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domingo, 16 de setembro de 2012

Diplomacia dos EUA x Aventuras de Israel






Passados os recentes esforços do primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, o qual, parece, empenhava-se em exibir ao mundo retrato de Israel como organização extremista e aventureirista, e depois que suas posições de hostilidade contra o Irã foram quase completamente ignoradas pela opinião pública dentro e fora de Israel, tudo indica que o governo de Netanyahu vê-se a braços com um sentimento mórbido de ineficácia e baixa credibilidade.

 
Por Mohammad Farhad Koleini, em Iran Review

Já se veem sinais disso até em declarações de funcionários de Israel. Já reconheceram que ninguém está dando atenção ao que Israel pensa ou diz, e a indiferença às posições de Telavive já não se limita aos EUA. Apesar de todo o empenho negativo de Israel, o Irã organizou e realizou com pleno sucesso um dos maiores encontros internacionais já realizados naquele país.

Por sua vez, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton disse recentemente na capital da Indonésia, Jakarta, que o Irã tem pleno direito de usar energia nuclear para finalidades pacíficas, enfatizando que se devem empreender todos os esforços para impedir que o Irã construa armas nucleares.

Assim sendo, claramente demonstrou ao governo de Israel que de pouco adiantaram seus esforços contra o Irã, dado que a posição dos EUA sobre o programa nuclear iraniano não sofreu qualquer mudança essencial.

Relações Irã-EUA

Segundo algumas agências ocidentais de notícias, até alguns conselheiros próximos do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu já observam que divisões e disputas graves de opinião dentro do establishment político em Israel, em torno de ataque militar contra o Irã, podem levar até ao assassinato de altos membros do governo israelense por forças políticas de oposição interna.

Um membro da alta direção do partido israelense Likud, que governa Israel, fez explícita referência a essa possibilidade, em recente entrevista ao jornal Maariv. Disse que, sob as circunstâncias atuais da política e da sociedade israelense (no que tenha a ver com o Irã) é possível que alguns grupos considerem medidas irracionais, como o assassinato de líderes israelenses. Comentou o caso de Yigal Amir, o israelense que assassinou o ex-primeiro ministro de Israel Yitzhak Rabin, dia 4/11/1995, por entender que, com seu crime, estaria salvando Israel.

Pelo outro lado, o vice-presidente dos EUA Joseph Biden falou sobre o Irã, ao atacar o candidato Republicano à presidência, Mitt Romney, em discurso a trabalhadores brancos em York, Pennsylvania, ainda recentemente. Biden disse que o projeto de Romney, de fazer guerra contra a Síria ou o Irã, atrasaria ainda mais a recuperação dos EUA, em momento em que o país vai, aos poucos, superando uma das recessões econômicas mais graves que os EUA conheceram. Analistas especialistas interpretaram que o alvo do discurso e da manifestação de Biden contra novas guerras no Oriente Médio não foi só Mitt Romney, mas também a cúpula governante em Tel Aviv.

Todas essas evidências demonstram que os pontos de vista e as posições de EUA e do regime de Tel Aviv sobre “linhas vermelhas” no campo político absolutamente já não coincidem; que Tel Aviv e EUA têm posições polarmente opostas sobre dois conceitos chaves: o “limiar nuclear” e a “capacidade nuclear”.

Os EUA entendem que a decisão iraniana de obter capacidade nuclear absolutamente não implica qualquer decisão de construir bombas atômicas. De fato, o ocidente já adota abordagem escrupulosa, acurada e profissional sobre o Irã “nuclear”, consequência da firmeza com que o Irã já declarou que não tem qualquer interesse em construir armas atômicas. De fato, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) também já registra a mesma convicção sobre o programa de energia nuclear do Irã, e confirmou, em seguidos relatórios, que não constatou qualquer desvio no programa nuclear iraniano na direção de dar uso militar às competências nucleares do país.

Por vários caminhos, o que se vê hoje é que os EUA estão-se distanciando de Israel, no que tenha a ver com políticas para o Irã. Já se veem notáveis diferenças entre Washington e Tel Aviv nas avaliações estratégicas sobre o pensamento, propósitos e desejos do governo do Irã. A abordagem pela qual estão optando os países ocidentais, especialmente os EUA, na direção de reconhecer a racionalidade estratégica das decisões políticas iranianas é já muito diferente da abordagem na qual insiste o governo de Netanyahu – que só parece preocupado, hoje, em manter vivo seu Gabinete.

A comunidade de inteligência de Israel já observou, em vários relatórios, que mudanças geopolíticas na Região implicam graves ameaças ao regime em Israel, e que deveriam ser preocupação prioritária de Telavive.

A comunidade de inteligência israelense entende também que mudanças na política externa do Egito, depois das eleições naquele país, e da posse do presidente Mohamed Mursi, inclinado a construir novo equilíbrio no campo político regional e internacional, além de uma solução para a questão Síria que já começa a configurar-se no horizonte, podem desencadear movimento de vingança contra Israel em toda a região. Resultado disso, essas mudanças na região têm sido repetidamente enumeradas como absolutas prioridades do regime sionista. Os mesmos especialistas israelenses em segurança regional entendem que, em caso de conflito que ameace a segurança de Israel, Tel Aviv deve extrair todas as vantagens possíveis de seu arsenal nuclear secreto – o que capacitaria Israel a enfrentar qualquer possível ameaça de segurança.

De fato, esses especialistas ignoram que a realidade em campo pode ser dramaticamente diferente e levar a condições totalmente diferentes das que examinam hoje.

O que realmente se passa dentro da estrutura política israelense é que já emergiram profundas dissonâncias, fissuras entre a comunidade política, a opinião pública, a comunidade de inteligência e velhos profissionais da política partidária em Tel Aviv, sobre a questão do programa nuclear iraniano. Assim sendo, não se vê ainda no horizonte nem alguma remota possibilidade de consenso, por simples que seja, sobre a ação a tomar em relação ao Irã. Por isso, inúmeras reuniões da comunidade de inteligência israelense tem sido simplesmente canceladas, pouco depois de marcadas. Claro que os funcionários israelenses informam aos veículos de mídia que os cancelamentos explicam-se porque teria havido vazamento de informação de inteligência depois de uma daquelas reuniões.

A mesma absoluta falta de consenso em Israel sobre como encaminhar as tratativas com o Irã explica também porque o regime israelense tanto tem insistido em lançar ameaças também contra os EUA, ao mesmo tempo em que tenta inverter os fatos para implementar cenários mais favoráveis a Israel. Hoje, nos EUA, o candidato Barack Obama já enfrenta campanha contrária, patrocinada diretamente pelo governo de Netanyahu. O governo dos EUA, evidentemente, já viu e observa esses movimentos.

O alto custo de apoiar o regime sionista está convertido em problema real e imediato para os EUA. Até agora, o problema ainda não está sendo discutido abertamente, mas nas últimas semanas já se viram em circulação na grande mídia norte-americana, que começam a discutir os motivos pelos quais, nos EUA, nenhuma autoridade fala sobre as armas atômicas de Israel. Acredita-se que sejam os primeiros sinais que Washington vê-se obrigada a dar a Tel Aviv, para que corrija o rumo de suas declarações e atitudes. Sabe-se que o embaixador dos EUA em Tel Aviv Daniel B. Shapiro serviu-se de termos muito claros e duros, em reunião com funcionários do governo de Israel, para lembrá-los de que Israel tem de observar regras morais, manter a compostura e respeitar o decoro diplomático.

Além da questão das principais ameaças que pesam contra Israel, os estudos da inteligência israelense têm-se dedicado também a analisar as chances de sucesso num possível ataque israelense que vise a destruir o programa de energia nuclear iraniano. Sobre isso, os norte-americanos já têm análise feita. Para eles, Israel não tem capacidade para destruir completamente, em ataque militar, as instalações do programa nuclear do Irã.

Por exemplo, considerada a usina nuclear em Fordow, a capacidade militar do regime sionista é significativamente menor que a requerida para destruir a usina. Assim sendo, os norte-americanos entendem que qualquer ameaça que o regime sionista lance contra o Irã não passa de ameaça de propaganda;
os EUA sabem que Israel nada conseguirá contra o Irã, com armas convencionais. Os norte-americanos, eles sim, já contam com armas de alta capacidade de destruição. Mas são armas norte-americanas, não israelenses, o que muda completamente a configuração do problema.

Resultado desse estado de coisas, estão em curso acalorados debates, não conjuntos, mas paralelos, dentro do governo sionista e dentro do governo dos EUA, sobre as possibilidades de sucesso de ataque militar contra o Irã. Nos dois casos, discutem-se os riscos e os custos desse aventureirismo generalizado.

O ataque levará a guerra em grande escala, que conflagrará toda a região? Danificar a capacidade nuclear do Irã é o único ou principal objetivo? E o Irã, se atacado, será levado a ascender a estágio completamente diferente de resposta estratégica? São questões graves e sensíveis, que certamente ocupam muitos agentes profissionais políticos e de inteligência, que sabem que, se atacado, o Irã retaliará com explicável fúria.

Por outro lado, outra importante questão é o que pode acontecer depois de um ataque israelense contra instalações nucleares do Irã.

Os norte-americanos creem que se Israel atacar, conseguirá, no máximo, retardar o programa nuclear iraniano; exceto pelo retardamento, o ataque em nada alterará o programa iraniano. Assim sendo, creem que o regime israelense está queimando balas de festim, sem nenhum objetivo claro. Resultado disso, questão importante sobre os debates estratégicos é que estimativas, abordagens e decisões estratégicas são questões diferentes.

Hoje, estamos falando sobre estimativas estratégicas com o objetivo final de saber em que direção se movem as estimativas estratégicas do regime sionista, consideras as reuniões não noticiadas – e interrompidas – que não chegam a conclusão alguma, em Israel, nos últimos dias. No presente momento, a comunidade de inteligência dos EUA tem alta probabilidade de discordar do que Israel deseja; e Israel tenta usar suas cartas de inteligência e acrescenta informações de inteligência manipulada na tentativa de modificar as estimativas hoje correntes e conseguir que o ocidente modifique suas políticas para o Irã.

Parece que Tel Aviv tenta também conseguir que outros países ocidentais alinhem-se com os objetivos dos sionistas, para ganhar peso na disputa com o governo dos EUA e forjar uma nova aliança. O mais provável é que essa posição tenha recebido luz verde do lobby sionista no Canadá, o que explicaria por que o governo canadense decidiu repentinamente fechar sua embaixada em Teerã, sem que nada de novo tenha acontecido entre os dois países que justifique a medida.

Sem conexão com essa questão, o governo francês também assumiu posição correta em relação ao Irã. O ministro de Relações Exteriores da França declarou oficialmente que um ataque, pelo regime sionista, contra o Irã, seria erro grave.

Quando se ouvem essas manifestações de Paris e Washington, ambas na mesma direção, vê-se que a Otan não acompanha a conduta de Israel no Oriente Médio. Resultado disso tudo, ninguém deu atenção às posições sem orientação ou meta clara, ficcionais, de Israel no Oriente Médio.

Não só na opinião pública regional, também nos países da região e no plano internacional, e até na sociedade israelense e entre tradicionais apoiadores de Israel, o que se vê é uma larga fissura e profundas diferenças quanto à estratégia a adotar em relação ao Irã.

Simultaneamente, alguns especialistas levantaram outra questão: que capacidade teria Israel para comprometer-se em engajamento militar de longo prazo? Israel suportaria uma longa guerra, que seria consequência quase inevitável de um possível ataque ao Irã? Nisso, a maioria dos especialistas coincide.

Dizem que a primeira preocupação é a capacidade do Irã para reagir, se for atacado; a maioria dos especialistas reconhecem que é alta a probabilidade de o Irã ter capacidade militar para retaliar. Mas Israel não teria capacidade de sustentar ataque prolongado contra o Irã, dado que não tem um terceiro país que lhe ofereça bases em solo, mas o Irã, sim, pode contar com essas bases.

Não faz muito, oficiais sírios em Damasco alertaram Israel contra qualquer tentativa de atacar o Irã. Anunciaram que a Síria pode usar seu sistema de mísseis, e devolver os sionistas ao ponto em que estiveram anos atrás, destruindo parte considerável da infraestrutura do país. Foi o que disse também o líder do Hezbollah libanês, Seyed Hassan Nasrallah, para o caso de Israel atacar o Irã.

Além disso, os fatos em campo mostram que Israel não suportaria engajamento militar sequer de média duração.

Viu-se claramente, além de qualquer dúvida, nos 22 dias de guerra de Israel contra Gaza e nos 33 dias de guerra de Israel contra o Líbano, que o poder bélico israelense é limitado, em condições de combate real.

Naquelas duas guerras, o mundo viu que Israel é incapaz de sustentar guerra de mais longa duração. Por isso, quando Seyed Hassan Nasrallah anunciou que, em qualquer ataque que Israel venha a tentar no futuro, o Hezbollah, se for novamente atacado, já não se limitará à guerra de defesa, e empreenderá ação ofensiva, estava, de fato, enviando mensagem clara e expondo estratégia diferente, para determinar o campo real de alternativas com as quais Israel deve operar.

Por tudo isso, é fácil concluir que qualquer aventureirismo do regime sionista, que implique atacar o Irã, gerará caos generalizado na região. E, dada a quantidade escandalosa de ameaças e declarações belicosas do regime sionista, Israel será a principal culpada pelo caos e pela guerra.

O ocidente já dá sinais de ter entendido corretamente a situação real. É mais que hora de o ocidente desistir de apenas aconselhar o regime sionista, e cuidar de regular a conduta do governo de Netanyahu mediante ações tangíveis, práticas. Entregue às próprias incompetências, é fortemente provável que o regime sionista arraste toda a região a uma situação cuja reestabilização, recomposição e controle será muito difícil.


Seja como for, a questão de ser capaz de envolver-se e sustentar guerra prolongada, agora ou em futuro mais distante, tem alta significação nos debates de inteligência e militares, porque ajuda a traçar coordenadas mais realistas e mais claramente demarcadas para toda a situação.

Assim consideradas as coisas, todos os países dever-se-ão empenhar em alertar os líderes sionistas contra as consequências de atacar o Irã.

Não por acaso, altos especialistas da inteligência do regime sionista já declararam muito abertamente que está fora de questão qualquer ataque israelense às instalações nucleares iranianas. Já disseram também que, se atacar o Irã, Israel lamentará por uma década as consequências do ataque.

 

* Mohammad Farhad Koleini foi embaixador do Irã na Armênia e é especialista em estudos estratégicos.
 


Fonte: Vermelho

Tradução: Vila Vudu

 Imagem: Google

 

 

 

 

 

sábado, 15 de setembro de 2012

Mehran Keshe: Solucionar todos os problemas do mundo com o reator de plasma





Do Blog Caminho Alternativo


O artigo de hoje é sobre a Fundação Keshe, criada por um engenheiro nuclear iraniano chamado Mehran T. Keshe, cujo objetivo, como foi definido públicamente, é desenvolver conhecimentos científicos no campo das novas tecnologias para os múltiplos problemas do mundo através da utilização de reatores de plasma desenvolvidos por eles e, como dizem, poderiam solucionar, entre outras coisas, a fome no mundo, a escassez de água, as doenças e permitir as viagens no espaço livremente para os seres humanos.

Na informação que nos chega geralmente caem elementos que estão dirigidos à estratégia da “decepção”. Se escutamos de dez empresas ou cientistas que nos falam de um desenvolvimento que “mudará o mundo” e nenhum deles nada relevante faz com o passar do tempo, quando surge um que diz o mesmo um pouco depois, as pessoas por desgraça está olhando para outro lado. É inevitável. Porém, aqui parece existir alguns bons indícios de que isto é algo sério e de que Keshe e sua fundação falam seriamente.



Mehran Tavakoli Keshe
Fascinante também é o fato de que Keshe seja iraniano, justo agora quando estamos às portas de um conflito militar criado na região com possibilidades de extender-se a todo o planeta e com navios de guerra americanos se dirigindo às costas da Líbia depois de um evento que possui claramente a marca dos serviços de inteligência, pois o ataque se organizou simultâneamente em vários países contra as embaixadas americanas e, em particular, em Benghasi. Todo o mundo parece coincidir em que o ataque foi planejado com antecedência, e que o vídeo com insultos à Maomé, não foi mais que um pretexto para atacar. Mas os meios falam (‘cacarejam’) de “simpatizantes” de Kadhafi ou da Al-Qaeda como culpados desta ação que acabou com a vida do embaixador líbio. Não entendo por que às vezes não poderiam pensar em “simpatizantes” da CIA/MI6 e/ou do Mossad israelense. Embora não fosse mais que para variar e deixar de desinformar os leitores.

A realidade é que há meses que as pessoas que vivem em Israel compram máscaras anti-gás e equipamentos especiais porque seu próprio governo criou o clima dentro e fora de suas fronteiras para que entendam que “um ataque do Irã é inevitável” e que “a guerra contra Irã é inevitável” . Também é certo que lhes é “vendido” que a guerra durará 5 días e que existirá em Israel não mais de 500 baixas. Mas a questão é que é bastante evidente que o clima para uma confrontação com Irã e seus aliados esteve em espera e buscando durante tempo por parte da facção sionista mais radical que controla Israel. A assinatura inconfundível dos serviços de “inteligência” aparece claramente.

A autoria desse famoso vídeo contra Maomé, que se supõe é o pretexto para um ataque a uma nação, é um autêntico mistério. Curioso, quando poderiam saber até de que cor é nossa roupa interior antes de que subamos um vídeo ao Youtube. Se supunha que o produtor do filme era um produtor de cinema israelense, mas resulta que o personagem é totalmente desconhecido para todos.

Na minha opinião, tudo indica que esse é o “empurrãozinho” que o Mossad necessitava dar às facções antibelicistas norteamericanas para que se decidam definitivamente a acompanhá-los em sua louca aventura de iniciar uma Terceira Guerra Mundial, esse Armagedón que as facções da ultradereita que controlam Israel e práticamente Estados Unidos, desejam como passo prévio necessário à vinda de seu messías.

Neste marco da atualidade, incomparável, temos a um cientistas iraniano assegurando que desenvolveu a tecnologia que permitirá liberar a toda a humanidade e que, aparentemente, não está obsecado com a idéia de ficar rico com seu invento.

No passado 6 de setembro, a Fundação Keshe fez uma apresentação de tal tecnologia para o pessoal do governo e das embaixadas que quisesse assistir. O próximo 21 de setembro ocorrerá outro convite, que não está direcionado ao público em geral. Não é que apresentem suas tecnologías e funcionamento, senão irão mostrar em que ciência estão baseados esses desenvolvimento tecnológicos. Para que tenhamos uma ideia, a primeira próxima apresentação será sobre os desenvolvimentos de Nicola Tesla, a seguinte sobre a esclerose múltipla e a que virá depois sobre tecnologia de plasma. A essa apresentação enviaram convites a todos os especialistas mundiais nos respectivos campos para que possam trazer seus conhecimentos nas áreas e compará-los com os desenvolvimentos e descobertas de Keshe.

Keshe disse claramente que não dirá nunca onde e quando mostrará alguma de suas tecnologias nem darão uma mensagem deste tipo por antecipação. A última vez que anunciaram que iriam mostrar tecnologia espacial, receberam aos inspetores nucleares e a polícia, que compareceram a seu laboratório e lacraran o material de uma demonstração no passado 25 de novembro de 2011. Nunca a Fundação Keshe obteve uma licença na Bélgica, onde reside a Fundação, para poder realizar uma demostração nem a público aberto, nem a uma audiência determinada. Dado que não obtiveram uma licença das autoridades belgas, para evitar colocar a Fundação em problemas legais, tem que evitar a todo custo de realizar qualquer demostração de tecnologia.

Como sabemos todos perfeitamente e há muito tempo, este tipo de tratamento aos inventores de novas tecnologias verdadeiramente revolucionárias (neste caso, estaríamos falando da Tecnologia que revolucionaria tudo absolutamente) é o habitual e a razão que esta tecnologia inventada há um século ainda não é parte de nossas vidas. Keshe culpa aos Estados Unidos em parte por estes obstáculos, argumentando que essa nação “está enciumada” de sua tecnología que está 50 anos à frente do que conhecemos.

O inventor, que assegura ter desenvolvido as tecnologias do gerador de energia livre, propulsão e anti-gravidade, está sendo já fraudulentamente respresentado por um alemão chamado Ad Van Den Elshout que não tem autorização nenhuma de Keshe para representá-lo. Não contente em fazer isto ilegalmente, o alemão diz que ele está envolvido na investigação de armas nucleares, algo que Keshe não faz em absoluto. Uma forma de que o legítimo dono dessas tecnologias acabe na prisão? É evidente que sim, ouviremos muitas coisas que tratarão de escurecer nesta história para que não nos permitam acreditar que isto é possível. Creio sinceramente que uma forma de ajudar a Keshe em seu trabalho é nos interessar pelo que faz e não esquecer esta história.

Mehran Tavakoli Keshe diz ter inventado uma tecnologia tão avançada que pode neutralizar qualquer arma, de qualquer tipo a certa distância, e como nesta notícia de seu blog afirma, a tríade nuclear do planeta (EEUU, UK e França) não pode ter êxito, já que qualquer ataque contra seu país natal, Irã, o qual já dispõe desta tecnologia há tempos, pode ser detido fácilmente.

Keshe assegura que suas tecnologías de propulsão e de energia estão muito à frente das tecnologias nucleares. Se encarregou de distribuí-las pelo planeta no caso de que algo ocorra a ele pessoalmente, essa é sua medida de proteção.







Fonte: Trinity a Tierra  

Comentário do blog Caminho Alternativo:

Nikola Tesla é o verdadeiro gênio por trás da tecnologia de energia livre, cujas descobertas libertaria a humanidade da escravidão em que vive se não fosse a elite sionista que escraviza a humanidade através dos bancos e das corporações do petróleo.

Graças à proposital dependência do petróleo, somos mantidos como uma civilização tecnologicamente atrasada, destruidora do meio ambiente e pobre espiritualmente.

Não precisamos de petróleo, nem de usinas hidrelétricas, estes são pretextos para nos manter escravos pagando por energia que poderíamos ter livremente se não fosse por uma camarilha de famílias sionistas como os Rothschild, Rockefeller e Morgan.

O assassinato de Tesla, e o confisco de todos os seus documentos pelo FBI, foi justamente para impedir que esta tecnologia de energia livre chegasse a todos os seres humanos. Existem vários artigos tratando deste assassinato, como este do Veterans Today, que mostra o guarda-costas de Adolf Hitler chamado Otto Skorzeny como o executor do crime. Porém, em diversos outros artigos, descobrimos os mandantes, que eram aqueles que ná época viram seus interesses financeiros ameaçados pelos inventos de Tesla, eram Henry Ford, os Rockefeller e J.P. Morgan.

Adam Trombly nos revela o motivo de terem assassinado Nikola Tesla:

Nikola Tesla foi finalmente assassinado em 1943, quando ele tentou fazer contato com a FDR sobre ‘extração de energia do ativo médio “atualmente conhecido como o” vácuo do espaço-tempo “(em seu estado virtual) e ZPE (energia do ponto zero, no estado observável). Ele obviamente temia que Einstein fosse capaz de influenciar a FDR para mobilizar o “paradigma da energia atômica” com um enorme esforço “governamental”, em seguida, possivelmente Tesla teria permitido apenas um programa para ‘energia do ativo médio “atualmente conhecida como “energia do vácuo“.

E aí está a verdade! Tesla foi assassinado por famílias sionistas, as mesmas que dominam o planeta atualmente e que são constantemente citadas no blog. Estes são os que mandam de fato no mundo, os que estão na cúpula da pirâmide Illuminati.

Outro detalhe importante, o patrocidador de Nikola Tesla era um milionário chamado John Jacob Astor IV, dono do Waldorf Astoria. Os sionistas não satisfeitos em matar Tesla, mataram também este indivíduo. Adivinhe aonde? No titanic!

Agora o leitor já sabe que Tesla foi assassinado para que a humanidade permanecesse escrava do petróleo, que é controlado por meia dúzia de famílias sionistas, sabe também que o naufrágio do Titanic não foi um acidente, foi um atentado para matar John Jacob Astor IV(encomendado por J.P.Morgan) e que toda vez que uma pessoa paga a sua conta de energia elétrica e abastece o carro em algum posto é devido à este complô sionista de escravidão humana projetado por uma meia dúzia de famílias de banqueiros e donos de corporações energéticas.

E para finalizar, fica ainda mais em evidência o Irã, que se for verdade a informação de que possui esta tecnologia que lhes permite se defender de ataque nuclear, não a tenha usado para atacar ninguém, nem a Israel, simplesmente a possuem para se defender. Mais uma pá de cal nas mentiras sionistas de Israel de que o Irã é uma ameaça ao mundo. Muito pelo contrário, o Irã pode estar no alvo de Israel não só pelo seu petróleo, mas também devido às intenções de Keshe em divulgar tecnologia de energia livre para a humanidade.





Fonte: Trinity a Tierra, retirado do blog Caminho Alternativo

Equador defenderá a povo waorani de coleta ilegal do seu DNA



Um comitê jurídico equatoriano levará a tribunais internacionais a denúncia sobre a coleta de amostras de DNA do povo waorani por parte de enviados do Instituto Coriell, dos Estados Unidos.

A decisão de empreender esta ação se originou em uma reunião entre representantes dessa comunidade originária e o presidente Rafael Correa, que expressou que não permitirá que isto fique na impunidade.
Depoimentos de membros desta nacionalidade confirmaram que em 1991 dois estadunidenses extraíram sangue de alguns deles com o pretexto de examinar sua saúde.

Por sua vez, o Instituto Coriell, com sede em New Jersey, confirmou em sua página digital que tinha 36 amostras desse material genético waorani, mas negou que as obteve ilegalmente.


Patricio Benalcázar, da Defensoria do Povo, afirmou que este caso servirá para estabelecer um precedente e proteger os patrimônios naturais ou biológicos do Equador.
Explicou que para promover uma ação legal, será preparada uma equipe de advogados, e provavelmente de antropólogos, a fim de processar às pessoas que tomaram as amostras sanguíneas e também para levantar informação complementar.

Benalcázar explicou que os institutos implicados se encontram nos Estados Unidos, motivo pelo qual se examina a táctica para empreender as ações legais.

Espera-se que nas próximas duas semanas seja definida a composição da comissão jurídica encarregada de levar o caso e defender a causa equatoriana na arena internacional.

Várias instituições estatais colaboraram com mecanismos para esclarecer o fato, como o Ministério de Saúde e de Patrimônio e o Instituto Equatoriano de Propriedade Intelectual.

Recentemente, a ministra Coordenadora do Patrimônio, María Fernanda Espinoza, informou que estão trabalhando na busca de um modelo para impulsionar o processo legal contra os implicados neste delito.

Descreveu que isso ocorreu em momentos nos quais o Estado equatoriano estava ausente da Amazônia e a empresa petroleira Maxus, com o pretexto de cuidar a saúde dos waoranis, extraía seu DNA com fins de pesquisa e de comercialização.

Deste modo, considerou, violaram as leis de bioética e atentaram contra a integridade dessa nacionalidade e o direito à consulta entre seus membros.

Os waoranis ou huaoranis (também chamados sabela, auishiri, auca e huao) são um povo ameríndio que habita o noroeste da Amazônia equatoriana.

Por séculos defendem seu território ancestral de inimigos indígenas e coloniais.




Fonte: Prensa Latina

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Infiltração sionista na Wikipédia e na internet




Do site Sionismo.net

Estudar o sionismo significa penetrar num mundo complexo e demente, onde a realidade está sendo continuamente alterada e deturpada. A mentira, a ocultação dos factos e as meias-verdades são os cimentos em, desde que foi criada, assenta esta tenebrosa e obscena doutrina. E quando alguém tenta apresentar, relatar, esclarecer ou investigar a verdade, o argumento e defesa sionista é invariavelmente a violência e a agressividade verbal, intelectual, moral ou física.

Um caso preocupante de alteração dos fatos é o que está ocorrendo com a edição de temas relacionados com Israel, sionismo e o conflito Árabe- israelita na Wikipédia.

A Wikipédia é uma enciclopédia online, livre e colaborativa, ou seja, escrita por qualquer pessoa, de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Actualmente é uma das fontes de informações mais consultada no mundo.

Agentes do Mossad - serviços secretos israelitas e adeptos do sionismo, estão alterando uma grande quantidade de artigos, no sentido de apresentar uma história de Israel completamente falsa. Muitos grupos estão atuando de forma organizada e sistemática, modificando os artigos e não permitindo qualquer alteração aos seus “fatos”. Perante os olhos, e por vezes impotência de todos, os agentes do sionismo estão reescrevendo a História.

A maior parte dos artigos da Wikipedia não são objeto de discussão. Os piores e menos neutrais artigos são os referentes ao movimento sionista redigidos em português e em castelhano.

A atuação dos editores está sendo coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores Israelita, que organiza abertamente campanhas de voluntários em todo o mundo para melhorar a imagem do Estado de Israel em Internet. Para comprovar o tendencioso que é a informação sobre Palestina basta com ler o artigo dedicada a Rachel Corrie, ativista norte-americana assassinada pelo exercito israelita ao tentar evitar a demolição de uma vivenda palestiniana, de fato isso é o que consta do artigo escrito em inglês, mas se consultamos a página em castelhano apresentam o seu assassinato como uma morte justificada e a sua resistência pacífica como uma acção de cumplicidade com o terrorismo.

Exemplos como este existem milhares na Wikipédia. Outro exemplo escandaloso é o artigo sobre Vladimir Jabotinsky, o tristemente célebre “Zeev” Jabotinsky, criador do movimento sionista revisionista e do grupo Beter, milícias juvenis que vestiam camisas pardas, como os Comandos de Assalto nazis (SA), e organizados ao estilo dos “squadristi” fascistas. O Duce Benito Mussolini considerava-o um dos seus e o chamava de “cidadão fascista”. Ben Gurion, fundador do estado judeu em 1948 comparou-o com o Führer e o apelidou de “Vladimir Hitler”. Na edição portuguesa sobre este sinistro personagem, autor de “A Muralha de Ferro”, a bíblia do sionismo racista e violento, e condenado pelo Império Britânico por assassinato de palestinianos, é apresentado como um filósofo, poeta e estadista de elevada moral, e o movimento que fundou, o sionismo-revisionista, como sendo um “movimento liberal baseado nos preceitos democráticos ingleses”.

Alarmante também o artigo da edição portuguesa sobre a resolução 3379 da Assembleia Geral das Nações Unidas em que o sionismo foi comparado com o racismo em geral e o apartheid sul-africano em particular. O artigo praticamente não faz referência à resolução, misturando abundantes referências a posições políticas do ex-ditador do Uganda Idi Amin, sem qualquer relação com o tema em questão…

Mas não é só na Wikipédia que a intervenção sionista se faz notar. Em qualquer sítio web anti-sionista, especialmente se for norte-americano o bombardeio de comentários em defesa de Israel é constante.

Durante o feroz ataque militar contra Gaza em 2008 e 2009, a comunidade internacional, horrorizada, viu como as Forças Armadas Israelitas matavam a mais de 1 400 palestinianos, a maioria civis, encurralados e sem sitio para esconderem-se. Foi então que Israel acelerou a sua Hasbará (propaganda). O Ministério do Exterior israelita criou uma “equipa de guerra em Internet” como parte do seu orçamento anual. Mais de 150 000 dólares foram destinados às etapas iniciais desta ofensiva propagandista levada a cabo pelos departamentos de relações públicas do governo, e também por organizações e grupos privados. Missão: contrariar a publicidade negativa nos meios de comunicação. A equipe especial estava integrado por universitários e ex soldados com fluidez em vários idiomas e usuários especialistas em Internet. Foram pagos para navegar na net e difundir opiniões positivas de Israel.

Ilan Shturman, subdirector do Ministério de Relações Exteriores israelita, disse numa entrevista à revista de negócios Calcalist, em 2009, que essa equipe trabalharia de forma encoberta. “Durante a Operação Chumbo Fundido -contra Gaza-, apelámos às comunidades judaicas no exterior para com a sua ajuda, recrutarmos milhares de voluntários que se juntaram aos existentes em Israel”, explicou. “Demos-lhes um pouco de contexto e materiais sobre a Hasbará (propaganda), e os enviámos a representar os pontos de vista israelitas nos sitios web e nas sondagens de Internet”, acrescentou.

Estes ativistas trabalharam em cooperação com a iniciativa “Dê a Israel um apoio unido”, que oferecia aos voluntários um programa informático chamado Megaphone. Uns 50.000 ativistas usavam o programa, que enviava um alerta aos seus computadores cada vez que um artigo crítico de Israel era publicado na internet. Respondiam então bombardeando o site com comentários pró-israelitas.



Fonte: Sionismo.net

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cinco Cubanos estão há 14 anos presos pelo ódio dos EUA





Antiterroristas estão há 14 anos “presos pelo ódio dos EUA”


Neste 12 de setembro completou 14 anos da prisão dos Cinco Antiterroristas Cubanos nos Estados Unidos. Para marcar a data, diversos países do mundo realizam atividades em apoio e solidariedade aos lutadores. De acordo com o membro do Comitê Brasileiro pela Libertação dos 5 Patriotas Cubanos, Max Altman, para que eles sejam libertados, “é preciso que haja uma pressão internacional” sobre os Estados Unidos.

A coordenadora do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, Graciela Ramírez declarou à Prensa Latina que está prevista a realização de passeatas em frente a sedes diplomáticas estadunidenses, exposições, concertos, apresentações de livros, documentários e atos políticos para marcar a data em Havana.

Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino, René González e Gerardo Hernández foram condenados a severas penas por informar sobre planos de ações violentas contra Cuba, perpetrados por grupos terroristas que atuam a partir do território estadunidense.

“Trata-se de uma condenação rigorosamente injusta e odiosa, porque ela foi levada a cabo em um ambiente totalmente hostil, em Miami, sem responder ao devido processo legal”, observa Altman.

Socorro Gomes
Para a presidenta do Cebrapaz e do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, trata-se de um “julgamento do ódio, do preconceito, não [se trata] de Justiça”. Ela observa que “os cubanos deveriam estar nesse processo como testemunhas e não como réus”, já que eles investigavam atos de terroristas estadunidenses em Cuba. Eles fizeram um dossiê que foi entregue por um emissário ao presidente Bill Clinton, lembra a ativista: “mas, o governo ao invés de prender os verdadeiros terroristas, prenderam os que denunciaram”.

O jornalista Max Altman lembra que a mídia teve um papel fundamental no julgamento: “hoje se sabe que os jornalistas foram comprados pelas organizações contrarrevolucionárias de Miami para criar todo um ambiente hostil, de ódio, de raiva contra os Cinco que representavam Cuba”.

O único crime que eles cometeram, observa o jornalista, foi terem “se imiscuído em meio às organizações antirrevolucionárias cubanas que maquinavam ações terroristas, sem terem informado o governo dos EUA dessa ação. A lei americana prevê a necessidade de uma ação dessa ser previamente informada aos órgãos competentes. Essa é a única pena na qual eles poderiam ter incorrido”.

“O mais viável para se chegar à libertação dos Cinco seria uma decisão do presidente dos EUA. (…) Pela Constituição [do país é possível] comutar a pena dos condenados. Para que isso ocorra, é preciso que haja uma pressão internacional, mas que ainda não comoveu o governo dos EUA”, avaliou Altman.

Outra possibilidade é “eventualmente uma decisão também de cunho humanitário prevendo uma permuta entre um norte-americano que violou leis [do país] e que se encontra preso em Havana [Alan Gross, preso equanto trabalhava para o governo dos EUA em um programa para “fomentar” a “democracia” em Cuba] e que poderia, num gesto humanitário” ser trocado pelos Cinco, observa.


Em Cuba

Para chamar atenção e pedir a libertação dos ativistas, a Federação Estudantil Universitária (FEU) está promovendo, na cidade de Havana, a Jornada "Pelos Cinco de Coração”. A iniciativa se insere no contexto das comemorações dos 90 anos da FEU, organização mais antiga do país, fundada em 20 de dezembro de 1922 por Julio Antonio Mella.

Além dos estudantes de Havana, organizações, associações internacionais, uniões, federações de todo o país, membros da Organização Continental Latino-americana e Caribenha de Estudantes (Oclae) e o Comitê de Solidariedade com os Cinco já confirmaram presença nas iniciativas virtuais.

Não só no dia em que se completam os 14 anos de prisão dos Cinco, mas também durante os próximos meses serão realizadas iniciativas em vários centros de ensino do país para debater a situação dos cubanos.

Mobilizações pelo mundo

Como parte das manifestações de apoio, também serão realizados atos pelos Cinco, como são internacionalmente conhecidos, na Espanha, Áustria, Suíça, Itália, Rússia, Ucrânia, Reino Unido, Eslovênia, República Dominicana, Jamaica, Haiti, Paraguai, Brasil, Argentina, Bahamas, Santa Luzia, El Salvador, Honduras, Costa Rica, Estados Unidos, Canadá e Porto Rico.

No Brasil

No Brasil, acontecerá, na cidade do Rio de Janeiro, uma mobilização em frente ao Consulado dos Estados Unidos, aonde será lida a “Carta Aberta aos Povos dos EUA”. Os manifestantes estarão munidos de cartazes e panfletos para explicar para as pessoas a história dos Cinco Cubanos.

Na Grande São Paulo as atividades foram antecipadas e a Câmara Municipal de Diadema realizou uma audiência pública especial pelos Cinco. Na ocasião foi aprovada a “Carta de Diadema”, que exige a libertação dos Cinco. O documento será enviado à embaixada dos EUA no Brasil (em Brasília), ao consulado em São Paulo, ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil e ao Congresso estadunidense.


 

Fonte: Redação do Vermelho,Vanessa Silva, com agências
Imagem: Vermelho, Google

Inglaterra ameaça deportar estudantes brasileiros



Alunos da London Metropolitan University correm o risco de deportação


Depois de um ano de estudos na London Metropolitan University (LMU), em Londres, o jornalista brasileiro Jonas Oliveira, 27 anos, entregou a dissertação de mestrado. "A universidade tem evitado dar informações precisas", disse ele. 


Jonas Oliveira é um dos 35 estudantes brasileiros afetados pela decisão do governo britânico de desautorizar a universidade a fazer pedidos de vistos para que alunos de fora da União Europeia possam estudar na Grã-Bretanha.

Com a decisão, anunciada nesta semana, mais de 2 mil estudantes da universidade, de diversas nacionalidades, correm risco de serem deportados. Eles terão prazo de 60 dias para serem aceitos por outra instituição, que possa bancar seus vistos, ou deixar o país.

No caso de Jonas Oliveira e de outros alunos que estão concluindo o mestrado, os vistos seriam válidos até fevereiro de 2013. "Eles deveriam receber o diploma em dezembro, mas muitos foram à secretaria da universidade perguntar o que vai acontecer, se realmente vão receber o diploma, e receberam a mesma resposta: 'Não sabemos'", disse Diego Scardone, diretor executivo da Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido (Abep).

"Os estudantes que nos contataram até agora estão perdidos, sem saber o que vai acontecer. Estamos tentando avaliar caso a caso, para tentar coordenar uma ação conjunta."

Jonas Oliveira, que pagou 10 mil libras (cerca de R$ 32,2 mil) pelo mestrado em sports management, iniciado em setembro do ano passado, reclama da falta de informação. "Ficamos sabendo de tudo pela imprensa", disse. "No domingo passado, o jornal Sunday Times publicou uma matéria, e a universidade em seguida mandou um e-mail desmentindo. Na quinta-feira, a notícia saiu em outros jornais, e a universidade então enviou outroe-mail reconhecendo que era verdade."

Segundo ele, a situação é pior ainda para os alunos que iniciaram o mestrado em fevereiro e, portanto, não sabem se poderão concluir. "Há exatamente um ano, eu estava a seis dias de viajar para cá. Já tinha deixado meu emprego, pago pelo visto, por moradia universitária", recorda. "Imagino quem está nessa situação hoje."

De acordo com Diego Scardone, no caso dos estudantes de graduação, o cenário é ainda mais grave, já que, caso não consigam trocar de universidade, podem ser deportados e perder o investimento já feito no curso no exterior. "É muito difícil conseguir transferência [para outra universidade] do segundo para o terceiro ano [de graduação]", disse Scardone.

Damian Green
A Abep enviou uma carta ao ministro britânico da Imigração, Damian Green, na qual condena a decisão e chama a atenção para o "impacto devastador" sobre "milhares de estudantes internacionais, muitos deles brasileiros".
"A ameaça de deportação, a incerteza sobre o futuro, e o risco de que os investimentos de muitas famílias e indivíduos sejam jogados pela janela depois de muito trabalho árduo são totalmente inaceitáveis", diz o texto.

A associação lembra que o governo brasileiro pretende financiar os estudos de até 10 mil alunos em universidades britânicas como parte do Programa Ciência sem Fronteiras.

"Esta decisão arbitrária pode gerar incerteza sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros ao Reino Unido e questionamentos sobre se vale a pena promover intercâmbio com um país onde estes estudantes não são bem-vindos ou respeitados", diz a carta.



Fonte: Brasil247

Imagem: Google (colocadas por este blog)

Inglaterra diz que desmatamento no Brasil afeta chuvas no exterior???




É o que aponta estudo da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e do Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico: o ar que passa sobre grandes áreas de floresta tropical produz pelo menos duas vezes mais chuva do que o que se move através de áreas com pouca vegetação


A perda de floresta tropical pode afetar pessoas a milhares de quilômetros de distância, de acordo com um novo estudo. O desmatamento pode causar uma grave redução das chuvas nos trópicos, com graves consequências para as pessoas, não só nesta região, mas em áreas vizinhas, disseram pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e do Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico.

O ar que passa sobre grandes áreas de floresta tropical produz pelo menos duas vezes mais chuva do que o que se move através de áreas com pouca vegetação. Em alguns casos, florestas contribuem para o aumento de precipitação a milhares de quilômetros de distância, de acordo com o estudo publicado na revista Nature.

Considerando as estimativas futuras de desmatamento, os autores afirmam que a destruição da floresta pode reduzir as chuvas na Amazônia em 21% até 2050 durante a estação seca.

"Nós descobrimos que as florestas na Amazônia e na República Democrática do Congo também mantêm a precipitação nas periferias destas bacias, ou seja, em regiões onde um grande número de pessoas depende dessas chuvas para sobreviver", disse o autor do estudo, Dominick Spracklen, da Escola sobre a Terra e o Ambiente da Universidade de Leeds.

"Nosso estudo sugere que o desmatamento na Amazônia ou no Congo poderia ter conseqüências catastróficas para as pessoas que vivem a milhares de quilômetros de distância em países vizinhos."


Fonte: Brasil247



Verdade???

Ou mais uma mentira para terem controle sobre a Amazônia???


Então, não seria correto também discutir a reconstituição das florestas temperadas, há muito tempo dizimadas?

Na Europa e nos Estados Unidos, boa parte das florestas foram destruídas.

Por que ninguém exige o reflorestamento do Mid-West Americano e da Europa? 


Abaixo coloco uma "fábula" que encontrei no blog carnaval e historia para despertar a memória dos ingleses.


(Burgos Cãogrino)




Estória para ninar um povo patriota

Havia um Imperador, chamado Brasil, dono de uma imensa terra, num continente,
onde existiam outros imperadores. Suas terras eram tantas que o Imperador Brasil, possuía
reis que governavam pedaços de suas terras. Elas eram muitas realmente, se dividiam em regiões
que recebiam o nome de seu rei.
Um desses reis chamava-se Amazonas. Esse rei era responsável pelo ecossistema mundial
de responsabilidade do Imperador Brasil. O reino de Amazonas era belíssimo, coberto por matas
virgens, grandiosos rios, que durante milênios, viveram desconhecidos do resto do mundo.



O rei Amazonas tinha uma filha, a princesa com nome Manaus. Ela vivia no meio da mata
Amazônica entre rios e igarapés. Tinha como companhia as florestas, seus mistérios e lendas das
tribos indígenas - povos que viviam na terra de seu pai.


Um dia, a princesa Manaus viu brotar dos sulcos que os índios faziam numa determinada
árvore o sangue da terra, um líquido branco e viscoso do qual os índios faziam bolas para as crianças
brincarem. Mal sabendo que ali estava parte da grande fortuna que se encontrava escondida no reino
de seu pai, que faria o Imperador Brasil ser rico e respeitado em todo o mundo.



Muito distante dali, havia uma poderosa rainha de nome Inglaterra, que tinha um espelho
que falava com ela. Todos os dias a Rainha Inglaterra perguntava ao espelho se existia alguém mais
rica do que ela ao que o espelho sempre lhe respondia que não.
Certo dia, ao perguntar ao espelho se existia alguém mais rica do que ela o espelho
respondeu-lhe que em um continente distante um Imperador tinha descoberto em suas terras,
governadas por um rei de nome Amazonas, um líquido branco que valia tanto ou mais que o ouro.



A cada dia que se passava, o Imperador Brasil, ia conquistando prestígio perante o mundo.
O Rei Amazonas começava a desenvolver seu reino, através de sua filha, a princesa Manaus, que, a cada
dia se enriquecia mais e se embelezava mais, dentro dos padrões mais requintados da Europa.
A Rainha Inglaterra mandou então um emissário vir observar o que se passava por essas terras
e fiscalizar a vida da Princesa Manaus. Ao chegar as terras do Rei Amazonas, o emissário viu que a
princesa Manaus vivia o auge da bela época, que possuía um belíssimo teatro, casas de chá, coqueterias
e que, no meio da selva do Rei Amazonas, uma riquíssima cidade transbordava de luxo, onde os Barões da
Borracha acendiam seus charutos Havana, com notas de 500 mil Réis.



A Rainha Inglaterra arquitetando um plano, construiu um navio e a este deu o nome do Rei
“Amazonas”. Certo dia, ela levou, sem que ninguém soubesse, setenta mil espécies da planta que brotava
o líquido que valia tanto ou mais que ouro, para serem plantadas em seus terrenos na Malásia. Tal
atitude caiu como veneno para a Princesa Manaus, fazendo-a adormecer num sono profundo durante quase
dois séculos, coberta pela vasta floresta Amazônica.
Durante todo esse tempo que a Princesa Manaus permaneceu em seu sono encantado, vítima do
veneno da Rainha, as fadas madrinhas Flora (responsável por todas as florestas e matas), Fauna (responsável
por todos os seres viventes da floresta) e Eco (responsável pelo ar e a camada de ozônio da Terra),
lançaram-lhe uma promessa: que a Princesa Manaus haveria de despertar desse sono profundo, através de um beijo que lhe haveria de ser dado por um príncipe espacial.



Passaram-se muitos anos em que a Princesa Manaus viveu adormecida e quase esquecida. Até
que um dia ela foi visitada pelo Príncipe da Tecnologia, que tinha ouvido falar sobre ela. Ao ver a
Princesa, não hesitou em beijá-la, acordando-a para seu futuro. Um futuro de progresso, seu, de seu pai,
o Rei Amazonas, e de seu Imperador, Brasil.





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