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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Os "ambientalistas" e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas





Do blog da amiga Fada, Maré Cinza



Instituto Ludwig Von Mises Brasil




Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas. 
Observemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida.



Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro transformou-se num clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.


Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT tinha salvo mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas, ao erradicar os mosquitos transmissores da malária. Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: "Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. ... Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável".
Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.


O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica, comprovando que gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que gerava.






No seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e director do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrou o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana". Não foi apenas isso: num estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio e até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou efeitos colaterais na sua saúde.



O Dr. Henry Miller, membro sénior da Hoover Institution e Gregory Konko, membro sénior da Competitive Enterprise Institute, escreveram no seu artigo na revista Forbes, "Rachel Carson's Deadly Fantasies", que a proibição do DDT foi responsável pela perda de "dezenas de milhões de vidas humanas, maioritariamente crianças em países pobres e tropicais. Tudo isso em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de rapina. Esta continua a ser uma das mais monumentais tragédias humanas do século passado."


Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, a proibição do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insectos os vorazes que eram combatidos com o DDT, puderam proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres.
Mesmo se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas pelo DDT estivessem exageradas por um factor de dois, Rachel Carson e a sua cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.



Apesar de todas as evidências de que o DDT, quando utilizado correctamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam a defender a sua proibição. Só na África, milhões continuama morrer de malária e de outras doenças. Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul. Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero. Após o desaparecimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar. Então porque é que a proibição não é revogada?



Porque este é justamente o objectivo destes extremistas: controle populacional. Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já tinha praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade. Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospectiva, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica".


Jeff Hoffman, representante ambientalista, escreveu no site grist.org que "A Malária era, na realidade, uma medida natural de controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional, em alguns locais onde ele havia erradicado a malária. Basicamente, porque seres humanos devem ter prioridade sobre as outras formas de vida? . . . Não vejo ninguém respeitando os mosquitos aqui nesta secção de comentários."


O livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas úteis.

A Organização Mundial de Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200 milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente. A maior parte das vítimas da malária são crianças africanas. Pessoas que defendem a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos e asiáticos.
O filantropo Bill Gates arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter as suas credenciais académicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o uso do DDT. Notavelmente, todos os políticos — principalmente os negros, que deveriam sensibilizar-se com seus irmãos africanos e unir-se — compartilham esta visão.





Paul Ehrlich
A morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista. O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, no seu best-seller de 1968, The Population Bomb, previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que "já na década de 1970 ... centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país". Ehrlich via a Inglaterra numa situação ainda mais desesperante, e disse "Se eu fosse um apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro, em que a Inglaterra deixará de existir até ao ano 2000".


No primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: "Dentro de dez anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas. Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do fedor de peixe morto". Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje a ser um dos favoritos dos media e do mundo académico.

E há ainda a insensatez nas previsões dos governos. Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e Energia americano] previu que as reservas de petróleo do país durariam apenas mais 10 anos. Em 1939, o Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o petróleo americano duraria mais 13 anos. Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth, disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550 biliões de barris. Com este relatório em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que "Até ao final da próxima década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o mundo". E acrescentou: "Todo o petróleo e todo o gás natural de que dependemos em 75% da nossa energia, estão a acabar."


Quanto a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government Accountability Office [braço auditor do Congresso americano] em conjunto com especialistas do sector privado estimam que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do Green River nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperado, isso já "seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no mundo". Trata-se de uma estimativa de 3 triliões de barris, mais do que a OPEP possui em todas as suas reservas. Mas não se preocupe. Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são frequentemente convidados pelos media para emitir as suas opiniões.
A nossa contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo ambientalista, fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT, implantassem políticas públicas assassinas em nome da "economia de energia" — como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam fatais.


Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou a dizer que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte-lhe qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta. Algumas pessoas estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas. Isto é um erro de juízo . Os ambientalistas foram extremamente bem-sucedidos em impor a sua agenda. Somos nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por termos permitido que os governos acatassem as suas ordens.



Tradução



Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Tradução de Leandro Roque
Fonte: Instituto Ludwig Von Mises Brasil


Nota do Blog Maré Cinza: Para aquilo que é urgente divulgar e ao mesmo tempo atuar o mais urgentemente possível, os ambientalistas não estão nem aí!! E assim sendo e por nada terem feito no que diz respeito, por exemplo ao BP Oil Spiil no Golfo do México, ou ainda à extensão e perigosidade das emanações de radiação de Fukushima, os ecologistas dão a sensação que algo é feito para atingir os fins que previram nas suas "profecias". Assim, teremos mesmo cheiro a morte por todo o Planeta. Custa ser visionário provocando o próprio fato?




Fonte: Maré Cinza
Imagens: Maré Cinza, Google

4 comentários:

Vapera disse...

Caro Burgos,
A questão do DDT é igual a do CFC e ambos foram proibidos por serem patentes já caducadas, ou seja, patentes que não mais pagam royalties.

A verdadeira caixa preta do domínio mundial é o sistema patentário mundial, criado e imposto por judeus. Os parasitas criaram uma forma de roubar invento alheio e dominarem esses inventos.
O que esse bando cria é somente destruição salafragem, roubalheira, corrupção, e toda a sorte de iniquidades.
Leia quais os nomes de TODOS os escritórios patentários do brasil e vais entender o que digo.
Todos são JUDEUS e tem como único objetivo, o ROUBO DE INVENTOS.
EU sempre comentava essa agenda no site patentesonline e estou impedido de comentar lá porque pelo que vi, minhas denuncias foram bem recebidas pelos inventores.
Conheço a verdade patentária melhor do que a imensa maioria dos gentios, e tenho como meta destruir o sistema patentário brasileiro, o INPI é uma autarquia 100% CRIMINOSA.
É um antro de roubo de propriedade intelectual e para entender melhor, o nome desse antro é: instituto nacional de PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Como pode umj instituto que defende INDUSTRIAS "defender" os ROUBADOS PELAS INDUSTRIAS, os inventores (uma profissão que não existe, não é reconhecida, mas existe um instituto industrial para tomar as invenções, as propriedades intelectuais.
Conflito claro de interesse, mas isso não pode ser tocado, ou judeu vira o que é e sempre foi, um ser LADRÃO, médiocre e incapaz.
O gentio pasta porque não observa que segue a mesma imundície divina que os judeus!!
Um é salafro, o outro é estúpido!!
E tudo graças a deus!!!

BURGOS disse...

Vapera

Desculpe a demora em responder, estou viajando.
Concordo inteiramente com você e quanto ao sistema de patentes no Brasil você sabe melhor do que ninguém (pois já sentiu na própria pele)como funciona.


Um grande abraço meu amigo

Tibiriçá disse...

Pois é Vapera. Sem contar que as lâmpadas incandescentes também foram banidas do mercado porque a patente expirou. E agora temos que suportar o lixo tóxico das "abençoadas" fluorescentes. Li outro dia em um artigo que um espanhol "inventou" uma lâmpada que não queima, aliás é o mesmo princípio de funcionamento da lâmpada inventada por Thomas Edison (que também não era flor que se cheire).

Veja o link:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=214954

Vapera disse...

Caro Tibiriçá,

A GE gastou milhões de vezes mais dinheiro e recursos para fazer a lâmpada queimar do que gastou para fazer a lâmpada funcionar!!
Existe até hoje uma lampada acesa 24 horas por dia desde "1901. Ela fica na cidade de Livermore, Califórnia, e está no livro do Guiness como a lâmpada mais antiga do mundo."
TUDO feito pelas industrias é criminoso, a essas imundas fazem as vezes de "gente boa" graças ao esquema patentário que é um sistema judeu de roubo de propriedade intelectual.


Só para ilustrar: Invento é feito por pessoas, só que o INPI é o instituto de propriedade INDUSTRIAL, proteção de pessoas jurídicas e não fisicas!!!
Não existe a profissão inventor, mas existem inventos feitos por inventores e esses são "protegidos" pela autarquia defensora das industrias, o INPI.
E isso é no MUNDO INTEIRO!!
Onde existe judeu existe roubo, pois essa corja só o que sabe é fazer imundície a mando da praga divina.
Vide o que faz a mídia 100% JUDIA.

Como sempre afirmo, esses seres NÃO SÃO HUMANOS, SÃO OUTRA ESPÉCIE, UMA ESPÉCIE TRANSGÊNICA INVENTADA POR DEUS.
E isso eles próprios afirmam junto com deus em seus livrecos divinos bíblicos.

Caro Burgos, aproveite sua viagem.
Um grande abraço meu amigo.

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