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terça-feira, 27 de março de 2012

Barack Obama e Medvedev



Obama e Medvedev em Seul, à margem da II Cimeira sobre Segurança Nuclear.

Em declarações à imprensa após o encontro, o presidente norte-americano indicou que os dois países têm ainda “trabalho a fazer” para resolver as suas diferenças.

Por outro lado, Obama salientou que entre as questões sobre as quais EUA e Rússia estão de acordo está a necessidade de apoiar a proposta do enviado especial da ONU e Liga Árabe à Síria, Kofi Annan, para por fim à violência e estabelecer um Governo “legítimo” naquele país árabe.


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Acordos, chantagens, troca de favores, isto e muito mais deve estar por trás dessa "conversa" entre os dois mandatários. Eu acredito que a pressão na Síria é uma forma de pressionar Medvedev mais ou menos assim:

"Se a Rússia não se intrometer no futuro ataque que Israel quer fazer ao Irã, Obama deixa de ameaçar a Síria, talvez toda essa rebelião plantada na Síria seja um tipo de chantagem para os EUA e Israel se precaverem de que a Rússia vai ficar quieta e não vai se meter a defender o Irã".

Espero sinceramente estar enganado, mas é o que me parece.


(Burgos Cãogrino)






Fonte do Vídeo: Youtube

Argentina discute militarização das Malvinas durante Cúpula


Durante a II Cúpula de Segurança Nuclear, que é realizada na Coreia do Sul, o chanceler argentino Héctor Timerman advertiu sobre o envio de um submarino nuclear inglês ao Atlântico Sul e exigiu que a Grã-Bretanha “confirme a ausência de armas nucleares” nesta zona. Por meio de seu vice-ministro Nicholas Clegg, o Reino Unido, sem apresentar provas ou argumentos, qualificou esse pedido como “infundado”.


Durante sua intervenção, Timerman chamou atenção para os “recentes episódios de militarização” segundo os quais “uma potência extra-regional envia um submarino nuclear a uma zona cuja soberania é objeto de disputa reconhecida pelas Nações Unidas e se nega ao mesmo tempo a confirmar se com esta ação não estaria introduzindo armas nucleares na zona desnuclearizada”.



Nick Clegg reforçou, nesta terça-feira (27), que as suposições de que o Reino Unido teria enviado um submarino nuclear às Malvinas são "sem fundamentos".




“Meu país demanda que se respeite o compromisso de paz que os países sul americanos escolheram para a região. A Argentina exige que a potência extra-regional que recentemente enviou um submarino capacitado para transportar arsenal nuclear para patrulhar o Atlântico Sul confirme a ausência de armas nucleares na região”, disse Timerman.

O chanceler sustentou ainda, frente aos mandatários e representantes diplomáticos das potências (entre os quais o presidente dos EUA, Barack Obama) que a militarização britânica nas Malvinas “nos traz novamente o tema do alcance do compromisso por parte dos países possuidores de armas nucleares com suas obrigações como Estados parte de tratados de zonas livres de armas nucleares”.

O ministro argentino lembrou que seu país, junto ao Brasil, "conforma o eixo sobre o qual se constrói a desnuclearização do Atlântico Sul" e "não se deve utilizar a dissuasão nuclear contra países que renunciaram as armas de destruição em massa".

“Um tratado que estabelece uma zona livre de armas nucleares é, antes de tudo, um tratado de segurança. Que proteção nos dá o tratado de não proliferação quando uma potência nuclear ameaça de maneira direta ou velada com a possibilidade de introduzir armas nucleares na zona desnuclearizada?”, questiona Timerman.




Fonte: Vermelho, com informações da Efe
Tradução: Da Redação
do Vermelho
Imagens: Google

Índia: Brics discute criar banco para fomentar desenvolvimento


A presidente Dilma Rousseff desembarcou nesta terça-feira (27) em Nova Déli, na Índia, para participar da 4ª Cúpula do Brics (grupo composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). De acordo com informações do governo, o encontro pretende discutir sobre como estimular o crescimento econômico de forma sustentável e equilibrada.


Ainda segundo o governo, Dilma seguiu para a Índia acompanhada dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante (Educação), Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Helena Chagas (Comunicação Social), além do governador de Sergipe, Marcelo Déda, e 110 empresários.

Participarão da reunião os líderes dos cinco países do bloco: a presidente brasileira, o premiê indiano, Manmohan Singh, e os presidentes Dmitri Medvedev, da Rússia, Hu Jintao, da China, e Jacob Zuma, da África do Sul.

Segundo nota do governo Indiano, a principal reunião será na quinta-feira (29), na qual Manmohan Singh apresentará a proposta de criação do banco do desenvolvimento do Brics. “A ideia é que a instituição se dedique aos investimentos em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em nações pobres e emergentes. O processo de criação do banco deve ocorrer a longo prazo”, informou a nota.

"Os países membros do Brics representam cerca de 19% do PIB mundial. Desse modo, nossa principal discussão é a proposta de criar (no futuro) um banco dos Brics" destinado a financiar investimentos e projetos de infraestrutura, informou à imprensa o ministro de Indústria, Fernando Pimentel.

A expectativa é de que os líderes assinem uma declaração sobre a intenção de criar o Banco de Desenvolvimento do Brics, que funcionaria como uma espécie de alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional.

Para Fabiano Mielniczuk, coordenador de pesquisa do Brics Policy Center, uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro e da PUC/RJ, a criação do "Banco de Desenvolvimento dos Brics deve virar realidade em cerca de três anos. A intenção é ter dinheiro para investir nos próprios países do grupo e em outros países em desenvolvimento", declarou à imprensa.

Segundo ele, "até o momento, estes países foram forçados a se submeter a políticas de condicionalidade, tendo de cumprir exigências feitas pelo Banco Mundial ou do FMI em troca de empréstimos. Isso não aconteceria com o banco do Brics".

A 4ª Cúpula também discutirá a assinatura de atos em relação a um tema que vem sendo discutido desde a realização da primeira Cúpula do Brics: a criação de mecanismos para facilitar o comércio e o financiamento em moeda local de investimentos realizados entre os países do bloco.

Ao fim da 4ª Cúpula, a presidente Dilma continuará na Índia para reuniões bilaterais com o premiê Manmohan Singh. Na sexta-feira (30), Dilma deve assinar uma série de acordos bilaterais com a Índia.

Luta pela paz e pela soberania

A organização da 4ª Cúpula informou que os presidentes e o primeiro-ministro também deverão discutir propostas para a defesa da paz e da segurança no Oriente Médio e Norte da África.
Os destaques deverão ser a Síria, devido à onda de violência que dura mais de um ano, e o Afeganistão, que vive momento de apreensão depois do massacre de civis por um sargento norte-americano.

Desenvolvimento sustentável


A pauta de discussões dos Brics também incluirá temas ligados à Rio+20, como a chamada ‘economia verde’, com foco na distribuição de renda e gerar inclusão social.

"Isso envolve a transferência de tecnologia de países ricos para aqueles em desenvolvimento. Nesse sentido, os outros países do Brics têm muito a aprender com a China, que investe pesado em pesquisa para migrar para uma tecnologia limpa", diz Fabiano Mielniczuk.



Fonte:
Vermelho
Imagem: Google

segunda-feira, 26 de março de 2012

Político libanês denuncia motivos da hostilidade árabe contra a Síria

O deputado libanês Alí Khreiss, membro do Bloco Libertação e Desenvolvimento, afirmou hoje que a hostilidade de países árabes contra a Síria devém do apoio do governo de Bashar Al-Assad aos movimentos de resistência islâmica.

"O povo sírio é castigado por apoiar o Hezbollah", sublinhou Khreiss em uma intervenção perante seguidores em um funeral na cidade de Tiro.

Segundo o político, aqueles que apoiam o levantamento armado contra Al-Assad tentam castigar um governo por seu apoio à resistência islâmica, em particular ao movimento libanês Hezbollah (Partido de Deus) e o palestino Hamas.

"Os Estados árabes desejam que o governo sírio corte relações com a República Islâmica do Irã, e esqueça a causa palestina", acrescentou Khreiss.

Uma análise parecida fez em Teerã o aiatolá Ahmad Khatami no sermão de sexta-feira passada, quando afirmou que "certos países árabes, Israel e Estados Unidos estão por trás das explosões de bombas na Síria", segundo reportou o canal Al-Manar TV.

Khatami criticou a Arábia Saudita por auto-plocamar-se defensora da democracia na Síria, enquanto - especificou - reprime violentamente os opositores em seu próprio território e envia forças militares a Bahrein para aplastar os protestos xiitas a favor de reformas.

Recordou que o Qatar é também outro dos ardentes baluartes dos subversivos na Síria, que pressionam para levar esse país a uma guerra civil, fornecendo armas à oposição.

"Estados Unidos, o regime Sionista e os árabes reacionários apoiam as explosões e matanças de gente inocente na Síria", afirmou o guia religioso xiita.





Fonte: Prensa Latina
Imagem: Google

Difundem conversa privada entre Obama e Medvedev sobre mísseis

O vídeo de uma conversa privada entre Barack Obama e Dimitry Medvedev, presidentes dos Estados Unidos e Rússia respectivamente, sobre o projeto de sistema de defesa de mísseis na Europa, foi publicado hoje em diferentes meios.

Um microfone aberto involuntariamente permitiu gravar o mandatário estadunidense, quando lhe dizia a seu homólogo russo: "Esta é minha última eleição...após minha eleição terei mais flexibilidade".

Na gravação escuta-se também a voz do governante russo quando lhe respondia "Entendo. Transmitirei esta informação a Vladimir", se referindo ao presidente recém-eleito, Vladimir Putin.

A conversa, supostamente privada, foi captada em câmera no final de uma reunião pouco antes de iniciar a Cúpula de Segurança Nuclear em Seul, Coreia do Sul, quando repórteres e fotógrafos entraram à sala onde estavam Obama e Medvedev para tomar imagens do encontro.

O escudo de mísseis que a Organização do Atlântico Norte (OTAN) pretende montar na Europa com ajuda estadunidense, se converteu em um tema difícil entre os Estados Unidos e a Rússia.

Moscou se opõe a um sistema de defesa composto por mísseis disseminados a tão curta distância de sua fronteira, argumentando que viola sua soberania, apesar dos Estados Unidos e seus aliados da OTAN enfatizarem que o projeto está desenhado para dar proteção contra um potencial ataque iraniano e que não será utilizado contra a Rússia.

Ben Rhodes, consultor estadunidense sobre segurança e comunicações estratégicas assegurou em um comunicado que "Estados Unidos está comprometido a implementar nosso sistema de defesa de mísseis, sobre o qual temos afirmado repetidamente que não aponta à Rússia".

"No entanto, dadas as grandes diferenças entre Estados Unidos e Rússia sobre o assunto, levará tempo e trabalho técnico para chegar a um acordo", agregou o especialista.

Segundo Rhodes, o tema está longe de chegar a uma solução devido às prioridades políticas do ano no qual ocorrem as discussões. "2012 é um ano de eleições em ambos países (...) pelo que claramente não é um ano no qual vamos conseguir alguma coisa", sublinhou.

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Medvedev e Obama discutem sobre escudo antimíssil

Os presidentes da Rússia, Dmitri Medvedev, e dos Estados Unidos, Barack Obama, retomaram nesta segunda o impasse sobre o escudo antimíssil, ao reunirem-se em Seul, no marco de uma cúpula sobre segurança nuclear.


Medvedev reconheceu que ambas as partes mantiveram invariáveis suas respectivas posições, mas considerou que o trabalho está a cargo agora dos inspetores técnicos sobre armamentos.

"Ainda há tempo para chegar a um acordo e, embora mantenhamos posições diferentes, o diálogo é possível e inclusive necessário", assinalou o chefe de Estado russo, citado aqui pela televisão local.

Para isso, apontou, "contamos com a experiência das positivas negociações em torno da assinatura do Tratado de Limitação e Redução de Armas Estratégicas (START-3)", assinado em Praga em abril de 2010.

Por sua vez, Obama expressou a disposição de Washington de iniciar novas negociações para a posterior redução do arsenal nuclear, o qual deve se limitar a 1.500 ogivas por cada parte até 2020.

A imprensa local recorda recentes declarações do premiê russo, Vladimir Putin, que assumirá a presidência no dia 7 de maio, sobre o desenvolvimento pelo Pentágono de armas convencionais tão potentes quanto as atômicas, mas sem efeito radioativo.

O porta-voz presidencial russo Serguei Prijodko afirmou ontem que seu país demanda ao Ocidente argumentos claros, objetivos e com embasamento técnico e geográfico para eliminar qualquer suspeita de que o escudo antimíssil na Europa possa estar dirigido contra a defesa russa.

Nas conversas entre Obama e Medvedev também figurou a crise na Síria, sobre a qual Moscou e Washington mantêm diferenças visíveis. A Rússia defende uma solução pacífica à crise e o fim das hostilidades, tanto pelo governo como por grupos armados.

Além disso, Obama considerou que no caso do Irã está terminando o tempo para resolver pela via diplomática o impasse em torno do programa nuclear da República Islâmica.

Teerã considera que a Casa Branca fabricou um conflito em torno de seu programa atômico e defende o caráter pacífico deste, assim como seu direito a produzir combustível nuclear. Moscou recentemente qualificou de grande erro a tentativa de uma solução bélica do caso iraniano.






Fonte: Prensa Latina, Vermelho
Imagem: Prensa Latina

Roger Waters destrói muro e homenageia Jean Charles em Porto Alegre em frente a 48 mil pessoas


Por Fernando Corrêa

Roger Waters e sua banda apresentaram o The Wall definitivo, em um espetáculo que extrapola qualquer definição de show de rock tradicional. Às 20h40min, fogos de artifício abriram caminho para os músicos assumirem o palco de 137 metros, tomado pelo muro de blocos brancos que se estendeu de um lado ao outro do Beira-Rio. O estádio lotado foi à loucura com as primeiras notas de In The Flesh?. O riff marcante foi entoado pelo público, que a partir de então, não teve refresco, nem para os ouvidos, nem para os olhos.

A surpresa não é o repertório, que segue praticamente à risca o disco de 1979, mas os efeitos sonoros quadrifônicos, vindos de todo lado, e o visual das projeções de altíssima definição, que tomam conta do muro ao longo de todo espetáculo e reproduzem algumas das animações mais marcantes de The Wall – O Filme, atualizadas por menções a guerras e tragédias recentes. A sequência inicial de clássicos, que passa por In The Flesh?, The Thin Ice, Another Brick in the Wall, Partes 1 e 2, e chega em Mother, é pontuada por acontecimentos: um avião que desce de um refletor e destrói parte do muro, bonecos representando o professor e a mãe opressora, e o discurso the Waters – que declara ver The Wall, concebido como um disco pessoal, como um retrato atual de um mundo que segue em guerra.




Ao fim the Another Brick in The Wall Part 2, cujo coro foi entoado por 15 garotos e garotas atendidas pela ONG Canta Brasil, Waters dedicou o show ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto pela polícia londrina, e cujos pais, Matozinhos Silva e Maria Menezes, estavam no Beira-Rio.

O muro vai sendo erguido ao longo da primeira metade do show. Quanto mais avança a construção, mais as projeções em alta definição têm espaço para ocupar. De todo lado, ouvem-se comentários de espanto. Ao fim do primeiro bloco, com Good Bye Cruel World, o muro é uma barreira que separa completamente público e banda, tomada pela projeção de mortos de guerra em fotos enviadas por suas famílias.

O segundo bloco começa com Hey You. Na terceira música, um pedaço do muro se abre revelando Waters, que canta Nobody Home sentado dentro de um módulo que reproduz um quarto mobiliado.


As referências à guerra seguem em Vera, em que são projetados vídeos de crianças reencontrando seus pais que voltaram da guerra – Waters, cujo pai morreu em combate na II Guerra, não teve essa sorte.

O desfecho do show – como o restante – fica marcado por imagens. Uma das canções mais conhecidas do disco, Comfortably Numb é cantada por Waters, acompanhado por dois músicos de sua banda que aparecem no alto do muro. De repente, estão todos no nível do palco, em primeiro plano, trajados com o uniforme do partido neonazista de The Wall – O Filme. A circense The Trial anuncia que o espetáculo está chegando ao fim, com a banda conclamando o público a gritar junto: "Derrubem o muro, derrubem o muro!".

No que pode ser considerado o ápice de um espetáculo marcado por muitos pontos altos, o muro vem abaixo. É o fim de um show difícil de superar. Outside The Wall, tocada com acordeom e trompete, encerra o evento.





Obs: Os vídeos foram retirados do youtube e colocados por este Blog, não são do show em Porto Alegre.


Fonte: Zero Hora
Imagens: Mauro Vieira, Lauro Alves, Tadeu Vilani
Vídeos: Youtube

domingo, 25 de março de 2012

Comando Sul dos EUA vai instalar um "centro de emergência" na Argentina fronteira com Paraguai



Por Stella Calloni/La Jornada

O Comando Sul do "Império" Americano vai instalar um "centro de emergência" na área de "ajuda humanitária" da instituição em um edifício que acabou de ser construído no perímetro do aeroporto da cidade de Resistencia, capital da província de Chaco fronteira com Paraguai, informou agências e meios de comunicação desta provincia da Argentina.

Organizações como o Centro de Nelson Mandela, que conduz pesquisas sobre várias questões sociais e ambientais no local, alertando para "graves consequências" que resultaria na instalação deste "centro de emergência", que começará a funcionar em abril.

Em maio de 2008, em uma nota a este jornal, informou sobre as alegações de mídia e as agências do Chaco para a execução do programa da província para fortalecer o Sistema de Emergência Provincial, que depende da área de assistência humanitária do Comando Sul dos EUA, também com a participação da Embaixada dos EUA aqui.

O governo provincial reconheceu estas atividades, autorizada e implementada desde 2006 pelo Ministério do Interior e alegadamente destinadas a atender emergências diversas, catástrofes naturais e até mesmo "sociais"

O reporte desta situação também fez Rolando Nunez, porta-voz do Centro de Estudos Nelson Mandela, que disse que o governo dos EUA, "sob o pretexto de ajuda humanitária, tentar esgueirar-se para obter assistência técnica", e considerou que nem mesmo para o desastre humanitário das comunidades indígenas são justificadas a ação de uma organização militar com a história que tem o Comando Sul ".

Em 21 de março de 2012, foram apresentadas publicamente no Chaco para ser instalado ainda este mês os "especialistas" do Comando Sul no edifício do aeroporto construído na Resistência. "Descanso Mas equipado com tecnologia de computador e fornecer o local e, em seguida, terminar com uma formação de pessoal", disse o comandante dos EUA Edwin Passmore, do Comando Sul, que se reuniu com o governador Jorge Capitanich, como publicado pelos jornais da província na Argentina.

Os corpos rejeitar esta alegação de que a ajuda presença dos EUA durante as inundações podem ser fornecidos pelo governo nacional e da Cruz Vermelha ", ou a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância)", e não por uma organização ligada a um exército no exterior.

Tampoco sem saber que a "ação cívica" e "ajuda humanitária" são realmente fora do contador, através do qual o Exército dos EUA estudaram territórios, neste caso em uma posição estratégica como aquela com a província de Chaco, limitada para o exterior com o Paraguai e cinco províncias da Argentina.

Estudamos também a população, o futuro económico e outro baseado em um controle. E a cidade é construída nas margens de um rio, um canal de comunicação estratégica prevista para os "especialistas" de que o comando.

Por esta altura há queixas sobre o fato de que "a sede do Comando Sul" será transformado em uma base militar ou uma base de radar como uma "facilidade" que serve para projetar um enclave que Washington está tentando instalar por anos na Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil, Paraguai), no contexto da "guerra ao terror" nos EUA contra a Al Caeda.



Tradução: Google tradutor

Fonte: albatv.org, Instituto João Goulart

Equipes da CIA e do serviço de espionagem israelense Mossad estão por trás dos recentes atentados terroristas às cidades sírias de Damasco e Aleppo

Damasco – O Exército libanês prendeu dois indivíduos quando tentavam introduzir na Síria 150 quilogramos de materiais químicos usados na fabricação de bombas, reportam hoje aqui meios jornalísticos nacionais.

De acordo com a informação, a detenção dos traficantes de explosivos ocorreu ontem no fronteiriço povo de Nahla, zona de Baalbek, e transportavam os materiais sobre o lombo de animais de carga. As autoridades libanesas também encontraram 40 quilos de maconha e picadura de tabaco.

A agência de notícias Cham Press reproduziu parte de um artigo do jornal turco Iedenlk, segundo o qual equipes da CIA e do serviço de espionagem israelense Mossad estão por trás dos recentes atentados terroristas às cidades sírias de Damasco e Aleppo.

Atentado em Damasco por carro-bomba

A publicação turca afirma que esses ataques se incrementaram depois de múltiplas visitas de servidores públicos estadunidenses à Turquia, e em particular faz referência a que as mortíferas explosões dos carros-bombas em Damasco e Aleppo, no sábado e domingo último, aconteceram dias após a visita do chefe da CIA, David Petraeus, a Ancara.

Esses dois ataques, um no bairro cristão de Al-Qasaa e o outro na área de Al-Yamarek, de Damasco, e na comunidade também cristã de Al-Sultamineyah, em Aleppo, deixaram saldo de 29 mortos e 170 feridos.

Depois disso, explodiu outro carro-bomba, na terça-feira, na província de Daraa, e na tarde da quarta-feira outro na zona de Barzeh, desta capital.

Ao todo, foram cinco atentados terroristas, mais a explosão de um sexto carro bomba em Yarmouk – que não ocasionou vítimas fora seus motoristas – desde a reunião em Ancara de Petraeus com o premiê turco Reccep Tayyip Erdogan, depois da qual o último retomou sua retórica agressiva contra o governo sírio.

Essa visita e o incremento da atividade terrorista em Damasco e Aleppo acontecem também depois da bem sucedida campanha pelas forças sírias contra grupos armados em várias regiões do país.

Tudo indica – diz Iedenlk – que o incremento da atividade terrorista na Síria é sinal de que os Estados Unidos pôs em marcha um plano para romper a firmeza que mantém o regime sírio perante todas as pressões.

E alerta que "essas operações (terroristas) aumentarão nos próximos dias com o propósito de minar a confiança no governo do presidente Bashar Al-Assad, como parte do plano encoberto que pôs em prática a CIA com apoio da Mossad.

Os Estados Unidos decidiram ampliar a envergadura de seu plano a um nível mais alto, escolhendo os principais centros econômicos do país, Damasco e Aleppo, adverte o jornal turco e agrega que Washington acha possível romper a barreira de segurança nessas duas cidades, o que lhe facilitará a exaltação dos sentimentos sectaristas, religiosos e étnicos na Síria.

A agência de notícias SANA reportou desde Hama que as autoridades locais enfrentaram um grupo armado na comunidade de Al-Hamidiyeh, onde apreenderam grande quantidade de armamento e munições, entre estes de produção israelense, e descobriram uma oficina usada para a fabricação de bombas.




Fonte: Prensa Latina, NavalBrasil

Irã considera sanções petrolíferas dos EUA um fracasso


O governo de Teerã considera que as sanções petrolíferas impostas ao Irã pelos Estados Unidos são "um fracasso de fato", já que opina que Washington teve que retratar-se de algumas de suas medidas, informou neste sábado a agência local Fars.

Segundo o vice-presidente iraniano para Assuntos Parlamentares, Mohamad Reza Mir Tayedini, "em uma clara retificação, os EUA eximiram 11 países de aplicar as sanções que havia imposto ao Irã" nesta mesma semana.

Na opinião de Tayedini, o "fracasso" do embargo petrolífero se deve ao fato de muitos países continuarem importando petróleo do Irã como demonstração de sua posição internacional, que não coincide com a dos EUA e outros países.

Para ele, os "inimigos", termo que o regime de Teerã utiliza para denominar EUA, Israel e alguns países ocidentais, devem entender que "não podem bloquear o rápido desenvolvimento e o avanço do Irã".

Além das sanções petrolíferas e financeiras dos EUA, a União Europeia (UE) decidiu no último dia 23 de janeiro impor ao Irã um embargo de compra de petróleo que entrará em vigor a partir do 1º de julho.

Os 27 países do bloco também impuseram aos bancos iranianos sancionados, entre eles o Banco Central, um bloqueio no sistema de mensagem financeira Swift (Sociedade para as Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais) – ou seja, não poderão receber ou fazer transferências internacionais.

O Irã reiterou que, apesar das sanções, pode seguir seus negócios, sobretudo na Ásia e África, e advertiu que o conflito fará subir o preço do petróleo nos mercados internacionais, o que beneficiará o país, um dos maiores exportadores do mundo, e prejudicará os importadores.

No entanto, expressou seu mal-estar e criticou o bloqueio financeiro, que provocou uma forte desvalorização de sua moeda no mercado livre.

Perante os problemas com divisas fortes, como o dólar e o euro, e as dificuldades ou a impossibilidade de realizar transferências internacionais, o Banco Central iraniano frisou que o país poderia receber pagamentos em ouro para suas exportações, especialmente de petróleo e gás, e também em moeda estrangeira local dos países compradores.

Paralelamente, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, pediu nesta semana, por ocasião do ano novo persa, apoio à produção nacional e reivindicou respaldo ao capital e aos trabalhadores iranianos, para combater as sanções.

Tanto o presidente do país, Mahmoud Ahmadinejad, como destacados parlamentares e militares fizeram também chamadas ao apoio à produção nacional e à promoção da autosuficiência econômica e industrial, perante o isolamento exterior promovido por EUA, UE e seus aliados.

Em todo caso, o Irã segue, com maior ou menor êxito, sua campanha para aumentar suas relações internacionais, políticas, culturais, econômicas e comerciais, especialmente nas regiões vizinhas do Oriente Médio e Ásia Central, mas também no resto da Ásia, África e América Latina.



Fonte: NavalBrasil

Imagem: Google


sábado, 24 de março de 2012

A Questão Indígena Tornou-se Grave Ameaça à Soberania Nacional



Por Carlos Newton

A grande imprensa brasileira, como todos sabem, está curvada aos interesses internacionais. Não é um fenômeno atual ou passageiro.

Na verdade, a mídia sempre defende os interesses do sistema financeiro e dos grupos econômicos que efetivamente detêm o Poder, pois o barões da mídia oferecem seus serviços a quem possa lhes garantir lucratividade.

É apenas uma questão empresarial. Negócios são negócios, todos sabem. Algumas vezes, os interesses do governo e dos grupos econômicos são os mesmos e até se confundem, como ocorreu nas gestões de Fernando Henrique Cardoso, continuou acontecendo nos mandatos de Lula e também no governo atual de Dilma Rousseff.

Basta analisar o que está acontecendo no que se refere à questão indígena e à Amazônia. Está em curso um movimento da maior importância, que não é noticiado com destaque na imprensa.

Não se vê esse assunto em nenhuma manchete de jornal ou em programa de televisão, nem mesmo na imprensa estatal (Agência Brasil), que antigamente se chamava Agência Nacional, ou na TV estatal (Rede Brasil), que antigamente se chamava TVE.


Os jornalistas dessas organizações (Agência Brasil e Rede Brasil) deveriam trabalhar para o Estado, defendendo os interesses nacionais, mas na verdade trabalham apenas para o governo, defendendo apenas os interesses de quem está no Poder, o que é muito diferente.

Em toda a mídia, seja estatal ou privada, raramente se lê alguma matéria relatando que as diferentes tribos indígenas estão exigindo que o Brasil reconheça e obedeça os termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. Não se fala nisso, é um assunto tabu.

O fato é que em 2007 os representantes do Brasil na ONU assinaram esse importante tratado internacional, que declara a independência administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações indígenas, que se tornariam países autônomos, com leis próprias, e nem mesmo as Forças Armadas brasileiras teriam o direito de entrar em seus territórios.

O governo brasileiro assinou e depois se arrependeu, mas já era tarde. Será que os diplomatas não perceberam que estavam concedendo autonomia a 216 nações indígenas, que já detêm mais de 10% do território nacional?

É difícil de acreditar, porque durante anos de negociações o Itamaraty sempre repudiou o tratado, que foi assinado pelo Brasil no governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das Relações Exteriores.


O fato de o Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado ou assinado com ressalva por vários países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, é um dos motivos do baixo prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.

NINGUÉM SABIA NADA

Na época, preocupado com a gravidade da falha da diplomacia brasileira, que assinou o tratado sem ressalvas, estive pessoalmente no Congresso, e foi grande a surpresa dos parlamentares, quando levantei o assunto.

No PT, ninguém sabia nada a respeito. Os principais deputados, como João Paulo Cunha e Arlindo Chinaglia, desconheciam inteiramente o assunto.

Procurei então parlamentares da oposição e que se interessam na defesa da Amazônia, como os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Artur Virgilio (PSDB-AM), também não sabiam de nada.

Encontrei no Salão Verde da Câmara o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que diz defender os interesses nacionais, mas também não tinha a menor idéia sobre o que estava acontecendo, acreditem se quiserem.


Escrevi então uma série de reportagens a respeito na Tribuna da Imprensa, inclusive relatando a firme atuação da Maçonaria contra o Tratado da ONU, e a questão passou a ser discutida nos bastidores do Poder, porque nenhum outro grande jornal ousou tocar no assunto.

É incrível, mas são fatos verdadeiros e sem contestação. Os quatro parlamentares citados estão vivos, três deles continuam no Congresso. Apenas Artur Virgilio não foi reeleito.

E acontece que na Câmara e no Senado ninguém sabia nada, porque o importantíssimo assunto foi abafado pela grande imprensa e o governo Lula nem teve coragem de enviar ao Congresso o tratado internacional, que precisa de ratificação do Poder Legislativo.


Como o Tratado da ONU ainda não tinha sido enviado ao Congresso, no ano passado entrei em contato com o gabinete do senador Fernando Collor, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e mandei uma série de perguntas sobre o assunto, ele nem respondeu.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE?

A presidente Dilma Rousseff também está segurando o tratado na gaveta. Se o governo brasileiro já estivesse cumprindo integralmente os termos da Declaração da ONU, nem estaria em discussão o contrato assinado por índios do Pará, que venderam por US$ 120 milhões os direitos sobre uma área no Estado. O contrato foi firmado com a empresa irlandesa Celestial Green Ventures.


Ao mesmo tempo, não se noticia que as tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental, onde é proibida atividade econômica, estão mobilizadas para defender a mineração nessas áreas de preservação. E não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional.

Representantes de etnias do Brasil, da Colômbia, do Canadá e do Alasca chegaram a preparar uma “carta declaratória” aos governos brasileiro e colombiano, reivindicando os direitos indígenas à terra e o apoio à mineração.

“Solicitamos ao Estado brasileiro a aprovação da regulamentação sobre mineração em territórios indígenas, porque entendemos que a atividade legalmente constituída contribui com a erradicação da pobreza”, diz o documento.

Se o tratado da ONU for cumprido, as tribos nem precisam reivindicar o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque serão países independentes, segundo os incisivos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a todos na internet, mas poucos se interessam em ler.

O pior é que, mesmo se o governo brasileiro continuar sem cumprir o mandato, poderá ser obrigado a fazê-lo, porque as tribos indígenas já estão procurando os tribunais internacionais da OEA e da própria ONU, para exigir a “autonomia política, econômica e social” que os diplomatas brasileiros gentilmente lhes concederam.

E agora em junho, na Conferência da ONU sobre Meio Ambiente, a ser realizada no Rio, o principal assunto será a criação do Tribunal Internacional do Meio Ambiente, que terá poderes de sancionar países infratores, como é o caso específico do Brasil. Nossos diplomatas vão adorar. Já podemos ver o Celso Amorim a bater palmas para a ONU.

Comentário do Blog Defesabr:

Se esse tratado internacional precisa ser ratificado pelo Poder Legislativo, não há nada que o Poder Executivo possa ter assinado que tenha validade, simples assim. Qualquer ato externo a respeito será uma agressão à nossa soberania.

A presidente Dilma Rousseff precisa tratar do assunto junto ao Congresso Nacional para que os índios sejam proibidos de recorrer a instâncias judiciais – nacionais e internacionais, sobre qualquer assunto relativo à soberania do país.


Antigamente, os índios eram tutelados pela FUNAI. Mas isso mudou com o art. 232 da Constituição Federal de 1988:

"Os índios, suas comunidades e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses, intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo".


Esse artigo passou a garantir aos índios a possibilidade de recorrer diretamente à Justiça para defender seus direitos e interesses. Assim, ele tornou sem efeito a mediação tutelar que era antes excercida pela FUNAI.





Fonte: exercito.gov.br, defesabr

sexta-feira, 23 de março de 2012

Israel ataca Conselho da ONU como “hipócrita”

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou de "hipócrita" o Conselho de Direitos Humanos da ONU, por ter dado sinal verde, nesta quinta-feira, à criação de missão de investigação internacional sobre as consequências das colônias israelenses no "território palestino ocupado, inclusive em Jerusalém Oriental" – uma resolução saudada como "vitória" pelos palestinos.

Os sionistas israelenses, expansionistas e agressores que se excedem em crimes contra o direito internacional, voltaram agora suas baterias contra a própria ONU. “Este Conselho, com maioria automática hostil a Israel, é hipócrita e deveria se envergonhar", deblaterou o sionista Netanyahu em nota divulgada por seu gabinete.

"Foram tomadas 91 decisões, 39 delas relativas a Israel, com três referentes à Síria e uma ao Irã. Basta ouvir o representante sírio falar sobre direitos humanos para compreender até que ponto este Conselho está longe da realidade", destacou.

"Trata-se mais uma vez de decisão surrealista armada por um Conselho que, em vez de defender os direitos humanos, vem sendo instrumento de iniciativas politizadas em sentido único", disse por sua vez o Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Os 47 Estados membros do Conselho aprovaram por 36 votos a favor, 1 contra e 10 abstenções uma resolução apresentada pelos palestinos, decidindo o envio de uma "missão de investigação internacional independente (...) para avaliar as consequências das colônias israelenses nos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais do povo palestino".


É natural que os sionistas israelenses ataquem a instituição multilateral. Eles são campeões em crimes contra a humanidade e violações dos direitos humanos, promotores do unilateralismo, agressores contumazes e genocidas.

Para os palestinos, "a nova decisão internacional do Conselho de Direitos Humanos da ONU representa vitória para sua causa, na medida em que apoia os direitos palestinos contra a ocupação e colonização israelenses", estimou Nabil Abu Rudeina, porta-voz do presidente Mahmud Abbas.

"Esta posição envia uma séria mensagem da comunidade internacional a Israel, a de que a colonização é ilegal e deve cessar totalmente", disse.

Mais de 310 mil colonos israelenses vivem na Cisjordânia e outros 200 mil em bairros de Jerusalém Oriental, territórios usurpados e ocupados pela força pelos agressores israelenses desde 1967.





Fonte: Vermelho, UOL / AFP

quinta-feira, 22 de março de 2012

INTERFARMA (Associação de Indústrias Farmacêuticas) também patrocina políticos no Brasil





- Para relembrar


Em janeiro de 2011

Ministério Público quer que TSE rejeite contas da deputada Manuela D'Ávila

O Ministério Público Eleitoral do RS recorreu ao TSE contra a aprovação das contas da campanha da deputada comunista Manuela D'Ávila, que recebeu R$ 100 mil da Interfarma, a poderosa Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Interfarma, que representa laboratórios estrangeiros e brasileiros. Caso as contas sejam desaprovadas, Manuela perderá o mandato.


. Manuela acertou o valor do dinheiro com o ex-governador Antonio Britto, que é presidente-executivo da Interfarma.
. A legislação eleitoral não permite que essa categoria aplique dinheiro nas campanhas. As contas de Manuela foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Ao dar sinal verde às doações, o tribunal entendeu que, por não receber verbas públicas, a Interfarma não pode ser considerada entidade de classe. No recurso, a procuradoria argumenta que o artigo 24 da Lei das Eleições (9.504/97) também contempla entidades financiadas com contribuições de associados, caso da Interfarma, que defende os interesses de laboratórios farmacêuticos.

Em novembro de 2011

Por unanimidade, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram que uma doação de R$ 100 mil feita pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) à campanha da deputada federal Manuela D'avila (PC do B-RS) em 2010 é regular.

A decisão ocorreu na análise de um recurso do Ministério Público Eleitoral contra a prestação de contas da deputada sob o argumento de que a Interfarma seria uma entidade de classe e, portanto, estaria impedida de fazer doações a campanhas eleitorais conforme determina a Lei das Eleições.


O Ministério Público argumentou que o estatuto da Interfarma deixa evidente a natureza de entidade de classe, pois destaca que um de seus objetivos é representar as associadas para os fins previstos no estatuto junto a associações nacionais e internacionais com objetivos similares.




Fonte: bloglivreopiniao, Bol
Imagem: Google, Interfarma

Médicos reprovam acordo do Conselho Federal com indústria farmacêutica


retirado do viomundo


Por Conceição Lemes

É usual existir sobre a mesa de médicos vários “adereços”: caneta, bloco de anotações, agenda, relógio digital, calculadora… Com um detalhe: frequentemente são adornados com marcas de medicamentos e nomes de laboratórios farmacêuticos.

Pois esses brindes – caneta e bloco de anotações são os mais básicos –, à vista geral, são apenas a ponta do volumoso e milionário iceberg que são os patrocínios da indústria farmacêutica aos profissionais de saúde. Há médicos que, se tivessem de exibir os nomes de todos os seus patrocinadores, ficariam com o jaleco tão abarrotado de anúncios quanto o uniforme de pilotos de Fórmula 1.

Para disciplinar a relação médico-indústria, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) assinaram recentemente um acordo com a Interfarma, estabelecendo algumas normas. A Interfarma, presidida atualmente pelo jornalista Antonio Brito, é a associação de indústrias farmacêuticas que congrega as multinacionais do setor. Brito já foi deputado federal, ministro da Previdência Social e governador do Rio Grande do Sul.


O acordo CFM-Interfarma (a íntegra, aqui) libera presentes cujo valor individual não ultrapasse um terço do salário mínimo, limitados a três ocorrências por ano para cada médico.

O acordo também autoriza o pagamento de despesas com transporte, refeições e hospedagem do médico convidado pelo laboratório para eventos e congressos. Mas proíbe outra prática até então comum: “ É expressamente proibido o pagamento ou o reembolso de quaisquer despesas de familiares, acompanhantes ou pessoas convidadas pelo profissional médico”. O documento, porém, não especifica como serão feitos esse e outros controles.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) reprova o acordo, como mostra carta enviada em 5 de março ao Conselho Federal de Medicina (CFM):

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) discorda do protocolo assinado no dia 14 de fevereiro pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), que aborda o relacionamento entre os médicos e a indústria de medicamentos.

Conforme deliberação da Sessão Plenária de 23/02/2012, os conselheiros do Cremesp encaminharam ao CFM as seguintes considerações:

1. O acordo representa um retrocesso ao sedimentar práticas que são eticamente inaceitáveis. Dentre outras distorções, o documento autoriza o recebimento pelos médicos de presentes e brindes oferecidos pelas empresas farmacêuticas, estipulando valores e periodicidade de difícil aferição; autoriza o patrocínio de viagens e participações em congressos e eventos sem apontar os critérios para escolha dos médicos beneficiados; submete os médicos a propagandistas de laboratórios visando, inclusive, o registro de efeitos adversos de medicamentos, tema de relevância sanitária que requer total autonomia profissional.

2. É inadequada a parceria entre um órgão federal julgador e disciplinador da classe médica e uma entidade representativa de empresas privadas com interesses particulares nas áreas de Medicina e Saúde. Cabe ao CFM normatizar o exercício ético da profissão e cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regular as práticas das empresas farmacêuticas na promoção comercial de medicamentos.

3. O relacionamento entre médicos e farmacêuticas pode influenciar, de forma negativa ou desnecessária, as prescrições de medicamentos e as decisões de tratamento. Os gastos com ações dirigidas aos médicos são repassados ao preço final dos medicamentos e têm impacto no bolso dos cidadãos e nos custos do sistema de saúde. Nenhum fator deve impedir que as prescrições sejam decididas pelos médicos exclusivamente de acordo com as credenciais científicas dos medicamentos e as necessidades de saúde dos pacientes.

4. O Cremesp solicita ao CFM que seja reaberta a discussão sobre a necessidade de revisão e de aprimoramento das normas éticas que envolvam a relação entre médicos e indústria farmacêutica.

“O acordo estará em constante aperfeiçoamento”, justifica o CFM ao Viomundo. “As sugestões do Cremesp serão avaliadas por comissão do CFM que trata da relação entre médicos e indústria farmacêutica.”

A preocupação do Cremesp procede. Existem evidências científicas de que mesmo os médicos bem intencionados não conseguem resistir à influência dos “incentivos” da indústria, como brindes, viagens.

"Como são muitos os interesses econômicos envolvidos, iniciativas de autorregulação tendem a ser ineficazes", adverte o médico cardiologista Renato Azevedo Jr., presidente do Cremesp. "Não existem práticas inofensivas. Todas tem um objetivo claro: tornar os médicos mais propensos a prescrever o medicamento daquela empresa".

Em 2010, o Cremesp fez uma pesquisa com os médicos dos Estado de São Paulo. Os resultados foram preocupantes:

* 93% dos médicos paulistas afirmaram ter recebido produtos e benefícios da indústria considerados de pequeno valor nos últimos 12 meses;

* 80% recebiam regularmente visita de propagandistas dos laboratórios;

* 33% souberam ou presenciaram recebimento de comissão por indicação de medicamento, órtese e prótese;

* 74% declararam que presenciaram ou receberam alguns benefícios da indústria ainda durante os seis anos do curso de Medicina.

"Hoje uma parte dos médicos não vê tantos problemas éticos na relação com a indústria, pois alegam a contribuição dessas empresas com a atualização científica. Isso vem desde a graduação", observa Renato Azevedo. "É uma cultura que precisa ser mudada".

Na prática, é um acordo que junta sob o mesmo teto lobos e ovelhas. São interessantes conflitantes.

"Um conselho de Medicina tem a função de fiscalizar o exercício profissional e, para julgar os médicos que cometem infrações éticas, precisa estar acima de qualquer conflito de interesses”, acrescenta Azevedo. "Logo, não é correta nem adequada uma parceria com entidade que representa um setor privado lucrativo, que congrega empresas cuja prática nem sempre é permeada por condutas éticas".

O Cremesp não está sozinho na condenação por essas práticas. Na pesquisa realizada pelo Conselho em 2010 mais de 30% dos médicos achavam que há abusos e defendiam regulamentação ética mais rigorosa. Movimentos de médicos em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná também isso.

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Agora, vamos esperar para ver qual será o "destino" do médico cardiologista Renato Azevedo Jr, presidente do Cremesp que teve a ousadia de ser contrário a esse acordo.

(Burgos Cãogrino)




Fonte: viomundo

Imagem: antinovaordemmundial

"NÓS AMAMOS O IRÃ": Israelenses criam campanha online para evitar guerra

Retirado do Blog do amigo Gilson Sampaio


Com mensagens pacíficas, iniciativa também obteve apoio de internautas iranianos

Um casal israelense iniciou uma campanha em defesa pela paz entre seu país e o Irã, pela internet, que acabou se tornando um sucesso não apenas entre seus compatriotas, mas também obteve apoio de internautas iranianos. A campanha pode ser encontrada na página Love and Peace, na rede social Facebook. Ela foi inicialmente postada no site israelovesiran.com , que saiu do ar após a publicação desta matéria.

O objetivo da iniciativa é evitar uma guerra entre os dois países, que tem forte desacordo em torno do programa nuclear iraniano. O governo israelense acredita que os persas estão desenvolvendo mísseis nucleares, com o objetivo de destruir. O governo de Teerã, por sua vez, nea a acusação e afirma que o programa tem fins pacíficos e civis.

Ronny Edry e sua esposa Michal Tamir, artistas gráficos de Tel Aviv, deram o pontapé na campanha no último sábado (17/03), publicando fotos deles ao lado de seus filhos com os dizeres, em inglês: "Iranianos: nós nunca iremos bombardear o seu país. Nós amamos vocês". A mensagem da foto ainda acrescentava a seguinte mensagem: "Ao povo iraniano, a todos os pais, mães, crianças, irmãos e irmãs, para ocorrer uma guerra entre nós, antes precisamos ter medo e odiar. Não tenho medo de vocês, não odeio vocês. Sequer conheço vocês. Nenhum iraniano jamais me fez mal algum".

Em poucos dias, a campanha ganhou adesão de milhares de israelenses, que colocaram fotos com outras mensagens de teor pacífico.

O apelo pela paz encontrou eco também em usuários iranianos. Uma das mensagens mais destacadas no Facebook foi da iraniana Pirmadtanha Abdan, que escreveu: “Sou iraniana e amo todas as pessoas, não importando sua origem; tudo o que desejamos é paz, esperemos que nossos políticos entendam isso”.

Motivos

Em entrevista ao jornal Haaretz, Edry afirmou que sabia que sua mensagem teria repercussão entre iranianos, mas não esperava que ecoasse tão rápido e com tanta força. “Na minha página do Facebook, tenho amigos de esquerda que sempre pensam o mesmo; todos concordam comigo. De vez em quando aparece alguém de direita me dizendo que o que estamos fazendo é constrangedor. Mas eu nunca conversei com um iraniano”.




Fonte: Gilson Sampaio, Ópera Mundi, youtube


quarta-feira, 21 de março de 2012

Evo Morales ameaça fechar a embaixada dos Estados Unidos


Bolívia: contra ingerência dos EUA, Morales pode fechar embaixada

O presidente boliviano, Evo Morales, ameaça fechar a embaixada dos Estados Unidos em La Paz caso Washington "siga incomodando" seu país.

Da mesma forma, o mandatário acusou a direita estadunidense de infiltrar-se em conflitos que não lhe dizem respeito para conspirar contra alguns governos.

"Quero advertir publicamente que não tenho nenhum medo. Se outra vez a embaixada dos Estados Unidos incomodar a Bolívia como vem fazendo até agora, [advirto] que será melhor fecharmos a embaixada na Bolívia porque somos antiimperialistas, anticapitalistas e antineoliberais", disse Morales.

No último mês, o mandatário sublinhou que algumas organizações não governamentais
(ONGs) são a "quinta instância de espionagem" dos EUA. E ressaltou que a direita não tem propostas políticas e por isso se soma a qualquer conflito, não apenas na Bolívia, mas também em outros países como Equador. Para ele, o capitalismo cria conflitos em alguns países para apropriar-se de seus recursos naturais.




Fonte: RT, Vermelho

Imagem: Google


Japão fecha embaixada na Síria e reduz compra de petróleo do Irã

O governo do Japão anunciou nesta quarta-feira (21) o fechamento temporário de sua embaixada na Síria e que continuará diminuindo as compras de petróleo do Irã como parte de sua política de apoio às sanções dos Estados Unidos contra essas nações.

Um comunicado do Ministério do Exterior afirma que foi decidido fechar temporariamente a embaixada do Japão na Síria por causa da "piora das condições de segurança pública", incluindo a capital, Damasco.

Essa missão diplomática, que opera desde 1954, tinha reduzido suas atividades e suspendido suas seções consulares e de vistos desde 8 de março deste ano.

Segundo a nota da chancelaria, o pessoal de sua embaixada deslocou-se para a vizinha Jordânia, de onde manterão as operações diplomáticas vinculadas à Síria.

Enquanto isso, o secretário chefe do gabinete, Osamu Fujimura, comunicou à imprensa que Tóquio prosseguirá com a redução das compras de petróleo iraniano, conforme explicou a Washington e que esta tendência se acelerará no futuro, sem dar mais detalhes.

A medida foi precedida por uma decisão dos Estados Unidos que exime as instituições financeiras japonesas e várias da União Europeia de aplicarem novas medidas contra Teerã.

A Casa Branca usa como pretexto para suas ações contra o Irã o programa de energia nuclear do pais, ao qual atribui supostos objetivos militares.

De acordo com dados da Associação de Petróleo do Japão, as compras de petróleo iraniano no ano passado foram estimadas em 8,8% do total de suas importações desse tipo.

As sanções contra Teerã impulsionadas por Washington impedem as instituições financeiras que mantêm vínculos com o país persa de operar em território estadunidense.

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Será que a Embaixada do Japão só volta depois que a ONU levar "ajuda humanitária" a Síria???

Sobre o a redução de compra de petróleo do Irã, será que os EUA devem ter dito ao Japão:
Se comprar petróleo do Irã "mandaremos" outro Tsumani???
ou, o Japão já esqueceu da "Bombinha Atômica"???

(Burgos Cãogrino)





Fonte: Vermelho
Imagem: Google

Se EUA e Israel desistirem de bombardear o Irã, com certeza os Laboratórios Farmacêuticos farão


Confirmado: Irã descobre cura para a AIDS/SIDA

O Ministro de Saúde e Educação Médica da Republica Islâmica do Irão confirmou ontem que uma equipa de cientistas deste país descobriram uma cura para a SIDA, revelado na semana passada por PRAVDA.Ru baseado em informações do Ministério.

O Ministro, Kamran Baqeri Lankarani, declarou em Isfahan numa conferência de imprensa à margem da 53ª Comissão Regional da OMS para o Mediterrânea Oriental, que a descoberta tem um efeito que dura durante pelo menos dois anos em doentes que a utilizam durante um período de tratamento de três meses.

O anúncio foi feito depois da confirmação pelo Ministério de testes clínicos em doentes com VIH/SIDA ao longo de dois anos. A vantagem desta terapêutica é que outros medicamentos, por exemplo os conhecidos ART, são efectivos somente durante o período em que estão a ser administrados.

Kamran Baqeri Lankarani declarou que pode garantir a eficácia dos testes feitos nos doentes no estudo, que dois anos depois do tratamento, continuaram sem sinais da progressão da doença. Por agora não podemos confirmar que a duração dos efeitos deste medicamento seja para a vida inteira mas podemos garantir uma eficácia de dois anos, disse o Ministro.


Timothy BANCROFT-HINCHEY


Fonte: Pravda.ru

Imagem: Google

terça-feira, 20 de março de 2012

ONGs “Sem Fins Lucrativos no Brasil”


As Fundações Privadas e Associações “Sem Fins Lucrativos no Brasil” que não
precisavam, no geral, prestar contas a ninguém, que recebem vultosas somas de
dinheiro público – milhões, milhões e milhões – e que se dizem não ligadas ao
governo, ou seja, não teriam porque receber verbas dos cofres públicos. Há muitas
delas que realmente funcionam, que são importantes para setores da comunidade,
que ajudam principalmente aquela faixa da população mais carente.

Mas há milhares que apenas se aproveitam do país, que são componentes ativos de
um sistema nacional de corrupção que está quase fora do controle. Formam, no
geral, uma espécie de super caixa preta, onde entra muito dinheiro, mas ninguém
sabe para onde ele vai.

Só na Amazônia, segundo estatísticas constantemente divulgadas, inclusive em vários sites da internet, atuam mais de 100 mil ONGs, de todos os tamanhos e defendendo todos os interesses – raramente os do Brasil – e algumas recebem polpudas verbas oficiais, sem dar nada em contrapartida. A não ser para seus padrinhos, que recebem o dinheiro sujo e enchem seus bolsos.

Abaixo um estudo feito em 2002 pelo IBGE, IPEA, ABONG e GIFE.

Com o objetivo de apresentar um retrato mais completo das instituições privadas
sem fins lucrativos que atuam no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA, em parceria
com a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais - ABONG e o
Grupo de Institutos, Fundações e Empresas - GIFE, realizaram o presente estudo
intitulado “As Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil - 2002”.

Até 1970 o número de Entidades era de 10.998

De 1971 a 1980 mais 32.858 novas Entidades.


De 1981 a 1990 mais 61.970 novas Entidades.


De 1991 a 2000 mais 139.187 novas Entidades.


De 2001 a 2002 mais 30.882 novas Entidades.


Em 2002, o Brasil contava com um total de 276 mil FASFIL oficialmente cadastradas.

Habitação – 322


Saúde – 3.798


Cultura e recreação – 37.539


Educação e pesquisa – 17.493


Assistência social – 32.249


Religião – 70.446


Associações patronais e profissionais – 44.581


Meio ambiente e proteção animal – 1.591


Desenvolvimento e defesa de direitos – 45.161


Outras fundações privadas e associações sem fins lucrativos não
especificadas anteriormente – 22.715

Com base em dados do Cadastro de Empresas – CEMPRE de 2005, a pesquisa
demonstra que existem hoje no Brasil 338 mil organizações sem fins lucrativos divididas em cinco categorias:

1. que são privadas, não integram o aparelho do Estado;
2. que não distribuem eventuais excedentes;
3.
que são voluntárias;
4.
que possuem capacidade de autogestão; e,
5.
que são institucionalizadas.






Fonte: IBGE, IBGE, ABONG, noticianahora
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