsa inventada pela elite para impôr uma ditadura dos banqueiros e corporações.
O que está em curso é o que vêm sendo postado no blog, os banqueiros colocam seus marionetes no governo, e estes começam a endividar propositalmente e desnecessariamente o país, colocando a população numa dívida eterna e impagável com os bancos! Foi o que fizeram na América Latina.
Enquanto o país estiver pagando os juros extorsivos aos banqueiros, está tudo ótimo para a mídia. Mas deixe de pagar aos bancos para ver se não dão um golpe de estado ou assassinam quem estiver no governo.
Enquanto o povo grego passa fome e é espancado na rua, os políticos corruptos estão entregando o país para os banqueiros e realizando compras bilionárias em armamentos, como submarinos alemães, tanques russos e fragatas francesas! É para isto que usam o povo de uma nação, para explorar a mão-de-obra e colocá-los para pagar dívidas aos banqueiros.
A polícia existe para uma coisa somente, impedir que a população se rebele contra o poder que está no governo, o Establishment que o escraviza.
Esta imagem resume tudo:
Força policial protegendo os banqueiros e políticos de uma rebelião popular
O sistema capitalista é o mais eficiente e complexo sistema de controle e escravidão humana, onde o escravo acha que é livre e que o sistema funciona para atender aos seus interesses.
Fonte: caminhoalternativo.wordpress.com
Imagem: caminhoalternativo, nuevodesordenmundial, altamiroboeges

Laerte Braga
O incêndio numa prisão em Honduras matou perto de 400 presos. O “presidente” Pepe Lobo foi à tevê e em rede nacional disse que ia determinar a apuração dos fatos, punir os responsáveis e assistir às famílias dos mortos. A mídia domesticada – corrupta – não fala em presos políticos, mas em criminosos comuns.
No extinto estado do Espírito Santo, hoje dirigido por um fantoche do líder da principal máfia política local, um estudante foi preso por protestar contra o aumento das tarifas dos transportes coletivos urbanos e levado para um presídio de segurança máxima onde ficou por sete dias.
Foi preso pelos “bravos” soldados da PM – uma aberração em se tratando de polícia – e acusado da posse de explosivos. Não existiam esses. A transferência para um presídio de segurança máxima é a típica atitude de “autoridade H2o”. Ou o “teje preso”.
Honduras, com a deposição do presidente Manoel Zelaya vive um regime de terror imposto pelas elites que governam o país desde sua fundação e hoje se subordinam aos EUA. Nos arredores de Tegucigalpa, capital, está a maior base norte-americana na América Latina, conhecida como “escola de golpes”.
Lá foram planejados e montados golpes militares em vários países latino-americanos, um governo fora dos parâmetros traçados por Washington – caso de Zelaya – seria um complicador sem tamanho para os Estados Unidos.
Pepe Lobo é o típico representante de uma elite tacanha, bisonha e que ainda não descobriu nem a roda e nem o garfo e a faca. O fogo sim. Usa-o para eliminar inimigos do regime, misturados a uns poucos presos comuns (que são seres humanos e têm direitos básicos) e aí, em rede de tevê, contando com a cumplicidade da mídia domesticada – caso GLOBO no Brasil, RECORDE, BAND, Folha de São Paulo, Veja, etc –, vende a idéia cristã e democrática que de fato preside Honduras e manda alguma coisa. Pode até mandar, mas depois de consultar o comandante da base norte-americana no país.
É mais ou menos como aqueles sargentos vendidos em massa pelos filmes patrióticos de Hollywood. Ironizados num anúncio de determinada marca de canos. Quem entra por esse tipo de cano são presos políticos. A avenida da “democracia” é pavimentada sobre corpos de adversários políticos e abençoada pelo crucifixo que criminosamente Pepe Lobo coloca ao alto do fundo que se presta ao seu discurso de “líder” cristão e democrático.
O governo de ultra-direita do Chile foi chamado a fornecer peritos para identificar os corpos carbonizados. O relatório final já está pronto, os “especialistas” vão apenas sacramentar a explicação do governo para a chacina.
Líderes católicos, entidades de direitos humanos denunciam a farsa e o crime hediondo. A mídia tradicional silencia.
O julgamento de Lindemberg Alves, um criminoso comum, vira manchete prioritária em todo o Brasil, na ânsia de alimentar a alienação dos “zumbis” conduzidos ao estilo Big Brother.
A prisão de um estudante em flagrante violação à lei num presídio de segurança máxima foi tão somente a costumeira tentativa de intimidar, coagir e assim buscar que os protestos contra o fantoche que imagina governar alguma coisa (Paulo Hartung governa o extinto Espírito Santo hoje um condomínio de máfias chamadas empresas), não aconteçam, os desmandos sejam acatados.
Notícias desse tipo de fato só fora da mídia de mercado. O silêncio é absoluto sobre assuntos assim. Tanto na mídia nacional, quando na estadual. São braços das quadrilhas.
Isso equivale a tratar o cidadão como objeto de segunda categoria na mentira de cada dia em redes de tevê, jornais e revistas.
Se listados os abusos – e são muitos os relatórios que condenam o Brasil por procedimentos abusivos de autoridades e polícia militar principalmente – contra direitos humanos, a quantidade de papel a ser gasta será absurda.
Pior que isso é o incitamento direto e indireto, via mídia, que direitos humanos são eufemismo para proteger criminosos. Abre espaços para barbáries em Honduras, no extinto Espírito Santo, em Guantánamo – campo de concentração montado pelos EUA em território ocupado de Cuba – e assim por diante. Mas vira “bandeira” quando um robô/jornalista defende assassinatos seletivos.
A afirmação feita pela presidente do Brasil Dilma Roussef que “direitos humanos não podem ser uma arma ideológica”, a despeito dos rumos do governo, é precisa, correta.
Chegou-se a um ponto que o robô/jornalista – Caio Blinder – defende publicamente numa rede de tevê via satélite a validade e a necessidade dos assassinatos seletivos praticados por serviços secretos norte-americanos e israelenses, como forma de defender a “democracia”, a “paz”. E é secundado por um foragido da justiça brasileira o jornalista Diogo Mainardi. Não há espanto e nem indignação por um disparate desses.
A dose de anestesia aplicada pela mídia paralisa o que William Bonner chamou de “Homer Simpson, o público/vítima desse tipo de informação.
É o grande desafio das forças populares. Acordar, despertar desse estado as pessoas que a cada dia mais marcham como “zumbis” numa ordem desordenada que mantém intactos privilégios e leva o ser humano a uma condição de objeto/abjeto.
Os ataques do governo sírio contra rebeldes e mercenários financiados pelos norte-americanos vão ser sempre violação dos direitos humanos e o são numa boa medida (pelo caráter ditatorial do governo). A destruição da Líbia em nome de interesses de empresas e bancos do cartel ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A foram divulgados como “missão libertadora”. A desordem na Líbia após a “ajuda humanitária” da OTAN (braço do terror capitalista) é de tal dimensão que as tribos brigam entre si e forças remanescentes do governo de Kadafi começam a ganhar espaço.
Na Grécia, um levante popular, protestos e luta contra pacotes impostos por bancos e grandes corporações, que sugam mais ainda os trabalhadores são vistos como manifestações de inconformismo diante do “estupro inevitável”. A necessidade de salvar a Comunidade Européia. O que é isso a não ser um arranjo das classes dominantes?
Cada vez mais, em países considerados “democráticos”, o poder popular é menor. Limita-se ao voto na presunção que isso é o bastante e ato contínuo os governantes entram na imensa bolha do capitalismo e só retornam ao mundo dos “zumbis” quando for novamente a hora de votar.
Não há quem seja “zumbi” por vontade própria, pelo menos nessa condição. Mas há um claro processo de formação de legiões de “zumbis” dóceis, servis à ordem dominante e em caso de reação a borduna. Seja em Honduras, no extinto Espírito Santo, no Egito, em qualquer canto do mundo onde prevaleça a informação que defende “assassinatos seletivos” pela “paz” e pela “democracia”.
Fonte: Gilson Sampaio
Imagem: Google (colocada por este blog)
A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba) declarou nesta quinta seu "firme respaldo à legítima reivindicação" da Argentina pela soberania das Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta sexta (17) que os problemas da região são causados pela interferência de estrangeiros em assuntos locais. "Todos os problemas vêm de fora. Para promover os seus objetivos e as suas ambições, eles não permitem às nossas nações se desenvolverem”, disse.Ahmadinejad discursou durante uma reunião sobre a guerra de 10 anos contra os talibãs no Afeganistão. “Devíamos nos manter unidos para avançar e atingir os nossos objetivos”, disse ao lado dos presidentes do Afeganistão, Hamid Karzai, e do Paquistão, Asif Ali Zardari.
Sem mencionar nomes de políticos nem países, Ahmadinejad disse apenas que os estrangeiros, que ele chamou de “todos esses poderes”, “interferem” nos assuntos da região. “Os problemas na região têm de ser resolvidos regionalmente”, disse.

O presidente iraniano apelou para a unidade dos líderes políticos da região. “Estamos aqui para fortalecer os passos para solidificar a cooperação entre as três nações. Vamos nos mover para eliminar os problemas e devíamos negar a outros a oportunidade de interferir nos nossos assuntos”, disse.
O Irã é alvo de uma série de sanções econômica, financeiras e militares por parte da comunidade internacional. Líderes políticos estrangeiros argumentam que o programa nuclear iraniano seria um risco de segurança, alegando que há suspeitas de produção de armas atômicas. Porém, Ahmadinejad e as autoridades iranianas negam estas acusações e afirmam que seu programa nuclear é pacífico.
Fonte: Com Agência Brasil
Imagem: Google (colocada por este blog)