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terça-feira, 26 de março de 2013

Universitária é obrigada a deixar a Casa do Estudante após ganhar bebê





UFRGS: jovem mãe é despejada de Casa do Estudante


Jovem de 26 anos recebeu ordem de despejo quatro dias após nascimento da filha

Uma universitária foi obrigada a deixar a Casa do Estudante da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) depois de dar à luz porque não foi permitido que a criança permanecesse no local. Quatro dias após a filha da estudante de 26 anos nascer, em fevereiro, a jovem recebeu uma ordem de despejo. A notificação foi encaminhada pela Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis. A instituição defende que o ambiente é institucional, dedicado à educação, e não pode abrigar um recém-nascido. As informações são do jornal Zero Hora.


Estudantes que moraram com a universitária lutam pela permanência dela na Casa do Estudante. A UFRGS, por outro lado, afirma que não há estrutura para a convivência com o bebê. A instituição sugeriu que ela volte para a casa da mãe, no interior do Rio Grande do Sul. A jovem - que concluiu a licenciatura e agora cursa o bacharelado - permanece residindo no local.


Fonte: Terra
Imagem: Bruno Alencastro / Agencia RBS 

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É um paradoxo!


O Sistema prisional brasileiro permite que as mulheres criminosas presas fiquem com seus filhos recém nascidos, enquanto isso, o Sistema Educacional Universitário do Rio Grande do Sul despeja mãe universitária com filho recém nascido.


Concluíndo: Uma criminosa pode, uma estudante universitária não.

(Burgos Cãogrino)

5 comentários:

Tibiriçá disse...

Como diria o Aldo são os paradoxos da casa grande e senzala. Talvez para que a estudante tenha os mesmos direitos das presidiárias seria melhor cometer um crime.

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Burgosamigo

Por cá as coisas vão... de mal a pior, não é só no nosso Brasil que acontecem merdas destas.

Continuo à tua espera lá na NOSSA TRAVESSA. Sentado

Abç

H

ED_rosso disse...

Que eu saiba ,as presidiarias podem ficar com a criança por seis meses, depois são obrigadas a entregar a criança para alguém da família.

Nessa noticia não fala do pai ,onde esta esse pai dessa criança ?
Colocar a culpa na universidade é muito fácil ,mas assumir os próprios erros ,isso nunca.



Tibiriçá disse...

Ed, não penso que ter um filho seja um erro, se assim fosse nós não teríamos nascido, quanto ao pai todos sabemos que são peças assessórias, pois quem carrega a crinça no ventre é a mãe, quem tem uma relação afetiva com a criança é a mãe. Por outra a UNIVERSIDADE pelo menos deveria ter o mínimo de sensiblidade para buscar e propor uma solução, com isso não quero dizer que as suas dependências tenham que se transformar em creche. Hoje em dia é mais fácil e comodo ser presidário, pois os mesmos têm segurança 24 horas por dia, recebem salário do INSS, sem fazer "porra" nenhuma. Isso é um paradoxo, ou não?

Edu Verme disse...

Tem que ser despejada mesmo! E tem que ter aula de educação sexual, aprender a usar camisinha e outros métodos contraceptivos, hoje em dia temos vários... ou será que pra ela é pecado?
Se não tem dinheiro pra arrumar um lugar pra morar, vai ter pra criar uma criança? E vai ficar na casa do estudante SEM ESTUDAR? Ou vai ter que deixar o filho com os outros residentes até ela voltar da aula?

A casa de estudante é pra quem quer estudar, não pra quem quer ter filho. Filho você pode ter DEPOIS da faculdade. Imagina que bonito você trabalhando, estudando, e na noite quando quer descansar tem um nenê te acordando a noite inteira.

Se essa criança ficar lá vai ser uma falta de respeito com os residentes atuais e os próximos, além de abrir um precedente pra que isso se torne algo corriqueiro.

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