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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Exército Brasileiro em Refinarias da Petrobras?


Curiosamente no Brasil, as Forças Armadas do Exército resolvem fazer
treinamento nas Refinarias da Petrobras

O objetivo desta operação chamada (Operação Ouro negro) consiste no adestramento das tropas
de Artilharia do Exército em instalações de interesse sob sua área de responsabilidade. Major Benetti destacou que as forças armadas precisam estar sempre preparadas, e o Major Mattos Junior explicou que o treinamento é voltado para a segurança das instalações nas Refinarias da Petrobras e também disse: "Utilizaremos todo o material militar necessário para o cumprimento da missão. Desde o armamento individual até carros de combate".


O que está por trás dessa "Operação Ouro Negro" na Petrobras?

O Brasil está se sentindo ameaçado em sua soberania energética?



Fatos que nos chamam a atenção:


Após a descoberta da camada Pré-Sal o Brasil está entre os seis países que possuem as maiores reservas de petróleo do mundo, atrás somente da Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes.
Em razão da descoberta do Pré-Sal o Governo Brasileiro mudou o sistema de exploração, as exploradora estrangeiras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo "donas" do petróleo por um determinado tempo.

No Pré-Sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso ficou estabelecido que a Petrobras será a operadora exclusiva.
Isso não agradou nada as exploradoras estrangeiras.

Na ocasião a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda disse: "A Petrobras terá todo o controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderá prejudicar os fornecedores americanos".
Uma das maiores preocupações dos americanos era que isso favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.



09/06/2011
A Petrobras informou à Agência Nacional do Petróleo (ANP) que descobriu indícios de petróleo e gás em águas profundas no bloco BM-PAMA3, na bacia Pará-Maranhão. Foi o primeiro registro de indícios de óleo feita pela estatal brasileira em parceria fechada em abril deste ano com a chinesa Sinopec e a segunda neste campo.

China lidera importação de petróleo do Brasi
l

Graças ao acerto entre Petrobrás e Sinopec, o ritmo de crescimento das vendas de petróleo para a China foi exponencial. Em 2004, os chineses estavam na sexta colocação entre os clientes do Brasil, atrás de países como Chile e Portugal. Em 2003, sequer apareciam nas estatísticas. O comércio com a Índia é ainda mais recente e só ganhou volume no ano passado.

Mesmo assim, o Brasil ainda é um fornecedor irrelevante para os chineses, cujas importações líquidas chegaram a 1,4 milhão de barris por dia em setembro. Os Estados Unidos são o maior comprador de petróleo do mundo, mas os chineses já são o maior consumidor de energia. Com as vendas de carros batendo recorde, a sede do gigante asiático por gasolina é cada vez maior.

Segundo estimativas da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), o consumo chinês de petróleo deve crescer 5,14% em 2011, muito acima da alta de 1,36% prevista para a demanda global.


Outro fato que chama a atenção:

Em 2009 houve pressão do Governo Americano sobre parceria entre Brasil e Ucrânia para
reconstrução da Base de Alcântara.
O governo dos Estados Unidos não quería que o Brasil tivesse um programa próprio de produção de foguetes espaciais. Por isso, além de não apoiar o desenvolvimento desses veículos, as autoridades americanas pressionaram parceiros do país nessa área – como a Ucrânia – a não transferir tecnologia do setor aos cientistas brasileiros.


Energia nuclear - Parceria Brasil/Ucrânia

26/09/2011Em visita ao Ministério da Defesa brasileiro, o ministro da Defesa da Ucrânia, Mykhailo Bronislavovych Yezhel, disse hoje que a Ucrânia integralizará sua parte da sociedade na Alcântara Cyclone Space (ACS), empresa binacional criada para comercializar serviços comerciais de foguetes e satélite a partir do Maranhão. “Já temos os recursos, da ordem de US$ 250 milhões, que serão investidos a partir de outubro próximo. Também estamos abertos a transferir tecnologia para um novo lançador de satélites, o Cyclone 5, que será produzido em
conjunto com o Brasil”, garantiu.
O ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim, afirmou que a ACS é um projeto estratégico para o Brasil. “A maior parte do programa está sob controle da Agência Espacial Brasileira, o Ministério da Defesa tem apenas uma pequena participação, mas o aporte prometido é uma excelente notícia, que abre boas perspectivas de cooperação tecnológica entre os dois países”, comemorou.
Mykhailo Bronislavovych Yezhel chegou ao prédio do Ministério da Defesa brasileiro às 11h30. O
ministro Celso Amorim recebeu-o na entrada. Em seguida, no Salão Nobre, apresentou-o ao chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general-de-exército José Carlos De Nardi, e aos comandantes da Marinha, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto, e do Exército, general-de-exército Enzo Martins Peri.
A comitiva ucraniana incluiu representantes das maiores empresas de defesa do país, como a
Antonov, fabricante de aviões de carga, e da Agência Ucraniana de Estaleiros, holding que controla a indústria naval, responsável pela construção de todos os porta-aviões e metade da esquadra de superfície da ex-União Soviética.
Durante a reunião bilateral, o ministro ucraniano propôs a fabricação de naviospatrulha de 500 toneladas e destacou o interesse de seu país em participar da
concorrência para a construção, no Brasil, de cinco navios escolta de 6.200 toneladas e de cinco navios-patrulha de 1.800 toneladas. Também levantou possibilidades de cooperação no desenvolvimento de mísseis terra-terra de 300 quilômetros de alcance e de mísseis antiaéreos.
Yezhel fez amplo relato das potencialidades da indústria militar ucraniana na área de blindados e no campo aeronáutico.
Ressaltou as qualidades do cargueiro Antonov An-70, capaz de carregar 38 toneladas e pousar em pistas não-preparadas e curtas, e do avião de patrulha Antonov An-168, com autonomia de 12 horas.
Depois de elogiar as oportunidades oferecidas pelo Cyclone 5, o ministro Amorim lembrou que o
Brasil já investe em um avião cargueiro de projeto nacional, o KC-390, da Embraer; na produção
de blindados sobre rodas, o Guarani, e de um navio-patrulha de 500 toneladas. Ao mesmo tempo, mostrou interesse no avião-patrulha e na possibilidade de cooperação com a Ucrânia para
desenvolver um projeto de navio-aeródromo.
“Nosso maior interesse é obter tecnologia para desenvolver a indústria nacional e já
desenvolvemos inúmeros projetos”, disse o ministro brasileiro. “Podemos verificar, com o Estado
Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) e os comandos das Forças, onde existe
complementaridade para que possamos desenvolver programas de cooperação.”

Acordos


Brasil e Ucrânia assinaram dois acordos-quadro, de cooperação tecnológico-militar e de segurança de informações, em outubro de 2010, ainda não ratificados pelo Congresso Nacional. Estão previstas várias áreas de atuação conjunta na área de preparação de pessoal e nos campos
aeronáutico, espacial, de equipamentos terrestres e naval. Segundo Yezhel, o Ministério da Defesa do seu país já implantou os grupos de trabalho para estudar possíveis nichos de cooperação.



Dois fatos que possívelmente o Brasil terá que se preocupar com a defesa da Nação Brasileira, pois, são fatos que não agradaram em nada ao "Democrático" Império (falido) Americano.




Fontes: defesa.gov.br, r7.com, imagens retiradas do google

2 comentários:

voz a 0 db disse...

Não abram a pestana não... como já escrevi... tirando a Nigéria que é um alvo "mais fácil" com o passar do tempo e com o aumento da escassez, logo do custo, tudo vai valer...

Anônimo disse...

Com certeza é preciso estar de olho, como dizem aqui "é preciso ficar com um olho no gato e outro no peixe".

José carlos Pereira

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